REPRESENTANTES DO MEC SE REÚNEM COM MPF DE JALES PARA DISCUTIR CASO DA UNIVERSIDADE BRASIL
Segundo outras fontes, representantes da Advocacia Geral da União (AGU) também estiveram em Jales. A notícia é do G1:
Representantes do Ministério da Educação (MEC) se reuniram nesta terça-feira (24) com os responsáveis pela investigação da operação Vagatomia, que revelou um esquema de supostas fraudes envolvendo liberação de financiamentos de programas do Governo Federal para estudantes ingressarem na Universidade Brasil.
A reunião foi solicitada pelo Ministério Público Federal (MPF) e começou por volta das 14h na sede da Procuradoria da República de Jales (SP). O delegado da Polícia Federal, Cristiano Pádua, esteve presente.
De acordo com informações obtidas pela TV TEM, o encontro foi para tratar da situação da Universidade Brasil e encontrar possíveis medidas para reverter os prejuízos causados aos cofres públicos.
Além disso, foi solicitado que o Ministério da Educação encontre formas para que os alunos beneficiados pela fraude devolvam o dinheiro do Financiamento Estudantil (Fies) e Programa Universidade para Todos (Prouni) liberado supostamente de forma ilegal.
A imprensa não pôde acompanhar a reunião. Os representantes não quiseram gravar entrevista, mas disseram à equipe da TV TEM que foram até Jales para se colocar à disposição de todos os órgãos responsáveis pela operação Vagatomia.
BOLSONARO LEVA ATAQUES À ONU E GERA REAÇÕES DE ESPANTO NO BRASIL E NO MUNDO
A análise é do UOL
Apesar da expectativa de que aproveitasse a ocasião para desfazer a imagem de “radical”, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) usou seu primeiro discurso na Assembleia Geral da ONU para atacar a mídia — a quem acusou de sensacionalismo sobre a Amazônia, além de criticar a França e o socialismo.
A fala foi recebida com choque por diplomatas e funcionários da ONU, relatou o blogueiro do UOL em Genebra, Jamil Chade. “Bolsonaro perdeu a oportunidade de ser respeitado”, disseram membros da comunidade internacional.
O presidente dos EUA, Donald Trump, que também fez discurso nacionalista, cumprimentou o colega brasileiro. Mas Emmanuel Macron, da França, usou o discurso para sugerir boicote a países que não cumprem com compromissos ambientais — em uma indireta ao Brasil.
Por aqui, a oposição, incluindo o deputado Alexandre Frota (PSDB), classificou o discurso de Bolsonaro de “vexame”. Aliados defenderam e chamaram o presidente de “corajoso”.
Entre empresários brasileiros, o tom adotado pelo presidente da República foi considerado “desnecessário“, em um contexto de recuperação econômica em marcha lenta.
TRIBUNAL DO JÚRI DE JALES SE REÚNE NESSA QUARTA-FEIRA PARA JULGAR HOMEM ACUSADO DE HOMICÍDIO OCORRIDO EM 2004
O Tribunal do Júri de Jales volta a se reunir amanhã, quarta-feira (25), para julgar o caso de M.R.A., acusado de homicídio qualificado. O crime ocorreu entre o final de janeiro e o início de fevereiro de 2004 e teve a participação de outras três pessoas, que já foram julgadas e condenadas.
O julgamento de M.R.A., o quarto elemento, ocorrerá agora porque ele estava foragido e só foi encontrado – e preso – no ano passado. Ele será defendido pelo advogado Edson Francisco da Silva.
Segundo a acusação, o crime foi premeditado. Os quatro comparsas convidaram a vítima para roubar alguns carneiros em uma propriedade rural e, enquanto caminhavam pela linha férrea, nas proximidades do Córrego da Figueira, dois dos acusados sacaram suas armas e efetuaram os disparos.
Apanhado de surpresa, a vítima – conhecida por Magrão – morreu no local e teve seu corpo enterrado em uma mata próxima. Dois dos criminosos confessaram o homicídio e a ocultação do cadáver. E a mulher de um deles deu seu testemunho à Justiça, afirmando que o marido havia lhe contado sobre como ocorreu o crime.
A sessão do Júri começará às 09 horas, sob a presidência da juíza Maria Paula Branquinho Pini.
