A cantora Gal Costa cancelou os dois shows que faria na Virada Paulista, neste final de semana, devido a problemas de saúde. Ela será substituída por Vanessa da Mata. Segundo informações da Secretaria Estadual de Cultural, Gal está com uma “forte inflamação” na traqueia e na laringe e, por isso, está impossibilitada de cantar.
Ela tinha apresentações marcadas em Araraquara (sábado, 18) e São José do Rio Preto (domingo, 19). Ambos os shows seriam gratuitos. Gal era uma das principais atrações da Virada Paulista. O evento, inspirado na Virada Cultural da capital paulista, acontece em 27 cidades do interior paulista neste final de semana.
E agora, eu estou indo lá pra Regional FM, onde, todos os domingos – das 10:00 às 14:00 horas – apresento o Brasil & Cia, com o melhor da MPB. Aliás, sempre que eu chego ao estúdio, encontro por lá o meu extrovertido amigo Sílvio Catuaba e a mocinha do Proença divulgando as ofertas do dia.
Hoje é domingo e o trânsito da Avenida João Amadeu deve estar tranquilo, mas, por via das dúvidas, vou sair de casa com uns 15 minutos de antecedência. Deixo com vocês um vídeo com uma das minhas cantoras prediletas, a Ana Carolina.
Em 1999, mesmo sem conhecer o trabalho da Ana Carolina, comprei o primeiro CD gravado por ela, até por curiosidade, já que ele tinha duas músicas do Chico Buarque. Uma delas era “Beatriz”, uma música que pouquíssimos artistas ousam regravar, porque é difícil de ser cantada e, além disso, já tem uma versão definitiva, a do Milton Nascimento.
Foi amor à primeira audição! Logo no primeiro CD dava pra perceber que estávamos diante de uma grande cantora. Mais tarde, o CD estourou por conta da inclusão de “Garganta” na trilha sonora de uma novela. E quando o Chico autorizou a gravação do seu songbook – uma coletânea de 8 CDs com suas músicas, cantadas por outros artistas – a única exigência que ele fez foi que Ana Carolina estivesse entre os intérpretes convidados.
Bem, chega de conversa! Fiquem com Ana Carolina cantando um medley com ”Vestido Estampado” e “Me Deixa em Paz“. Basta clicar no link abaixo e ir direto ao Youtube:
Renato Rocha, ex-baixista da Legião Urbana, está vivendo há cinco anos como sem-teto nas ruas do Rio de Janeiro. O músico foi encontrado pela reportagem do programa Domingo Espetacular, da Rede Record, sentado em frente a uma agência bancária no centro da cidade.
Rocha, que entrou para a banda a convite do cantor Renato Russo, foi despedido alguns anos depois. Segundo um vídeo da época, o baixista foi expulso, de acordo com Dado Villa-Lobos, por “ser muito louco”.
Falando do grupo, Renato Rocha diz sentir saudade dos tempos de sucesso: “Adoro ouvir Legião no rádio”; e sobre Russo: “Ele era uma pessoa muito inteligente. E (quando estava) sóbrio, era fácil de conviver; só que ele bebia sem limites”.
Ainda sobre drogas e álcool, o músico afirma nunca ter sido dependente: “Às vezes você toma um calmante e é considerado droga. Eu preferia tomar um calmante para controlar o nervosismo”. Mas falando sobre as festas, admite: “Depois (dos shows) pode liberar tudo”.
Hoje é o “Dia Internacional da Mulher”. São várias as músicas que homenageiam as mulheres. Chico Buarque é, seguramente, o compositor que mais escreveu músicas com o “eu feminino”. E todas belas. Mas eu escolhi essa música de dois compositores bem menos conhecidos – Paulo Debétio e Paulinho Rezende – cuja letra é muito bonita. E a interpretação da Simone também é magistral. Se você tiver um tempinho, veja e ouça “Uma Nova Mulher”:
Algumas pessoas aqui de Jales já estão com ingresso comprado e passagem marcada para ver o show do Chico, em São Paulo. Minha nora, Ticiane, que é fã do nosso maior compositor, e meu filho Artur, estão entre elas. Abaixo, um comentário sobre o show, publicado no blog do Renato César Pereira:
Na última quinta (1º/3), estreou em São Paulo um dos shows mais esperados do ano -e de vários anos. E inguém passou noites sem dormir, imaginando o que o artista faria desta vez. Chico Buarque não é o Cirque du Soleil.
