A Secretaria Estadual da Saúde, por meio da Vigilância Epidemiológica Estadual, decretou Jales com epidemia de dengue. No ano de 2019 já são 628 notificações, que automaticamente são classificados como positivos para o estabelecimento de análise da secretaria. Neste período foram confirmados 101 casos autóctones, que são aqueles contraídos dentro do município e 13 importados de cidades vizinhas.
O decreto foi estabelecido pela Vigilância Epidemiológica Estadual, no dia 27 de março, como afirmou para a reportagem do Jornal do Povo da Rádio Assunção FM, a coordenadora da Equipe Municipal de Combate às Endemias, Vanessa Luzia da Silva Tonholi, que relatou a preocupação com a situação e os esforços realizados no combate e conscientização da população.
O município de Jales passou dois anos sem o registro de epidemias de dengue, agora passa a fazer parte uma triste estatística dos municípios do noroeste paulista, 20 cidades já haviam divulgado balanços indicando epidemia de dengue com mortes. Somente a cidade de Andradina já registra 2.650 casos confirmados neste ano, com duas vítimas fatais.
A coordenadora Vanessa Luzia da Silva Tonholi comentou a respeito do trabalho que vem ocorrendo: “mesmo com o mutirão que realizamos em fevereiro nos bairros com o índice larvário mais alto, mesmo estando com a equipe de agentes de saúde e endemias, que ao todo somam 73 em campo realizando visitas, focados na eliminação de criadouros, os nossos números aumentaram, até que chamemos nesta situação,” afirmou.
Na oportunidade Vanessa Luzia destacou a necessidade do envolvimento consciente da população para que esses números não avancem: “todo o trabalho desenvolvido pelo poder público, se não houver a participação da população não é suficiente, precisamos da colaboração da população no cuidado dos quintais, nos terrenos e consciência de não jogar lixo nos terrenos”, finalizou.
Como se pode ver na faixa grudada à parede, os moradores do Jardim Arapuã estão sendo atendidos, desde o dia 26 de março de 2018, na ESF do Jardim Novo Mundo. A expectativa era de que a reforma da unidade levaria cerca de seis meses, mas já lá se vão 12 meses e a Prefeitura não consegue nem dar uma previsão sobre a reabertura.
Registre-se que a culpa, dessa vez, não é da Prefeitura e muito menos da empresa responsável pela reforma, mas do governo federal (do atual e do anterior), que não repassa a verba prometida – coisa de R$ 150 mil.
Segundo informações da Secretaria de Obras, a empreiteira já tinha realizado cerca de 80% da reforma, mas sem receber os serviços executados, decidiu paralisar as obras. Contatado uma primeira vez, o Ministério da Saúde teria prometido liberar os recursos em janeiro. Contatado uma segunda vez, em março, o Ministério da Saúde alegou falta de recursos e não deu muitas esperanças de solução a curto prazo.
Eis a capa do Jornal de Jalesdeste domingo, cujo principal destaque é o Seminário “Finanças e Meio Ambiente como Alternativas de Desenvolvimento“, promovido pela AMA (Associação dos Municípios da Araraquarense), realizado na sexta-feira, 29, na Câmara Municipal de Jales. Uma das novidades trazidas pelo Seminário é a liberação de aeroportos localizados próximos a aterros sanitários. Segundo o prefeito Flávio Prandi – que é também o presidente da AMA – faltam apenas alguns ajustes burocráticos para que os aeroportos que se encontram nessa situação, como é o caso do aeródromo de Jales, sejam liberados. A mudança vai desburocratizar, também, a autorização para construções na zona de proteção do aeroporto, que não mais necessitará do aval do Comando Aéreo (COMAR).
Destaque, também, para a audiência pública realizada na Câmara Municipal na quarta-feira, 27. De acordo com o jornal, a audiência que discutiu alterações na Zona Azul teve muitas questões levantadas, mas apenas algumas situações pontuais, de somenos importância, deverão ser avaliadas pela Jalespark, que administra o serviço. Uma das questões que causou maior polêmica – a gratuidade das vagas para idosos e portadores de deficiência – não poderá ser aplicada, uma vez que, como foi explicado pelo engenheiro Valério França, representante da empresa, não está prevista em contrato.
