A edição de ontem(20) do jornal Diário da Região veiculou matéria na qual diz que teve acesso, “com exclusividade”, ao inquérito da Polícia Federal de Jales, onde constam os depoimentos de testemunhas que, segundo o jornal, mostram em detalhes o esquema criado para desviar recursos do Hospital de Câncer.
A matéria, que mereceu a chamada de capa ao lado, cita o nome de pelo menos três testemunhas – uma funcionária do hospital, um dono de supermercado e um proprietário de hotel – e dá detalhes sobre o que elas contaram à Polícia Federal. Por conta da exposição dos nomes das testemunhas, a Polícia Federal divulgou, nesta segunda-feira, uma nota de repúdio à reportagem do Diário. Ei-la:
A Polícia Federal de Jales/SP vem, por meio desta nota, repudiar matéria publicada na edição de 20/11/2016 no jornal Diário da Região de São José do Rio Preto/SP em razão da desnecessária e irresponsável exposição da qualificação de testemunhas que colaboraram com as investigações da Operação Corrente do Bem, que investiga ex-funcionários do Hospital de Câncer de Barretos, unidade Jales/SP.
As testemunhas que tiveram seus nomes citados na referida matéria não têm nenhum envolvimento com os crimes e não deveriam, em hipótese alguma, terem sido citadas nominalmente, pois ficaram sujeitas a, equivocadamente, terem seus nomes associados aos investigados.
A PF esclarece que, em respeito à imprensa e à sociedade, divulga todas suas ações através do setor de comunicação social por meio de notas à imprensa, fotos, vídeos e coletivas à imprensa, jamais com disponibilização de inquérito policial. No caso específico, relativo à Operação Corrente do Bem, uma coletiva à imprensa foi marcada com horas de antecedência na sede da PF e contou com a participação de diversos profissionais da mídia escrita, falada e televisionada, porém nenhum representante do Diário da Região compareceu.
O inquérito policial digitalizado foi disponibilizado somente à defesa dos investigados e não compartilhamos com a imprensa informações de quaisquer pessoas para resguardar principalmente aqueles que contribuem com as investigações, como é o caso das testemunhas. Fatos como esse só dificultam os trabalhos investigativos, pois podem causar receios em futuros colaboradores da justiça em terem seus nomes completos publicados em matérias na imprensa.
Ressaltamos o respeito à liberdade de imprensa e o direito do cidadão em ter acesso aos trabalhos da polícia em defesa da sociedade, mas entendemos que expor, de forma irresponsável, nomes de pessoas que contribuíram com investigações, não agrega nenhum valor à matéria prejudicando apenas as pessoas expostas, que nada têm a ver com as investigações, exceto o fato de colaborar com a justiça.
Eis a capa do Jornal de Jalesdeste domingo, cuja principal manchete está destacando a iniciativa do pesquisador da Embrapa de Jales, Reginaldo Teodoro de Souza, que pretende desenvolver um espaço com foco no turismo rural. Reginaldo adquiriu uma área de três alqueires ao lado da rodovia Jarbas de Moraes, no trevo de acesso a Paranapuã, onde já começou a cultivar as variedades de uvas que ajudou a desenvolver como pesquisador. Segundo a matéria, a propriedade ficará aberta à visitação pública.
E essa vai dar o que falar! O advogado Carlos Alberto Expedito de Brito Neto, o Betinho da OAB, está propondo uma ação junto à Procuradoria Geral de Justiça do Estado, onde pede que a gratificação de aniversário (14º salário) paga aos servidores municipais de Jales seja declarada inconstitucional. Segundo Betinho, o 14º salário é uma despesa a mais para o município em detrimento dos cidadãos que estão sendo privados de serviços públicos e melhorias.
A emenda da deputada Analice Fernandes(PSDB) para a Santa Casa de Jales; o Mutirão da Cidadania promovido pelo Ministério Público Federal, que começa nessa segunda-feira, 21; as construções de alto padrão que já estão sendo feitas no Residencial Vila Mariana; a preparação do comércio de Jales para as vendas de Natal; e a campanha “Mãos Solidárias”, da Igreja Assembleia de Deus, que visa arrecadar leite para a Santa Casa e o Lar dos Velhinhos, são outros destaques do JJ.
Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior está informando que o entorno do prefeito eleito Flávio Prandi já dá como certo que a futura titular da Secretaria Municipal de Saúde será a assistente social Maria Aparecida Martins Moreira, que é funcionária de carreira da Secretaria Estadual de Saúde. Segundo o colunista, os mesmos rumores dão conta de que a professora Lourdes Marcondes Rezende, a Lourdinha, teria sido a escolhida para comandar a Secretaria de Educação, por onde ela já passou nos tempos do ex-prefeito Guisso.
No jornal A Tribunadeste final de semana, a manchete principal destaca o protesto da empresa Macchione Ltda, responsável pela varrição de ruas e coleta de lixo em Jales, que paralisou seus serviços na segunda-feira,14, alegando que a Prefeitura estava devendo cerca de R$ 800 mil, equivalente ao faturamento de três meses. Os serviços foram retomados depois de algumas horas de paralisação, mediante a promessa da Prefeitura de pagar parte dos atrasados.
Matéria do repórter Alexandre Ribeiro, o Carioca, informa que o juiz da 5ª Vara de Jales, Adílson Vagner Ballotti, decretou a prisão preventiva dos três ex-funcionários do Hospital de Câncer de Jales, acusados de desvio de recursos da entidade. Eles já estavam presos temporariamente. Segundo a matéria, os três acusados estariam tentando atrapalhar as investigações, alterando provas e assediando testemunhas.
A prisão de uma quadrilha interestadual de ladrões de carro, depois de investigações da Polícia Civil de Jales; a morte da senhora Eunice Diniz, autora da maior doação individual – R$ 5 milhões – para o Hospital de Câncer de Jales; a representação do vereador Gilbertão ao Ministério Público, pedindo apuração de responsabilidades a respeito das erosões que ameaçam residências no Jardim do Bosque; e a licitação finalizada pela Prefeitura, que vai recapear 20 mil metros quadrados de asfalto, são outros assuntos de A Tribuna.
Na coluna Enfoque, a informação de que a Prefeitura foi obrigada a cancelar uma licitação para aquisição de cimento e cal, por falta de interessados. Na página de opinião, o escriba Marco Antônio Poletto faz uma reflexão sobre “o Brasil que o golpe quer destruir”, enquanto o cronista esportivo Victor Pereira escreve sobre a atuação do Santos no campeonato brasileiro deste ano e as chances do time praiano sagrar-se campeão. No caderno social, destaque para a coluna do Douglas Zílio.
No jornal Folha Noroestedeste sábado, a manchete principal destaca os preparativos da cidade para o Natal. Segundo a matéria, já foram iniciados os trabalhos de instalação da ornamentação das ruas, que estão sendo executados por uma empresa terceirizada, contratada pela Prefeitura. De outro lado, várias lojas já estão decorando suas vitrines para as festas de fim de ano e, segundo a Associação Comercial e Industrial de Jales (ACIJ), a tendência é que um grande número de estabelecimentos faça o mesmo.
Destaque, também, para a visita que a deputada estadual Analice Fernandes(PSDB) fez à Santa Casa de Jales, na quarta-feira, 16. Na oportunidade, a deputada anunciou a liberação de verba estadual no valor de R$ 240 mil para custeio do hospital. Analice garantiu que a liberação do dinheiro será imediata e não vem com um destino específico, podendo ser usada para quitar qualquer compromisso ou inclusive realizar o pagamento dos salários e do 13º dos funcionários.
Na coluna FolhaGeral, o combativo redator chefe Roberto Carvalho comenta rumores da politica local, segundo os quais um futuro vereador deverá entrar na próxima legislatura com um pedido para modificar o horário praticado atualmente pelo comércio jalesense, que abre de segunda à sexta das 9 às 18 horas, e nos sábados se estende até às 16 horas. Segundo o Roberto, pode-se contar nos dedos os comerciantes e lojistas que são favoráveis à permanência do horário atual.
