Eis a capa do Jornal de Jales deste domingo, cuja principal manchete destaca a morte de um idoso em Jales com suspeita de covid-19. A notícia diz que o boletim diário da Secretaria Municipal de Saúde, divulgado na sexta-feira à tarde, contabilizava 360 casos notificados, dos quais 254 deram resultados negativos e 77 tiveram resultados positivos, sendo que destes últimos 23 já estão curados. A notícia ressalta que um idoso de 78 anos, que estava na lista dos casos suspeitos, faleceu na tarde de sexta-feira, 12. Ele estava internado na UTI adulto da Santa Casa e o resultado do seu exame ainda era aguardado quando o jornal fechou a matéria. Obs.: no boletim de ontem, sábado, a Secretaria de Comunicação informou que o resultado do exame do falecido foi negativo e, desse modo, Jales continua sem nenhum óbito por covid.
O jornal está destacando, também o aniversário de dez anos da unidade de Jales do Hospital de Amor. Segundo a matéria, o esforço comum e o entusiasmo contagiante das lideranças políticas e comunitárias de Jales foram fundamentais para a instalação do Hospital de Amor na cidade. A inauguração desse centro de excelência em tratamento oncológico – à época chamado de Hospital de Câncer de Barretos – ocorreu no dia 10 de junho de 2010, com as presenças do presidente da instituição, Henrique Prata, e do então governador em exercício, Alberto Goldman.
A carreata realizada pela comunidade católica de Jales, para lembrar o dia de Corpus Christi; a considerável doação em dinheiro feita por um jovem jalesense – Danilo Zanini, 29 anos, morando em São Paulo desde os 18 – à Santa Casa de Jales; as barreiras sanitárias implantadas em Jales no feriadão; a promessa do promotor Cleiton Luís da Silva de que vai enquadrar os municípios que gastarem mal os recursos destinados ao enfrentamento da covid; e a entrevista com o jovem jalesense Gustavo Gasques Brassolatti, que mora na Austrália, sobre como aquele país controlou o coronavírus, são outros assuntos do JJ.
Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior fala sobre a metralhadora giratória do consagrado jurista Walter Fanganiello Maierovitch, que foi juiz de direito em Jales nos anos 70. Frequentemente entrevistado pela GloboNews e pelos jornalões, Maierovitch aproveita todos os espaços para questionar atos do governo Bolsonaro. Deonel informa que, na semana que passou, o jurista teve ampla visibilidade em dois grandes jornais do país. Na segunda-feira, no Estadão, ele apontou os crimes de responsabilidade cometidos por Bolsonaro e, na quarta-feira, em artigo na Folha de S.Paulo, Maierovitch disse que “cada vez que o presidente abre a boca dá um tiro no pé”.
No jornal A Tribuna deste final de semana, a principal manchete destaca as barreiras sanitárias providenciadas pelas prefeituras de Jales e Urânia, por conta do feriadão de Corpus Christi. Segundo a notícia, o crescimento no número de casos de covid-19 levou as autoridades municipais de saúde das duas cidades a tomar medidas mais severas para fiscalizar a entrada de visitantes em seus respectivos perímetros urbanos. Em Jales foram montadas barreiras nas três principais entradas da cidade, sem o objetivo de bloquear a entrada de visitantes, mas apenas de orientá-los e de obter informações sobre o estado de saúde deles. Os visitantes foram orientados, por exemplo, a não circular pela cidade sem necessidade.
O jornal está informando, também, que o governo federal começou a repassar aos municípios brasileiros a ajuda emergencial de R$ 60 bilhões para o enfrentamento do coronavírus. No caso de Jales, o repasse será de R$ 5,5 milhões, divididos em quatro parcelas. A primeira parcela – de cerca de R$ 1,4 milhão – já foi transferida para a Prefeitura de Jales na terça-feira, 09, enquanto as outras três parcelas estão previstas para 13 de julho, 12 de agosto e 11 de setembro. Do total de R$ 5,5 milhões, pelo menos R$ 711,2 mil terão que ser investidos no setor de saúde e o restante poderá ser aplicado livremente.