DEPOIS DOS GATOS, PREFEITURA MIRA AS GALINHAS
Depois de conseguir uma ordem judicial para obrigar uma moradora do bairro São Judas Tadeu a dar um sumiço nas quase duas dezenas de gatos que ela criava em sua residência, a Prefeitura de Jales agora voltou suas baterias em direção às galinhas de uma moradora do Jardim Eldorado.
Na terça-feira passada, 17, os advogados do município conseguiram, na Justiça, a concessão de uma liminar contra a moradora, para obriga-la a retirar as galinhas que estão sendo criadas no quintal de sua residência, na rua “Arlindo Correa Júnior”. A criação de galinhas propicia a proliferação do mosquito palha, transmissor da leishmaniose.
A moradora terá o prazo de 15 dias para providenciar a retirada das galináceas do perímetro urbano, “sob pena de multa diária de R$ 300,00, até o limite de R$ 5 mil, sem prejuízo de outras medidas para assegurar o cumprimento da ordem judicial”. A decisão é do juiz da 3ª Vara, José Geraldo Nóbrega Curitiba.
A luta da Prefeitura para expulsar as penosas da área urbana começou há mais de um ano, em junho de 2018, quando a Vigilância Sanitária do município autuou a dona das galinhas. Mesmo diante da ameaça de punição, a moradora negou-se a atender aos apelos da Vigilância e transferir a criação para outro local, longe do perímetro urbano.
Esta não é a primeira vez que a Justiça, a pedido da Prefeitura, concede uma liminar envolvendo a criação de galinhas na zona urbana. Em julho de 2014, determinou que um morador da Cohab “José Antonio Caparroz Bogaz” (JACB), desse um fim na criação de galináceas que mantinha em sua propriedade.
Naquela ocasião, matéria do jornal A Tribuna registrou que a Secretaria Municipal de Saúde já tinha constatado alguns casos de leishmaniose em seres humanos e que pelo menos quatro pessoas já tinham morrido em Jales por conta da doença.
CHARGE
JORNAL DE JALES: FILIAÇÃO DE DALUA AO PSDB É UM ENIGMA A SER DECIFRADO
Eis a capa do Jornal de Jales deste domingo, gentilmente enviada pelo corintianíssimo Brasilino Pires da Costa, que, depois de uma quarta-feira tenebrosa, deve estar um pouco mais feliz, por conta da vitória de ontem sobre o Bahia. Como se pode ver, o principal destaque é o incêndio da terça-feira, 17, que destruiu cerca de 70% da vegetação do nosso desprezado Bosque Municipal. Segundo o jornal, a Prefeitura de Jales tenta intensificar o trabalho de inspeção para evitar novos focos do fogo que ainda podem resistir dentro do pouco que restou da mata. De seu lado, o secretário de Planejamento, Niltinho Suetugo, disse que a municipalidade já está adotando medidas para iniciar a recuperação da mata.
O jornal está destacando, também, os reforços que estão chegando ao PSDB de Jales, visando as eleições do ano que vem, quando o partido pretende disputar o comando da nossa problemática Prefeitura. Depois do empresário Bixiga, que já chegou ao time tucano se apossando da faixa de capitão, as novas contratações incluem o provável candidato a prefeito, Luiz Henrique Moreira, o superintendente da Sabesp em Lins, Antônio Rodrigues da Grela Filho, o Dalua, e o radialista João Luiz Garcia. Segundo a matéria, as investidas do novo presidente – o Bixiga – para reforçar o PSDB contam com o aval da deputada Analice Fernandes.
O sucesso da Festa da Uva e do Mel, realizada na semana passada, que confirmou a qualidade das uvas produzidas em Jales e região; a iniciativa do MPF de Jales, que está pedindo providências à Secretaria Estadual de Saúde, visando diminuir as filas de espera no SUS; a homenagem que a Câmara de Jales fez à Igreja Assembleia de Deus, com a entrega de uma Moção de Congratulações; e a reclamação de alguns estudantes da Universidade Brasil, de Fernandópolis, que dizem estar pagando suas mensalidades, sem conseguir estudar, são outros assuntos do JJ.
Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior comenta que a filiação de Dalua ao PSDB é um enigma cercado de mistérios. O colunista relembra que Dalua já esteve com um pé na política, mas desistiu na última hora. Foi em 2000, quando lideranças políticas locais, preocupadas com a possível reeleição do então prefeito Rato, quase convenceram Dalua a ser o candidato de oposição. Deonel conta que as tais lideranças já davam como certo o “sim” de Dalua, mas ele, feito a Júlia Roberts naquele filme “Noiva em Fuga”, abandonou os noivos no altar e foi dedicar-se à sua atividade profissional. No que ele fez muito bem.
GAL COSTA – “ÍNDIA”
Nesta semana, li duas notícias sobre a Gal Costa. A primeira foi a respeito do show “Discos Emblemáticos”, no qual a cantora Márcia Castro – baiana, como Gal – interpreta músicas do disco “Índia”, lançado por Gal Costa em 1973.
A segunda notícia foi sobre uma entrevista de Gal ao Estadão, em que ela se diz assustada com os tempos sombrios que estamos vivendo, sob Bolsonaro e outros boçais. “Quando vi na televisão que o Crivella tinha censurado um livro por causa da capa, me lembrei do disco Índia”, disse a cantora ao jornalão.
Pois é, entre os anos 64/85, vários discos de diversos compositores foram censurados pela ditadura militar, todos em função de músicas que os censores – muitos deles mais realistas que o rei – julgavam inadequadas ou contrárias ao regime.
No caso do emblemático disco “Índia“, a censura até que implicou com uma música – “Presente Cotidiano”, do Luiz Melodia – mas os censores acionaram o sinal de alerta mesmo foi quando viram a capa e a contracapa da bolacha.
A capa é essa que ilustra o post, um close na tanga vermelha de Gal, registrado enquanto ela tirava sua saia indígena. E a contracapa mostrava Gal – àquela altura no auge dos seus 28 anos – vestida de índia com os seios à mostra, algo que, na época, não era permitido nem às revistas masculinas.
O produtor Roberto Menescal ainda tentou argumentar com a censora – uma senhora muito rigorosa -, alegando que índias não usavam sutiã, mas não convenceu. A solução foi propor que o disco fosse vendido em um invólucro azul, que não permitia a exposição pública da capa proibida.
O dado interessante é que o invólucro azul só fez despertar a curiosidade do público, resultando em uma vendagem enorme do disco, que rendeu discos de Platina e de Ouro a Gal. Outro dado curioso é que a foto da capa foi tirada sem grandes pretensões.
Em meio à sessão das fotos para a capa, o fotógrafo Antonio Guerreiro achou engraçada a cena com uma índia de calcinha – as índias não usavam calcinhas – e resolveu clicar o momento apenas como curiosidade. Pelo menos é o que ele diz, mas não se pode descartar que algum outro detalhe tenha chamado sua atenção.
O fato é que, na gravadora, a foto acabou sendo escolhida por unanimidade para ilustrar a capa do disco. Outro fato é que, em 2015, ou 42 anos depois da censura, a
foto foi, finalmente, liberada, de tal forma que a gravadora planeja relançar o disco, agora sem o invólucro azul.
Em pesquisa realizada pela revista Status, a capa de “Índia” é considerada uma das dez mais sensuais do planeta. A lista tem, por exemplo, a capa do disco “God Is A Girl”, do grupo alemão Groove Coverage, cujas músicas não são lá grande coisa.
Capas e contracapas à parte, o disco – que teve a direção musical de Gilberto Gil, recém-chegado de seu exílio londrino – é tido como um dos melhores de Gal Costa. “Índia”, a faixa-título é uma guarânia paraguaia, vertida para o português pelo compositor e cantor sertanejo José Fortuna.
A gravação original é do duo Cascatinha e Nhana, em um compacto de 1952, que tinha, do outro lado, o clássico “Meu Primeiro Amor”, outra versão de José Fortuna. Gal regravou “Índia” três vezes. A primeira, no citado disco de 1973, a segunda, seis anos depois, no disco “Gal Tropical”, de 1979. E a terceira, no disco “Gal de Tantos Amores”, de 2001.