O show tem estética e arranjos simples, sem frescura. Um jeito Clint Eastwood de encarar uma plateia: “No excuses, no explanations”. Ou “sem muita conversa, sem muito a explicar”.
Banda em semicírculo no fundo do palco, ele no centro, alternando violão pendurado no ombro, só microfone na mão, ou banquinho e violão. Não tem discursinho, não tem boa-noite, não tem lululu. Sem adjetivos.
É um homem bonito, magro, com cabelo e uma barriguinha perdoável. Gritos de “lin-dô”, “eu te amo” e “Chi-cô” pipocam de quando em vez. A plateia tem homens e mulheres em quantidade equilibrada e de várias faixas etárias. De senhores e senhoras da alta sociedade ao que parece ser toda a turma do primeiro ano de Letras.
Veste preto, calça com corte americano, camiseta de manga comprida. Faz 35 graus lá fora, sensação térmica de deserto do Saara. Mas a ocasião é ele, São Pedro que ajuste os termômetros.
E aí as músicas -31, a mais antiga de 1954 (“Tereza da Praia”), as mais novas do último disco, de 2011.
Muitas marcadas pela interpretação de outros cantores, que soam mais românticas, profundas, lindas na voz do criador. Como “Bastidores”, marca quase registrada de Cauby Peixoto, que Chico canta sem tantos paetês.
“Baioque” e “Todo o Sentimento” têm em Maria Bethânia, de longe, sua melhor intérprete. Ou a segunda melhor. “O Meu Amor” lembra a parceria de Bethânia com Alcione. “Terezinha”, não tem jeito, traz Didi de Bethânia à memória. E, se faz um ou outro engolir o riso, não tem o mesmo efeito no cantor, que se diverte com a estranheza de interpretar uma dúzia de mulheres variadas.
O hit surpresa é “Geni”, aplaudida em plena apresentação. O rap-homenagem a Criolo é na verdade um versinho só, quase uma estendida de mão ao paulistano que fez sua versão do clássico “Cálice”. É como se Chico dissesse: “Estou de olho no que é novo, mas eu gosto assim”.
Pois é, ainda bem que ele recebeu a homenagem em vida. Agora, como diria Nelson Cavaquinho, ele só precisa de ”preces e nada mais“. A notícia foi postada há dez minutos no portal iG:
O cantor Wando morreu nesta quarta-feira (dia 8), aos 66 anos, em decorrência de uma parada cardíaca. A informação foi confirmada pelo hospital Biocor, de Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte, onde ele estava internado.
Wando estava no hospital desde o dia 27 de janeiro, com graves problemas cardíacos. Ele foi submetido a uma angioplastia coronariana em caráter de urgência para desobstrução das artérias e estava em tratamento no Centro de Terapia Intensiva.
Na terça-feira (dia 7), um boletim médico dizia que o quadro do cantor era estável e ele apresentava melhora.
Chegou a divulgar um bilhete, apresentado no “Fantástico”, da TV Globo, no domingo, em que dizia “Estou na oficina de Deus arrumando a turbina. Me aguardem”.
Bastante conhecido pelo sucesso “Fogo e Paixão”, do disco “O Mundo Romântico de Wando” (1988), Wando começou a carreira em 1969 e se tornou conhecido por suas músicas românticas e pelo fetiche em calcinhas, que colecionava das fãs. Seu último disco de inéditas, “Romântico Brasileiro, Sem Vergonha”, foi lançado em 2005.
