No jornal Folha Noroeste, edição digital deste sábado, o principal destaque é a incursão que o prefeito Flá Prandi(DEM) fez a São Paulo para assinar um convênio com o governo estadual, através do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-SP), no valor de R$ 553 mil, para melhorias em vias públicas. Em Jales, os recursos poderão ser utilizados em obras de infraestrutura urbana, pavimentação, recapeamento de ruas, etc. Poderão ser utilizados, também, na instalação de novos semáforos em avenidas e campanhas educativas que possam contribuir para a redução de acidentes, entre outras ações. Flá aproveitou a viagem a São Paulo para falar com o vice-governador Rodrigo Garcia e fazer mais alguns pedidos.
Destaque, igualmente, para as atividades educativas realizadas pela EMEI “Diva Maciel Jorge” em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado no dia 05 de junho de cada ano. Entre as atividades, os alunos do Maternal da EMEI – crianças com apenas 03 anos de idade, que já começaram a assimilar a importância do Meio Ambiente – fizeram um passeio ecológico nas imediações da escola e, em ato de encorajamento, recolheram os materiais poluentes encontrados nos locais. As crianças aprenderam, também, a separar e classificar os lixos recolhidos.
Na coluna FolhaGeral, o intrépido redator-chefe Roberto Carvalho comenta que alguns vereadores jalesenses estariam chateados com as constantes críticas nas redes sociais. Segundo o colunista, um desses vereadores teria reclamado, afirmando que, na opinião dos internautas, “tudo o que acontece na cidade é por culpa nossa”. Roberto ponderou que, evidentemente, nem tudo de ruim que acontece na cidade é por culpa dos vereadores e, ao contrário, o trabalho deles é essencial. O colunista opina que, se os vereadores de Jales desejam apresentar bons serviços e jogar para longe a pecha de incompetentes devem ouvir mais as pessoas.
O juiz da 5ª Vara de Jales, Adílson Vagner Ballotti, condenou um advogado de Iturama(MG) ao pagamento de uma multa por litigância de má-fé, correspondente a 9,999% do valor da causa patrocinada por ele. E não foi só: o nobre causídico foi condenado, também, ao pagamento dos honorários dos advogados da parte contrária, fixados em 10% também do valor da causa. E tudo corrigido monetariamente.
Agora o detalhe: o valor da causa é de R$ 30,2 milhões. Isso mesmo! Vou repetir por extenso e em letras maiúsculas, para que não pairem dúvidas: TRINTA MILHÕES E DUZENTOS MIL REAIS.
Feitas as contas, multa e honorários chegariam, no total, a R$ 6 milhões, que, evidentemente, não serão pagos pelo recém-formado advogado.
Maxoel de Jesus Ferreira é o nome dele e, para quem não se lembra, o diligente advogado ajuizou, em setembro do ano passado, uma ação popular em nome dos interesses de nossos pacatos munícipes. Na ação, ele acusou o governo estadual de ter causado prejuízo à nossa Prefeitura ao deixar de repassar recursos – os tais trinta milhões – que deveriam, segundo ele, ter sido destinados à Saúde municipal nos anos de 2014, 2015, 2016 e 2017.
Segundo a retórica do ilustre causídico mineiro, a Constituição prevê que 12% dos recursos arrecadados com o IPVA e ICMS devem ser repassados aos municípios, para financiamento da Saúde. No caso de Jales, o advogado dizia que os 12% corresponderiam – nos quatro anos – a R$ 31,5 milhões, mas o governo estadual só nos teria repassado cerca de R$ 1,2 milhão.
Seus argumentos, como é possível deduzir, não convenceram o magistrado jalesense. Da mesma forma, não convenceu também o juiz de Fernandópolis, onde ajuizou uma ação semelhante, só que em valor maior: R$ 46 milhões. Por lá, o juiz Heitor Miura, também multou Maxoel por litigância de má-fé, mas reduziu o valor da causa para apenas R$ 200 mil, de forma que a multa de 9,999% ficou em torno de R$ 20 mil.
Só para fechar o assunto: além de Jales e Fernandópolis, o advogado ajuizou ações em Votuporanga, São José do Rio Preto, Campinas, Ribeirão Preto, Araraquara, Araçatuba, Bragança Paulista, Ilha Solteira, Santa Fé do Sul e Iturama. No total, as 12 ações ultrapassavam a cifra de R$ 3 bilhões.
