Categoria: Região

AO CONTRÁRIO DO QUE DISSE SARACUZA, PREFEITURA DE URÂNIA CONTINUA DEVENDO PARA O CONSIRJ

SARACUZA 2Um dia desses, o prefeito de Urânia, Francisco Airton Saracuza, foi entrevistado pelo Antena Ligada e, em meio à entrevista, um ouvinte – segundo o apresentador – perguntou sobre a dívida da Prefeitura de Urânia com o Consirj, que está sendo cobrada na Justiça. A dívida é relativa às contribuições de 2014, não pagas por Urânia.

A resposta não foi muito clara, mas o prefeito deu a entender que já estava tudo certo e que a dívida já teria sido paga. Disse, também – numa tentativa de justificar a dívida – que o município de Urânia, por possuir uma Santa Casa, utiliza muito pouco os serviços gerenciados pelo Consirj, que é o responsável pela UPA e pelo SAMU de Jales.

Uma coisa, porém, não justifica a outra: exatamente por usar menos, é que a contribuição de Urânia – estabelecida pelo consórcio no início de cada ano – é menor que as contribuições de municípios como Santa Salete, Dirce Reis, São Francisco, Aspásia, Vitória Brasil, Pontalinda e Paranapuã. Municípios estes que, por sinal, estão pagando suas contribuições mensais rigorosamente em dia.

Cada um deles contribuiu com R$ 131 mil, em 2014. Palmeira D’Oeste, que também tem sua Santa Casa, contribuiu com R$ 148 mil. Jales contribuiu com R$ 3,2 milhões.

Mas, o mais interessante é que, segundo informações obtidas por este blogueiro, a dívida de Urânia – ao contrário do que deixou a entender o prefeito Saracuza em sua entrevista – não foi acertada coisíssima nenhuma. E além de não ter pago a dívida relativa a 2014, a Prefeitura de Urânia está sendo cobrada – administrativamente, por enquanto – em mais R$ 118 mil, referente ao que deixou de pagar em 2015.

Em tempo: a Prefeitura de Dolcinópolis, outra que costumava dar o calote no Consirj, parece ter aprumado depois que foi ameaçada de ser expulsa do consórcio. Nos últimos tempos, está pagando em dia.

MOTORISTA QUE MATOU TRÊS CICLISTAS EM SANTA ALBERTINA É CONDENADO A TRÊS ANOS E SETE MESES DE PRISÃO

Esta notícia também é do G1:

carro bertinaO Tribunal de Justiça de São Paulo condenou a três anos e sete meses de prisão um produtor rural de Santa Albertina(SP) pela morte de três ciclistas durante um acidente, em 2013.  O julgamento do caso ocorreu no último dia 17, mas o resultado foi divulgado nesta quarta-feira (6).

Segundo a investigação da polícia na época, o carro que ele dirigia bateu na traseira de duas bicicletas onde estavam três pessoas. O acidente aconteceu na rodovia Jarbas de Moraes e um casal morreu na hora. O outro ciclista chegou a ser socorrido, mas não resistiu e morreu logo depois.

De acordo com a sentença da Justiça, o produtor rural estava bêbado e não prestou socorro às vítimas. O produtor foi condenado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, e deverá cumprir a pena em regime semiaberto. A TV TEM tentou entrar em contato com o produtor, mas ele não foi encontrado para falar sobre o caso.

Como fugiu sem prestar socorro, a polícia na época investigou e fez buscas pela região para tentar encontrar o carro que se envolveu no acidente. O carro dele foi encontrado com a frente bastante danificada.

A polícia teria encontrado o carro depois de o passageiro do veículo dar entrada em um hospital com um braço fraturado, por causa da batida. A polícia ouviu o passageiro e chegou até o motorista. O carro batido foi encontrado na casa do motorista.

PACIENTES DO HOSPITAL DE CÂNCER QUE VINHAM PARA JALES SOFREM ACIDENTE EM RODOVIA

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A notícia é do G1:

Sete pacientes, que estavam em um micro-ônibus da Prefeitura de Murutinga do Sul, ficaram feridos após um acidente na rodovia Marechal Rondon, na madrugada desta sexta-feira (8), perto de Andradina (SP).

De acordo com informações da Polícia Rodoviária, um boi atravessou a pista e o motorista do micro-ônibus não conseguiu frear o veículo em tempo de evitar o acidente.

Segundo a polícia, os pacientes iam passar por tratamento no Hospital do Câncer de Jales (SP). O motorista e seis passageiros tiveram ferimentos leves. Eles foram levados para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Andradina e já foram liberados. O boi morreu com o impacto da batida.