O aniversário de dez anos da unidade de Jales do Hospital de Amor, comemorado na quarta-feira, 10; a incineração, pela Polícia Federal de Jales, dos 490,8 quilos de cocaína encontrados em um avião que trouxe a droga do Pará; o requerimento sobre a falta de medicamentos no Centro de Zoonoses, que gerou um desentendimento entre dois vereadores – Deley e Kazuto – que apoiam o prefeito Flá Prandi; o balanço da covid-19 em Fernandópolis e Urânia, que registram 08 óbitos, sendo 04 em cada uma; e a morte de um idoso jalesense, que tentou atravessar a linha férrea e foi atropelado por um trem, são outros assuntos de A Tribuna.
Na coluna Enfoque, informações sobre os dois projetos do vereador Macetão, que previam a redução de 30% nos salários dos agentes políticos – prefeito, vice-prefeito, secretários e vereadores – de Jales. Ninguém comentou – nem o próprio autor – mas os projetos foram considerados inconstitucionais pelo jurídico da Câmara e remetidos às calendas gregas. Na página de opinião, a professora Grazielle Ueno Maccoppi, coordenadora de cursos de Gestão de Turismo, discorre sobre o futuro do setor de turismo no pós pandemia. No caderno social, destaque para os aniversariantes da semana, entre eles o Dalua da Sabesp, o mais vitorioso técnico de futsal da cidade.
No jornal Folha Noroeste, edição digital deste sábado, a principal manchete destaca a live prevista para este sábado, com alguns artistas locais, com o objetivo de ajudar o Lar dos Velhinhos de Jales. A notícia diz que “duplas e cantores de Jales e da região estão sendo muito solidários com as pessoas que sofrem as consequências da pandemia”. E completa informando que “os cantores, Bruno e Ed Carlos, Zé Vitor e Matheus, Pablo Reis, Anderson e Guilherme Viola e Marcelo Zaia, convidam todos os seus fãs e seguidores para a Live do Bem, em prol do Lar dos Velhinhos São Vicente de Paulo, de Jales. O show será transmitido pelo canal do YouTube (perfil Alex & Mansueli), nesse sábado, 13 de junho, a partir das 14 horas”.
Destaque, igualmente, para o aniversário de dez anos da unidade de Jales do Hospital de Amor, inaugurada no dia 10 de junho de 2010. A notícia diz que a unidade de Jales foi a primeira filial do Hospital de Câncer – antigo nome da instituição – construída fora da cidade de Barretos. De acordo com o presidente da Fundação Pio XII, mantenedora do Hospital de Amor, para que o projeto de instalação da unidade de Jales se concretizasse, foi realizado um grande movimento na cidade e na região, com apoio de diversas lideranças políticas e comunitárias. Prata disse, também, que a instalação do hospital em Jales encorajou a instituição a ir mais longe. “Fomos para a Amazônia, centro-oeste, nordeste e agora estamos chegando a Palmas”.
Na coluna FolhaGeral, o expedito redator-chefe Roberto Carvalho, o Pestinha, comenta a recriação do Ministério das Comunicações pelo presidente Bolsonaro, que entregou a pasta a um deputado do fisiológico Centrão. Segundo o colunista, Bolsonaro estaria propenso a recriar, também, o Ministério da Segurança Pública e o Ministério do Trabalho “para entregar aos seus novos aliados”. O motivo para tanta bondade, seria a criação de uma base no Congresso para evitar alguma tentativa de impeachment. Roberto conclui seu comentário dizendo que “já existem eleitores bolsonaristas que começam a descrer na promessa de Bolsonaro de que tudo seria diferente”.
Segundo o balanço do coronavírus divulgado pela Prefeitura de Jales nesta sexta-feira, a cidade registrou mais 04 casos positivos nas últimas 24 horas, chegando assim, a 77 casos confirmados da covid-19, dos quais 23 já são considerados curados e 01 está internado na UTI da Santa Casa.
