THE BEATLES – “DON’T LET ME DOWN”

A semana foi de recordações para os beatlemaníacos, como é o caso do professor José Antônio de Carvalho, dos irmãos Welton e Fábio Cláudio e do jornalista Paulo Reiners Terron, ex-editor da revista Rolling Stone, que – embora tenha nascido muitos anos depois do fim da banda – é fã dos Beatles desde a pré-adolescência vivida aqui em Jales.

Na segunda-feira, 28/01, a imprensa destacou o 50º aniversário da gravação, nos estúdios da Apple, de “Dont’t Let me Down”, uma canção de amor composta por John Lennon para sua musa, a japa Yoko Ono. A letra diz coisas profundas como “nunca ninguém me amou como ela me ama; oh! ela gosta de mim, sim, ela gosta de mim”.

Na música de John Lennon, o título “Don’t Let Me Down”, traduzido, significa “não me decepcione”, mas em outra música também chamada “Don’t Let Me Down“, do grupo The Hollies, o significado é “não me deixe pra baixo”. Existe, porém, uma terceira “Don’t Let Me Down“, da banda The Chainsmokers, onde o refrão é traduzido também como “não me decepcione”. Yoko, até onde se sabe, não decepcionou John.

Gravada, como já se disse, em janeiro de 1969, a música foi lançada três meses depois, em abril, em um compacto simples que tinha, no lado A, “Get Back“, de Paul McCartney. “Get Back” era uma canção política, que, em princípio, visava satirizar aqueles que achavam que os imigrantes da Inglaterra deveriam ser mandados de volta para seus países.

Em entrevistas, George Harrison disse que Paul cantava o refrão nos ensaios com um olhar “esquartejador” para Yoko Ono: “Get back to where you once belonged” ou “volte para o lugar de onde você veio”. Paul, como se sabe, não era fã de Yoko, a quem muita gente atribui o fim dos Beatles.

Os cinquenta anos de “Don’t Let Me Down” não foi, no entanto, o único cinquentenário deste janeiro. Na quarta-feira, 30, uma lembrança talvez triste para os fãs dos Beatles. Dois dias depois de gravarem “Don’t Let Me Down”, os quatro cabeludos subiram em um telhado de Londres para fazer aquele que seria o último show dos Beatles, por sinal interrompido por vizinhos que reclamaram do “barulho”.

É desse show o vídeo abaixo, em que eles cantam a cinquentona “Don’t Let Me Down”:

 

APÓS QUASE 44 ANOS DE SERVIÇO PÚBLICO, LUISINHO ABRA SE APOSENTA

O Diário Oficial do Município de ontem, 1° de fevereiro, publicou decreto do superintendente do Instituto Municipal de Previdência, Claudir Balestrero, confirmando a aposentadoria do servidor Luiz Antonio Abra, que cumpriu, na sexta-feira, seu último dia de trabalho como Diretor de Finanças (contador) da Câmara Municipal.

Segundo o decreto assinado por Claudir, o novo aposentado contabiliza 40 anos, 05 meses e 14 dias de contribuição previdenciária. Sabe-se, porém, que Luisinho está no serviço público há quase 44 anos. Ele começou sua carreira ainda adolescente, em 1975, como “guardinha” do Serviço de Água e Esgoto(SAE), cujo escritório funcionava na Rua 12, em frente à Catedral.

Em abril de 1978, com a entrega do serviço de água e esgoto para a Sabesp, Abra foi transferido para a Prefeitura e, em agosto daquele ano, um pouco antes de completar 18 anos, teve seu primeiro registro na Carteira de Trabalho. Em 1981, depois de trabalhar em vários setores, Luisinho foi designado para o setor de contabilidade, onde ficou até 1989.

Em abril de 1989, ele se transferiu para a Câmara Municipal, após prestar um concurso, assumindo a contabilidade do Legislativo. Oito anos depois, em 1997, Luisinho se licenciou da Câmara e, a convite do então prefeito Antonio Sanches Cardoso, o Rato, assumiu a Secretaria de Finanças da Prefeitura, onde ficou até o final do mandato do falecido ex-prefeito, em dezembro de 2000.

