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JORNALISTAS DA ESPN PREPARAM MATÉRIA SOBRE VITÓRIA BRASIL PARA PROGRAMA ‘O BRASIL DA COPA DO MUNDO’
Terminei o dia, ontem, saboreando a picanha preparada pelo Celso Silveira – um mestre na arte de fazer um bom churrasco – e o arroz com pequi, do Favaron, além da salada de legumes, especialidade do Moacir Lungato, o Gatão.
E tudo isso, na agradável companhia do premiadíssimo jornalista Helvidio Mattos, repórter especial da ESPN, e do cinegrafista Raphael Silva, os dois rapazes da foto. Eles estão viajando o Brasil, fazendo reportagens especiais para o programa “O Brasil da Copa do Mundo”.
Nesta semana, eles vieram parar em Jales para uma matéria sobre Vitória Brasil. Por sinal, Helvidio explicou que o nome do nosso ex-distrito não tem nada a ver com as vitórias da nossa seleção em copas do mundo. É, na verdade, uma homenagem aos pracinhas brasileiros que participaram da Segunda Guerra Mundial.
Falemos, porém, do Helvidio. Ele começou sua carreira nos anos 70, sempre atuando na área de esportes. Está na ESPN desde 1996, onde é Coordenador de Especiais. Antes, teve passagem marcante pela TV Cultura, com os programas “Vitória” e “Grandes Momentos do Esporte”. Foi, também, editor do Globo Esporte.
Foi o primeiro jornalista brasileiro a cobrir no local uma Copa Africana de Nações, no Senegal, em 1992. Já cobriu seis Copas do Mundo de Futebol, quatro Jogos Olímpicos e seis Copas Africanas de Nações. É um cara, portanto, que tem muitas estórias pra contar e, ontem, ele e Raphael nos contaram algumas.
Fernandinho Pereira, diretor da ETEC-Fernandópolis, é o anfitrião dos jornalistas da ESPN, aqui em Jales. O programa sobre Vitória Brasil deve ir ao ar no segundo sábado de fevereiro, dia 08, às 23:00 horas.
BETTO MARIANO DEVE IR AO MINISTÉRIO PÚBLICO NESTA SEMANA
Ontem, ao fazer minha caminhada de final de tarde, encontrei o Beto Mariano, com quem bati um longo papo. Evidentemente que eu não poderia perder a oportunidade de perguntar como ia a relação dele com a administração municipal.
E o Beto, que participou da campanha da candidata Nice Mistilides, confirmou que está profundamente descontente com a prefeita. Ele revelou que, durante um ano, ficou, literalmente, encostado “no lixo”. E agora, foi definitivamente jogado pra escanteio.
Segundo o ex-colaborador da campanha da prefeita, Nice tem evitado conversar com ele. “Eu tinha uma conversa agendada com ela para esta segunda-feira, mas, mais uma vez, ela arrumou uma desculpa para não me receber”, revelou.
Eu conheço o Beto há muito tempo. Trabalhamos juntos na campanha de Humberto Parini, em 2004. Ontem, ele me parecia tranquilo, mas, ao mesmo tempo, disposto a fazer estragos. E não escondeu que pretende ir ao Ministério Público, ainda nesta semana.
Beto não quis revelar o que teria a dizer ao MP, mas adiantou que sabe muita coisa sobre campanha eleitoral, Ecopav e Expo Show. E disse que tem documentos e testemunhas.
Apesar de não revelar o que pretende contar ao MP, Beto deixou escapar, em meio à conversa, que teria visto, algumas vezes, o secretário Aldo recolhendo o dinheiro arrecadado nas bilheterias da Expo, o que comprovaria a participação da administração na festa e ligaria a prefeita Nice ao prejuízo da Casa da Criança.
Beto confidenciou, também, que a Expo teria utilizado materiais de um órgão municipal para cumprir algumas exigências dos bombeiros. “Depois que o Pacheco, por falta de pagamento, retirou algumas coisas que ele tinha instalado, o pessoal da Expo correu a um órgão de saúde, que recebe recursos federais, e pegou alguns materiais para quebrar o galho”.
Só nos resta aguardar para ver o que pode sair da caixa preta do Beto Mariano.
CRUZAMENTO RUA DEZ-AVENIDA FRANCISCO JALLES CONTINUA INTERDITADO
Alguns amigos enviaram fotos registradas ontem à noite e hoje pela manhã, mostrando que os tubos de concreto colocados na Avenida Francisco Jales, no cruzamento com a Rua Dez, tinham sido deslocados para os lados, fazendo supor que a medida implantada pela Prefeitura teria sido revista.
Na verdade, alguém teve o bom senso de retirar os tubos do meio da rua, ontem à noite, pois da maneira como estavam colocados, sem pintura e sem nenhuma sinalização, poderiam causar algum acidente.