Na sexta-feira da semana passada, 05 de junho, Jales tinha 48 casos positivos e agora já são 77. Os 29 casos confirmados em uma semana significam um crescimento de 60% no número oficial de contaminados pelo coronavírus na cidade.
A Prefeitura informou, também, o registro de mais uma morte suspeita. Um jalesense de 78 anos, que estava internado na UTI da Santa Casa FOI a óbito na tarde desta sexta-feira. Os resultados dos exames feitos por ele ainda não voltaram. Esta é a quarta morte suspeita em Jales. No entanto, no caso das outras três, os resultados deram negativo
Se em Jales o aumento dos casos positivos foi de 60% em uma semana, em Votuporanga o crescimento foi maior ainda: 83,7%. A cidade tinha 92 casos na sexta-feira passada e, nesta sexta-feira, contabiliza 169 casos positivos, ou 77 casos a mais em apenas sete dias. Votuporanga registra, também, 07 óbitos pela covid.
Fernandópolis registra menos óbitos que Votuporanga, mas, de outro lado, contabiliza mais casos positivos. No total, já são 197 casos confirmados em Fernandópolis, sendo que 17 deles foram registrados nesta sexta-feira. Já os óbitos são 03, sendo que dois deles foram registrados ontem.
As vítimas de ontem, em Fernandópolis, foram duas mulheres de 74/75 anos. Já a primeira vítima era uma pessoa muito conhecida na cidade: a ex-secretária municipal de Educação Sueno Sato, que faleceu no domingo.
Por fim, em Santa Fé do Sul foram registrados apenas 03 novos casos positivos em uma semana. Com isso, a cidade contabiliza 30 casos positivos.
A notícia é da Secretaria Municipal de Comunicação:
Tempo de pandemia pode ser uma boa oportunidade para reinventar ideias. Em função da Covid-19, o Ponto de Cultura Escola Livre de Teatro reformulou o seu maior evento, o Sarau no Ponto.
O evento será transmitido por meio de plataformas digitais e promete trazer muita música, cultura e arte para os internautas. O sarau será veiculado no próximo domingo, dia 14 de junho, a partir das 15h01, pelo canal do Youtube e também pela página do Facebook – Sarau no Ponto.
Clayton Campos, diretor da Escola Livre de Teatro, explicou que a programação vai contemplar participações especiais como a dupla jalesense Neto e Felipe e o vocalista do grupo musical “Teatro Mágico”, Fernando Aniteli.
“Teremos dois apresentadores para conduzir a programação do evento e, além dos músicos de sucesso, como a dupla Neto e Felipe e o vocalista Fernando Aniteli do Teatro Mágico, vamos ter a participação do ator Eduardo Bartolomeu, de São Paulo, que fará uma homenagem ao saudoso poeta jalesense, Valdo Albuquerque”.
Nas últimas 24 horas, a Secretaria Municipal de Saúde de Jales, por meio de sua Vigilância Epidemiológica recebeu 23 novas notificações de suspeitas para a Covid-19 e três resultados positivos, referentes a mulheres de 40 e 69 anos e uma adolescente de 13 anos. Com isso, Jales chega a 60 casos positivos, com 19 curados.
Santa Fé do Sul não registrou nenhum caso positivo nas últimas 24 horas e continua com 28 casos positivos, dos quais 20 estão curados.
Fernandópolis registrou nesta terça-feira, 9, mais um recorde de casos de coronavírus, com 12 testes positivos. O total de casos agora é 136. O informativo também aponta 344 casos negativos e 61 pacientes curados da doença. Os casos tratados como suspeitos são 29.
Votuporanga registrou nesta terça-feira (9), 13 novos casos positivos por Coronavírus. Com os testes positivos de hoje o total chega em 136, dos quais 50 estão curados. A cidade tem, ainda, 43 casos suspeitos em investigação.
Ainda nesta terça, Votuporanga registrou o sétimo óbito por coronavírus no município. Trata-se de um homem, de 66 anos, que apresentava comorbidades. Ele estava hospitalizado em UTI e apresentou o início dos sintomas em 19 de maio.
Em José Bonifácio, um churrasco em família infectou sete pessoas com a Covid-19. A Vigilância Sanitária da cidade não informou o estado de saúde dos contaminados.
