VEREADORES FORAM A BRASÍLIA PEDIR RECURSOS A DEPUTADOS

A notícia é da assessoria de imprensa da Câmara Municipal:

Os vereadores Fábio Kazuto (PSB), Vagner Selis – Pintinho (Republicanos) e João Zanetoni (PSB) estiveram em Brasília (25 e 26) e protocolaram ofícios nos gabinetes de deputados federais solicitando recursos para obras no município.

Os vereadores protocolaram ofícios nos gabinetes dos deputados Capitão Augusto (PL), Alexandre Frota (PSDB), Ivan Valente (PSOL), David Soares (DEM), Celso Russomano (Republicanos), Roberto Alves (Republicanos), Tábata Amaral (PDT), Guilherme Mussi (PP), Coronel Tadeu (PSL), Ricardo Izar (PP), Vinícius Poit (Novo), Kim Kataguiri (DEM) e Milton Vieira (Republicanos) solicitando recursos para investir em recapeamento urbano.

Ao deputado Coronel Tadeu também foram solicitadas verbas para obras de calçamento de passeio e construção de alambrado nos bairros Conjunto Habitacional JACB e Jardim Alvorada. O montante solicitado é de cerca de R$ 4 milhões.

Os vereadores ainda participaram de uma audiência pública, na sede do Tribunal de Contas da União (TCU), que discutiu a prorrogação antecipada da concessão da ferrovia malha paulista, na qual o prefeito municipal Flávio Prandi Franco discursou representando os municípios paulistas.

A concessão da malha ferroviária teve início em 1999, com contrato vigente até dezembro de 2028. O Ministério da Infraestrutura e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) apresentaram uma proposta para prorrogá-lo antecipadamente por mais 30 anos.

Em contrapartida, a empresa concessionária Rumo se comprometeria a realizar obras para a construção de pontilhões e solucionar conflitos urbanos nas cidades paulistas que são atravessadas pela ferrovia.

INDÚSTRIA DE ARMAS CRITICA EDUARDO BOLSONARO POR DEBOCHE A MONUMENTO DA PAZ NA ONU

A escultura em frente à ONU é uma homenagem a John Lennon – ativista pela paz e pelo desarmamento – que foi assassinado por maluco. Eduardo Bolsonaro, para se defender das críticas que recebeu pelo gesto da arminha, argumentou “e se o John Lennon estivesse armado?”.

Nas redes, a pergunta proporcionou-lhe algumas invertidas. “E se o assassino Mark Chapman estivesse desarmado?”, questionaram alguns, enquanto outros perguntavam: “E se o Adélio estivesse com uma arma de fogo?”. A notícia é da revista Fórum:

Conforme foi apurado nesse domingo (29) por Joana Cunha, repórter da Folha de S.Paulo, a indústria de armas não aprovou a imagem que o candidato a embaixador Eduardo Bolsonaro postou nas redes sociais nesta última quinta-feira (26). Na foto, Eduardo aparece fazendo um gesto de arminha com as mãos em frente ao monumento pela paz na ONU, em Nova York.

Executivos do setor avaliaram que, se a intenção do filho do presidente foi estimular o consumo de armas entre seus eleitores e agradar os fabricantes, ele errou. A imagem, segundo eles, só gera “repercussão negativa e desgaste”.

Na legenda, Eduardo também ironizou o monumento. “As operações de paz da ONU acertadamente usam armas. Mas na entrada do prédio da ONU em NY fica essa escultura desarmamentista. Como todo bom desarmamentista eis a máxima ‘armas para mim, desarmamento para os outros’”, escreveu.

POR QUE A CAMISA 24 É “PROIBIDA” NO FUTEBOL BRASILEIRO?

Não sei se ainda é assim que funciona, mas, nos meus tempos de ginasial, os alunos recebiam um número, em cada classe, que era utilizado na hora da chamada. O professor dizia “número 10” e o aluno respondia: “Presente!”. Ninguém queria ser o número 24.