Abaixo, “Fogo e Paixão”, um dos maiores sucessos do Wando:
Um dia desses, vi e ouvi vários vídeos da Adriana Calcanhoto e fiquei na dúvida sobre qual deles eu deveria postar aqui no blog. A Adriana é uma grande artista e, bem antes de gravar seu primeiro disco, ela já era muito conhecida por suas atuações nos palcos.
Embora ela seja ótima compositora, o primeiro sucesso foi “Naquela Estação”, uma música do Caetano Veloso, incluída na trilha sonora da novela Rainha da Sucata. Bem, eu escolhi “Fico Assim Sem Você” e espero que vocês gostem. E quem quiser ouvir mais MPB é só sintonizar a Regional FM, onde, todos os domingos, das 10 às 14 horas, apresento o Brasil & Cia. Ou então, é só clicar na rádioweb Brasil e Cia, aí do lado direito.
A notícia é do portal Terra. E a charge abaixo é do Sponholz, publicada originalmente no Jornal da Manhã(PR):
Roberto de Carvalho, marido de Rita Lee, foi à sua página oficial no Facebook defender sua mulher, detida após o show em Aracaju, capital do Sergipe, no último sábado (28). Ao relembrar a vez em que Rita Lee foi presa em 1976 por porte de maconha, ele postou uma foto de Rita na época e disse que os dois fatos parecem ligados entre si, “com mais de 30 anos de distância”.
No texto, o músico lembrou de Elis Regina, que teria ajudado Rita a sair da cadeia, assim como a vereadora Heloísa Helena fez Aracaju: “Quando entrei na sala do delegado, estavam os policiais com a Rita e dei de cara com a Heloisa Helena. Tive um flash incrível de 1976, quando a Elis foi ao DEIC defender a Rita daquela prisão absurda”.
“(Foi) como se os dois fatos, com mais de 30 anos de distância entre si, estivessem estampados em duas cartas diferentes sobre a mesa, e uma linha mágica e invisível ligasse essas duas mulheres incríveis em um mesmo pensamento, em uma mesma ação, tornando-as irmãs gêmeas em um ato de desprendimento, coragem, e acima de tudo, fraternidade. Foi muito emocionante, altamente impactante”, desabafou Roberto.
Alguma calcinha muito especial deve ter mexido com o veterano coração do Wando. Alguns sites estão dizendo que o estado de saúde do cantor é gravíssimo. A notícia abaixo é do jornal O Tempo, de Minas Gerais:
Devido a um grave problema cardíaco, o cantor Wando está internado no Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital Biocor, em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte.
De acordo com a assessoria de imprensa da unidade de saúde, o músico deu entrada no hospital na última sexta-feira (27).
Após passar por exames, em caráter de urgência, Wando foi submetido à uma cirurgia de angioplastia coronariana. O procedimento médico foi recomendado para desobstruir as artérias do coração do cantor, que na manhã desta segunda-feira (30) respira com ajuda de aparelhos, além de estar sob efeito de sedativos.
Nesta quinta-feira está completando 30 anos que uma das cantoras mais irreverentes, carismáticas, irrequietas e com uma das mais belas vozes do Brasil nos deixou. A porto-alegrense Elis Regina morreu em 19 de janeiro de 1982, com apenas 36 anos, em São Paulo.
Elis não foi apenas uma grande cantora. Foi, também, e, talvez, mais profundamente, uma representante dos conflitos da mulher de sua época, que precisava (e queria) se impor num mundo masculino com dificuldades para se render ao real valor das figuras femininas emergentes. Precisou se reinventar e se superar várias vezes, e o fêz com muito sofrimento, mas com firmeza.