PREFEITURA DE DOLCINÓPOLIS TERÁ 30 DIAS PARA REPASSAR À CAIXA FEDERAL OS VALORES DESCONTADOS DE SERVIDORES

E quanto ao prefeito irresponsável que deixou de repassar os valores à Caixa Federal? Será que vai mesmo responder pelo crime de apropriação indébita? A notícia é da assessoria de comunicação do MPF:

Após ação do Ministério Público Federal em Jales, no interior de São Paulo, a Justiça Federal determinou, em caráter liminar, que o Município de Dolcinópolis repasse à Caixa Econômica Federal, em até 30 dias, os valores de empréstimos consignados feitos por 85 servidores. Apesar de ter realizado os descontos na folha de pagamento, a municipalidade não transferiu os valores ao banco, que negativou indevidamente os nomes dos funcionários. A liminar determina também que a Caixa retire os nomes dos cadastros de proteção ao crédito, como, por exemplo, Serasa. 

Questionado pelo MPF durante o processo, o Município de Dolcinópolis esclareceu que estaria passando por um período de grande desequilíbrio financeiro, o que a impossibilitou de saldar suas obrigações e transferir os valores devidos à Caixa. Em janeiro de 2015, o banco registrava cinco parcelas em atraso, referentes aos empréstimos consignados dos servidores da cidade, apesar de a administração municipal ter se comprometido a quitar a dívida até o fim do ano passado. 

Para o procurador da República José Rubens Plates, responsável pela ação, ao não repassar os valores retidos de seus servidores, a Prefeitura de Dolcinópolis feriu o princípio da moralidade administrativa e o dever da boa-fé. A Caixa Econômica Federal também lesou os mesmos princípios da administração pública visto que inscreveu o nome dos clientes em cadastros de proteção ao crédito mesmo sabendo que a responsabilidade pela falta de pagamento era do gestor municipal.

Como resultado, os servidores tiveram sua dignidade violada e seus interesses econômicos prejudicados. Ao ter seus nomes indevidamente negativados, os consumidores sofreram constrangimentos e restrições de crédito, mesmo após o valor mensal do empréstimo consignado ser descontado de seus salários. Por isso, o MPF também pediu na ação que, ao final do processo, o Município de Dolcinópolis e a Caixa sejam condenados a reparar os danos materiais e morais causados aos servidores, em valor não inferior a R$ 1 mil, para cada inscrição indevida.

BLOGUEIRA PEDE DESCULPAS AOS MORADORES DE ASPÁSIA

A blogueira Elisama Azevedo, de São Paulo, que havia publicado um post com críticas à brava gente de Aspásia, postou outro texto, neste sábado, em que pede desculpas pelo mal entendido. Vamos a ele:   

aspásiaSei que muitos de vocês estão se sentindo ofendidos com meu post sobre Aspásia, por essa razão decidi escrever uma nova postagem com pedidos de desculpas por ter me excedido nos comentários.

Com relação a Jales, não tenho do que reclamar (tirando o episódio do assalto e do fotógrafo) sempre me dei bem com todos lá e adoro a cidade. De qualquer forma se alguém se sentiu ofendido, peço desculpas.

Quanto a Aspásia, eu ouvi sim comentários que me chatearam bastante então resolvi desabafar. Acontece que eu não soube me expressar e fui infeliz em minhas palavras onde pareceu que eu estava generalizando toda a cidade, não foi minha intenção pois tenho pessoas ali que admiro e quero bem. Não é justo a maioria levar culpa por causa de uma porcentagem mínima e vocês nem precisavam ficar sabendo disso. Por essa razão, peço desculpas mais uma vez a todos vocês!

BLOGUEIRA DE SÃO PAULO CRITICA POPULAÇÃO DE ASPÁSIA. E SOBROU ATÉ PARA JALES

 Elisama Azevedo, a noiva da foto, mora em São Paulo e tem um blog – Casar é… – especializado em casamentos. Ontem, ela postou um interessante texto, onde cita Jales e Aspásia. Confiram:

aspásiaQuem me acompanha no instagram já deve ter visto vária fotos citando a cidade de Aspásia. Foi lá que passei boa parte da minha infância, quase todas as minhas férias escolares eu estava lá.. gostava de brincar na terra, sentar nas cadeiras de fio enquanto ouvia as conversas das minhas tias, as vizinhas da minha vó iam nos visitar e tudo era muito bom.. coisas que sentia falta pois sempre morei em cidade grande.