No futebol, que é um meio machista, o preconceito com relação ao número 24 continua. Na Libertadores, onde a numeração obrigatória vai de 1 a 30, o número 24 acaba sobrando, normalmente, para o terceiro goleiro. A notícia é do portal iG:

Você sabia que, dos 20 clubes que estão disputando a Série A do Campeonato Brasileiro, apenas um deles possui jogador usando a camisa número 24? É o Grêmio. E quem utiliza é o jovem goleiro Brenno Fraga .

número 24 é praticamente proibido para os jogadores do futebol brasileiro. E também na sociedade brasileira num âmbito geral. A explicação mais provável e mais plausível para isso é folclórica, cultural e com referência bastante antiga, de mais de 100 anos.

No popular ” Jogo do Bicho “, bolsa ilegal de apostas criada no Rio de Janeiro em 1892 por João Baptista Viana Drummond, a quadra estipulada ao animal veado é a 24ª, contendo os números 93, 94, 95 e 96. Ou seja, o 24, no ambiente machista do futebol, é relacionado a homossexualidade.

Conversamos com o goleiro Brenno sobre o número de sua camisa. “Não foi uma escolha minha de ter esse número, mas também não chegaram em mim e falaram para eu usar. Não vejo problema nenhum, não tenho esse pensamento. O importante é ir para os jogos e ajudar a equipe”, disse o jovem de 20 anos ao iG Esporte .

“Foi o meu número de estreia (no Campeonato Gaúcho deste ano). Estreei em um Gre-Nal, então vai ficar marcado na minha vida como uma coisa boa. Por isso não vejo problema nenhum, é super tranquilo, não tem mistério”, continuou Brenno.

O goleiro gremista disse ainda que nunca foi alvo de piadas ou brincadeiras preconceituosas por conta do seu número. “Nunca. Pelo menos diretamente para mim, não. Nem jogador e nem torcedor, de ninguém”, finalizou.

WEINTRAUB FAZ COMPARAÇÃO ESDRÚXULA COM COCÔ DE CADELA

A notícia é do portal do Gilberto Dimenstein, o Catacra Livre:

Abraham Weintraub causou polêmica nas redes sociais, neste domingo, 29, ao fazer uma comparação inusitada – e de gosto duvidoso – a respeito de seus opositores. O ministro da Educação publicou uma foto de um passeio que fez com sua cadela, Capitu, e comparou as fezes do animal com as propostas feitas pela esquerda.

“Os Weintraub são uma família democrática. Temos diferentes opiniões. A Capitu, inclusive, é de esquerda. Porém, sempre recolho suas propostas quando ela as libera em público!”, escreveu o integrante do governo Bolsonaro na legenda da imagem.

Não demorou muito para que os internautas se manifestassem sobre o post do político. Weintraub recebeu uma série de comentários negativos criticando a sua postura que passa longe do esperado para alguém que exerce um cargo tão importante dentro do governo federal.

“O cocô da Capitu não é problema para o Brasil. Já as merdas que o senhor faz na Educação…”, ironizou um internauta no Twitter. 

Sobre Weintraub, vejamos o que diz o professor Marco Antônio Villa:

 

JORNAL DE JALES: CLÓVIS VIOLA PODERÁ VOLTAR À POLÍTICA NO MDB, ONDE INICIOU CARREIRA

Eis a capa do Jornal de Jales deste domingo, cuja principal manchete diz que o prefeito Flá Prandi foi escolhido para falar em nome dos 645 prefeitos paulistas em painel técnico promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU), na quinta-feira, 26, em Brasília. O encontro teve o objetivo de debater a renovação antecipada do contrato de concessão da malha ferroviária paulista à empresa Rumo. Em sua fala, o prefeito de Jales – que também é o presidente da AMA, entidade que reúne 123 prefeituras – defendeu a prorrogação antecipada do contrato, que vai proporcionar R$ 4,5 bilhões em investimentos na malha ferroviária paulista. Entre as obras que poderão ser viabilizadas com esse dinheiro, estão dois viadutos em Jales.