Esta outra foto enviada agora há pouco mostra que os tubos – devidamente pintados – já foram colocados novamente no meio da rua, a fim de impedir que os motoristas cruzem a Francisco Jalles.
ESPETÁCULO ‘SOCORRO, MEU MARIDO VIROU A MÃO’ LOTA DEPENDÊNCIAS DO TEATRO
Os esforçados e talentosos rapazes da Secretaria de Comunicação exageraram um pouco na manchete. Deem uma olhada na foto acima e confiram a “lotação” do Teatro. Abaixo, a notícia enviada por eles:
Centenas de pessoas lotaram as dependências do Teatro Municipal – “Centro Cultural Dr. Edílio Ridolfo” na noite do sábado, dia 18 de janeiro, quando foi apresentado o espetáculo de comédia “Socorro! Meu Marido Virou A Mão”.
Os atores Vitor Branco, do programa humorístico A Praça É Nossa, Wanderlei Grillo, que já participou do seriado Malhação, da Rede Globo, Bruna Andrade, de “Os Impedidos” e Fernando Negah roubaram boas gargalhadas do público presente durante a apresentação.
A comédia “Socorro! Meu Marido Virou A Mão” foi inspirada no filme “Ghost – Do Outro Lado da Vida” e a montagem relembra trilhas de grandes sucessos do cinema.
O espetáculo conta a história de Leleco, um famoso cabeleireiro da alta sociedade de Manaus que, após sua morte inesperada, volta em forma de espírito para atrapalhar a vida de Gustavo, seu filho de criação que se casou em São Paulo com uma misteriosa garota.
“Socorro, meu marido virou a mão é um espetáculo muito bem produzido e dirigido que nos faz dar boas risadas. O Teatro Municipal está completamente lotado por pessoas não só de Jales, mas também de cidades da região que estão vendo na Cultura uma nova opção de entretenimento”, ressaltou a assessora de Cultura da secretaria municipal de Esportes, Cultura e Turismo, Ivani Franco.
PREFEITURA PROVIDENCIA MUDANÇAS PROPOSTAS PELO CONSELHO MUNICIPAL DE TRÂNSITO
Como antecipado pelo blog, o Conselho Municipal de Trânsito deliberou sobre algumas mudanças no trânsito das duas principais avenidas da cidade – “João Amadeu” e “Francisco Jalles” – que vão testar a paciência dos motoristas. E dos comerciantes.
O que o blog não poderia prever é que a nossa Prefeitura – normalmente lenta quando se trata de resolver os problemas da população – fosse demonstrar tamanha agilidade para, já nesta terça-feira, implementar as medidas propostas pelo Conselho na sexta-feira passada.
É isso mesmo: hoje pela manhã, as intervenções no trânsito já estavam sendo providenciadas por uma equipe da Secretaria de Planejamento, capitaneada pelo supersecretário Aldo Nunes de Sá. Confiram algumas fotos:
Na João Amadeu, a conversão que permitia chegar ao Posto Pupim com mais facilidade, foi interrompida. A partir de agora, quem vier lá da Francisco Jalles e quiser entrar no Posto, terá que achar um novo trajeto.
A conversão à esquerda, que permitia entrar na Rua Quinze, em direção ao Jardim Paraíso e outros, também está impedida…
… assim como esta outra conversão, no meio do quarteirão. A partir de agora, o gato bebum poderá dormir ainda mais tranquilo.
O fechamento das duas conversões anteriores obriga os motoristas a seguirem em direção ao semáforo do Posto Pupim, no cruzamento da João Amadeu com a Rua Onze. Reparem o tamanho da fila formada por aqueles que desejam virar à esquerda, na Rua Onze. Em determinados momentos, essa fila chega a dois quarteirões.
Uma das alterações mais polêmicas é essa mostrada pela foto acima. Os motoristas que vêm em direção ao Centro, pela Rua Dez, não mais poderão cruzar a Avenida Francisco Jalles. Essa medida prejudica, visivelmente, os comerciantes da Rua Dez, no trecho entre a Francisco Jalles e a Rua Treze. Quem quiser chegar à Mila Massas, por exemplo, terá que ir até a esquina do Banco do Brasil fazer o contorno, voltar pela avenida, passando duas vezes pelo semáforo da Rua Oito, e pegar novamente a Rua Dez. Um despautério!
Além de causar transtornos aos motoristas e inconvenientes aos comerciantes, a proibição de cruzar a avenida resolve os problemas de acidentes apenas pela metade. Como todo mundo sabe, o maior índice de acidentes acontece com as motos e, como se pode ver na foto acima, as motos continuam cruzando a avenida. A menos que a Prefeitura faça alguma coisa a mais, além de colocar esses tubos no meio da rua.