O juiz da 5ª Vara de Jales, Adílson Vagner Ballotti, julgou parcialmente procedente uma ação ajuizada em 2016, pelo Ministério Público Estadual, e condenou a ex-prefeita Nice Mistilides e a empresa Hebrom Confecções Ltda, por improbidade administrativa.
O caso envolve a compra de uniformes escolares em 2013. Por sinal, foram os uniformes mais caros da nossa jovem história. Nice planejava pagar R$ 430 mil pelos uniformes, mas, depois da péssima repercussão do caso, os gastos ficaram em R$ 384,8 mil.
O valor gasto por Nice em apenas um ano corresponde a 116% do que gastou o ex-prefeito Parini em seus últimos cinco anos de mandato. Entre 2008 e 2012, Parini investiu R$ 330 mil em uniformes, o que equivale a quase R$ 70 mil por ano.
Trata-se da quinta condenação de Nice, desde que ela foi defenestrada da cadeira de prefeita. Os detalhes da condenação e uma retrospectiva do caso estarão em matéria de A Tribuna, no final de semana.
A notícia está pendurada no portal do Betto Mariano, A Voz das Cidades:
No início da tarde de quarta-feira (19/06) os policiais militares receberam uma denúncia anônima informando que L.S.S. estava traficando drogas em sua residencia localizada na Rua 10, centro da cidade.
Ao se aproximarem do local os policiais avistaram dois homens saindo da casa e entrado num veículo GM/Astra, os quais foram abordados e com eles encontrada uma porção de maconha.
Quando se aproximaram da casa L.S.S., que estava na área da frente, abandonou uma balança de precisão e uma porção de maconha, e saiu correndo pulando vários muros, não sendo mais encontrado.
Na casa, na presença da mãe do traficante, os policiais encontraram um “tijolo de maconha”.
Todos foram encaminhados à Central de Polícia.
Um dos abordados responderá pelo crime de “porte de droga”.
A Semana do Meio Ambiente que na verdade foi realizada durante 15 dias com várias atividades programadas pela Sabesp de Jales, terminou no dia 14 de junho, com a divulgação dos trabalhos realizados pelos alunos das escolas estaduais e entrega de brindes a duas alunas que foram as vencedoras do concurso de frases e desenhos sobre o tema. O concurso teve a participação de alunos do 6º ao 9º ano e do ensino médio.
A entrega aconteceu na Escola Juvenal Giraldelli, onde estudam as duas alunas: Lara Eduarda Golfeto Gomes, com a frase “Ter consciência sobre o meio ambiente é ter consciência sobre a vida” e Guiedra Ayumi Adami Momo, que fez um desenho ligando o ser humano à natureza.
O diretor da escola, Jonas Negro Gerez Sanches, destacou a importância da breve palestra do gerente regional da Sabesp de Jales, Gilmar Rodrigues de Jesus que procurou transmitir aos alunos informações que possam servir de incentivo para a preservação do meio ambiente a partir da própria escola, da sua casa e da cidade, de forma correta, pois como afirmou, apesar deles receberem muitas informações, é preciso entender como tudo isso funciona, para se utilizar os recursos naturais de forma sustentável.
A Sabesp sempre procura envolver o máximo de escolas, através de parcerias com a Diretoria de Ensino, prefeituras, escolas particulares e instituições de toda a região atendida pela empresa que inclui 27 municípios. O envolvimento das escolas, em todas essas cidades é fundamental para o desenvolvimento desse trabalho, pois é a partir das crianças que se formam cidadãos conscientes.
Os trabalhos dos alunos foram realizados nas salas de aula e nos finais de semana, com o apoio do Programa Escola da Família, como explicou o professor Eleandro Maraia, um dos coordenadores do Núcleo Pedagógico da Diretoria de Ensino.
Na madrugada desta segunda feira, policiais civis de Jales prenderam 5 homens que integravam uma organização criminosa responsável por diversos roubos em nossa região.
Após trabalho investigativo, foi constatado que os criminosos estavam praticando outro roubo durante essa noite. Os investigadores então localizaram um caminhão levando três tratores e descobriram que eles haviam acabado de ser roubados. Os dois ocupantes do caminhão foram presos.
Os policiais partiram então para o local do roubo, uma fazenda nas proximidades da cidade de Palestina e, concomitantemente, para o local de reunião da organização criminosa, uma casa na cidade de Américo de Campos. Três ladrões foram presos na residência. Na fazenda, estavam outros três bandidos que faziam sete vítimas reféns, entre elas duas crianças de 2 e 4 anos de idade. Estes últimos três criminosos conseguiram fugir.