No vídeo, Gal canta “Índia”, em show de 1983
A TRIBUNA: LUIZ HENRIQUE E DALUA SÃO OS NOVOS FILIADOS DO PSDB
No jornal A Tribuna deste final de semana, destaque para o incêndio do bosque municipal. Matéria do repórter Alexandre Ribeiro, o Carioca, diz que o fogo pode ter sido iniciado por viciados que frequentam um terreno particular entre o bosque a 1ª Igreja Batista. Essa é uma das principais linhas de investigação da Polícia Civil, que abriu um inquérito para apurar as causas e circunstâncias do incêndio. As fotos e os vídeos da reportagem de A Tribuna – que chegou ao local quando as chamas ainda estavam começando – foram repassados à polícia e deverão auxiliar nas investigações. A matéria ressalta, ainda, que o Corpo de Bombeiros destacou uma equipe com apenas três homens e, inicialmente, não usou água para combater o incêndio.
Na seara política, as novidades ficam por conta dos novos filiados que estão chegando ao PSDB de Jales. A notícia diz que Luiz Henrique Moreira, o candidato a deputado estadual mais votado em Jales no ano passado, é um dos que estão chegando ao ninho tucano. Além dele, assinaram a filiação ao partido o engenheiro Antônio Rodrigues da Grela Filho, o Dalua, e o radialista João Luiz Garcia. Bixiga, o presidente do diretório local, disse que a ideia é preparar o partido para as eleições municipais do ano que vem, enquanto a deputada Analice Fernandes deu as boas vindas aos néo-tucanos, afirmando que os novos membros oxigenam o PSDB.
O sucesso da Festa da Uva e do Mel, que atraiu milhares de pessoas na semana passada; as eleições do Conselho Tutelar, que estão marcadas para o dia 06 de outubro, com 20 candidatos; a ação da Prefeitura, que foi à Justiça para obrigar uma moradora do Jardim Eldorado a acabar com a criação de galinhas; a reclamação de um dos autores do hino oficial de Jales, que diz ter sido esquecido pelas autoridades; as últimas novidades sobre o ruidoso caso da Universidade Brasil; e a Conferência Municipal de Assistência Social, realizada pela Prefeitura na quinta-feira, 19, são outros assuntos de A Tribuna.
Na coluna Enfoque, a informação dando conta de que o relatório final da chamada “CEI da Farra no Tesouro 2” será lido na sessão da Câmara dessa segunda-feira, 23. A Comissão encerrou as investigações sem ouvir um único depoimento das pessoas envolvidas na contratação de seguros para os veículos da Prefeitura. Na página de opinião, artigos do professor Sílvio Lofego, do padre Donizeti Aparecido dos Santos e do blogueiro Hélio Consolaro. No caderno social, destaque para o aniversário de 15 anos da estudante Ana Carolina Lopes Toledo e para a colorida coluna do Douglas Zílio.
PORTA-VOZ DA DIREITA PEDE LULA LIVRE E A DUPLA MORO-DALLAGNOL NO BANCO DOS RÉUS
Nesse ritmo, daqui a alguns dias até os asquerosos Diogo Mainardi, Augusto Nunes e Alexandre Garcia irão aderir ao Lula Livre. Deu no Brasil 247:
Assim como já fez Reinaldo Azevedo, outro tradicional porta-voz da direita, o colunista Demétrio Magnoli agora pede Lula Livre e também que Sergio Moro e Deltan Dallagnol sejam investigados pela farsa revelada pela Vaza Jato.
“O conluio entre Estado-julgador e Estado-acusador violou as leis que regulam o funcionamento do sistema de Justiça. A corte suprema tem o dever de preservar o Estado de Direito, declarando a nulidade dos julgamentos e colocando o ex-presidente em liberdade”, diz ele no artigo Lula Livre, na Folha de S.Paulo.
“Sergio Moro agiu como juiz de instrução italiano, uma espécie de coordenador dos procuradores —mas no Brasil, onde inexiste essa figura, não na Itália, onde um juiz diferente profere a sentença. Batman e Robin. Moro e Dallagnol, comparsas, esculpiram juntos cada passo do processo, nos tabuleiros judicial e midiático”, afirma Magnoli.
“Batman, Robin e cia merecem sentar no banco dos réus sob a acusação de fraudar o sistema de Justiça. Lula livre, não por ele ou pelo PT, mas em defesa de um precioso bem público, de todos nós, ao qual tantos brasileiros pobres precisam ter acesso: o Estado de Direito. Que o ex-presidente seja processado novamente, segundo os ritos legais, e julgado por magistrados sem partido.






