A Adriana Colombo, da Fatec Jales, enviou informações sobre evento que acontecerá amanhã, na sede da Faculdade, ressaltando que o minicurso será totalmente gratuito e dará direito a um certificado:
A Fatec Jales em parceria com a Ecoação promoverá neste sábado dia 12/09, a partir das 13 horas, o Minicurso de Gestão de Resíduos: Desafios, Potenciais e Oportunidades. As inscrições podem ser feitas pelo site www.fatecjales.edu.brou no próprio evento, que será realizado nas dependências da Fatec, situada na rua Vicente Leporace, nº 2630, Jd. Trianon, em Jales-SP. As palestras são: • Reuso de Efluente Tratado na Agricultura • Reintegração social e Gerenciamento de resíduos • Resíduos da construção civil • Cogeração de energia
Uma perícia realizada por um médico ortopedista e traumatologista, contratado pelo Instituto Municipal de Previdência Social de Jales, o IMPSJ, concluiu que o servidor Lauro Figueiredo, aposentado há alguns anos por invalidez, está totalmente incapacitado para o trabalho.
A nova perícia foi providenciada pelo Instituto depois de denúncia protocolada pelo servidor municipal Ricardo Junqueira, segundo a qual, Lauro, o conhecido Matogrosso, possui “enorme vigor físico e grande desenvoltura mental para exercer seu papel de cidadão e promover denúncias”, em que pese estar aposentado por invalidez.
Na ocasião, Matogrosso informou ao Instituto que a denúncia de Ricardo era consequência de um conflito político e que ele estava confundindo sua capacidade civil com a capacidade laboral. Não obstante isso, ele informou, também, que não se opunha a realização de qualquer exame clínico novo.
A primeira perícia foi realizada pelo médico do IMPSJ, Mário Okanobo, o qual entendeu que Matogrosso deveria ser periciado por um médico ortopedista e traumatologista, já que a doença que acarretou a aposentadoria era ligada a essa especialidade.
O médico contratado para a segunda perícia pediu a realização de quatro exames complementares, que incluíram ressonâncias magnéticas das colunas cervical e lombar. E a conclusão é de que o ex-lateral direito do Dom Bosco não tem mesmo condições de trabalhar.
Para Matogrosso, que teve sua aposentadoria confirmada, o episódio serviu apenas para causar prejuízo financeiro ao IMPSJ, já que coube ao Instituto custear todos os exames. Ele não confirmou se pretende ajuizar alguma ação de indenização por danos morais, mas ressaltou que o episódio causou-lhe prejuízo moral e violou sua dignidade.
O amigo Gustavo Balbino enviou e-mail sobre a cachorrinha das fotos, que apareceu lá na casa dele, no Jardim Monterrey, proximidades do Beto Pneus.
Segundo o Gustavo, a cachorrinha apareceu há cinco dias, mas, até o momento, não se tem notícia de que alguém esteja a procura dela. Ele está apelando às redes sociais para que o dono seja encontrado ou para que alguém a adote.
O jornal Folha Noroeste protestou, na edição de sábado, contra o desleixo mostrado na foto acima, na Avenida “Francisco Jalles”, quase no cruzamento com a “João Amadeu”, na área central da cidade. Como se pode ver, o mato está invadindo a famosa calçada ecológica que o estadista Parini nos deixou de herança.
Segundo o jornal, “um gestor que não mantém uma boa equipe de fiscalização e um coordenador urbano para solucionar ou mandar solucionar os pequenos problemas, mostra incompetência”.
Já a foto acima me foi enviada por um morador do Jardim Arapuã, inconformado com a falta de educação de alguns vizinhos. O depósito de entulhos está situado bem ao lado da Avenida “Lima Barreto”, proximidades da Praça “Guimarães Rosa”.
A falta de educação não é, porém, um privilégio do Arapuã. Quem passa pela estrada de terra paralela ao Aeroporto Municipal, também vai encontrar sofás velhos, eletrodomésticos estragados, animais mortos, etc, espalhados pelo local. Até roupas usadas, como mostra a foto, são jogadas à beira da estrada.