Equipes da Polícia Civil de Jales, Polícia Militar Rodoviária de Votuporanga, além do helicóptero Águia, da PM, continuam nas buscas pelos foragidos.
Todas as vítimas foram resgatadas sem ferimentos. Os tratores foram recuperados. O flagrante está sendo elaborado na DIG de Votuporanga-SP.
Eis a capa do Jornal de Jalesdeste domingo, cuja principal manchete destaca a condenação de um usuário da Elektro, acusado de furto de energia. A notícia diz que a juíza Maria Paula Branquinho Pini condenou um empresário que instalou “gatos” em dois medidores de energia de sua empresa a cinco anos de reclusão, em regime semiaberto. A sentença destaca que um dos “gatos” durou 22 meses e causou prejuízo de R$ 32,9 mil à Elektro, enquanto o outro durou apenas dois meses, mas causou prejuízo de R$ 14,8 mil. A juíza descartou o argumento do empresário de que teria sido enganado pelo homem que instalou um dos “gatos”, que garantiu a licitude da mudança no medidor. Para ela, o empresário já tem experiência suficiente para saber que alterações em medidores só podem ser feitas pela concessionária.
Outra notícia do JJ diz que, segundo a delegada da Defesa da Mulher, Maria Letícia Camargo, o número de casos de estupro contra crianças e adolescentes praticamente dobrou em um ano, passando de 10 casos em 2017 para 18 em 2018. A delegada disse perceber que está aumentando também outros tipos de violência contra menores, inclusive pela internet. No caso da violência contra a mulher, a delegada afirmou que os mesmos também vem aumentando bastante, apesar da recente aprovação de punições mais rigorosas para esse tipo de crime.
A homenagem da Câmara Municipal à delegação de Jales que participou dos Jogos Regionais do Idoso, em Santa Fé do Sul, e obteve o terceiro lugar na classificação geral; a comemoração dos 50 anos de fundação do Lar dos Velhinhos que, há 40 anos, é dirigido vicentinos; a lei aprovada pela Câmara, que impede a contratação de agressores de idosos para o serviço público municipal; a inauguração do Regional Plaza Hotel, comandado pelo empreendedor Olício Bocchi; e a implantação do novo sistema de catracas de acesso da Santa Casa, que começa a funcionar nessa segunda-feira, 17, são outros assuntos do JJ.
Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior informa que a inesperada exoneração da educadora Marlene Cavalheiro Jacomassi, titular por 12 anos da Diretoria Regional de Ensino de Jales, que reúne 25 municípios da região, começa a ser explicada nos bastidores políticos. Segundo o colunista, a exoneração da dirigente remete, supostamente, à eleição para governador no ano passado, quando ela teria se engajado, ainda que discretamente, na campanha do então governador Márcio França(PSB), inclusive sendo fotografada em atos da campanha dele na região. Com a vitória de João Dória(PSDB), tucanos da região teriam pedido a cabeça de Marlene.
No jornal A Tribunadeste final de semana, a principal manchete destaca a inauguração do Regional Plaza Hotel, o mais novo empreendimento do ramo hoteleiro na região, construído às margens da rodovia “Euclides da Cunha”, próximo à primeira entrada de Jales. Segundo o jornal, o Regional Plaza é muito mais do que um simples hotel e foi planejado para receber, hospedar e entreter os mais variados perfis de hóspedes, contando com restaurante, piscinas adulto e infantil, sauna e um auditório para 50 pessoas. Ao lado do hotel, o empreendedor Olício Bocchi está finalizando um salão de festas e eventos.
Destaque, igualmente, para o caso do empresário jalesense que foi condenado pela Justiça local à pena de cinco anos de reclusão, em regime semiaberto, por furto de energia elétrica. De acordo com a ação penal ajuizada pelo Ministério Público em julho do ano passado, o empresário teria instalado dois “gatos” em sua indústria para reduzir o consumo de energia, mas a fraude foi descoberta em inspeção realizada pela Elektro. O prejuízo causado à concessionária foi calculado em R$ 47,7 mil. O empresário argumentou, em sua defesa, que teria sido ludibriado por um homem que cobrou R$ 500,00 para instalar um equipamento para reduzir a energia, dizendo tratar-se de um procedimento lícito.
O caso de uma mulher solteira, desempregada, mãe de cinco filhos, que está sendo despejada da casa que invadiu no conjunto habitacional “João Colodetti” e diz que não tem pra onde ir; o caso da mulher de 49 anos que se deitou na linha férrea e morreu atropelada por um trem; o novo sistema de controle de acesso implantado na portaria da Santa Casa de Jales; a prisão, pela Polícia Militar de Jales, de dois traficantes no Jardim Eldorado; e a prorrogação, por mais da 90 dias, da chamada CEI “Farra no Tesouro 2”, que não ouviu ninguém nos primeiros 90 dias, são outros assuntos de A Tribuna.
