REDE ELÉTRICA DE JALES RECEBERÁ TECNOLOGIA PIONEIRA NO PAÍS

A novidade está pendurada na página da Elektro:

A Elektro iniciou o estudo dos bairros do município de Jales que receberão o sistema de automação inteligente de redes (AIR). Pioneira no país, a tecnologia beneficiará mais de 50  mil pessoas na cidade. A concessionária irá investir mais de R$ 2 milhões neste processo de inovação.

Em maio, começam a ser instalados 15 equipamentos que evitarão a interrupção de energia, no caso dos chamados “defeitos temporários”, quando, por exemplo, galhos de árvores encostam na fiação e, depois, caem. Um restabelecimento que antes levaria cerca de uma hora e meia – entre identificação e religamento por uma equipe técnica – levará apenas 80 segundos para ser automaticamente religado.

O novo sistema de automação irá abranger praticamente toda a área urbana de Jales melhorando a confiabilidade e garantindo que o Centro de Operações da Elektro, localizado em Campinas,  tenha a informação com mais agilidade e robustez. Quando uma árvore cai em cima da rede elétrica, por exemplo, e interrompe a energia, o sistema AIR (Automação Inteligente de Redes) já identifica o ponto onde houve a interrupção e, sempre que possível, religa automaticamente, isolando o problema e reduzindo o número de clientes desligados.

Neste processo de automação, a distribuidora também realizará a instalação de um novo alimentador, desta forma,  aumentando a confiabilidade do sistema e continuidade do fornecimento.

FERNANDA TAKAI – “RITMO DA CHUVA”

Neta de japoneses (por parte de pai), Fernanda Barbosa Takai nasceu no Amapá mas vive em Belo Horizonte desde os nove anos de idade, o que explica sua discreta alma mineira. Dona de voz suave, a vocalista do Pato Fu iniciou sua carreira musical na banda “Data Vênia” e passou por outras duas bandas de nomes igualmente curiosos: “Fernanda e 3 do Povo” e “Sustados por 1 Gesto”.

No Pato Fu, Fernanda alcançou popularidade como artista, instrumentista e letrista. O sucesso da banda acabou aparecendo no exterior. Além das canções em português, Fernanda grava com frequência canções em inglês e japonês, tendo já cantado também em francês e espanhol com o Pato Fu.

Em 2001, Takai entrou na lista das 10 melhores cantoras do mundo, publicada pela revista Time. Fora da música, ela escreve crônicas para os jornais Correio Braziliense e O Estado de Minas e, em novembro de 2007, lançou o primeiro livro “Nunca Subestime uma Mulherzinha“, reunindo crônicas e contos publicados nos dois jornais.

Foi também em 2007 que Fernanda, paralelamente ao trabalho com o Pato Fu, gravou seu primeiro disco solo – “Onde Brilhem os Olhos Seus” – todo dedicado ao repertório de Nara Leão, eleito pela Associação Paulista de Críticos de Arte o melhor disco de MPB daquele ano.

Em 2009, Fernanda lançou o DVD “Luz Negra“, um registro ao vivo do show do mesmo nome, onde ela, além do repertório de Nara Leão, interpretou outras canções, como “Ben”, de Michael Jackson e “Ritmo da Chuva”, a música do vídeo abaixo.

“Ritmo da Chuva” é uma versão do Demétrius (Demétrio Zahra Neto) para a música “Rhythm of the Rain”, do grupo The Cascades. Lançada em 1968, a versão de Demétrius se transformou no maior sucesso de sua carreira como cantor e um dos maiores sucessos da Jovem Guarda.

Confiram no vídeo, a delicada releitura de “Ritmo da Chuva”, com a Fernanda Takai. O rapaz de chapéu que a acompanha ao violão é o marido dela, John Ulhôa, também integrante do Pato Fu.

GILMAR MENDES DIZ QUE PROCURADORES CHANTAGEIAM RÉUS PARA FORÇAR DELAÇÕES

Do site Consultor Jurídico:

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, teceu duras críticas à forma com que o Ministério Público vem negociando delações premiadas. Especialmente na operação “lava jato”, diz o ministro, os procuradores vêm usando de métodos questionáveis em sua “estratégia de persuasão” para transformar investigados em delatores.