Eis a capa do Jornal de Jalesdeste domingo, cujo principal destaque são as medidas anunciadas pelo prefeito Pedro Callado para diminuir os gastos da Prefeitura. Ao jornal, o prefeito explicou que se não forem tomadas medidas urgentes – corte de horas extras, redução do expediente, etc – a situação da administração municipal fica completamente minada e a única alternativa passaria a ser a elevação dos tributos.
Em matéria do Luiz Ramires, o jornal chama a atenção para o maior problema da viticultura em Jales e região: a falta de mão-de-obra. Apesar disso, a viticultura continua sendo um bom negócio, segundo o viticultor Marcos Rogério Fação. No caso dele, a produção é vendida para atacadistas de Rio Preto, São Paulo e Curitiba.
O apoio de padres e freiras da diocese ao projeto do MPF contra a corrupção; a doação feita por uma família ao Hospital de Câncer; a atuação de alguns alunos da escola dom Arthur, que os coloca entre os melhores do país; e uma entrevista com o professor Ayrton Arnoni, são outros assuntos do JJ.
Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior está informando que a Igreja Assembleia de Deus – Ministério Belém, a que tem mais adeptos na cidade, realizou uma espécie de plebiscito para escolher os candidatos a vereador que serão apoiados pelos pastores, em 2016. Entre oito candidatos, os mais votados foram o ex-vereador Salatiel de Oliveira e o funcionário do Consirj, João Zanetone.
A edição nº 113 da revista Interativa já está nas bancas e, como se pode ver ao lado, a capa está destacando a atuação do engenheiro civil Edson David, que, de acordo com a manchete, já foi eleito o melhor de Jales na sua área, por treze anos consecutivos.
No recheio, as fotos do 3º Concerto “Solidariedade, Saúde e Música”, e uma entrevista com o maestro Edivaldo de Paula, que fala sobre sua carreira e a história da Orquestra Sinfônica de Jales. Destaque, também, para os artigos dos advogados Aislan Queiroga Trigo e Carlos Alberto Britto Neto, com suas respectivas opiniões sobre a redução da maioridade penal.
A Interativa traz, ainda, uma matéria especial sobre o Prêmio “Destaques do Ano”, distribuído pela Max Vision Pesquisas aos melhores profissionais e empresas da cidade. No editorial, o diretor Marcos Silvério discorre sobre a situação política do país e, ao final, sugere que a renúncia da presidenta Dilma talvez fosse o melhor caminho para ele e para o Brasil.
A principal manchete do jornal A Tribuna, deste final de semana, destaca o desmentido do prefeito Pedro Callado sobre os boatos de que ele estaria disposto a se mudar para o partido do ministro Gilberto Kassab, o PSD, em troca de alguns milhões do Ministério das Cidades para recape das esburacadas ruas de Jales. Segundo os boatos, Kassab teria oferecido R$ 30 milhões para ficar com o passe de Callado.
Destaque, igualmente, para a recomendação expedida pelo Ministério Público Estadual de Jales aos sete municípios da Comarca, sobre o uso de veículos oficiais. Segundo o promotor Horival Marques Freitas Júnior, o MP vem recebendo muitas denúncias e já abriu alguns inquéritos sobre o uso irregular de veículos de prefeituras e câmaras.
As medidas do prefeito Callado para enfrentar a crise financeira da Prefeitura; as últimas novidades da guerra Matogrosso x Ricardo Junqueira x Gilbertão; os preparativos para a Festa das Nações; e a contratação de uma empresa para investigar os beneficiários do Bolsa Família em Jales, são outros assuntos de A Tribuna.
Na coluna Enfoque, informações sobre o destino político do ex-vice-prefeito Clóvis Viola. Na página A3, o escriba Marco Antônio Poletto escreve sobre o “outro lado da independência”, enquanto a talentosa Taísa Selis escreve sobre empreendedorismo. E no caderno social, destaque para a coluna do Douglas Zílio e para os colunáveis que prestigiaram a apresentação do cantor Ciridião, no Antiquário.
