JALES PERDEU 20 EMPREGOS FORMAIS EM ABRIL

Enquanto o desgoverno do beligerante Bozo comemora a criação de 129,6 mil empregos formais no Brasil durante o mês de abril, nossa região não tem muito o que comemorar nesse quesito. Senão vejamos: Jales, que já não vem bem das pernas há anos, registrou 227 admissões e 247 demissões em abril, o que significa 20 empregos a menos.

Os setores do Comércio e de Serviços puxaram o resultado negativo, com a perda de 13 empregos em cada um. No ano, Jales contabiliza 53 novos empregos com carteira assinada, graças aos resultados dos dois primeiros meses do ano. Janeiro (+43) e fevereiro (+45) produziram 88 novos empregos, mas, descontados os resultados negativos de março (-15) e de abril (-20), chegamos ao saldo de 53 novos empregos.

Em Fernandópolis, o resultado de abril também foi negativo, com o fechamento de 44 empregos. Mesmo assim, Fernandópolis continua sendo a melhor da região no quesito geração de empregos, com 974 postos de trabalho criados nos primeiros quatro meses do ano.

Outra que não foi bem em abril, mas ainda tem lenha para queimar, graças aos resultados dos primeiros três meses, é Santa Fé do Sul. Em abril, a vizinha estância turística perdeu 16 empregos, mais ainda contabiliza um saldo positivo de 117 empregos criados no ano.

De seu lado, Votuporanga – que foi a melhor da região e uma das melhores do país em 2017 – está  repetindo o desempenho de 2018, quando não foi bem. Em abril, Votuporanga contabilizou apenas 01 novo emprego, chegando a 232 nos primeiros quatro meses do ano.

E se abril foi ruim para as quatro principais cidades da região, imaginem para Santa Salete, que perdeu nada menos que 37 empregos no mês passado. Se o número estiver correto, significa que Santa Salete perdeu 33,9% dos seus empregos formais. Em janeiro, a cidade tinha, segundo o CAGED, um total de 109 empregos formais. Palmeira D’Oeste, outra que não foi bem, perdeu 15 empregos, ou 1,8% dos 839 que contabilizava em janeiro.

Todos esses números estão nas estatísticas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgadas nesta sexta-feira, 24.

COMERCIANTE DE JALES É PRESO POR SUPOSTO FURTO DE ENERGIA ELÉTRICA

Um bem sucedido comerciante de Jales, com duas lojas no centro da cidade, foi preso em flagrante na semana passada, sob a acusação de estar furtando energia elétrica, através de um “gato”. A autoria da acusação é da Elektro Ltda.

O comerciante já foi colocado em liberdade provisória pela Justiça, que julgou – acertadamente, na minha opinião – não haver, em princípio, provas suficientes para justificar a prisão em flagrante. Para o juiz Marcelo Bonolavontá, a prisão em flagrante não poderia ser feita com base apenas em eventual relatório da Elektro ou em declarações de funcionários da empresa.

Segundo o magistrado, a prisão em flagrante precisaria estar sustentada por laudo de constatação feito por perito oficial, comprovando a fraude. Além disso, a Elektro não apresentou nenhum estudo sobre a quantidade ou o valor da energia elétrica que teria sido subtraída. 

  

APÓS AÇÃO DO MPF DE JALES, EX-PREFEITO DE ESTRELA D’OESTE TEM BENS BLOQUEADOS

A ação está assinada pelo procurador da República em Jales, José Rubens Plates. E a notícia está pendurada no portal do MPF:

A pedido do Ministério Público Federal, a Justiça Federal determinou a indisponibilidade de R$ 289,4 mil do ex-prefeito de Estrela D’Oeste (SP) Pedro Itiro Koyanagi e da ex-gestora de assistência social do município Michele Cristina Raimundo Inácio. Eles são alvo de uma ação de improbidade administrativa ajuizada pelo MPF por firmarem contratos irregulares em 2015 e 2016, durante a gestão de Itiro. A cifra corresponde ao total gasto com as contratações e foi bloqueada para a garantia de ressarcimento caso os réus sejam condenados ao final do processo.

