Virou rotina: todos os dias temos uma notícia parecida com essa. Deu no UOL:
Uma mulher de 29 anos foi morta a tiros pelo seu ex-namorado, dentro de um escritório de contabilidade, onde trabalhava em Campinas, no interior de São Paulo, no final da tarde de ontem. Após cometer o crime, o autor, Luiz Pereira da Silva, 40, também tirou a própria vida.
De acordo com a Polícia Militar, a equipe foi chamada para atender uma ocorrência de assalto, mas, ao chegar ao local, encontrou os dois corpos baleados. O homem ainda chegou a ser socorrido ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu. A mulher já foi encontrada morta.
Natural do Piauí, Camilla Rodrigues Barros era formada em administração de empresas e atualmente morava em Campinas. A irmã da vítima, Dayanne Barros, se manifestou por meio de uma rede social. “Venho através dessa mensagem dizer com muita dor no coração que a vida da minha irmã foi brutalmente tirada de nós. O ex-namorado dela tirou a vida dela no trabalho, estamos sofrendo com a perda”, lamentou.
De acordo com Eliane Silva, 29, prima da vítima, Camilla manteve um relacionamento amoroso com Silva por dois anos, mas havia terminado há três meses. Porém, desde então, ela vinha sofrendo diversas ameaças do ex, que não se conformava com o término.
De acordo com a Polícia Militar, o autor do crime trabalhava como motorista de aplicativo. No escritório de contabilidade foi apreendido um revólver calibre 38.
O corpo de Camilla foi enterrado hoje à tarde sob comoção por familiares e amigos no Cemitério Parque de Hortolândia (SP). O corpo do ex-namorado será enterrado no Ceará.
Vinte pessoas ficaram feridas ao manusear fogos de artifício durante essa madrugada na região metropolitana de Curitiba. Dessas, cinco tiveram a mão inteira ou parte dela amputada. As vítimas, com idades entre 10 e 32 anos, foram encaminhadas ao Hospital Mackenzie e não tiveram suas identidades divulgadas.
“Às vezes o foguete falha e a pessoa fica em cima para ver o que aconteceu, então ele explode com um tempo um pouco maior, sem a pessoa estar esperando. Teve uma vítima que chegou aqui já sem mão e teve um menino que perdeu a visão porque ele foi olhar para ver o que tinha acontecido com o foguete, que depois explodiu e acertou um olho dele”, disse Eduardo Anatuzzi, assessor de imprensa do hospital.
De acordo com a assessoria do hospital, as cinco vítimas em estado mais grave permanecem internadas para realização de procedimento cirúrgico, sem previsão de alta. As outras quinze receberam atendimento imediato e já foram liberadas.
No mesmo período do ano passado, o Hospital Universitário Evangélico Mackenzie registrou 28 acidentes provocados por fogos de artifício.
Em nota sucinta divulgada em seu site, o Ibope negou que tenha realizado a pesquisa que apontou uma alta de 9,5% nas vendas em lojas de shoppings centers no período de Natal.
“O IBOPE Inteligência esclarece que não realizou pesquisa sobre o crescimento das vendas em shoppings durante o período de Natal”, diz a nota.
O número foi divulgado pela Associação Brasileira dos Lojistas de Shopping (Alshop), que afirma em seu site ter a chancela do instituto de pesquisas. No entanto, a alta nas vendas está sendo contestada pela dissidente Associação Brasileira dos Lojistas Satélites (Ablos), que pretende entrar na Justiça para desmentir os números.
“A pesquisa da Alshop é falsa, é fake news. Ela está gerando desconforto e revolta entre os lojistas”, disse, em entrevista ao Broadcast, da Agência Estado, Tito Bessa Júnior, que é presidente da Ablos, que reúne cerca de 105 mil pequenos empresários que atuam em 563 shoppings e geram mais, de 1 milhão de empregos, além de ser fundador da rede TNG – que empatou em vendas com o ano de 2018.
A Ablos não tem uma pesquisa própria que apure o desempenho das vendas. Em vez disso, tem uma sondagem com seus associados, informa Bessa, na qual 70% afirmaram que as vendas natalinas de 2019 foram iguais ou piores do que as de 2018, enquanto só 30% disseram que as vendas melhoraram.
Em 2013, ele foi condenado a 22 anos e 03 meses de prisão. Em 2019, já está à solta por aí. Deu no DCM:
O goleiro Bruno foi tietado por torcedores do Flamengo.
Isso mesmo que você leu.
Na última segunda-feira, dia 23, o jogador condenado pela morte Eliza Samudio foi abordado por seus fãs enquanto fazia suas compras de Natal em um shopping de Cabo frio, no Rio de Janeiro
“Queria agradecer a receptividade, carinho de todos! Me senti muito amado, querido, acolhido e muito feliz!!!”, escreveu no Instagram.
“Que Deus possa abençoar a cada pessoa que veio até mim hoje, que pediu uma foto, autógrafo, ou que simplesmente veio apertar a minha mão, me desejar sorte, me parabenizar pelo meu recomeço!”