Confesso que já pensei em largar tudo e me mudar pra lá mas será que eu seria aceita no comércio, será que seria bem vinda na região? Já tive amigos que se mudaram pra lá, montaram comércio na cidade mas os moradores preferiam comprar em cidades vizinhas do que comprar dele como que de propósito simplesmente pelo fato de “fulano”ter vindo de São Paulo.

Outro fator que me impede de viver bem lá é que para eles, São Paulo não presta, falam mal de tudo que se refere a Sampa. Falar mal do trânsito e da violência eu até entendo mas criticam a comida, criticam o refrigerante, criticam o sorvete e só o que eles tem lá é que presta. Eu penso assim: se tudo o que eles dizem for verdade e só lá tem coisa boa então vivam felizes sem chatear ninguém, sem ter que provar nada pra ninguém…assim como eu não chego lá criticando nada deles. Eu falo por mim,  nunca cheguei lá dizendo: – não gosto da sua cidade, – você é feia,  – aqui não tem isso ou aquilo, então porque eles se sentem na liberdade de detonar o meu estilo de vida?

Emprego Meu pai mesmo era representante daqueles Filtros Europa e vendeu várias unidades em Aspásia até que meia dúzia se doeu, fez a cabeça da cidade inteira e todo mundo veio devolver o produto e pedir o dinheiro de volta.

Segurança Eu já morei em Jales (cidade vizinha) e no meio da noite assaltaram nossa casa e levaram tudo, nos deixaram sem nada… foi aí que meus pais resolveram vir pra São Paulo onde até hoje esse tipo de coisa não aconteceu.

Comércio Quando me casei, contratei um fotógrafo de Jales mas ele não me enviou contrato, errou a data do casamento e não retornava minhas ligações!

Agora me digam a verdade, quem teria direito de criticar alguma coisa por ventura não seria eu? Mas lá acontece o contrário, eles se acham melhor em tudo e vivem dando um jeito de dizer isso todos os dias!

Mais alguém aqui já passou por situação parecida onde o outro faz questão de dizer que só o dele é melhor e só o dele presta?

E vocês, o que acham? A moça tem razão? Será que sofremos mesmo desse “complexo de superioridade”?

Post Scriptum: A Elisama solicitou, educadamente, que a foto dela fosse retirada do post. Está atendido o pedido.

EM FERNANDÓPOLIS, SEXO BARULHENTO (E DEMORADO) DE CASAL INCOMODA VIZINHANÇA

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Um site de notícias de Fernandópolis está noticiando que alguns moradores do bairro Jardim Universitário, naquela cidade, estão incomodados com as longas sessões de sexo de um casal vizinho e, principalmente, com os gritos da mulher.

O detalhe é que a militância sexual do casal ocorre, normalmente, nos finais de semana e durante o dia, quando as crianças da vizinhança estão acordadas e atentas a toda e qualquer movimentação. “Penso que todo mundo gosta de fazer sexo, mas não queremos participar da vida sexual deles”, reclamou um vizinho.

Outro vizinho reclamou que, além dos gritos da mulher, a performance do casal inclui palavras de baixo calão pronunciadas em alto e bom som. “São gritos e barulhos constrangedores por mais de duas ou três horas”, reclama o vizinho, provavelmente com uma pontinha de inveja.

De acordo com a notícia, os vizinhos do casal estariam promovendo reuniões para cobrar providências enérgicas das autoridades. O caso poderá ser enquadrado como “perturbação do sossego”.  

Aqui em Jales, um amigo deste blogueiro também andava incomodado com o barulhento desempenho de um jovem casal vizinho. Há algumas semanas, a mulher do meu amigo – curiosa que é – descobriu que os gemidos e sussurros supostamente produzidos pelos vizinhos vinham, na verdade, da TV do casal, que, pelo jeito, aprecia um bom filme pornô.

CONSIRJ VAI À JUSTIÇA PARA RECEBER DÍVIDA DA PREFEITURA DE URÂNIA

SARACUZA 2A direção do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região de Jales – Consirj – que é presidido pelo prefeito Pedro Callado, parece ter perdido a paciência com o prefeito de Urânia, Francisco Airton Saracuza.

Na semana passada, o advogado João Alberto Robles, protocolou, na Justiça de Jales, uma ação de execução contra a Prefeitura de Urânia, por conta das dívidas daquele município com o caixa do Consirj.  Tudo indica que o valor que está sendo cobrado – cerca de R$ 43 mil – seja referente a 2014.