Os pagamentos foram feitos com recursos federais destinados à execução de serviços no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Estrela D’Oeste. Ao todo, a prefeitura assinou 24 contratos com diferentes prestadores nos dois últimos anos da gestão de Itiro para a realização de cursos, palestras, oficinas e outras atividades na unidade. Todos foram firmados com dispensa informal de licitação, alguns deles acima do valor legalmente permitido para a contratação direta (de até R$ 8 mil).

Em 2015, por exemplo, uma assessora de Michele não teve concorrentes ao ser escolhida para ministrar palestras e oficinas no Cras por R$ 43,7 mil. No mesmo ano, a irmã da ex-gestora recebeu R$ 20,9 mil sem licitação para realizar cursos de corte de cabelo e costura na unidade. Ambas seriam novamente contratadas em 2016: a primeira foi destinatária de mais R$ 22 mil, e a segunda, de R$ 1,5 mil para a promoção das mesmas atividades.

Em depoimento durante as investigações, Pedro Itiro admitiu a inexistência de processos administrativos que oficializassem a dispensa das licitações, exigidos mesmo para contratos com valor inferior a R$ 8 mil. O ex-prefeito chegou a considerar de pequena relevância a quantia total gasta com os serviços e afirmou não ser praxe, ao longo de sua gestão, a formalização dos procedimentos para a contratação direta. Também ouvida, Michele defendeu as contratações – feitas, segundo ela, com base em critérios técnicos –, mas confirmou a falta de concorrência na seleção.

O MPF destaca que as irregularidades não se limitam à forma como as licitações foram dispensadas. “Tais contratações tiveram por finalidade a execução de serviços contínuos e permanentes no Centro de Referência de Assistência Social do município, implicando indevida terceirização de mão de obra, com burla à exigência constitucional do concurso público”, diz a Procuradoria da República em Jales na ação.

Pedro Itiro e Michele Inácio constam ainda de uma denúncia do MPF pelas irregularidades apuradas. Caso a Justiça aceite a inicial, o ex-prefeito e a ex-gestora também responderão pelos ilícitos na esfera criminal.

BASQUETE MASTER DE JALES VENCE BARRETOS NA COPA MONTE LÍBANO

A notícia é da Secretaria Municipal de Comunicação:

No último sábado, dia 18, a equipe de Basquete de Jales conquistou sua terceira vitória consecutiva durante partida válida pela 3ª rodada da IV Copa Monte Líbano de Basquete Master/Liga Regional. Para atingir o objetivo de vencer, Jales iniciou o jogo de forma bastante agressiva no ataque e bem postada na defesa. 

A tática deu certo e a equipe logo abriu mais de 10 pontos de diferença no placar. O adversário, em sucessivas bolas de três pontos, conseguiu encostar no placar e o resultado do primeiro quarto anotou Jales 20 x 19 Barretos.

No segundo quarto, a equipe jalesense foi mais eficiente na defesa e o seu ataque fluiu com mais facilidade, convertendo várias cestas e permitindo poucas ao adversário. O segundo quarto ficou 24 x 08 e um placar favorável no intervalo do jogo em 44 x 27.

O terceiro quarto começou no mesmo ritmo, com Jales novamente contundente no ataque, anotando 19 pontos, e permitindo poucos pontos à Barretos, que conseguiu converter apenas 12. Já no último quarto, com placar bastante consistente construído a seu favor, a equipe de Jales permitiu que Barretos anotasse 17 pontos, porém continuou eficiente no ataque, convertendo 21 pontos. O placar final do jogo ficou em 84 x 56 para Jales. 