A presença do prefeito Flá Prandi no Lions Clube para explicar as dificuldades encontradas nos seus dois primeiros anos de mandato; o encontro do empresário Luís Henrique Moreira com a deputada federal Renata Abreu, que poderá render uma verba de R$ 300 mil para a Santa Casa de Jales; a CEI instalada pela Câmara de Jales para investigar dispensas de licitações na Prefeitura; e a entrega formal dos veículos apreendidos pela Polícia Federal na operação “Farra no Tesouro”, que, conforme decisão judicial, poderão ser utilizados pela Prefeitura até decisão final sobre o caso da ex-tesoureira Érica Carpi, são outros assuntos do JJ.
Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior comenta que um polêmico vereador de Jales, conhecido por algumas ações heterodoxas, poderá ser julgado pela Justiça nos próximos dias, em processo que tramita no Fórum local desde 2017. Segundo Deonel, o caso é conhecido de todos os vereadores, mas só saiu das sombras dos bastidores depois que, em depoimento à CEI da Farra no Tesouro, o auditor Ricardo Junqueira cobrou uma posição dos demais vereadores. Na ocasião, Ricardo disse que “a Câmara, que se diz séria, deveria investigar um vereador que é réu em processo de corrupção ativa”.
No jornal A Tribuna deste final de semana, destaque para o recurso interposto pela defesa de Roberto Santos Oliveira, o Betto Calçados, contra a decisão do juiz Adílson Vagner Ballotti, da 5ª Vara de Jales, que determinou o leilão das mercadorias e mobílias das três lojas interditadas pela PF na operação “Farra no Tesouro”. O ex-marido da ex-tesoureira Érica alega, entre outras coisas, que o leilão seria uma medida prematura, uma vez que ainda não houve nenhuma condenação com trânsito em julgado. Roberto pede a desinterdição das lojas e a nomeação de um administrador judicial, pois entende que, com as lojas abertas, estará gerando empregos e, com o movimento, poderá obter resultados melhores do que aqueles que serão obtidos em um leilão.
Destaque, igualmente, para o inquérito civil instaurado pelo Ministério Público de Jales para apurar a responsabilidade pelas inundações que ocorrem no Jardim Alvorada nos dias chuvosos, principalmente depois da construção das casas do conjunto habitacional Nova Jales 2. Os fatos chegaram ao conhecimento do MP através de representação do vereador Tiago Abra, na qual o parlamentar narra os prejuízos causados a moradores do Jardim Alvorada. O MP quer saber quais foram as providências tomadas pela Prefeitura para melhorar o sistema de drenagem dos bairros Nova Jales 1 e 2, que se mostra inadequado.
Os números da UPA de Jales, que se defende das críticas apresentando média de atendimentos diários prestados durante o ano de 2018; ainda na mesma seara, a recomendação do MPF para que as obras que estão sendo realizadas na UPA sejam concluídas em 90 dias; os detalhes sobre a audiência pública realizada pela Câmara para debater mudanças na Zona Azul de Jales; as críticas do vereador Deley às monitoras da Zona Azul, supostamente mal educadas, e à empresa Jales Park, que teria mentido para os vereadores; e a operação da Polícia Civil contra a pedofilia, que prendeu um homem em Estrela D’Oeste, são outros assuntos de A Tribuna.
Na coluna Enfoque, destaque para o Seminário promovido na sexta-feira, 29, pela Associação dos Municípios da Araraquarense (AMA), presidida pelo prefeito Flá Prandi, que reuniu prefeitos e representantes de 56 municípios na Câmara Municipal de Jales. Na página de opinião, o Valmor Bolan escreve artigo sobre a viagem de Bolsonaro aos Estados Unidos, enquanto a crônica do Hélio Consolaro fala sobre as “prostitutas do templo”. No caderno social, destaque para a festejada coluna do Douglas Zílio e para a festa de aniversário da garotinha Sofia, filha dos médicos Rebecca Mayanne e Mauro Prado Carvalho.
A maior tragédia de Jales ocorreu nesse mesmo lugar, em 1966, quando um ônibus que saía de Jales em direção a Fernandópolis foi atropelado por um trem. As 11 pessoas que viajavam no ônibus, incluindo o motorista, morreram no acidente.