A Polícia Federal de Jales encerrou o inquérito que investiga o desvio de verbas do Hospital de Câncer de Jales. Os três presos serão indiciados por estelionato e associação criminosa.
Segundo o delegado federal Cristiano Pádua da Silva, foram ouvidas cerca de 50 pessoas, além de apreensões de documentos na casa dos acusados. “Conseguimos mais provas relacionadas aos desvios, provas testemunhais e documentais”, disse.
Três ex-funcionários do hospital foram presos no início deste mês acusados de participarem de um esquema fraudulento que desviou R$ 700 mil em recursos da instituição.
Os presos são R.M.D., ex-diretor administrativo da unidade, G.B., que trabalhava no setor de informática, e L.S., do setor de transportes. Todos estão presos em Riolândia. A PF enviou o inquérito para o Ministério Público Federal, que tem cinco dias para oferecer ou não denúncia contra os acusados.
Nossa Prefeitura tem critérios no mínimo confusos. Quem anda pelo centro da cidade está cansado de se deparar com estabelecimentos que colocam mesas e cadeiras nas calçadas, sem que se tenha notícias de que a municipalidade tenha tomado alguma medida contra isso.
Na Rua Nove, por exemplo, uma igreja evangélica costuma enfeitar a calçada com um cavalete e a imagem de seu líder, o impoluto Waldomiro Santiago, para tentar atrair novos fiéis. Provavelmente, nunca foi incomodada por isso.
A mesma sorte, porém, não teve o cavalo da foto lá de cima. Na semana passada, ele foi despachado para Olímpia, vendido pelo seu dono, o empresário Eduardo Ferreira Doninho, da Rancharia Country.
O cavalo do Eduardo fez muito sucesso entre as crianças, que visitavam a loja, na Avenida João Amadeu, só para tirar fotos no dorso do animal confeccionado em fibra. Infelizmente, não fez sucesso entre os fiscais da Prefeitura, que resolveram pegar na pata do cavalo e no pé do dono.
Cansado com a implicância – que lhe rendeu uma ação judicial e algumas multas, num total de R$ 1,6 mil – o Eduardo resolveu desfazer-se do animal. O cavalo enfeita, agora, uma loja do gênero country, lá em Olímpia.
A Polícia Federal divulgou nota sobre operação realizada na manhã desta sexta-feira, que investiga um vereador de Rio Preto. Segundo, no entanto, a imprensa daquela cidade, outros políticos estão na mira da PF.
De outra parte, a Justiça Eleitoral está apontando irregularidades na prestação de contas do prefeito eleito, Edinho Araújo. Ele teria recebido dinheiro de doadores cuja renda não é compatível com os valores das doações. Mas, vamos à notícia do Diário da Região:
A Polícia Federal de Rio Preto cumpre 10 mandados de busca e apreensão e condução coercitiva nos bairros João Paulo 2º e Parque da Liberdade, em busca de eleitores que teriam se beneficiado de brindes e “presentes” durante a campanha de outubro. O alvo da operação, em andamento na manhã desta sexta-feira, 18, é o presidente da Câmara de Rio Preto, Fábio Marcondes (PR).
Agentes federais estiveram em endereços de pessoas citadas na lista que foi apreendida na casa do cabo eleitoral Rogério Martins, que trabalhou na campanha de Marcondes. São pessoas que teriam ganhado ou intermediado alguma vantagem para beneficiar a candidatura do vereador do PR. Esses eleitores estão sendo levados para prestar depoimento na sede da PF.
Confira a íntegra da nota da Polícia Federal sobre a operação:
A Polícia Federal de São José do Rio Preto/SP deflagrou na manhã desta sexta-feira (18) a terceira fase da Operação KATÁLOGO que investiga compra de votos nas últimas eleições para vereador no município. Os federais estão cumprindo 9 mandados de busca e apreensão e 10 de condução coercitiva expedidos pela Justiça Eleitoral.
Esta fase da operação policial é um desdobramento das duas primeiras fases. As investigações continuaram e novos investigados foram identificados assim como informações iniciais foram confirmadas.