Em 1999, Abra chegou a ser cogitado para disputar as eleições, como candidato a vice na chapa do prefeito Rato, que disputava a reeleição. Apesar da insistência do grupo de Rato e do apoio dos amigos, ele preferiu não aceitar o convite.

Na Câmara, Luisinho será substituído pelo novo contador, Márcio Ernica, de Birigui, aprovado em concurso público realizado no primeiro semestre de 2018.

A TRIBUNA: SALÁRIOS DOS VEREADORES DE JALES PERMANECEM CONGELADOS EM R$ 5 MIL

No jornal A Tribuna deste final de semana, destaque para o projeto de lei 03/2019, que reajusta os salários dos agentes políticos do município. De acordo com o projeto, que deverá ser votado na sessão dessa segunda-feira, 04, o salário do prefeito – atualmente de R$ 18.423,00 – terá o mesmo reajuste de 5,5% concedido aos servidores, subindo para R$ 19,5 mil. Já os salários do vice-prefeito e dos secretários – atualmente de R$ 7.245,00 – passará a ser de R$ 7.647,82. O dado curioso é que os vereadores não terão seus salários reajustados, por conta de uma liminar do TJ-SP, que suspendeu o reajuste concedido no ano passado. Eles continuarão ganhando R$ 5 mil, o mesmo salário que ganhavam em 2017.

Ainda na seara dos reajustes salariais, o jornal traz matéria sobre a sessão extraordinária realizada na quinta-feira, 31, quando os vereadores aprovaram a reposição de 5,5% concedida aos servidores municipais da Prefeitura. Na mesma sessão seria votado também o projeto que reajustava os salários dos servidores da Câmara, mas, graças a uma discordância do Sindicato dos Servidores, a proposição foi retirada da pauta. O valor do chamado auxílio alimentação pago aos servidores da Câmara – de R$ 390,00 ou R$ 60,00 a mais que os R$ 330,00 pagos aos servidores da Prefeitura – era um dos pontos de discordância.

A “Moção de Repúdio” proposta pelo vereador Macetão contra o governo Bolsonaro; a campanha SOS Brumadinho, da Cáritas Diocesana de Jales; a entrega das 99 casas populares do conjunto “Honório Amadeu”, programada para o próximo sábado; os gastos com a merenda escolar, que ultrapassaram a cifra de R$ 4 milhões em 2018; as reclamações de moradores do Jardim Alvorada, que tiveram suas casas inundadas durante as chuvas do final de semana passado; a atuação da Polícia Militar de Jales, que apreendeu grande quantidade de crack durante a semana; e a eleição do prefeito Flá Prandi para presidir a Associação de Municípios da Araraquarense (AMA), são outros assuntos de A Tribuna.

Na coluna Enfoque, destaque para o início das investigações do Ministério Público a respeito das denúncias de um funcionário da UPA de Jales sobre supostas irregularidades no órgão, que incluem acúmulo ilegal de cargos e descumprimento da jornada de trabalho. Na página de opinião, a tragédia de Brumadinho é o assunto dos artigos “O crime não compensa”, do blogueiro Hélio Consolaro, e “A lama da negligência”, do deputado federal e presidente do Fecomerciários, Luiz Carlos Motta. No caderno social, destaque para a chegada a Jales de uma franquia da Via Certa Educação Profissional e para a coluna do Douglas Zílio, que traz flashes do casamento do sertanejo Cristiano, da dupla com Zé Neto.

EMPRESA VAI À JUSTIÇA PARA COBRAR R$ 765,7 MIL DA PREFEITURA DE JALES

A empresa Proposta Engenharia Ambiental Ltda, que cuidou da limpeza urbana e da coleta do lixo em Jales, no período de janeiro/2014 a maio/2015, está de volta à Justiça para cobrar dívidas que a nossa Prefeitura teria com ela.

A ação de cobrança – no valor de R$ 765,7 mil – foi protocolada ontem, 01/02, pelos advogados da empresa. Essa não é a primeira vez que a Proposta Ltda recorre à Justiça para tentar receber algum dinheiro da Prefeitura de Jales. Em 2017, a empresa ajuizou outras duas ações, no valor total de R$ 580 mil, que ainda não foram julgadas.

