Categoria: Política

MACETÃO GASTA R$ 20 MIL PARA ECONOMIZAR R$ 3 MIL EM UM ANO

Esse assunto Macetão já está enchendo as medidas, mas, infelizmente, sou obrigado a voltar a ele. Como este aprendiz de blogueiro já informou, apenas o vereador-advogado Salatiel de Oliveira compareceu à reunião com o presidente da Câmara e representantes da OAB, ontem à tarde. Os demais vereadores, pelo jeito, não estão a fim de ouvir a conversa fiada de Macetão.

O tema do encontro, segundo Salatiel, foi mesmo a tentativa – válida – do pessoal da OAB de tentar serenar os ânimos. Embora a crise desencadeada pelo autoritarismo de Macetão seja um assunto interna corporis, não resta dúvida de que a pendenga pode trazer consequências danosas para a cidade.

Ontem, em entrevista à radioweb A Tribuna, Macetão falou mais bobagem. Segundo o presidente, a Câmara vai economizar com as gratificações por tempo de serviço (quinquênios) que eram pagas a dois dos assessores demitidos. Quem ouviu, pode estar achando que a economia é algo expressivo. Nada disso! Será coisa de pouco mais de R$ 200 por mês, ou R$ 3 mil em um ano.

Em compensação, para economizar cerca de R$ 3 mil em um ano, Macetão gastará algo em torno de R$ 20 mil. Esse é o valor que a Câmara – ou o contribuinte – terá que desembolsar para pagamento das verbas indenizatórias devidas aos assessores demitidos.    

DEPUTADO CARLÃO PIGNATARI É O QUE MAIS TRABALHA PELA REGIÃO, DIZ PESQUISA

A notícia foi enviada pela assessoria de imprensa do deputado Carlão:

O deputado estadual Carlos Pignatari (PSDB) é o político mais atuante e o que mais trabalha e traz benefícios para a região, segundo pesquisa de opinião feita pelo portal Região Noroeste A enquete mostra que Carlão Pignatari aparece na frente com 25,27%, contra 19,91% do segundo colocado. Mais informações podem ser obtidas no endereço http://www.regiaonoroeste.com/portal/materias.php?id=34861&busca=deputado

Na última semana, o deputado Carlão Pignatari, visitou diversas cidades da região, atendendo convites formulados por prefeitos e lideranças políticas.

Nas visitas, Carlão ouviu e recebeu inúmeras reivindicações, que, segundo ele, serão encaminhadas aos órgãos e secretarias estaduais. Algumas serão enviadas diretamente ao governador Geraldo Alckmin. O deputado ainda se reuniu com correligionários do PSDB para debater detalhes da eleição municipal deste ano. “Estamos desenvolvendo um trabalho de reorganização do PSDB na região e nosso partido deve ter candidato na chapa majoritária em todos os municípios”, informou o deputado.

Carlão esteve em Fernandópolis, São João das Duas Pontes, Estrela d’Oeste, Pontalinda, Ouroeste, Pedranópolis, Jales, Santa Fé do Sul, Santa Clara d’Oeste, Paranapuã, Santana da Ponte Pensa, Meridiano e Santa Albertina.

“Tem político que aparece em nossa região somente na época das eleições. Eu sou da região e vou dedicar o meu mandato para trabalhar em prol das cidades daqui, visando melhorar a qualidade de vida das pessoas da nossa região”, prega o deputado Carlão.

OAB CONVIDA VEREADORES PARA REUNIÃO, MAS NÃO DIZ O ASSUNTO

O presidente da subsecção da OAB de Jales, Aislan Queiroga Trigo,  mandou convidar todos os vereadores jalesenses para uma reunião na sede da entidade, marcada para ontem à tarde. Não tenho informações sobre qual teria sido o tema do encontro. O que eu fiquei sabendo, extra-oficialmente, é que o presidente da OAB e o presidente da Câmara, Henrique Macetão, teriam feito uma reunião preliminar, no dia anterior.