O jornal está trazendo, também, uma matéria especial que foca o crescimento do número de brasileiros interessados em obter a cidadania italiana. Segundo o Consulado Geral da Itália em São Paulo, pelo menos 112 mil pedidos aguardavam aprovação no ano passado. Em nossa região, duas famílias não somente obtiveram a cidadania italiana como estão morando naquele país: os jalesenses Alexandre Rensi e Rozângela Viola Rensi e os uranienses Patrícia Pires da Silva e Welinton Menani Silva, que foram entrevistados pelo jornal. A Itália é o país que recebe mais brasileiros, seguida por Portugal e Espanha.

O sucesso do show promovido pela Santa Casa de Jales com a dupla Gian & Giovani, que cantou durante duas horas e levantou a plateia; a palestra da neuroeducadora Eugênia Maria Ramires sobre suicídio e as atitudes que poderão salvar muitas crianças; a reavaliação do MPF sobre as propostas da Prefeitura para revitalizar o Bosque Municipal; o resultado da CEI da “Farra no Tesouro 2”, que, segundo o vereador Tiago Abra, terminou em pizza; o vestibular da Unijales, que será realizado no próximo domingo; e a eleição do Conselho Tutelar, também programada para o próximo domingo, são outros assuntos do JJ.

Na coluna Fique Sabendo, o antenado jornalista Deonel Rosa Júnior está informando que não será surpresa para ele se o ex-vice-prefeito Clóvis Viola resolver voltar à militância partidária. Se isso acontecer, garante o colunista, Clóvis optará por um ninho que ele conhece bem: o MDB, onde iniciou sua trajetória política. Deonel está informando, também, que o vice-presidente do PSDB local, Carlos Roberto Cardoso da Silva, o Cardosão, tem se dedicado a fazer o meio campo entre a velha guarda tucana e o novo presidente do partido em Jales, Osvaldo Costa Júnior, o Bixiga. Cardosão tem aconselhado Bixiga a tratar os veteranos de guerra com a devida fidalguia.

MULHERES DE HOLLANDA, ZÉ RENATO E CLÁUDIO NUCCI – “TODO SENTIMENTO”

Ontem, sexta-feira, escrevi aqui no blog sobre o meu amigo Luiz Carlos Seixas, que estará no Brasil & Cia desse domingo, juntamente com o Toninho Breves, para falar do CD “Depois do Fim” que eles lançaram em junho, só com músicas compostas pela dupla. Escrevi, também, que o CD tem as participações especialíssimas do maestro Cristóvão Bastos (foto) e da cantora Amélia Rabello.

Isso me fez lembrar que, por volta de 1992/93, ganhei do Seixas um disco da Elizeth Cardoso em que ela canta várias canções, acompanhada “apenas” pelo violão do Raphael Rabello. Infelizmente, o Raphael – que era irmão da citada Amélia Rabello – morreu muito jovem, aos 32 anos, quando se preparava para uma apresentação em Los Angeles, ao lado do saxofonista rio-pretense Paulo Moura.

Um dos destaques do disco era “Todo Sentimento”, da dupla Cristóvão Bastos-Chico Buarque, maravilhosamente interpretada pela Divina. Cristóvão é co-autor de algumas músicas de sucesso – “Resposta ao Tempo” e “Suave Veneno“, cantadas pela Nana Caymmi, são duas delas – mas a sua obra-prima é, sem dúvida, “Todo Sentimento”, composta em 1987.

Além do Chico Buarque, autor da letra, e da Elizeth, vários outros artistas já gravaram “Todo Sentimento“.  Cauby Peixoto, Lula Barbosa, Maria Bethânia, Maria Creuza, Nana, Oswaldo Montenegro, Elba Ramalho, Selma Reis e Verônica Sabino estão entre eles. Até uma versão em inglês – “All The Feelings” – já surgiu, cantada pelo Jorge Vercillo, em álbum de 2014. E tem a versão do Ney Matogrosso, que é de se ouvir rezando.

Grupos como o Quarteto em Cy e o Mulheres de Hollanda também já gravaram “Todo Sentimento“, em versões elogiadíssimas. O crítico musical, Mauro Ferreira, por exemplo, disse que a interpretação do grupo Mulheres de Hollanda, em que as moças entrelaçam suas vozes com o canto de Zé Renato e Cláudio Nucci, “está entre os melhores registros dessa canção, obra-prima de Chico e Cristóvão”.