Com mais um resultado positivo, Jales, que já dividia a primeira colocação da competição com as duas equipes anfitriãs, Monte Líbanos A e B, continua empatada na liderança, sendo uma das três únicas equipes ainda invictas. Em seguida, na tabela de classificação estão Catanduva, Ilha Solteira, Cedral, Barretos e Tanabi (vide quadro abaixo).

A próxima partida da equipe jalesense, que conta com o apoio da Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Esportes, será no dia 15 de junho contra Tanabi.

Pela equipe de Jales jogaram e pontuaram: Gustavo Silva (05) Osvaldo Landin Jr. (23), Carlos Birigui (20), Paulo Silva (20), Fabio Galan (06), Rodrigo Rigolon (07) e Alessandro Santos (03).

INSCRIÇÕES PARA ELEIÇÃO DO CONSELHO TUTELAR COMEÇARAM HÁ DUAS SEMANAS

O prazo para os interessados em concorrer a uma vaga de conselheiro tutelar em Jales providenciar suas inscrições começou há duas semanas, no dia 06 de maio,  e vai até o próximo dia 05 de julho.

Segundo informações, muitas gente já procurou a sede da Secretaria de Assistência Social (foto), na Avenida Arapuã, onde estão sendo recebidas as inscrições, em busca de informações sobre as eleições, mas, até o final de semana passado, não havia nenhum inscrito.

A expectativa, no entanto, é de que as cinco vagas do Conselho Tutelar deverão ser disputadas por mais de 30 candidatos. Nas eleições de 2015, foram 31 os candidatos inscritos. O advogado João Luiz Socorro de Lima, assessor jurídico do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), lançou uma alerta para que os interessados não deixem para se inscrever no último dia, pois alguns dos documentos exigidos não podem ser obtidos da noite pro dia.

Para se inscrever, o candidato não poderá ter idade inferior a 21 anos e terá que residir em Jales há mais de cinco anos, além de possuir, no mínimo, o segundo grau completo. Eis os documentos exigidos para inscrever-se:

  • certidão negativa de distribuição criminal do Poder Judiciário Estadual e Federal;
  • certidão expedida pela Vara de Execuções Criminais da Justiça Estadual;
  • certidão de quitação eleitoral;
  • certidão de nascimento ou casamento;
  • documentos pessoais, como RG, CPF e Título de Eleitor e certidão de nascimento ou casamento.

A eleição marcada para o dia 06 de outubro deste ano será a décima, desde que o Conselho Tutelar de Jales – o primeiro do estado e o segundo do país – foi criado, na década de 90. A primeira eleição foi realizada em 1992, quando 4.119 eleitores jalesenses compareceram às urnas.

De lá para cá, o número de candidatos vem aumentando ano a ano, mas, em contrapartida, o número de eleitores vem diminuindo. Na eleição de 2010, tivemos a participação de 2.894 eleitores, número que caiu para 2.723 eleitores em 2013. Em 2015, mais uma queda, com apenas 2.511 eleitores comparecendo às urnas. 

MORADORA DO JACB QUER SER INDENIZADA POR INUNDAÇÕES

Ainda na seara das inundações, uma moradora do JACB também está recorrendo à Justiça com uma ação de obrigação de fazer com pedido de indenização contra a Prefeitura de Jales e o Departamento de Estradas e Rodagem do Estado de São Paulo (DER).

A moradora, que reside em uma rua próxima à marginal que acompanha a Rodovia “Jarbas de Moraes” reclama que, toda vez que há a ocorrência de uma chuva mais intensa, as galerias da marginal transbordam ocasionando alagamentos que invadem sua casa, causando a deterioração de móveis e utensílios, atém de danos à estrutura do imóvel.

O problema, segundo ela, não é novo e já dura mais de 20 anos. A moradora conta que, em certa ocasião, após perder boa parte de seus móveis, teve que se mudar com a filha de apenas 01 ano para o prédio do Centro Comunitário do JACB, onde permaneceu em situação crítica, por quase três meses.