Comentários davam conta de duas probabilidades como motivo para a reunião agendada por Aislan. A primeira:  o presidente da OAB estaria tentando botar panos quentes na crise aberta por Macetão no Legislativo. A segunda: Aislan e Macetão tentariam fazer o convencimento dos demais vereadores sobre as vantagens de um concurso público para o cargo de assessor jurídico.  

O que se comentava, também, é que apenas o vereador Salatiel de Oliveira – que é advogado e, portanto, ligado à OAB – estaria disposto a sentar-se à mesma mesa com o Macetão. E Salatiel faria isso apenas por respeito à entidade da qual faz parte. Ainda hoje, com certeza, teremos informações sobre o assunto.

Ah!, ia me esquecendo de dizer: em entrevista ao repórter Alexandre Ribeiro, o Carioca, na rádioweb A Tribuna, Henrique Macetão afirmou – sem sequer ficar vermelho, como diz a música – que não sabia que o advogado Marlon Santana era filiado ao PSD, por coincidência o mesmo partido dele. Dá para acreditar?  

MACETÃO TENTA DESMENTIR O INDESMENTÍVEL

O novo presidente do Legislativo, Henrique Macetão, é mesmo um poço de incoerências – prá não dizer de mentiras, que é um termo pesado. Na entrevista que deu ao repórter Tony Ramos, do Jornal do Povo, ele desmentiu que tivesse determinado a contratação do advogado José Antonio Fuzetto Júnior, de Urânia, mas, na Câmara, todo mundo sabe que ele solicitou, por escrito, as providências para nomeação do causídico e vereador uraniense. No papelucho em que pede tais providências, Macetão incluiu até o celular do advogado – 97xx-2830.  

De outro lado, na “Nota de Esclarecimento” – impregnada de dissimulação –  que distribuiu à imprensa, o presidente Henrique Macetão desmentiu que estivesse transformando a Câmara em seu escritório político. Num trecho da tal “Nota”, ele diz que “(…)também quero deixar claro que nenhum desses novos cinco assessores tem ligações com meu partido, o PSD, ou com a minha família, como relataram alguns veículos de comunicação e alguns vereadores”. Mais uma inverdade!

Nem vamos falar sobre a vinculação partidária do novo advogado, Marlon Santana, de Fernandópolis. Fiquemos em outro exemplo, o do novo  assessor parlamentar, Egmar Jamil Berto. Egmar, como se sabe, é filiado ao PSC. E quem controla o PSC? Para que vocês tenham uma idéia, vejam quem fazia parte da Comissão Provisória do partido, até outubro do ano passado. O documento abaixo é da Justiça Eleitoral:

Como se pode ver, o partido do novo assessor era dirigido, até alguns dias atrás, pelo irmão e pela esposa do atual presidente da Câmara. E Macetão, demagogo, falastrão, dissimulado e cara-de-pau, ainda tenta desmentir o indesmentível.

CÂMARA DE JALES REALIZA SESSÃO EXTRAORDINÁRIA NESTA TERÇA-FEIRA

Daqui a pouquinho, às 10 horas, a Câmara estará reunida em sessão extraordinária para análise e aprovação de quatro projetos enviados pelo prefeito, todos eles em regime de urgência. Dois desses projetos referem-se a convênios visando repasse de recursos oriundos do FUNDEB, para duas entidades locais. Os valores estimados dos repasses chegam a R$ 310 mil (para a APAE) e R$ 249 mil (para a Casa da Criança), ao longo de 2012.

O terceiro projeto autoriza o prefeito a receber, em doação, algumas áreas de terra localizadas no bairro São Judas Tadeu. As áreas estão sendo doadas pelo dono de uma chácara, para permitir o prolongamento da Rua Dezenove.

Já o quarto projeto acrescenta um inciso ao artigo 298 da Lei Complementar 16 (Estatuto do Servidor Público), que autoriza o prefeito a contratar pessoal por tempo determinado, visando a substituição de servidoras – as chamadas ADIs – que trabalham nas creches municipais.