A interpretação citada pelo Mauro Ferreira pode ser vista no vídeo abaixo, mas o que eu estou querendo dizer é que o maestro Cristóvão Bastos – que arranjou e tocou piano em algumas músicas do CD “Depois do Fim” – não coloca a assinatura dele em qualquer trabalho. Portanto, as músicas do Seixas e do Breves merecem ser ouvidas com muita atenção.

E, para quem tem ouvidos, “Todo Sentimento” com o Mulheres de Hollanda e a participação luxuosa dos ex-Boca Livre, Zé Renato e Cláudio Nucci, e do maestro Cristóvão ao piano:

   

NAMORADA DE LULA DIZ QUE “LIBERDADE NÃO VIRÁ ASSINADA PELOS QUE FRAUDARAM A JUSTIÇA!”

Deu no Brasil 247:

A namorada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a socióloga Rosângela da Silva, escreveu no Twitter no começo da tarde deste sábado que “a Liberdade irá nos alcançar mas não virá assinada por aqueles que fraudaram a Justiça!”.

É uma referência aos procuradores da Operação Lava Jato que pediram que Lula vá para o regime semiaberto, porque ele já cumpriu um 1/6 da pena no âmbito do processo do triplex em Guarujá (SP).

A defesa de Lula tem insistido que ele não aceitará o regime semiaberto. Advogados e o ex-presidente defendem a tese de que ele só deve sair para ficar livre por causa da condenação sem provas.

Ao apresentar a denúncia em setembro de 2016, o procurador Henrique Pozzobon admitiu que não havia “provas cabais” de que Lula era o proprietário do apartamento. Segundo a acusação, o imóvel seria uma propina da OAS, mas o ex-presidente nunca dormiu no apartamento nem tinha a chave da unidade.

A TRIBUNA: SEM OUVIR NINGUÉM, CEI DIZ QUE ÚNICO CULPADO POR CONTRATAÇÃO DE SEGUROS SEM LICITAÇÃO FOI SERVIDOR

No jornal A Tribuna deste final de semana, a principal manchete destaca o início da chamada Atividade Delegada em Jales, que está programado para a próxima terça-feira. A matéria diz que as ruas e avenidas de Jales passarão a contar com um reforço extra no policiamento, a partir do dia 1º de outubro. Naquele dia, começará a funcionar o convênio assinado entre a Prefeitura de Jales e a Secretaria Estadual de Segurança, que permite ao município contratar policiais militares para, em suas horas de folga, atuar na fiscalização do comércio ambulante e do trânsito, entre outras tarefas. Os policiais usarão fardamento, veículos e armas da própria Polícia Militar.

Destaque, igualmente, para o relatório final da CEI “Farra no Tesouro 2”, que, assim como já ocorrera com a outra CEI – aquela que buscava apurar responsabilidades pelos malfeitos da ex-tesoureira Érica – poupou os prefeitos e os secretários e atribuiu a culpa ao servidor N.G.Jr., que está afastado desde a deflagração da operação da Polícia Federal. A segunda CEI foi instalada para investigar o caso das contratações de seguros para a frota de veículos do município, mas, depois de seis meses, concluiu suas “investigações” sem ouvir um único depoimento. O vereador Tiago Abra, vice-presidente da CEI, não concordou com o relatório aprovado por seus colegas Deley e Zanetoni, e apresentou um voto em separado.

As atividades desenvolvidas pelo Detran de Jales no centro da cidade, visando a conscientização no trânsito; as investigações da Polícia Civil de Jales para descobrir a autoria do homicídio ocorrido no final de semana passado, no Jardim Pêgolo; as explicações do comandante do Corpo de Bombeiros sobre a decisão de não usar água para combater o incêndio do Bosque Municipal; o julgamento de um homem que ficou foragido durante 11 anos, acusado de matar um comparsa em 2004; e a ação movida pelo MP de Jales contra 22 pessoas acusadas de fraudar um concurso público da Prefeitura de Mesópolis, são outros assuntos de A Tribuna.