Elis colocou sua alma em muitas canções e, por isso, ficou e ficará para sempre como grande ícone da MPB. Ela gostava de prestigiar novos compositores e foi através da voz dela que surgiram ou se firmaram grandes autores/cantores como Milton Nascimento, Ivan Lins, Belchior, João Bosco e outros. Abaixo, “O Bêbado e a Equilibrista”, de João Bosco e Aldir Blanc, um de seus maiores sucessos:
Eu não vi o especial de Natal da Rede Globo, mas, no domingo, um amigo – o Mariano, de Dolcinópolis - me ligou lá na Rádio Regional e falou sobre a belíssima interpretação da Ivete Sangalo, que emocionou Caetano, Gil e a platéia lotada de celebridades.
“Atrás da Porta”, de 1972, foi a primeira música da parceria Chico Buarque-Francis Hime, que durou até 1984. Ela nasceu durante uma reunião de amigos, em Petrópolis, e foi, seguramente, a única música que o Chico compôs a letra – ou uma parte dela – na frente de outras pessoas. Francis começou a cantarolar a música ao piano e Chico fez, ali mesmo, a primeira parte da letra.
A segunda parte só foi feita muitos meses depois, graças à Elis Regina. Ela gravou a parte da música que estava pronta e o Francis, então morando nos Estados Unidos, mandou a fita pro Chico prá que ele terminasse a letra. Foi assim, na base da pressão, que o Chico concluiu uma de suas obras-primas.
“Atrás da Porta” já foi gravada pelas maiores cantoras do Brasil – Bethânia, Nana Caymmi, Gal Costa, entre outras. A interpretação da Ivete foi, realmente, das mais bonitas, mas a versão definitiva, que não vai ser superada por ninguém, nem daqui a mil anos, é a da Elis Regina, que eu postei aqui no blog, em fevereiro. Se você tiver mais um tempinho, dê uma olhada aqui.
Falemos um pouco de música, que é um assunto bem melhor que política. A música “Frisson”, uma composição do mineiro Tunai (melodia) e do carioca Sérgio Natureza (letra), foi gravada originalmente em 1984, no disco Em Cartaz, do Tunai. Depois disso, essa romântica canção mereceu várias releituras – de Roupa Nova a Ivete Sangalo – e entrou na trilha sonora da novela ” Suave Veneno”, de 1999, com a Banda Eva.
Tunai, que se chama José Antonio de Freitas Mucci, é irmão do cantor e compositor João Bosco. No vídeo abaixo, uma das mais belas interpretações de “Frisson”, com a elétrica Elba Ramalho fazendo o gênero ‘banquinho e violão’, no show Grande Encontro. E agora, eu estou indo lá prá Regional FM, onde - todos os domingos, inclusive neste domingo natalino - apresento, das 10 às 14 horas, o Brasil & Cia, com o melhor da MPB.
A cantora de Cabo Verde, Cesária Évora, conhecida como a diva dos pés descalços, morreu neste sábado aos 70 anos em um hospital de seu país, informou a emissora francesa ‘France Info’.
Évora, nascida na cidade de Mindelo na ilha de São Vicente em 27 de agosto de 1941, havia se retirado dos palcos em setembro por motivos de saúde e de Paris, onde estava, decidiu voltar ao seu país para passar ali ‘seus últimos dias’, indicou a emissora, citando seu agente e o Ministério de Cultura de Cabo Verde.
No último comunicado de sua gravadora, Lusafrica, no mês de setembro, os médicos que a acompanhavam na capital gala ordenaram o fim de sua próxima turnê, de acordo com seu produtor e manager, José da Silva, o que a levou a decidir pelo fim de sua carreira.
‘Seus novos problemas de saúde seguem a várias cirurgias nos últimos anos, entre estas uma cirurgia no coração, em maio de 2010′, detalhava a nota, na qual ressaltava que com essa decisão renunciava a uma vida itinerante que a levou a todo o planeta.
Évora publicou em 1988 seu primeiro álbum, ‘A diva dos pés descalços’. Mas ela somente alcançou sucesso em 1992, quando lançou ‘Miss Perfumado’, assombrando o mundo e começou a viajar com sua morna (o blues cabo-verdiano), que segundo sua gravadora sabe transmitir a melancolia de seu país.