Segundo a justificativa que acompanha o projeto, as servidoras concursadas saem, frequentemente, em licença gestante, além de licenças médicas. Atualmente, diz a justificativa, “estamos com 04(quatro) servidoras em Licença Gestante”.

Se as ADIs mantiverem esse ritmo, em breve chegaremos aos 50.000 habitantes.

MACETÃO CONTRATA ADVOGADO FILIADO AO PSD DE FERNANDÓPOLIS

Definitivamente, parece que o novo presidente da Câmara, Henrique Macetão, não confia nos advogados de Jales. Depois de tentar contratar um advogado de Urânia, Macetão agora decidiu preencher a vaga de assessor jurídico do Legislativo com um advogado de Fernandópolis.

Marlon Santana é o nome do novo assessor de Macetão. Nos últimos tempos, Marlon esteve envolvido, como advogado, em alguns casos polêmicos ocorridos na seara política de Fernandópolis. Entre outras coisas, ele foi o defensor do vereador Warley Campanha, que foi preso sob a acusação de extorsão contra o advogado da Câmara de Fernandópolis, Ricardo Franco.

Segundo matéria do portal Região Noroeste, além de defender Warley, o advogado Marlon também tinha uma procuração para defender Ricardo Franco, situação que contrariava norma da OAB, uma vez que ele mantinha vínculo com as duas partes envolvidas. Marlon Carlos Matioli Santana está filiado ao PSD, o mesmo partido de Macetão.

JULIANO MATOS: FAÇAM O QUE EU DIGO!

Na prática, a teoria é outra, nos ensina com toda razão a grande poetisa goiana, Cora Coralina, em seu poema “Conclusões de Aninha”. Vejam o caso do blogueiro e pré-candidato a vereador, Juliano Matos. Há alguns dias, ele publicou em seu blog, um texto onde, aparentemente, alerta para os perigos de uma campanha eleitoral antecipada. Transcrevo, abaixo, o que ele escreveu:

Em ano eleitoral, o que não falta é pré-candidato (e não candidato) tentando dar notoriedade ao seu nome. Digo pré-candidato, pois enquanto as candidaturas não forem registradas, ninguém é candidato, e sim pré.

Acontece que, em busca de um lugar ao sol, muitos pré-candidatos acabam cometendo excesso. E é justamente esse excesso que a Justiça Eleitoral está de olho.

Segundo a legislação, carro adesivado, discurso se auto-promovendo e fazendo menção a candidatura, folhetos, banners, e até uma simples conversa (claro que gravada), onde o pré-candidato se intitule candidato e de alguma forma, mesmo que indiretamente peça o voto, são formas de caracterização da campanha antecipada. Claro, tudo isso feito antes do período oficial da campanha eleitoral, que neste ano começará a partir de 06 de julho.

A multa não é barata. Inicialmente R$5.300,00. Com as reincidências os valores vão aumentando. Por isso meus colegas, hoje ninguém é candidato a nada. Somos pré!

Pois bem, ao que parece, Juliano é adepto de uma frase que atravessa gerações: “façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço”. Na prática, em seu texto Juliano aconselha os outros a não fazerem aquilo que ele está fazendo. Será ele um adepto também da lei de Gerson, onde o que interessa é “levar vantagem”? Dêem uma olhada no adesivo que enfeita o carro da foto acima e tirem suas próprias conclusões.

MAIS UMA FALÁCIA DO MACETÃO

É incrível a capacidade que o novo presidente da Câmara, Luiz Henrique Viotto, o Macetão,  demonstra para dizer asneiras. Para falar a verdade, já se sabia que Macetão era um dissimulado, mas bastou dar-lhe um pouco de poder e ele agora se acha no direito de plantar inverdades  até por escrito.