De acordo com os federais, o esquema teria beneficiado um candidato ao cargo de vereador do município de São José do Rio Preto/SP. O candidato foi reeleito e as investigações demonstraram que diversas dádivas (chuteiras, bolas, cadeira de rodas, churrascos, além de dinheiro em espécie) foram entregues aos eleitores em troca de votos nas últimas eleições municipais.
Todos os conduzidos e as apreensões de documentos serão encaminhados até a sede da Polícia Federal em São José do Rio Preto/SP para análise e prestação de esclarecimentos no interesse da Justiça Eleitoral.
Quem passar pela Avenida Francisco Jalles, entre as ruas Quatro e Seis, poderá ver a faixa da foto acima, pendurada na residência de uma conhecida advogada da nossa movimentada urbe. Sobral Pinto deve estar se revirando no túmulo.
Um pedreiro de 65 anos viveu momentos de terror na noite desta quarta feira ao chegar a sua casa, que fica na Rua 19, no Jardim América em Jales. Ele foi rendido por dois ladrões armados com revolveres e encapuzados, que estavam escondidos atrás do carro na garagem. O jalesense ficou cerca de 2 horas sob a posse dos bandidos, foi agredido e ameaçado de morte.
Segundo informações colhidas pela reportagem do Jornal do Povo, da Rádio Assunção de Jales, o pedreiro saiu para andar de bicicleta, e por volta das 23h30m voltou para casa. Ao entrar na garagem foi surpreendido pelos homens.
A vitima contou a polícia, que enquanto um dos criminosos o agredia com coronhadas e fazia ameaças de morte, o outro revirava a residência procurando objetos de valor.
Os bandidos ficaram no local por cerca de 2 horas e fugiram levando uma moto CG 150 cilindradas, com dois capacetes, além de um aparelho celular da marca Samsung e a carteira da vitima, que continha cerca de R$950,00;
Segundo o Wikipédia, a febre amarela causa 200 000 infeções e 30 000 mortes por ano, das quais cerca de 90% ocorrem em África. A notícia é do G1:
Um macaco foi encontrado morto em uma mata, na Vila Rosalina, em Jales, neste final de semana, e a suspeita das autoridades de saúde é de que ele tenha morrido de febre amarela. Cidades da região noroeste paulista já registraram casos da doença em macacos neste ano.
A vigilância sanitária aguarda os resultados dos exames do Instituto Adolfo Lutz para confirmar o motivo da morte. A Vigilância Epidemiológica já realizou o bloqueio numa área de dois quilômetros ao redor do local onde o animal foi encontrado. A intenção é eliminar qualquer foco do mosquito transmissor da doença.
Mas, segundo a vigilância, os moradores daquela região devem procurar a Secretaria Municipal da Saúde para passar por uma avaliação médica e, se necessário, serem vacinados contra a febre amarela, caso nunca tenham sido vacinados ou então tomaram a vacina há muito tempo.
Um macaco também foi encontrado morto em uma mata, no Jardim Vitória, em Severínia (SP), nesta quarta-feira (9). A suspeita é de que ele tenha morrido de febre amarela. A Vigilância Sanitária aguarda os resultados dos exames do Instituto Adolfo Lutz para confirmar o motivo da morte. Segundo a Vigilância, os moradores estão sendo vacinados contra febre amarela.
Quatro macacos já morreram por causa da febre amarela este ano na região de São José do Rio Preto (SP). As mortes são motivo para as autoridades locais ficarem em estado de alerta.
Desde setembro, macacos também foram encontrados mortos com suspeita da doença em Urupês (SP), Cedral (SP), Mendonça (SP) e Jaci (SP). Nessas cidades não foi possível coletar material para fazer o exame que confirma a causa das mortes devido ao estado de decomposição dos corpos dos animais.
A técnica da Vigilância Estadual de Rio Preto, Mônica Bocchi, disse que, apesar da preocupação, não há motivo para pânico na população. Isso porque, até agora, o vírus circularia apenas no meio silvestre, sem registros de casos nas áreas urbanas.