“Como se jamais tivesse sido condenado por matar a mãe de seu filho e atirar o corpo aos cachorros pra não precisar pagar pensão alimentícia, ele cai novamente nas graças dos torcedores e não se fala mais nisso”.
Tá esquisito mesmo. O Natal foi na quarta-feira e no dia seguinte, já se dizia que o comércio varejista tinha vendido 9,5% acima do que vendera em 2018. Aguardemos para ver se a arrecadação com o ICMS em dezembro estará pelo menos 5% acima do que se arrecadou em dezembro do ano passado.
A Associação Brasileira dos Lojistas Satélites (Ablos) contesta o aumento das vendas de Natal divulgado pela Alshop, associação que congrega lojistas de shopping. “É uma mentira. Estamos desconfiados de que foi manipulação com alguma segunda intenção”, diz Tito Bessa, presidente da Ablos.
O dado contestado divulgado pela Alshop e replicado por grande parte dos veículos de comunicação, diz que o comércio natalino no varejo de shopping subiu 9,5% em 2019 e o crescimento anual das vendas foi superior a 7,5% (em valores nominais).
“Para mim, é um dado plantado” afirma Tito Bessa Jr, que é presidente da Ablos e fundador da rede TNG.
Reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que Bessa Jr. diz que planeja processar a Alshop e questionar a fonte da informação divulgada sobre o crescimento das vendas de Natal.
A pesquisa interna da Ablos, segundo Bessa Jr., apontou que 70% das lojas tiveram desempenho pior ou igual a 2018 e 30% disseram que melhorou pouco. “Mas esse pouco é 2% ou 1,5%. Não tem 9% de melhora. Pode ter acontecido pontualmente com alguém, mas falar que o varejo cresceu 9,5% é uma mentira”, diz o empresário.”
A matéria ainda acrescenta que, segundo Bessa Jr., na rede TNG as vendas de Natal deste ano empataram com 2018. “Não sei de onde eles tiraram esse número, tenho conversado com vários lojistas e os mesmos disseram que tiveram queda”, afirma Ângelo Campos, diretor da MOB.
Em 2013, entrevistei quatro travestis que ofereciam seus serviços na Rua Quinze, entre a Doze e a Avenida João Amadeu. Informalmente, elas me disseram que cerca de 90% dos homens que as procuravam gostavam mesmo era de “morder a fronha”. Uma delas até reclamou que tinha poucos clientes porque era apenas passiva.
No mesmo ano, em uma matéria sobre Aids, falei com uma ex-travesti aqui de Jales, que tinha a doença sob controle. O rapaz, que largou a vida profana e até se casou com uma mulher, também disse que quase todos os homens com quem saiu – muitos deles casados – pagavam para, digamos assim, serem possuídos.
Leonardo Cafer Júnior, de 44 anos, foi libertado pela Justiça de Marília (SP) na última quarta-feira (25). O administrador de empresas é réu confesso no inquérito que investiga o assassinato da transexual Marcelle Brandina, de 23 anos.
No último dia 18 de dezembro, a defesa de Leonardo protocolou um pedido de liberdade provisória, que foi atendido pelo juiz Décio Divanir Mazeto, da 3ª Vara Criminal.
Leonardo, que é casado e tem uma filha, cometeu o crime em um motel após combinar o encontro com a trans pelo celular. Ele foi preso em sua própria casa no dia do crime e admitiu ter assassinado a vítima.
Em depoimento à polícia, o administrador justificou o assassinato de Marcello como uma “reação emocional”. Segundo ele, a vítima teria pedido dinheiro para não divulgar o encontro dos dois.
“Leonardo disse que chegou sozinho no motel e ficou aguardando a vítima, com a qual havia combinado o programa por meio de um aplicativo. Ele disse que pagou R$ 100 do programa, mas Marcelle também teria lhe cobrado pagamento de R$ 60 para o transporte”, conta o delegado Valdir Tramontini.
“Em seguida, o réu teria pago uma nota de R$ 50 e outra de R$ 20 e pediu R$ 10 de troco. Isso teria irritado bastante Marcelle que, segundo ele, passou a exigir a quantia de R$ 500 para não expô-lo nas redes sociais”, afirmou o delegado.
Marcelle foi morta por estrangulamento e teve o corpo abandonado na zona rural de Marília com todos os seus pertences pessoais, como bolsa e celular. Sem subtração de qualquer bem, a polícia descartou caso de latrocínio — roubo seguido de morte.
Leonardo mora em Oriente (SP), cidade vizinha a Marília, responde na Justiça por homicídio qualificado e pode responder ainda por ocultação de cadáver. Ele deve ser submetido a julgamento pelo Júri Popular, mas ainda não há data prevista.
Nas redes sociais, Leonardo Cafer Júnior se comporta como um homem de família que tem aversão à corrupção. Ele se declara apoiador de Jair Bolsonaro e da Operação Lava Jato. Em uma das publicações, o homem chega a defender Flávio Bolsonaro.