Durante sessão da 2ª turma do STF na terça-feira (20/3) que trancou o inquérito contra o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), o ministro classificou como severo e preocupante o desempenho de procuradores.

“Vamos ter de rediscutir, talvez, no âmbito do tribunal a investigação feita pelo MP. Parece que, pelas notícias que correm, que os promotores se entusiasmaram em demasia com aquilo que se chama ‘investigação à brasileira’”, disse Gilmar. 

A investigação pelo MP sem a polícia foi declarada constitucional pelo Supremo em 2015. O ministro Gilmar foi o relator e autor do voto vencedor, responsável pela tese que definiu a questão no Plenário. Agora, ele considera que as práticas do MP demonstraram que procuradores vêm abusando desse novo poder.

De acordo com o ministro, advogados levaram a ele relatos de que procuradores do Rio de Janeiro teriam ameaçado o empresário Eike Batista de ser estuprado no presídio e de ser filmado nessas condições. “Quer dizer, se isto é minimamente verdade, é algo que repugna, repudia. A que ponto se pode chegar?”, disse.

Antes, Gilmar falou do ex-procurador da República Marcelo Miller, que negociou o acordo de leniência da JBS, e o chamou de “Massaranduba-Miller”. Hoje advogado, o ex-procurador era conhecido por ser irredutível e rigoroso nas negociações. Massaranduba era o nome de um personagem do Casseta e Planeta que “se fingia de macho só para rolar com outro macho no chão”, segundo  TV Globo. Miller deixou o Ministério Público Federal para negociar o acordo de leniência do Grupo J&F, dono da JBS.

“Este personagem de triste memória no MP e que fazia investigações —vamos chamar assim — atípicas, fazendo ameaças. ‘Não se comporte como uma moça virgem, querendo mostrar apenas os seios, tem que mostrar a vagina.’ Era essa a linguagem delicada que Miller usava nas suas investigações”, narrou Gilmar, que diz ainda que o MP “produziu gente” como o ex-procurador.

A TRIBUNA: MORADORES DENUNCIAM POSSÍVEIS CRIMES AMBIENTAIS NA CONSTRUÇÃO DE CASAS POPULARES

No jornal A Tribuna deste final de semana, destaque para a denúncia de possível crime ambiental que estaria sendo cometido na construção do Residencial Nova Jales II. De acordo com matéria do repórter Alexandre Ribeiro, o Carioca, a redação do jornal teria recebido fotos e documentos a respeito dos supostos crimes, que vão desde o assoreamento do Córrego do Açude até a captação ilegal de água para uso nas obras do residencial. A reportagem do jornal procurou a Cetesb, a Polícia Ambiental e o DAEE, que prometeram investigar a denúncia. O engenheiro responsável pela obra, Guilherme Coelho, disse ter conhecimento das queixas dos moradores, mas alegou desconhecer as irregularidades ambientais.

O jornal está destacando, também, a condenação da ex-prefeita Nice Mistilides, de sua nora e ex-secretária de Fazenda, Angélica Boletta, do ex-chefe de gabinete Adriano Lisboa, e de duas empresas locais, por conta de malfeitos na realização da “Festa do Arroz e Feira do Verde” de 2014. Cada um deles terá que pagar multa civil de quase R$ 32 mil, além de, em conjunto, devolver o valor dos prejuízos causados aos cofres públicos.

Os planos para transformar a Casa do Produtor Rural – construída na administração Parini e abandonada desde então – em um centro de hemodiálise; as mais de 600 casas populares que estão sendo construídas em Jales, em três empreendimentos imobiliários; a iniciativa de alguns moradores do Jardim do Bosque, que estão pleiteando uma indenização da Prefeitura pela desvalorização de seus imóveis; os preparativos para a Facip Rodeio Show, que acontece de 19 a 22 de abril; e a aquisição de dois ônibus para a saúde municipal, são outros assuntos de A Tribuna.

