Em entrevista ao portal Mossoró Hoje, o “invasor” do show de Nando Reis, Waltécio dos Santos, disse nesta segunda-feira (2) que decidiu subir ao palco do artista para abraçá-lo, tirar uma foto e gritar “Lula Livre”.
O fã de Nando Reis contou ao jornal que, quando ouviu o cantor falar sobre a questão da Amazônia das polêmicas do governo de Jair Bolsonaro (PSL), como a indicação de Eduardo para a embaixada dos Estados Unidos, foi desafiado por um amigo a subir ao palco para abraçar o artista e expressar admiração. No entanto, acabou contido pelos seguranças do evento e o show transcorreu na normalidade.
A pesquisa do Datafolha confirma o que já havia sido constatado por outros três institutos – CNT/MDA, Vox Populi e Ipespe -, ou seja, que Bolsonaro é o presidente mais mal avaliado no primeiro ano de governo.
Confirma, também, que até os mais ricos já estão se chateando com o Bozo. Entre estes, a aprovação do presidente caiu de 52% para 37%. Entre os mais pobres, ele é aprovado por apenas 22%, enquanto entre os jovens a aprovação é de 24%. Os evangélicos neopentecostais (46%) e os empresários (48%) estão entre os setores que mais aprovam Bolsonaro.
No Nordeste, a desaprovação é de 52%. E no Sul, região onde Bolsonaro imperava, a desaprovação subiu de 25% para 31%. Entre as mulheres, ele é desaprovado por 43%, enquanto entre os homens a desaprovação é de 34%. Para completar, 44% dos brasileiros dizem não confiar na palavra do presidente, no que eles fazem muito bem.
E as vestais do PSL continuam perdendo suas vestes. O caso do suplente do senador Major Olímpio(PSL-SP), por exemplo, quase derrubou o presidente do Paraguai, mas, por aqui, parte da imprensa finge que não vê. A notícia sobre o assessor do Delegado Waldir é do Brasil 247:
O assessor do deputado federal e líder do PSL, Delegado Waldir (GO), o também delegado José Maria da Silva, foi preso em operação contra roubo de cargas e lavagem de dinheiro. Após a prisão, o deputado exonerou o assessor.
Ele é acusado de receber propina, em 2014, no valor de R$ 100 mil de um homem que tinha sido preso por envolvimento com roubo e receptação de carga para reaver a mercadoria apreendida.
No gabinete do líder do partido de Bolsonaro, José Maria trabalhava desde 2016 e era responsável por elaborar os projetos de lei do deputado. Em nota, Waldir disse que “a suposta conduta criminosa teria ocorrido quando ele exercia a função de delegado na Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas, no período de 6 de fevereiro de 2013 à 30 de janeiro de 2015″.
Segundo o antipetista professor Marco Antônio Villa, o Bozo mente compulsivamente. “O Bolsonaro é o presidente mais mentiroso da história do Brasil”, diz ele. Hoje, o Bozo usou o Twitter para desmentir notícia de ontem, mas, ao que parece, é ele quem está mentindo. Deu no Brasil 247:
Jair Bolsonaro foi pego na mentira mais uma vez: na manhã de quarta-feira (28) 18 marcas internacionais anunciaram que deixarão de comprar couro dos pecuaristas brasileiros, em reação à destruição da floresta amazônica patrocinada pelo governo de extrema-direita.
No fim da tarde, Bolsonaro afirmou num tweet que a notícia era mentirosa e que “as exportações seguem normais”.
Na manhã desta quinta-feira (29), a empresa responsável pelas 18 marcas desmentiu Bolsonaro e reafirmou: não comprarão mais couro do Brasil.
Em nota enviada ao jornal Folha de S.Paulo, a empresa afirma que “A VF Corporation e suas marcas decidiram não seguir abastecendo diretamente com couro e curtume do Brasil para nossos negócios internacionais até que haja a segurança que os materiais usados em nossos produtos não contribuam para o dano ambiental no país.”
“Peço desculpas – mil desculpas – aos meus leitores por ter falado tão bem e defendido tanto os procuradores da Lava Jato. Considero que o resultado tem pontos positivos. Mas depois dos comentários que li sobre parentes mortos de Lula, vi que eles são canalhas morais”.
(Do jornalista Gilberto Dimenstein, em suas redes sociais)
O pedido de desculpas da procuradora confirma a veracidade do conteúdo revelado pela Vaza Jato. A notícia é do UOL:
A procuradora Jerusa Viecili, da Força-Tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, publicou um pedido de desculpas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em suas redes sociais na noite de hoje.
“Errei. E minha consciência me leva a fazer o correto: pedir desculpas à pessoa diretamente afetada, o ex-presidente Lula”, escreveu a procuradora na noite de hoje em seu Twitter.
Ela foi uma das citadas na reportagem do UOL que mostrou que membros do Ministério Público Federal (MPF) ironizaram a morte da esposa de Lula, Marisa Letícia, em 2017, e os pedidos do ex-presidente para ir aos enterros de familiares que morreram neste ano.
Cerca de uma hora e meia depois da postagem, a procuradora voltou ao Twitter e disse que “uma mensagem não autentica todo o conjunto” e que “a existência de mensagens verdadeiras não afasta o fato de que as mensagens são fruto de crime e têm sido descontextualizadas ou deturpadas para fazer falsas acusações”.
“Os procuradores da Lava Jato nunca negaram que há mensagens verdadeiras, exatamente porque foram efetivamente hackeados. Contudo, não é possível saber exatamente o quanto está correto, porque é impossível recordar de detalhes de 1 milhão de mensagens em 5 anos intensos”, complementou.