A artista recebeu em 2009 a insígnia da Ordem da Legião de Honra da França depois de mais de 45 anos de carreira musical, incluindo seus 14 álbuns. Ela ganhou o apelido de ‘diva dos pés descalços’, título de seu primeiro disco, por cantar sem sapatos em suas atuações, em homenagem aos mais pobres.
Pitaco do aprendiz de blogueiro: Cesária Évora começou a cantar ainda adolescente, em Cabo Verde, mas só foi descoberta aos 47 anos, depois que deixou seu país. Ela dizia que gostaria de ter nascido no Brasil: “Talvez eu tivesse sido descoberta mais cedo”. Em 2000, em dueto com Marisa Monte, ela gravou o clássico de Dorival Caymmi, “É Doce Morrer no Mar”. Quem quiser ouvir, é só clicar no vídeo abaixo:
E agora, um pouquinho de música. Se você tiver um tempo, veja o vídeo com a Paula Toller e o Lenine cantando a música do Hyldon, “Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda”. A interpretação está no Acústico MTV do Kid Abelha.
Falando em música, a Rádio Brasil & Cia está com uma média de 40 ouvintes diários, mas ela pode ser ouvida por até 70 ouvintes, simultaneamente. Se você gosta de boa música, é só clicar na bandeira do Brasil que aparece lá no alto, à direita. A Rádio Brasil & Cia tem um acervo de cerca de 5.00o músicas e eu já estou preparando mais 4.000 músicas para serem inseridas na programação. Agora, veja e ouça o vídeo com a Paula Toller e o Lenine:
O seo Bernardino Mendes Seixas, um dos primeiros farmacêuticos da cidade, e a dona Tereza Seixas, devem estar cheios de orgulho do neto, o Glauber Seixas. E não é para menos: o rapaz, que está radicado no Rio de Janeiro há alguns anos, já é considerado um dos maiores violonistas do Brasil. E quem disse isso, não foi um babaca qualquer. Foi simplesmente Maurício Carrilho, um gênio do violão e do choro.
Quem me manda as notícias do Glauber, é o pai dele, meu amigo Luiz Carlos Seixas, outro que deve estar muito orgulhoso por conta do talento do filho. Nos tempos em que morava em Jales, Seixas, o pai, era um papa-festivais de música. Na foto aí do lado direito, ele aparece com a Leninha Baitello recebendo o prêmio pelo primeiro lugar em um desses festivais. Nos anos oitenta, ele andou compondo com o Toquinho e o Mutinho e teve duas músicas gravadas em um disco do ex-parceiro do Vinícius.
Voltando ao filho do Seixas, o Glauber, o pimpolho já foi convidado para tocar violão em shows da Maria Bethânia. No último CD da irmã do Caetano, o Glauber toca em duas faixas. Recentemente, o garoto participou, em todas as faixas, do novo CD da cantora Amélia Rabello, mulher de Paulo César Pinheiro – um de nossos maiores compositores – e irmã do saudoso Raphael Rabello, que era considerado o maior violonista de sete cordas do mundo. Portanto, para tocar violão no CD da Amélia, só mesmo um virtuose do instrumento.
Pois bem, hoje o Seixas me mandou mais notícias do Glauber, que, no cartaz lá de cima, é o segundo da direita para a esquerda. Como diz o cartaz, nesta noite de quinta-feira, o pessoal do Camerata Brasilis, onde o Glauber é um dos violões, estaria se apresentando na praia do Flamengo, fazendo o show de pré-lançamento do CD do grupo. No repertório, só choro da melhor qualidade. É ou não é para o seo Bernardino e a dona Tereza ficarem orgulhosos?
Valdir José Cardoso, casado, 4 filhos, aposentado, fã de Chico Buarque e corintiano. Foi funcionário do Banco do Brasil durante 25 anos, onde se aposentou. Gosta de música e futebol. Foi colunista político do jornal Folha D' Oeste. Apresenta há 15 anos, na Rádio Regional FM, o programa Brasil & Cia.