O Ministério Público Estadual de Jales, representado pelo promotor Cleiton Luís da Silva (acima), expediu uma recomendação administrativa a todos os municípios pertencentes à Comarca de Jales (Santa Albertina, Vitória Brasil, Pontalinda, Paranapuã, Mesópolis, Dirce Reis e, claro, Jales), na qual solicita que as respectivas prefeituras adotem providências para evitar o afrouxamento do isolamento social e conter o avanço da Covid-19 na região.
Entre outras coisas, o promotor recomenda que os prefeitos passem a seguir estritamente o que está previsto no chamado “Plano SP”, divulgado pelo governo estadual. Segundo o plano, Jales e os outros municípios estão incluídos na fase 2, ou seja, na fase “laranja”, mas, no caso de Jales, o prefeito Flá Prandi está pleiteando a inclusão na fase 3, ou “amarela”, que permitiria a reabertura, por exemplo, de bares e restaurantes, com restrições.
O promotor destaca que o crescimento dos casos positivos e das notificações de casos suspeitos está diretamente ligado à diminuição de cuidados por parte da população e à falta de fiscalização. Segundo ele, “está sendo fácil constatar o descumprimento de regras simples de distanciamento social e falta de uso de máscaras em logradouros públicos, indicando esvaziamento das atividades de fiscalização”.
Os prefeitos terão cinco dias para informar à Promotoria de Jales todas as medidas concretamente adotadas para atender suas recomendações. Abaixo, as recomendações do promotor:
a) que a autorização para funcionamento das atividades não essenciais se dê por ato fundamentado que leve em consideração as circunstâncias estruturais e epidemiológicas do município nos estritos termos do art. 7º, do Decreto Estadual nº 64.994/2020;
b) que eventual ato autorizativo discipline a forma de funcionamento dos estabelecimentos, observando obrigatoriamente, sem prejuízo de eventuais outras medidas que atendam às necessidades locais, o disposto no art. 7º, parágrafo único, do Decreto Estadual nº 64.994/2020, nos seguintes termos:
b1. Observância do Anexo III do Decreto Estadual: capacidade limitada a 20%, horário de funcionamento reduzido para 4 (quatro) horas seguidas, proibição de praças de alimentação, adoção de protocolos padrões e setoriais específicos;
b2. Impeçam aglomerações;
b3. Adoção de medidas especiais visando à proteção de idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas ou imunodeprimidas, à luz das recomendações do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado da Saúde (tais como, a título de sugestão, o atendimento em horário exclusivo);
c) a impossibilidade da regulamentação do funcionamento de atividades não previstas na atual “fase laranja”.
d) intensificação das atividades de fiscalização junto aos setores e atividades essenciais e não essenciais autorizados a funcionar (dentro da fase laranja) com aumento do número de funcionários e equipes de vigilância sanitária para atender de forma eficiente as reclamações e denúncias da comunidade local.
e) intensificação de atos de fiscalização/orientação com realização de barreiras informativas nas entradas da cidade e locais com potencial de aglomeração, criação de canais de denúncia tipo “disque-denúncia”.
A participação do então deputado federal Vadão Gomes foi fundamental, mas não custa lembrar outros personagens importantes nessa história.
O comerciante e viticultor Durvalino Fernandes Gouvea, por exemplo, foi quem intermediou as negociações entre o médico Mário Okanobo e o prefeito Humberto Parini, para que a Unimed de Jales – que iniciou a construção do prédio acima – cedesse o local, onde a Prefeitura instalou, em 2005, o “Ambulatório de Câncer”, passo inicial para a vinda do hospital de Barretos.
O então deputado federal José Dílson(PDT) foi quem destinou uma verba de R$ 400 mil para a instalação do Ambulatório. Ele – que era conhecido como o “médico do Ratinho” – tinha uma propriedade rural em Pontalinda e, sempre que vinha visitá-la, ficava hospedado em Jales.