É HOJE! RUI RODRIGUES LANÇA LIVRO ‘O TREM DA MINHA CIDADE’
Está marcado para esta terça-feira – no Centro Cultural “Edílio Ridolfo”, a partir das 20:00 horas – o lançamento do livro “O Trem da Minha Cidade”, do professor, compositor, músico, artista plástico, caricaturista, poeta e escritor Rui Rodrigues de Souza.
Trata-se do segundo livro de Rui. O primeiro, “Alquimia do Riso”, foi lançado em 2007. Em seu novo livro, impresso pela Editora 4 Cores, Rui conta – através de sua poesia e de divertidas caricaturas – a história da cidade e de alguns de seus principais personagens, desde a fundação até a campanha eleitoral de 2012.
Segundo Rui, quem quiser saber mais sobre a história de Jales, de forma bem humorada, poderá adquirir o livro, que será vendido apenas pelo autor, ao preço de R$ 30,00.
Quem não puder comparecer à noite de autógrafos, nesta terça-feira, poderá adquirir o livro entrando em contato com o professor Rui, através do e-mail [email protected].
GRUPO FUGA TEM INTERESSE NO MERCADO ÁRABE
A novidade foi publicada pela Agência da Notícias Brasil-Árabe:
O Grupo Fuga Couros, com sede na cidade gaúcha de Marau, quer se aproximar do mercado árabe. A companhia produz couros, além de outros produtos como carne, biodiesel e alimentos para animais domésticos e já fez exportações esporádicas para o Egito. Os embarques ocorreram há cerca de dois anos e incluíram carne e sebo bovinos.
“Acreditamos no potencial de compras pois o poder de consumo, de modo geral, está aumentando, principalmente nas maiores cidades”, afirma o gerente da Unidade de Biodiesel do grupo, Paulo José Fuga. O executivo acredita que há mercado para exportar carne bovina ao Egito. “Acreditamos que há muito potencial para aumentar as vendas para os países árabes”, diz. A empresa também busca oportunidades para seus couros na região.
O Fuga é um grande grupo empresarial gaúcho, com receita anual de R$ 1,2 bilhão. Do total faturado, metade vem do mercado interno e metade do externo. A companhia é conhecida principalmente por seu negócio de couros, área na qual tem 60% das vendas concentradas no exterior e 40% no Brasil. No mercado doméstico, o couro é vendido em estágio acabado para indústrias de móveis e calçados. A outros países é enviado principalmente o couro wet-blue e semiacabado para atender fabricantes de móveis, informa Paulo José.
Os curtumes Fuga estão em Marau, onde fica a matriz, em Jales, interior de São Paulo, em Hidrolândia, no estado de Goiás, em Paranaíba, no Mato Grosso do Sul, e em Várzea Grande, no Mato Grosso. A companhia também possui uma central de venda de couros na cidade gaúcha de Novo Hamburgo, região onde há um polo de fabricação de calçados. A maior parte da matéria-prima, o couro in natura, é adquirida pela empresa de outros frigoríficos. Uma parte menor vem dos frigoríficos próprios, segundo Paulo.
No total, o grupo Fuga possui cinco unidades frigoríficas, com abate de 43.800 bovinos ao mês. A matriz dos frigoríficos fica em Aparecida do Taboado, no Mato Grosso do Sul, onde a empresa também mantém outra unidade. Ainda há um frigorífico em Várzea Grande, outro em Aparecida d’Oeste, no estado de São Paulo, e uma unidade de desossa em Jales.
Em Jales, anexo ao curtume, o grupo Fuga mantém sua fábrica de pet food. Ela foi criada para agregar valor a um dos subprodutos do couro, que são as aparas. Elas são transformadas em alimentos para animais domésticos e a capacidade de processamento, no local, é de mil toneladas de aparas ao mês, com geração de 250 toneladas de produto final. Os alimentos vão para o mercado brasileiro, norte-americano e europeu.
A empresa também atua com agropecuária, já que planta trigo, soja, milho, aveia e triticale nas cidades gaúchas de Gentil, Ibirapuitã e Marau. Nestas regiões, o grupo Fuga mantém estrutura com silos graneleiros e secadores para armazenagem de mil toneladas de grãos. A companhia ainda trabalha, nesta área, com reflorestamento de eucaliptos. A unidade de produção de biodiesel fica no município gaúcho de Camargo.
O início – O grupo foi criado em 1947 por um grupo de sócios fundadores, entre eles o seu maior empreendedor, José Fuga. No começo a empresa se chamava Curtume Marauense. Em menos de dez anos, a companhia já exportava couros para os Estados Unidos, mercado que ainda atende.