Na coluna Enfoque, detalhes sobre a negociação entre a Prefeitura e o Instituto de Previdência, que pode reduzir pela metade a dívida previdenciária do município de R$ 30 milhões. Na página de opinião, o ex-prefeito Pedro Callado escreve sobre as maldades dos atuais governantes visando justificar a venda do Brasil, enquanto o irrequieto Marco Poletto fala sobre a possível indicação do ex-presidente Lula ao Prêmio Nobel da Paz. No caderno social, destaque para a coloridíssima coluna do Douglas Zílio.  

POLÍCIA MILITAR DE JALES PRENDE TRAFICANTES COM MAIS DE 2,2 KG DE MACONHA

A notícia é do Diário da Região:

A Polícia Militar de Jales prendeu os traficantes Ray Miller Francisco da Silva e Aparecido Donizete de Freitas, nesta sexta-feira, 23, com 2,227 quilos de maconha e 52,44 gramas de cocaína. Eles foram levados para a Central de Polícia Judiciária de Jales, e foram ouvidos pela delegada Maria Letícia Camargo Negrelli da Silva.

A prisão é resultado do trabalho do Setor de Investigação da Polícia Civil de Pontalinda, que obteve informações que os traficantes levariam para Pontalinda uma grande quantidade de entorpecente, a serem comercializadas. Os policiais montaram campana nas proximidades da residência de Ray e, após verificar a aproximação do veículo conduzido por Aparecido, fizeram a prisão. 

DEU NA FOLHA NOROESTE DE HOJE

A edição digital do jornal Folha Noroeste deste sábado traz como principal assunto a aquisição, pela Prefeitura, de dois ônibus usados para o setor de saúde do município. Eles deverão ser utilizados no transporte de pacientes para tratamento em outras cidades. Os dois busões tem capacidade para 48 passageiros e foram comprados com recursos devolvidos ao final do ano passado pela Câmara Municipal. O prefeito Flá disse que os dois veículos fazem parte da renovação da frota municipal, proposta por ele. Flá ressaltou, de outro lado, que a Câmara deu exemplo de austeridade no trato com o dinheiro público, ao economizar durante todo o ano e devolver quase R$ 200 mil ao Executivo.

O jornal está destacando, também, a proximidade do início da Facip deste ano, que será realizada em um novo recinto, na avenida “Paulo Marcondes”. Segundo o jornal, uma das principais atrações da festa será o rodeio em touros e cavalos, que terá peões renomados e as melhores tropas do país. A Facip Rodeio Show começa no dia 19 de abril – “Dia do Índio” e aniversário do Roberto Carlos – mas o show de abertura não terá a dupla Cacique e Pajé e nem tampouco o Rei. Henrique e Juliano serão as atrações do primeiro dia.

Ontem, eu estava vendo um vídeo com os melhores momentos do histórico jogo de 1971 (aqui) em que o Corinthians bateu o Palmeiras, de virada, por 4 a 3. Três personagens daquele jogo – Adãozinho, Peri e Lindóia – estiveram em Jales um ano antes e um deles, o Lindoia, foi implacavelmente marcado pelo editor chefe da Folha Noroeste, Roberto Carvalho. Na coluna FolhaGeral desta semana, a marcação do Roberto é em cima de dois partidos políticos que filiaram o Ronaldinho Gaúcho e o professor Wanderlei Luxemburgo para a disputa eleitoral deste ano. Segundo o colunista, os partidos só pensam em ganhar votos. 

CARAVANA DE LULA É ATACADA NO RS E MILITANTE É HOSPITALIZADA APÓS RECEBER SOCO NO OLHO E CHUTES

Da revista Fórum:

Um grupo de extremistas de direita do Rio Grande do Sul protagonizou ações covardes de violência, durante a passagem da caravana do ex-presidente Lula pelas cidades do estado. Ao longo do trajeto, o tom de agressividade foi subindo, ao ponto de serem registradas diversas agressões a mulheres, que participaram de atos em favor da democracia e do ex-presidente.