Com o Ambulatório já em funcionamento, o comerciante Durvalino insistiu junto ao deputado Vadão para que ele convidasse Henrique Prata para conhecer o prédio. Henrique veio, viu e gostou. Os ex-governadores José Serra e Alberto Goldman também foram fundamentais, pois foram eles que liberaram a grana para instalação do hospital em Jales.
Vamos, agora, a um trecho do release enviado pela assessoria de imprensa do Hospital de Amor:
Foi baseado em um sonho e motivado pela fé, que a unidade do Hospital de Amor em Jales (SP) foi inaugurada, há dez anos. No dia 10 de junho, a 1ª filial do Hospital de Câncer de Barretos – antigo nome da instituição – construída fora da cidade de Barretos (SP), comemora seu décimo aniversário em meio aos abraços e homenagens virtuais de seus pacientes, colaboradores e voluntários.
Com o objetivo de ‘desafogar’ os atendimentos realizados na matriz e atender toda a população da região noroeste do estado de São Paulo, o HA Jales foi criado, aproximando o tratamento oncológico de excelência e gratuito a milhares de pessoas daquela localidade.
Como tudo começou:
Em 2008, dois anos antes da Fundação Pio XII instalar, definitivamente, o hospital no município, a Associação Voluntária de Combate ao Câncer (AVCC) de Jales e o Rotary Club Grandes Lagos, inauguraram um centro de reabilitação, oferecendo atendimentos fisioterápicos para pacientes oncológicos em uma das alas do antigo prédio da ‘Fundação Massaru Kitayama’ (local onde atualmente funciona o ambulatório médico na unidade).
No ano de 2009, com a vinda da Unidade III do Hospital de Câncer de Barretos para Jales, esses mesmos voluntários e rotarianos fizeram a doação do centro de reabilitação para a instituição, dando seguimento ao trabalho que já estava sendo realizado. De acordo com o presidente do Hospital de Amor, Henrique Prata, na época, para que o projeto se concretizasse, foi realizado um grande movimento político na cidade e na região, com apoio de diversas lideranças e também do então deputado federal, Vadão Gomes.
“Os 10 anos da unidade de Jales tem um significado muito grande na história do Hospital de Amor, pois foi a primeira filial que nós conseguimos construir fora do centro onde a instituição nasceu, que é Barretos, exercendo os mesmos valores, soluções, a mesma medicina, ou seja, sendo também o ‘Hospital de Amor’. Graças à essa conquista, fomos encorajados a ir mais longe! Fomos para a Amazônia, centro-oeste, nordeste e agora estamos chegando em Palmas, e o hospital de Jales foi o grande responsável por tudo isso, por isso eu me orgulho muito desta unidade”, afirmou Prata.
No início, o Hospital era dividido em apenas dois pavilhões e tinha capacidade para realizar, mensalmente: mais de sete mil exames de diagnóstico, 4.200 consultas e 300 cirurgias, além de 1.500 procedimentos de quimioterapia e 5.500 de radioterapia. Atualmente, a unidade oferece cerca de 12.223 exames de diagnóstico, 5.992 consultas, 128 cirurgias, 1.696 quimioterapias e 2.665 procedimentos de radioterapias.
“Fazer parte da equipe Hospital do Amor foi um presente que recebi quando o senhor Henrique Prata me convidou. Fico honrado em poder acompanhar a evolução desse trabalho durante esses 10 anos e ver o quanto crescemos e quantas pessoas passaram por aqui”, contou o diretor clínico e primeiro médico a atender na unidade, Dr. André Silveira.
Um vídeo sobre a inauguração do hospital pode ser visto aqui. E abaixo, um vídeo recente sobre o hospital:
Na tarde de quarta-feira, 3 de junho, policiais lotados na Delegacia Seccional de Jales entregaram a representantes do Lar dos Velhinhos São Vicente de Paulo algumas doações arrecadadas entre os policiais da Seccional, da Central de Polícia Judiciária e de delegacias de diversos municípios da região policial.
Entre o material havia gêneros alimentícios, como arroz, feijão, óleo, chá, e material de higiene pessoal, como papel higiênico, sabonete, shampoo, condicionador e pente, e de limpeza, como álcool 70% e água sanitária, bem como uma quantia em dinheiro.