Na coluna Enfoque, escrita por este aprendiz de blogueiro, destaque para o bom desempenho de Jales – melhor da região – na geração de empregos formais em agosto, interrompendo uma sequência de resultados negativos que já durava três meses. Na página de opinião, os artigos – sempre com assuntos atuais – do doutor Valmor Bolan e do blogueiro Hélio Consolaro. E no caderno social, além do natural realce para a colorida coluna do Douglas Zílio, mais uma vez recheada de gente bonita, destaque também para as comemorações dos 10 anos da Clínica Corpelli.

TRIBUNAL DO JÚRI DE JALES CONDENA HOMEM A 17 ANOS DE PRISÃO POR HOMICÍDIO COMETIDO EM 2004

O Tribunal do Júri de Jales reuniu-se na quarta-feira, 25, sob a presidência da juíza da 3ª Vara da Comarca, Maria Paula Branquinho Pini, para julgar o caso de M.R.A., acusado de homicídio qualificado por um crime cometido no início de 2004.

O julgamento do acusado aconteceu somente agora, 15 anos depois do crime, porque ele estava foragido e só foi encontrado pela polícia – e preso – no ano passado. Outros três comparsas que participaram do crime já tinham sido julgados em 2008/2009 e condenados a penas que variaram de 08 anos e 08 meses a 14 anos de reclusão em regime inicial fechado.

No julgamento de quarta-feira, que começou às 09 horas e terminou por volta das 16:30 horas, os jurados decidiram condenar o réu pelos crimes de homicídio duplamente qualificado – cometido por motivo torpe e com a utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima – e de ocultação de cadáver.

De acordo com a sentença da juíza Maria Paula, ele deverá cumprir 17 anos e 04 meses de reclusão, em regime inicial fechado. Além das duas qualificadoras, pesou na fixação da pena a circunstância de que o réu permaneceu foragido por mais de 11 anos.

O homicídio foi cometido em data incerta, entre o final de janeiro e o início de fevereiro de 2004, quando o réu e outros três comparsas mataram a tiros um quinto elemento – H.L.S., o “Magrão” – que costumava praticar furtos junto com os quatro acusados.

O crime teria ocorrido por conta de desacertos na hora de dividir os lucros das atividades criminosas do quinteto. Além disso, o crime teve também ingredientes de vingança, uma vez que a vítima teria “mexido” com a mulher de um dos companheiros de delinquências.

Segundo a confissão de pelo menos dois dos acusados, o crime teria sido premeditado. A vítima foi convidada por eles para participar de um furto de carneiros em uma propriedade rural e, enquanto caminhavam pela linha férrea em direção ao local do furto, dois dos acusados sacaram suas armas e, de surpresa, atiraram contra H.L.S., que morreu no local.

Os outros dois comparsas teriam sido obrigados a também atirar na vítima e a participar da ocultação do cadáver, que foi enterrado em uma mata, nas proximidades do local do crime, no Córrego da Figueira.

Os dois – J.W.A.O. e J.C.M. – foram julgados em fevereiro de 2008 e condenados pelos jurados, que, no entanto, reconheceram como sendo de menor importância a participação deles no crime. Diante da decisão dos jurados, o então juiz criminal de Jales, Alex Ricardo dos Santos Tavares, condenou ambos a cumprir pena de oito anos e oito meses de reclusão, em regime fechado.

Posteriormente, em fevereiro de 2009, foi a vez de os jurados julgarem o terceiro acusado – V.D.V.G. – que, por ter participado do planejamento e da execução do crime, foi condenado pelo mesmo juiz à pena de 14 anos de reclusão. Ele recorreu à segunda instância, mas, em junho de 2013, os desembargadores da 8ª Câmara de Direito Criminal do TJ-SP confirmaram integralmente a pena imposta pelo juiz de Jales.

No caso julgado na quarta-feira, 25, o réu – M.R.A. – não poderá apelar em liberdade.

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