“Trata-se de um grupo de ruralistas, que vinha se articulando há tempos para organizar protestos contra a caravana e criar um ambiente tenso durante a passagem do ex-presidente e da militância pelo estado. Cidades nas quais o PT não tem tanta força de organização são locais predominantemente agrícolas e os ruralistas protestaram, com tratores, caminhonetes, atirando pedras e ovos”, explica Laura Sito, secretária de mobilização da Executiva Estadual do PT do Rio Grande do Sul. Ela acompanhou metade da caravana, percorrendo Bagé, Livramento e Santa Maria.

O ponto máximo de brutalidade ocorreu em Cruz Alta, nesta quinta-feira (22), conforme relata Laura. “Esta cidade tem o PT na prefeitura e uma atuação relevante do MST. Contudo, na saída do ato em defesa de Lula, algumas militantes foram agredidas”, conta.

Cristiano Lopes, militante do PT, que auxiliou as mulheres e, inclusive, levou Deise Miron, militante espancada, ao hospital, revela mais detalhes. “A Deise ficou muito machucada. A agravante é que ela é paciente de câncer e se submete com frequência à radioterapia. Antes do ato, os ruralistas haviam tomado a rua que havíamos reservado para a militância. Convencemos a brigada que ali era nosso lugar e eles tiveram de recuar. No entanto, se posicionaram na saída, ficaram esperando e agrediram as mulheres”.

Enquanto aguardava para fazer exame de corpo de delito, Deise conversou com a Fórum: “Eu estava com meu filho de 10 anos e com minha secretária. Ao final do ato, fui em direção ao meu carro, que estava estacionado no final de uma rua. Quando estava no meio da quadra, começaram a me atirar pedras e ovos e a gritar ‘peguem a loira’. Ao chegar mais perto, veio um rapaz, me deu um soco no olho e saiu correndo. O instinto me fez correr atrás, mas ele se misturou à multidão. Foi quando me agarraram pelos cabelos, me jogaram ao chão e começaram a me chutar. Estou com o corpo todo machucado. Tive de ser hospitalizada e só não estou ainda internada, porque preciso voltar à radioterapia”, relata.

Deise é de Cruz Alta, é filiada ao PT há mais de 20 anos e diz que sempre sofreu perseguição, especialmente durante campanhas para prefeito na cidade. “Convivo com essas manifestações de ódio há muitos anos”, revela.

QUEM SABE FAZ A HORA: GERALDO VANDRÉ É APLAUDIDO DE PÉ EM RETORNO AOS PALCOS

Por conta de suas canções nacionalistas, Geraldo Vandré (nome verdadeiro: Geraldo Pedrosa de Araújo Dias) foi um dos alvos preferidos da ditadura militar, mas, ao contrário do que diz a lenda, ele não foi torturado e nem ficou louco. Apenas desapareceu por conta própria e virou um enigma.

Depois do auto exílio em países como Chile e França, onde, em 1970, gravou seu último disco, ele voltou ao Brasil em 1973, mas, dono de temperamento arredio, preferiu permanecer exilado em seu próprio país.

É sintomático que Vandré – um herói da resistência com a marcha “Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores” – tenha decidido reaparecer em tempos tão estranhos, quando resistir é preciso. E o final do vídeo acima nos mostra que o povo da Paraíba continua resistindo.

A notícia é do portal Parlamento PB:

O cantor e compositor paraibano Geraldo Vandré foi aplaudido de pé na noite de hoje na Sala de Concertos Maestro José Siqueira na primeira de duas apresentações que marcaram o fim do silêncio de 50 anos fora dos palcos.

O último show do paraibano, considerado hoje “mito da MPB”, aconteceu em dezembro de 1968 – um dia antes da publicação do Ato Institucional nº5 (AI-5), que acabou o exilando no Chile. Advogado, poeta e violonista brasileiro, Vandré é um dos nomes mais célebres da música popular brasileira. Seu sobrenome artístico é uma abreviação do sobrenome do seu pai, o otorrino José Vandregíselo.