O jornal Folha Noroestedeste sábado está destacando a estimativa do IBGE, segundo a qual a população de nossa pujante e progressista urbe teria aumentado de 48.825 para 48.922 habitantes. Ou seja, de acordo com o IBGE, Jales ganhou apenas 97 habitantes em um ano. As estimativas servem de parâmetro para o governo federal distribuir o FPM e são baseadas em índices de natalidade e mortalidade.
Bem no cantinho esquerdo, a Folha Noroeste está dando, como manchete, que “Mais de 33 mil metros quadrados de recape são realizados pela Prefeitura“. Ao contrário do que o prezado leitor pode estar pensando, o jornal não está delirando. Ele está se referindo, porém, à Prefeitura de Santa Fé do Sul.
Na coluna FolhaGeral, o redator Roberto Carvalho noticiou que o prefeito Pedro Callado, diante das dificuldades financeiras, “resolveu alterar o horário dos barnabés”. Em seguida, o colunista comenta que “na verdade, não basta só mudança de horário para se dimunir o gastos com ar condicionado e outras coisas mais”. Segundo ele, “é preciso eliminar os gargalhos que qualquer gestor sabe onde estão”.
No jornal A Tribunadeste final de semana, os leitores ficarão sabendo os detalhes sobre os últimos lances das brigas envolvendo o ex-fogueteiro Matogrosso, o irrequieto auditor Ricardo Junqueira e o infatigável vereador Gilbertão.
A semana foi repleta de novidades, que incluem até uma representação contra Gilbertão junto ao Conselho de Ética da Câmara, protocolada por Junqueira.
Mas Junqueira não ficou sem chumbo. O voluntarioso ex-lateral direito do Dom Bosco, Matogrosso, protocolou missiva endereçada ao prefeito Pedro Callado cobrando providências a respeito de uma suposta agressão praticada por Junqueira contra ele.
Callado avisou a Câmara, há alguns dias, que está encontrando dificuldades para escalar uma comissão de sindicância para apurar o caso. O prefeito já teve que substituir cinco ou seis servidores escalados para a missão, que alegaram motivos variados para ficar fora dessa encrenca.
Matogrosso ressaltou, em sua petição, que até os servidores que se recusaram a participar da comissão de sindicância poderão ser acionados por improbidade administrativa, caso não tenham apresentado um motivo justo para pedir a dispensa.
Resumindo, o mar não está para peixes, apesar da aparente calmaria. E o jornal A Tribuna trará, também, o resultado da perícia que o Instituto Municipal de Previdência providenciou para apurar se Matogrosso – que é aposentado por invalidez – continua sem condições de trabalhar.
Dona Rosa mora na Rua José Bonifácio – que passa atrás da Marmoaria Venturini – há quinze anos. A Prefeitura alega que o local é considerado Zona Rural, mas dona Rosa e outros dez moradores pagam os impostos, inclusive o IPTU, como qualquer outro contribuinte.
Na rua, falta asfalto, guias, sarjetas, rede de esgoto e iluminação pública. A notícia é da assessoria da Câmara:
Os vereadores Gilberto Alexandre de Moraes, Jesus Martins Batista, Luís Fernando Rosalino, Pérola Maria Fonseca Cardoso e Rivail Rodrigues Júnior apresentaram na segunda-feira, 24 de agosto, o Requerimento nº 131/2015, que requereu do Poder Executivo informações sobre a falta de infraestrutura urbana na Rua José Bonifácio de Andrade e Silva, situada ao lado da subestação da CESP, próximo ao Jardim Arapuã.
O documento considerou que os moradores da referida rua, no Jardim Arapuã, pagam seus impostos regularmente, mas não contam com o mínimo de infraestrutura urbana, como iluminação pública, galerias pluviais e asfalto e que tal situação se arrasta há anos sem que a Prefeitura Municipal tome providências para sanar os problemas enfrentados por estes moradores.
Desta feita, o Poder Executivo deverá responder se o município tem algum plano de intervenção para resolver os problemas da falta de infraestrutura urbana aos moradores da referida rua e até quando isto ocorrerá.
Foi indagado também, se caso a Prefeitura Municipal ainda não conte com um plano de intervenção, há o propósito de estudar o problema e apresentar uma solução para os moradores da rua em questão.