Neste ano de 2019, a casa foi novamente invadida, o que a está levando a procurar a Justiça com um pedido para que a Prefeitura e o DER sejam obrigados a realizar obras para evitar novas enchentes e enxurradas. Ela está pedindo, também, uma indenização no valor de R$ 8,2 mil, alegando que “cansei de esperar por providências práticas do poder público, capitaneado nos últimos 20 anos por políticos que nada fizeram para resolver nossos problemas com alagamentos”. 

PREFEITURA TERÁ QUE PAGAR REFORMA DA CASA DE MORADORA DO JARDIM ALVORADA

O juiz da 5ª Vara de Jales, Adílson Vagner Ballotti, julgou parcialmente procedente a ação de indenização por danos morais e materiais movida por uma moradora do Jardim Alvorada. Em sua sentença, o magistrado determinou que a Prefeitura de Jales e a empresa RV Coelho Engenharia Ltda – responsável pelo loteamento Nova Jales II – paguem à moradora o valor necessário para a reforma de sua residência.

O valor da reforma da casa ainda deverá ser apurado. Além de pagar a reforma do imóvel, a Prefeitura e a empresa terão que indenizar a moradora em R$ 10 mil, relativos aos danos morais causados a ela e à família. O valor dos danos morais deverá ser reajustado monetariamente, a partir de abril de 2017, quando ocorreram os fatos que ensejaram a ação.

A moradora recorreu à Justiça no ano passado, alegando que, logo após o início das obras de construção do conjunto habitacional Nova Jales II – que fica ao lado do Jardim Alvorada – começaram as enxurradas com grande volume de água das chuvas, acompanhada de barro, que invadem sua residência, destruindo móveis e causando estragos ao imóvel.

Não bastasse isso, a moradora alegou que as máquinas de construção civil utilizadas pela empresa abalaram a estrutura de sua casa e causaram rachaduras nas paredes do imóvel. Uma testemunha confirmou que mora no bairro há seis anos e que o local não tinha problemas de inundação antes do início da construção do Nova Jales II. Para a Justiça, ficou comprovada a responsabilidade da Prefeitura e da construtora.

FRASES

“Bozo é um idiota patológico, um demente com sérias restrições mentais que fazem dele motivo de riso e pavor. Um Calígula com pitadas de Nero cercado de três Incitatus a regurgitar, dia e noite, absurdos nas redes sociais”.

(Do jornalista Leandro Fortes, no artigo “Bolsonarismo apela ao gado”, publicado nesta segunda-feira)

“Eu peço que vocês assistam e respondam: um presidente da República, na plenitude de suas faculdades mentais, publicaria um vídeo desse?”.

(Da deputada estadual Janaína Paschoal, aliada de Bolsonaro, sobre vídeo compartilhado pelo presidente, onde um pastor francês diz que o Bozo é um enviado de Deus).

GOVERNO ESCONDE FOTO EM QUE ALUNOS DE COLÉGIO DA ELITE PEDEM ‘LULA LIVRE’ DURANTE ENCONTRO COM BOLSONARO

A “foto oficial” do encontro de Jair Bolsonaro com alunos do Colégio Bandeirantes na noite de sábado (18) acabou engavetada pelo governo e pela direção da escola de elite de São Paulo. A razão é a presença na foto de dois estudantes, Ivan, de 15 anos, e G., de 16 anos, que corajosamente, fizeram o sinal de Lula Livre ao lado de Bolsonaro. 

Segundo reportagem do site Jornalistas Livres, pelo menos quatro alunas não quiseram sair na foto e se retiraram. O encontro com alunos do colégio – que cobra mensalidades de até R$ 4 mil – foi armado pela assessoria de Bolsonaro, com o objetivo de mostrar que o mito ainda tem “apoio” entre estudantes. E Bolsonaro aproveitou o encontro para xingar novamente os estudantes que foram às ruas no dia 15, chamando-os de “idiotas”.

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