Para quem não se lembra, em março de 2015 os funcionários da Proposta Ltda chegaram a ameaçar uma greve por conta dos salários que estavam atrasados. Na época, a empresa alegou que estava há seis meses sem receber um único centavo da Prefeitura.

Em 2016, a empresa foi acusada pelo Ministério Público de, juntamente com a ex-prefeita Nice Mistilides, ter causado prejuízos aos cofres municipais. A Proposta Ltda chegou a ter cerca de R$ 1,4 milhão – encontrados em duas contas bancárias – bloqueados pela Justiça local.

Recentemente, ao julgar a ação, o juiz da 5ª Vara, Adílson Vagner Ballotti, concluiu que o prejuízo teria sido de apenas R$ 8,8 mil e condenou a empresa e a ex-prefeita a devolver o valor, devidamente corrigido, aos cofres públicos.

Pelo visto, os prejuízos causados à empresa foram muito maiores do que os que ela teria causado à Prefeitura.   

DEU NA FOLHA NOROESTE DE HOJE

Na edição digital do jornal Folha Noroeste deste sábado, o principal destaque é a decisão do Tribunal de Contas do Estado(TCE), que negou provimento a um recurso do ex-prefeito Pedro Callado. O recurso de Callado era contra outra decisão do TCE – que foi mantida – relativa às contas anuais da Prefeitura de Jales do exercício de 2015, que receberam parecer desfavorável. Em 2015 nós tivemos três prefeitos – Nice, Callado e Tiquinho – e os principais motivos para o parecer desfavorável do TCE foram o déficit orçamentário e o desequilíbrio fiscal.

Nem tudo, porém, está perdido para Callado & Cia, uma vez que os vereadores poderão concluir que as razões do TCE não são assim tão importantes e, contrariando a orientação dos ilustres conselheiros, decidirem optar pela aprovação das contas de 2015. As contas de 2014, por exemplo, também receberam parecer desfavorável do TCE, mas acabaram sendo aprovadas pela Câmara, como se pode ver aqui.

O jornal está destacando, também, a entrega das 99 moradias populares do conjunto habitacional “Honório Amadeu”, que, depois de algumas controvérsias, foi marcada para o próximo sábado, 09 de fevereiro. A notícia foi trazida pelo prefeito Flá Prandi, que se reuniu em São Paulo com o novo secretário estadual de Habitação, Flávio Amary e a cúpula da CDHU. Além da notícia, Flá trouxe também um vídeo, onde o secretário Amary confirma a data da entrega das casas, que começaram a ser construídas em 2012, ainda no mandato do estadista Humberto Parini.

Na coluna FolhaGeral, o enigmático redator-chefe Roberto Carvalho está informando que a Câmara Federal começou o ano remetendo para o cesto de lixo o projeto de lei 3.266/2015. E nós temos alguma coisa a ver com isso? Temos sim! O projeto, de autoria do deputado Vicentinho(PT), pedia a criação da Universidade Federal da Região Noroeste Paulista (UFNP) em Jales. A proposta de Vicentinho chegou a ser aprovada na Comissão de Educação, ainda em 2015, mas… Mas, segundo o Roberto, teria faltado empenho dos políticos locais e também da nossa comunidade.

MINISTRO DA EDUCAÇÃO DE BOLSONARO DIZ QUE BRASILEIROS SÃO LADRÕES

A notícia é do Brasil 247:

O colombiano Ricardo Vélez Rodriguez, ministro da Educação do governo de Jair Bolsonaro, concedeu entrevista estarrecedora à revista Veja, que vai às bancas neste fim de semana. 

Vélez chama os brasileiros de ladrões e disse que eles roubam até hotéis quando viajam ao exterior. “O brasileiro viajando é um canibal. Rouba coisas dos hotéis, rouba assento salva-vidas do avião; ele acha que sai de casa e pode carregar tudo. Esse é o tipo de coisa que tem que ser revertido nas escolas”, afirmou. 