Para as duas apresentações (de quinta e sexta) os mil ingressos disponibilizados se esgotarem em cerca de 15 minutos. “O primeiro da fila chegou ainda na madrugada”, ressaltou o secretário de Cultura de João Pessoa(PB), Lau Siquiera. Foram limitadas duas entradas por pessoa, para que o maior número de espectadores possível fosse contemplado.

Em um coletiva de imprensa na quarta-feira (21), Vandré afirmou não ter pretensão de fazer outras apresentações em público, ainda que se fosse um show pago. “Canto aqui porque é a Paraíba”, afirmou o homenageado das duas noites.

JALES ABRIU 23 NOVOS EMPREGOS EM FEVEREIRO

O Ministério do Trabalho divulgou, nesta sexta-feira, 23, os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), relativos a fevereiro. Em termos de Brasil, foram abertos 61.688 novos empregos formais, o que, segundo a imprensa amiga, representa “o melhor fevereiro dos últimos quatro anos”.

Se o PT ainda estivesse governando o país, a mesma imprensa diria que os 61.688 empregos representavam “o quarto pior fevereiro dos últimos nove anos”.

Foquemos, porém, em nossa aldeia. Os números divulgados hoje mostram que, em Jales, fevereiro produziu 23 novos empregos, resultado de 265 admissões e 242 demissões. A imprensa contrária diria que foi “o segundo pior desempenho entre as principais cidades da região”.

E foi mesmo! Fernandópolis produziu 96 novos empregos com carteira assinada, enquanto Santa Fé do Sul gerou 42. E o pior desempenho foi de Votuporanga, que fechou 94 empregos, a maioria no setor do Comércio.

Entre os 22 pequenos municípios que integram a microrregião de Jales, os destaques positivos foram Santa Albertina, que abriu 98 novos empregos, e Aparecida D’Oeste, que quase empatou com Jales, abrindo 22 novos postos de trabalho.

O maior destaque negativo foi para Paranapuã, que fechou 24 empregos. Pontalinda (-17), Santa Salete (-11) e Populina (-07), também tiveram desempenhos negativos.

Em tempo: Em janeiro, Jales fechou 65 empregos formais. Assim, deduzidos os 23 empregos criados em fevereiro, o saldo do ano ainda continua negativo, com 42 empregos a menos. 

 

LULA SE MANTÉM COMO POLÍTICO MAIS APROVADO DO BRASIL

 

Quem chega mais perto de Lula é a ex-ministra Marina Silva, com 30% de aprovação, mas ela, historicamente, só vai bem até o início da campanha. Depois da Marina, vem a “caricatura fascista”, com 24% de aprovação.

Deu no Tijolaço:

Uma nova rodada da pesquisa “Barômetro Político”, do Ipsos/Estadão  continua  mostrando que  Lula é o político com maior grau de aprovação entre os brasileiros.

Da rodada anterior, há um mês, a taxa de reprovação do ex-presidente oscilou de 56% para 57%, enquanto a aprovação variou de 42% para 41%, dentro da margem de erro. Estatisticamente, portanto, nada está abalando a tomada de posição do homem cuja liberdade está sendo furiosamente ameaçada.

Os números insuspeitos, pela origem, mostram que nunca antes na história deste país houve uma dissociação tão evidente entre a opinião pública e a opinião que se publica, velha máxima do Barão de Itararé.

Temer, com a “jogada de mestre” da intervenção no Rio, também não melhorou um pingo seus índices: 94% de desaprovação , quase o mesmo dos 93% do mês passado, contra minguados 4% de aprovação.

Há pequenas oscilações nos índices de Jair Bolsonaro, Geraldo Alckmin e de Marina Silva, mas todos continuam rondando a casa dos 60% de reprovação. Os índices de aprovação ficam muito abaixo dos de Lula.

Pouco mais de seis meses nos separam de uma aventura eleitoral na qual a ausência de Lula pode levar o país ao que seria o impensável: uma caricatura fascista no poder.

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