Na coluna Enfoque, informações sobre a terceira tentativa que a Prefeitura está fazendo para contratar uma empresa visando o recapeamento das ruas do Jardim Zaffani. Nas duas primeiras tentativas, ninguém se interessou em participar da licitação. Na página de opinião, o artigo do doutor Valmor Bolan pergunta se a Lava Jato está em xeque, enquanto a crônica do Hélio Consolaro diz que Neymar e a maria chuteira Najila se merecem. No caderno social, destaque para a coluna do Douglas Zílio e para o aniversário do garotinho Miguel Gobbi.
No jornal Folha Noroeste, edição digital deste sábado, destaque para a CEI da “Farra no Tesouro 2”. O presidente da CEI, vereador João Zanetoni(PSB), solicitou – e conseguiu – a prorrogação dos trabalhos por mais 90 dias, sob o argumento de que o prazo final da investigação termina na próxima segunda-feira, 17, e os trabalhos ainda não foram concluídos pela Comissão. Em fevereiro deste ano, a Polícia Federal em Jales, deflagrou a operação “Farra no Tesouro 2”, para apurar se as contratações dos planos de seguro de forma unitária pela Prefeitura, sempre com valores abaixo do exigido pela Lei de Licitações, foram feitas para criar uma situação fictícia que não exigia a realização de licitação.
Como instituição de ensino superior pública, a Fatec Professor José Camargo-Fatec Jales firmou uma parceria com a Prefeitura Municipal de Urânia para realizar pelo segundo ano consecutivo, uma pesquisa junto aos participantes da Festa do Peão de Urânia, tendo como objetivo identificar o grau de satisfação dos visitantes,suas expectativas para os próximos anos e o grau de conhecimento dos principais atrativos do turismo rural da cidade. Liderados por professores e coordenadores da instituição, a pesquisa contou com a participação ativa de alunos de todos os cursos da Fatec Jales, que não mediram esforços para a realização de entrevistas, no dia 08 de junho, data em que o cantor Daniel se apresentou.
Na coluna FolhaGeral, o impetuoso redator-chefe Roberto Carvalho informa que alguns vereadores integrantes da base de apoio do prefeito Flá Prandi estariam reclamando do fato de o alcaide não dar as caras na Câmara para estabelecer um entrosamento melhor com as bancadas. Os vereadores governistas alegam que, devido a essa falta de entrosamento, eles estão levando chumbo toda vez que precisam rebater as críticas à administração e ao prefeito Flá. Um dos vereadores até citou o exemplo do Bozo, que esteve pessoalmente na Câmara Federal para entregar um projeto ao Rodrigo Maia. Para o nobre edil, não custaria nada o prefeito caminhar alguns metros e visitar os vereadores na Câmara.
A Justiça de Jales está punindo com rigor as pessoas acusadas de furto de energia elétrica através de “gatos”, desde que, é claro, as acusações sejam devidamente comprovadas.
Nesta semana, por exemplo, um empresário de Jales foi condenado pela juíza de 4ª Vara de Jales, Maria Paula Branquinho Pini, à pena de cinco anos de reclusão, em regime inicial semiaberto (aquele em que o condenado dorme na prisão e sai durante o dia para trabalhar), além de 24 dias-multa (algo em torno de R$ 5 mil).
O empresário foi acusado de instalar “gatos” em pelo menos dois medidores de sua empresa. Num deles, a fraude durou 22 meses e teria causado um prejuízo calculado em R$ 32,9 mil à Elektro. No outro, que durou apenas 02 meses, o prejuízo à concessionária de energia teria sido de R$ 14,8 mil. Os “gatos” foram descobertos em julho de 2018.
Em sua defesa, o empresário argumentou que tinha sido enganado por um homem de nome “Claudio”, responsável pela instalação de pelo menos um dos “gatos”. Segundo o empresário, o homem teria se proposto a instalar um aparelho para economizar energia, garantindo que se tratava de algo lícito.
Para a juíza, a versão do empresário não encontra respaldo nos autos. Ela ponderou, ainda, ser de conhecimento geral que qualquer alteração nos medidores de energia elétrica só pode ser feita pela própria concessionária e que o acusado, como empresário experimentado que é, deveria saber disso.
O empresário poderá recorrer em liberdade às instâncias superiores.