O ministro disse também que vai acabar com cotas e com a universidade pública. “Em nenhum país do mundo a universidade chega para todos. Ela representa uma elite intelectual, para a qual nem todos estão preparados”, afirmou.  

Nunca, em toda a sua história, os brasileiros foram tão humilhados por uma autoridade pública.

O CORAJOSO DEPOIMENTO DO MÉDICO QUE ATENDEU O IRMÃO DE LULA

O ex-urubólogo Alexandre Garcia, agora um propagandista de Bolsonaro e seu governo, ajudou a espalhar a história de que Lula, quando na presidência, deixou de comparecer ao velório de dois irmãos.

Na verdade, eram meio-irmãos – filhos do pai de Lula – com quem ele nunca teve nenhum relacionamento. Os irmãos de Lula eram os filhos de dona Lindu, que vieram com ele em um pau-de-arara. Vavá, por ser mais velho, era para Lula uma figura quase paterna.

O texto é do jornalista Joaquim Carvalho, do DCM:

Viralizou na internet o depoimento do médico Jorge Abissanra, oncologista que atendeu a Genival Inácio da Silva, o Vavá, até sua morte, na última quarta-feira.

É um depoimento que deveria cobrir de vergonha as autoridades que se empenharam em pareceres e decisões que resultaram na negação a Lula de um direito que não se nega a ninguém há 2 000 anos: velar os seus mortos.

Jorge contou que esteve no velório, em respeito ao paciente e à família dele, com quem conviveu nos últimos meses, e ficou na expectativa de que Lula pudesse estar presente e chorar a morte de Vavá. Disse ele:

— Fui talvez uma das primeiras pessoas a saber de seu falecimento e na hora me veio uma pergunta. E agora? Será que vão deixar Lula vir vê-lo? Não sabia como funcionava a legislação brasileira sobre o tema. Pois bem, fui atrás e descobri que só em 2018, 185 mil presos saíram pra ir a enterro de parentes no Brasil. Isso mesmo, 185 mil. Como havia sido convidado pela família, fui ao velório em respeito a meu paciente e sua filha e lá vi tamanha consternação de seu famoso irmão não estar presente. Me fica uma dúvida. Independente de minha opinião política sobre Lula e independente da de qualquer um, fiz meu papel de médico com o maior carinho, profissionalismo e dedicação possível. Não será que deveria também ser esse o papel do judiciário? Se 185 mil custodiados no último ano puderam participar de homenagens aos seus entes falecidos por que não Lula? Me amedronta quando a justiça parece não fazer justiça e soa como se estivesse fazendo vingança. Como médico e defensor da vida não podia deixar de fazer esse relato. A lei é pra todos.

Doutor Jorginho, como é conhecido, viu de perto que Vavá não é nem de longe o que a velha imprensa descreveu em 2005, auge do mensalão, como um grande lobista dos negócios do governo. Afirmou:

— Nesses últimos dias tive um paciente ilustre, seu Genival Inácio da Silva, o Vavá, irmão de Lula. O atendia no SUS, senhor sempre simpático, com vestes simples, humilde e acompanhado sempre de sua adorável filha Andreia. Ele nunca me disse que era irmão do ex-presidente mas todos obviamente sabíamos. Já muito debilitado pela doença avançada, sem uma das pernas amputadas pela câncer, Vavá parecia dar de ombros pela situação que o acometia. Sempre tinha um sorriso no rosto e um olhar alegre pra transmitir.

Em 2005, quando Vavá foi apresentado pela Veja como lobista de grandes negócios no governo, eu trabalhava na equipe de Boris Casoy no Jornal da Record e fui escalado para a reportagem de repercussão da “denúncia” da revista.

Ao chegar na casa de Vavá, vi que não fazia sentido a notícia de que ele era um grande lobista. Era um imóvel simples, num bairro pobre de São Bernardo do Campo, e aquela notícia não fazia sentido.

Logo depois, a denúncia da revista caiu no esquecimento, como tantas outras feitas para desgastar Lula e o seu governo.