Entre os 16 municípios que integram o Consórcio, Urânia e Dolcinópolis são os que costumam dar o calote nos repasses mensais. Em 2015, por exemplo, Urânia teria que pagar 12 parcelas num total de R$ 122,8 mil, mas, até a semana passada, tinha pago apenas duas parcelas, que, juntas, somaram R$ 19 mil. Ou seja, a dívida de 2015, passa de R$ 100 mil.

O valor – R$ 122,8 mil – que deveria ser repassado por Urânia durante 2015 não representa grande coisa, se comparado à contribuição da Prefeitura de Jales. Neste ano, nossa Prefeitura, que está em dia com suas contribuições, já repassou R$ 7 milhões ao caixa do Consórcio.

Mas não é só ao Consirj que a Prefeitura de Urânia está devendo. O Consórcio Regional dos Direitos da Criança e do Adolescente – Coreca – também está encontrando dificuldades para receber as contribuições devidas por Urânia. Em 2015, o vizinho município deveria ter repassado R$ 43,3 mil ao Coreca. Repassou apenas R$ 18 mil.

RIO-PRETENSES SOFREM COM NATAL SEM ÁGUA NA TORNEIRA

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Há algum tempo, a mídia divulgou um desses rankings sobre as melhores cidades do Brasil para se viver e São José do Rio Preto aparecia entre as dez primeiras. Deve mesmo ser muito bom viver em um lugar onde não tem água pro banho:

Cerca de 140 mil pessoas em Rio Preto passaram a tradicional ceia de Natal sem um pingo de água na torneira. O motivo, de acordo com o Semae, autarquia responsável pelo abastecimento da cidade, foi uma sucessão de problemas detectados em três poços e uma adutora da cidade na semana passada. Com o abastecimento comprometido, o jeito foi improvisar.

Para tomar banho e fazer comida, a auxiliar de limpeza Fabiane Alves, 34 anos, que mora com o marido e dois filhos, um de 12 e uma de 18 anos, teve de armazenar água. “Na véspera de Natal a gente ficou com água das 10 da manhã até às 18 horas, nesse período eu enchi o tanque e guardei água em um tambor, porque eu sabia que ia acabar ficando sem. Foi assim que conseguimos tomar banho e fazer a ceia. Senão, nem água para cozinhar o arroz eu teria”, disse Fabiane.

A mulher, que mora no bairro Solo Sagrado, zona norte, disse que essa é a rotina dela desde sábado, quando começou o racionamento de água. “Na véspera do Natal e durante a ceia piorou, a água acabou às 18 e só voltou na manhã de sexta, às 6 horas. Assim que chegou eu corri para lavar a louça, tomar banho e voltar a encher o tambor”, disse ela.

Outra situação difícil está passando a dona de casa Sueli Flores de Paula, 53 anos. Na casa dela moram cinco pessoas, a filha, o genro, o neto e o marido. Mas para o Natal ela convidou a outra filha, o outro genro e outro neto. Todos ficaram sem água no Natal.

 

A notícia completa, do Diário da Região, pode ser lida aqui. 

ORÇAMENTO DE JALES PARA 2016 É O MENOR ENTRE AS QUATRO PRINCIPAIS CIDADES DA REGIÃO

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Com 48.922 habitantes – segundo estimativa do IBGE – Jales contará em 2016 com um orçamento menor que nossa vizinha Santa Fé do Sul, que, de acordo com a mesma estimativa, possui 31.348 habitantes.

De acordo com o projeto de lei 91/2015, aprovado pelos vereadores de Jales em dezembro, o orçamento municipal para 2016 estima as receitas da Prefeitura em R$ 126 milhões. Desse total, estima-se que R$ 2,4 milhões serão gastos com a Câmara de Vereadores.

Enquanto isso, em Santa Fé do Sul, o orçamento para o ano que vem é de R$ 128 milhões, ou R$ 2 milhões a mais que Jales. Há, porém, uma sutil diferença que deve ser levada em consideração: o orçamento da Prefeitura de Santa Fé do Sul inclui as receitas (e despesas) da FUNEC, estimadas em R$ 25 milhões, e do SAAE (por lá não tem Sabesp), estimadas em R$ 7 milhões. A Câmara deverá consumir R$ 1,5 milhão.

Em Fernandópolis, com 68.120 habitantes, as receitas para 2016 estão estimadas em R$ 173 milhões, segundo o orçamento municipal aprovado pela Câmara, em sessão realizada na segunda-feira, 21. Por fim, em Votuporanga (91.278 habitantes), o orçamento para 2016 foi fixado em R$ 298 milhões.

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