Em uma ‘nota de esclarecimento’ distribuída à imprensa, ontem, Macetão diz, entre outras inverdades, que as exonerações promovidas por ele tinham como objetivo “reduzir custos com a folha de pagamento”. Pura demagogia e das mais baratas. 

Os salários dos assessores da Câmara – efetivos e comissionados – são determinados por lei e não vão diminuir em função de uma simples troca de assessoria. Esses salários serão os mesmos, independentemente de quem ocupar os cargos, seja Pedro, Paulo ou Joaquim. Só poderia haver alguma redução nos custos, se o presidente deixasse de preencher um ou dois cargos, o que não é o caso. 

Em dezembro, a Câmara, como manda a Lei de Responsabilidade Fiscal, divulgou as remunerações pagas por aquela Casa. O salário de um vereador, por exemplo, está estipulado em R$ 3.100,20. Reproduzo, abaixo, os vencimentos dos assessores de confiança:

Assessor Jurídico R$ 2.897,69
Assessor Parlamentar R$ 2.897,69
Assessor de Comunicação e Cerimonial R$ 1.740,22
Assessor Especial do Legislativo R$ 1.740,22
Assessor Geral do Legislativo R$ 1.156,23

Na Rádio Assunção, questionado pelo repórter Tony Ramos, Macetão não soube dizer qual seria o valor da redução que ele está apregoando. De outro lado, ele deixou transparecer que haveria redução nas gratificações. Outra falácia! Funcionários comissionados não recebem gratificações, a menos que façam parte da Comissão de Licitação.

Repito que não estou aqui para defender os assessores demitidos. Penso que cargo em confiança não é eterno e seus ocupantes devem estar preparados para serem substituídos a qualquer hora. Só não posso é concordar com a demagogia barata do presidente Macetão. 

Normalmente, os demagogos se dão bem na política, mas não custa lembrar ao Macetão um velho ditado: “pode-se enganar a todos durante algum tempo ou enganar alguns durante todo o tempo, mas não é possível enganar a todos durante todo o tempo”

JUSTIÇA CONCEDE LIMINAR QUE AFASTA SECRETÁRIO DE SAÚDE DE URÂNIA

Segundo a acusação, o secretário teria desviado materiais odontológicos adquiridos com recursos públicos, para serem utilizados por seus filhos, que estudavam Odontologia. A notícia foi veiculada hoje, no Diarioweb:

A Justiça concedeu liminar ao Ministério Público e determinou o afastamento do coordenador de Saúde de Urânia José Rubens Gitti. O afastamento foi pedido pelo promotor de Justiça Rodrigo Pereira dos Reis em ação civil pública por ato de improbidade administrativa movida contra Gitti, acusado de desviar material adquirido para rede pública municipal de saúde.

De acordo com inquérito civil instaurado pelo Ministério Público, pelo menos 50 itens de diversos materiais odontológicos adquiridos pela Prefeitura de Urânia nos anos de 2009 e 2010 não foram contabilizados no estoque do setor de saúde, embora tenham sido entregues pelos fornecedores.

O inquérito apurou que Gitti, aproveitando de sua condição, separava os itens de seu interesse quando os materiais eram entregues no setor de saúde, e os entregava para os seus filhos que na época eram estudantes de odontologia, para utilização em suas atividades acadêmicas. Os desvios foram confirmados por uma funcionária pública municipal. De acordo com a ação civil pública, com esses desvios o coordenador municipal de saúde provocou um prejuízo de R$ 6,2 mil aos cofres públicos, em valores atualizados até setembro de 2011.

Na ação, o promotor também pede a condenação de José Rubens Gitti ao ressarcimento do prejuízo causado ao erário, à perda da função pública, à suspensão dos direitos políticos pelo prazo de 10 anos, ao pagamento de multa civil equivalente a 100 vezes o valor da remuneração recebida no cargo, e à proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, pelo prazo de dez anos, conforme prevê a Lei de Improbidade Administrativa. Gitti foi procurado em seu telefone celular, mas não foi localizado ontem.

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