Jorge Abissanra é médico experiente e é de uma família de políticos, nenhum deles ligado ao PT.

Seu pai foi prefeito de Ferraz de Vasconcelos pelo PSB, e ele chegou a ser candidato a vice-prefeito de Suzano em 2016, também pelo PSB.

Num momento de desgaste do PT, com Lula preso, politicamente talvez fosse melhor para Jorge Abissanra silenciar, como tantas outras pessoas em posição de destaque fazem neste momento.

Mas, segundo ele, moralmente não seria possível:

— Como médico e defensor da vida não podia deixar de fazer esse relato. A lei é pra todos.

A Lei É para Todos… Muito mais que um título de filme, que uma peça de propaganda destinada a manipular o povo.

Com seu relato, Jorge Abissanra foi correto e não se acovardou, e isso não é pouca coisa no Brasil de hoje.

MACETÃO PROPÕE REPÚDIO AO GOVERNO BOLSONARO

O vereador Luiz Henrique Viotto(PP), o Macetão, parece estar querendo virar alvo da ira e do mau humor dos bolsominions nativos. Ele está planejando propor aos seus ilustres e nobres colegas vereadores a aprovação – vejam só quanta ousadia! – de uma “Moção de Repúdio” ao governo Bolsonaro.

Existem vários motivos para repudiar o Coiso, mas o mote de Macetão para botar em discussão a arrojada proposição é a anunciada extinção do Ministério do Trabalho, que, segundo o vereador, “trará grandes prejuízos aos trabalhadores brasileiros”.

No jornal A Tribuna desse final de semana, os detalhes sobre a “Moção de Repúdio” de Macetão.

O jornal vai esclarecer, também, os motivos que estão levando os servidores da Prefeitura a protestar contra o reajuste dos servidores da Câmara. A mídia tem dito que o problema está no valor do Auxílio Alimentação, que é maior para os servidores da Câmara. Mas esse não é o único problema….

GOVERNO PAULISTA PAGARÁ R$ 128 MILHÕES DE BÔNUS E PRÊMIOS PARA POLICIAIS DE REGIÕES ONDE CRIMINALIDADE DIMINUIU

Os policiais civis da Seccional de Jales e os policiais do 16º Batalhão da Polícia Militar do Interior em Jales estão entre aqueles que receberão o bônus, uma vez que contribuíram para a diminuição da criminalidade na região. A notícia é da assessoria de imprensa do deputado Carlão Pignatari(PSDB):

O governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou, nesta quinta-feira (dia 31), que 73.857 policiais civis, militares e técnico-científicos vão receber bonificação por resultado referente ao segundo trimestre de 2018. No total, o valor chega a R$ 128.922.125,00. 

O deputado estadual Carlão Pignatari (PSDB), líder do Governo na Assembleia Legislativa, aplaudiu a iniciativa, transmitiu a notícia aos demais deputados do Parlamento paulista e ressaltou que a premiação é mais que merecida.

“São pessoas que saem de casa todos os dias e não sabem se voltam, pois arriscam suas vidas para proteger o cidadão de bem e manter a ordem e a segurança”, disse Carlão.

De acordo com o governador, serão beneficiados policiais que atuam em áreas em que houve redução dos índices de vítimas de letalidade violenta — homicídio doloso e latrocínio —, roubo e furto de veículo, além de roubo em geral no segundo trimestre de 2018.

O programa de bonificação prevê que serão favorecidos com a premiação 53.426 policiais militares, 17.880 civis e 2.551 técnico-científicos.

Por outro lado, de acordo com o deputado Carlão Pignatari, o governador Doria anunciou ainda que, a partir de fevereiro, 20 policiais serão homenageados mensalmente por ações de destaque no exercício de suas funções ao longo do mês anterior.

Será o programa “Policial Nota 10”, cujo objetivo é reconhecer e estimular o bom o trabalho dos policiais militares, civis e técnicos científicos de todo o Estado.

“É importante que o Governo do Estado estimule e valorize os profissionais que prestam bons serviços para a comunidade”, finalizou o deputado Carlão Pignatari.

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