A Polícia Civil de Jales lembra que o Lar dos Velhinhos é uma das mais tradicionais entidades assistenciais de Jales e que atualmente passa por grandes dificuldades agravadas pela pandemia da Covid-19.
O Lar fica na Rua Ayrton Senna da Silva, 1856, Jardim São Gabriel, com o telefone 3624-4040, através do qual podem ser agendadas outras doações.
O Instituto Municipal de Previdência Social de Jales está recorrendo da sentença do Tribunal de Justiça de São Paulo do dia 7 de maio que acatou recurso do Banco Santander reformulando sentença em primeiro grau que julgou o banco culpado por um golpe sofrido e condenando o mesmo ao pagamento de cerca de R$ 95.000,00 ao Instituto.
No acórdão, o TJ-SP entendeu que o Instituto não conseguiu provar a culpa do banco na fraude e os desembargadores não aplicaram o entendimento Sumulado do STJ (Superior Tribunal de Justiça) no Enunciado nº 479 que prevê que as instituições financeiras respondem pelos prejuízos causados por fraudes praticadas por terceiros em suas operações bancárias.
RECURSO
No entender do Instituto o acórdão padece de alguns vícios que poderão gerar a anulação do mesmo e alega que também existe omissão e obscuridade na decisão colegiada do TJ-SP, como afirmou seu superintendente Claudir Balestreiro. Assim, no dia 19 de maio o Instituto opôs embargos de declaração contra o acórdão, pedindo o reconhecimento da nulidade da decisão e solicitando esclarecimentos sobre omissões e obscuridades.
O CASO
Segundo Claudir, no dia 5 de outubro de 2018, no período da manhã, uma pessoa se identificando como funcionário do banco ligou para o servidor Jorge Paulo Guzzo e o orientou para que acessasse o site do banco, digitasse o número de série e em seguida a senha gerada pelo token, a fim de renovar o token eletrônico que estava para vencer. Segundo Jorge, em momento nenhum ele informou a senha ou qualquer dado por telefone, mas o atendente possuía todos os dados cadastrais do Instituto junto à instituição financeira.
No período da tarde, no mesmo dia, ao acessar o internet banking Jorge constatou movimentação financeira atípica na conta corrente do Instituto, já que houve uma transferência TED não reconhecida no valor de R$ 49.278,00, além de duas solicitações de resgate de aplicações financeiras. Ao constatar as movimentações fraudulentas, o contador imediatamente entrou em contato com o banco e bloqueou o acesso ao internet banking.
BLOQUEIO
No golpe, os fraudadores se apropriaram da quantia transferida da conta corrente, mas não tiveram acesso aos resgates das aplicações financeiras, pela rápida constatação da fraude e bloqueio da conta. Entretanto, com a solicitação de resgate, o Instituto deixou de receber a rentabilidade mensal de tais aplicações. Diante da situação foi registrado um boletim de ocorrência narrando o ocorrido, mas até agora não foram identificados os responsáveis pelas movimentações fraudulentas na conta.
O superintendente acredita que tais transações ocorreram por falha de segurança no sistema do banco e por isso foi solicitado ao mesmo que restituísse os valores subtraídos da conta. Como o banco não restituiu tais valores, o Instituto ingressou com a ação judicial que ainda está em andamento, pleiteando indenização pelos prejuízos sofridos.
Segundo o superintendente, após diversas tentativas amigáveis de reparação junto ao banco, foi proposta uma ação, em 31 de julho de 2019, distribuída na 4ª Vara Judicial, pela juíza Maria Paula Branquinho Pini. A ação foi julgada totalmente procedente, com fundamento na Súmula 479, em 28 de novembro, condenando o banco a pagar ao IMPS indenização de R$ 49.278,00 por danos emergentes e R$ 46.120,00 por lucros cessantes.
Caso não obtenha sucesso nesse recurso, o Instituto deverá se utilizar de outros recursos junto ao TJ-SP ou ao STJ, como afirmou o superintendente.