A magistrada está corretíssima! Se a pessoa tem dinheiro para ir a Paris e ficar se exibindo nas redes sociais, então deve ter dinheiro para pagar pelos remédios, que nem são tão caros assim. A notícia é do Conjur:
Depois de perceber os altos valores nos extratos bancários de uma mulher que pedia fornecimento de remédios pelo SUS, a juíza Ana Beatriz Azevedo Lopes, da Comarca de Ubiratã(PR), foi às redes sociais. Lá, vislumbrou diversas fotos da mulher em viagem a Paris.
A magistrada apontou que a 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça estabeleceu critérios para o fornecimento de medicação pelo poder público, dentre eles a incapacidade financeira.
O custo mensal dos remédios seria de R$ 363,70. A juíza considerou que os rendimentos familiares da mulher demonstram a capacidade financeira para pagar pelos remédios. A magistrada, então, negou tutela de urgência para fornecer o remédio pelo SUS.
Há quatro meses, quando uma mulher insistia em conversar com o delegado Matheus Laiola, chefe da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente da Polícia Civil do Paraná, ele ficou cético com a informação da denúncia: em dezembro, haveria uma rinha de cães da raça pitbull em Mairiporã, na Região Metropolitana de São Paulo.
Foi em Curitiba, pelas mãos do delegado que virou uma referência na área de proteção animal no Estado, que a investigação iniciou. Uma batida policial foi realizada na rinha no sábado (14) e as cenas chocantes, de cachorros mortos, machucados e sendo assados em churrascos comoveram o país e mobilizaram ONGs em São Paulo e Curitiba para acolher os animais.
“Na época da denúncia, fiquei bem cético. Peguei os nomes dos dois suspeitos que ela citou e percebemos que as informações estavam batendo”, diz Laiola. A operação mobilizou 100 policiais do Paraná e de São Paulo, e 40 viaturas.
Ao todo, 41 homens foram presos no dia da operação, mas apenas um permaneceu na prisão após ser apontado como o organizador do evento. Na sexta-feira (20/12), a Justiça de São Paulo decretou a prisão preventiva de 22 envolvidos na rinha de cães.
A chegada dos policiais à rinha foi um dos momentos de maior tensão – e também alívio – para o delegado que comandou a operação.
Em seus 13 anos de carreira na Polícia Civil, ele diz nunca ter visto um caso com tamanha comoção entre as equipes. “Eu nunca vi uma cena daquela. Peguei uns 70% dos policiais chorando de revolta, era muita tristeza”. Na operação, 19 cães foram resgatados.
Alunos de uma escola pública do interior de Mato Grosso se comoveram com a história de sua professora e decidiram doar para ela o dinheiro arrecadado para a formatura. O filho de Lucilene Ezequiel, 37, foi diagnosticado com artrite e pitiríase rubra pilar —doenças que causam dores e feridas na pele, respectivamente. O menino tem sete anos de idade. A docente prefere não revelar o valor doado porque “foi de coração”. A surpresa aconteceu há duas semanas.
Professora de artes visuais no colégio 14 de Fevereiro, em Pontes e Lacerda, a 443 quilômetros de Cuiabá, Lucilene conta que a surpresa aconteceu quando menos esperava. No vídeo compartilhado nas redes sociais, ela aparece corrigindo algumas atividades quando os alunos do terceiro ano do ensino médio se aproximam de sua mesa e contam sobre a doação. A professora não consegue segurar as lágrimas e se emociona. “É de coração”, diz um dos estudantes.
Para a docente, “foi uma mistura de sentimentos”. “Fiquei alegre por um gesto tão bonito em meio a tanta notícia de briga entre alunos e professores e tristeza porque eles queriam tanto a festinha de formatura com o dinheiro arrecadado ao longo do ano. Não desconfiei de nada. Levei até um susto”, lembra. O filho de Lucilene, Enzo Gomes, começou a apresentar as doenças em agosto de 2018. Ele recebeu tratamento inicial em Cuiabá, porém, a família desejou levá-lo para um especialista em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo.
Com o dinheiro, a professora diz que, na semana passada, pôde consultar com o profissional, que mudou a medicação e cremes dermatológicos, gerando significativa melhoria no quadro de Enzo. A quantia era fruto da arrecadação ao longo do ano por meio de rifas promovidas pelos estudantes.
“Meu filho nem tem mais feridas no corpo, apenas as manchas e as plaquetas com nível elevado. Ele melhorou muito depois dessa iniciativa dos meus alunos. O Enzo ficou muito alegre, falando que a pele dele havia voltado ao normal. Isso não tem preço”, frisou a professora, que é casada e também tem uma filha, de 18 anos.
Com a repercussão do ato de solidariedade em Pontes e Lacerda, a turma de 28 alunos responsável pela surpresa ganhou uma festa de formatura. Empresários da cidade se reuniram e resolveram bancar as festividades de encerramento da etapa estudantil dos adolescentes. Lucilene será a madrinha da turma.
“Foi uma gentileza que gerou outra gentileza. Os comerciantes se juntaram e deram carne, local, bebida e outras coisas. Também foi uma surpresa ser a madrinha da turma. Eles sempre perguntavam como eu conseguia sorrir mesmo com o meu filho doente, mas jamais imaginei que seria madrinha”, disse a professora.