Era um domingo à tarde e o time do CAJ se preparava para entrar em campo para um jogo contra o Botafogo de Ribeirão Preto. Quando a notícia chegou ao estádio, muita gente deixou a arquibancada e correu para ver o acidente. O CAJ perdeu por dois a zero.
O falecido ex-prefeito Rato – então com 12 anos – e outros garotos do Jardim Paraíso tinham acabado de atravessar a linha férrea em direção ao estádio, mas, ao ouvir o barulho, voltaram e, junto com alguns moradores daquela região da cidade, foram os primeiros a chegar ao local do acidente.
Eu também fui ao local (acho que a cidade inteira correu para lá!) mas não me lembro de muita coisa. Guardo – por marcante – apenas uma imagem do acidente. Há uns três ou quatro anos, conversando com o ex-prefeito Rato sobre o caso, ele descreveu uma imagem que ficou na cabeça dele. Exatamente a mesma que eu guardei.
E como sempre acontece em casos assim, há histórias de pessoas que teriam escapado do acidente porque perderam o ônibus. Edemerval Prado, o Vavo do Hotel Galeria, foi uma dessas pessoas. Ele pretendia ir a Estrela D’Oeste, mas chegou atrasado ao ponto de ônibus.
Um carro ficou danificado após ser atingido por um trem ao tentar cruzar a linha férrea no Jardim Paulista, em Jales (SP), na madrugada deste sábado (30). Segundo os bombeiros, ninguém ficou ferido.
De acordo com a Polícia Militar, ao fazer o pare, a motorista acabou deixando o carro descer e ficou perto demais da linha férrea.
A PM informou que o acidente aconteceu por volta das 3h e a polícia só foi acionada às 7h. A condutora decidiu não registrar boletim de ocorrência.
Em nota, a empresa Rumo afirmou que “o acidente aconteceu por irresponsabilidade do motorista do carro, que não respeitou a sinalização e tentou cruzar a ferrovia no momento em que o trem se aproximava. A linha férrea é preferencial e não parar e olhar antes de atravessar é infração gravíssima.”
No jornal Folha Noroeste, edição digital deste sábado, a principal manchete destaca que a Cooperativa de Produtores Rurais (Coopercitrus) apresentou em sua Assembleia Geral Ordinária, realizada no dia 29 de março, o balanço financeiro e das atividades de 2018. O balanço registrou um faturamento de R$ 4,112 bilhões, com as operações próprias e da Agripetro, que compõe o grupo econômico Coopercitrus. Esse faturamento representa alta de 26,9% sobre os valores de 2017, que foi de R$ 3,24 bilhões. A receita de 2018, só com a cooperativa foi de R$ 3,884 bilhões, apresentando um aumento de 29,04% sobre os R$ 3,010 bilhões do ano anterior.
Destaque, igualmente, para iniciativa do vereador João Zanetoni (PSB), que, na sessão da Câmara de segunda-feira, 25, cobrou do prefeito Flávio Prandi (DEM), quais teriam sido as ações que a Prefeitura já desenvolveu para resolver os graves problemas que estão afligindo os moradores do Residencial Alvorada, desde a implantação do Jardim Nova Jales II. O vereador Zanetoni enfatizou que, com a implantação do Jardim Nova Jales II, agravou-se o problema da falta de galerias para a captação das águas das chuvas, que “agora invadem o Residencial Alvorada em grande volume e intensidade, destruindo sua infraestrutura, especialmente a pavimentação asfáltica”.
Na coluna FolhaGeral, o abespinhado redator-chefe Roberto Carvalho – o maior lateral esquerdo que já atuou nos campos de Jales, segundo o amigo Dalua – está comentando que, de acordo com os analistas de botequim, também conhecidos como fofoqueiros de plantão, existe muita gente perdendo o sono com a possibilidade de haver uma terceira fase da operação “Farra no Tesouro”. Que vai haver a terceira fase ninguém duvida. A dúvida é se ela irá tratar dos gastos com as oficinas mecânicas da cidade ou se vai focar as despesas com o fornecimento de merenda escolar aos alunos de Jales.
Educadores, músicos e funcionários de polos do Projeto Guri localizados em cidades da região de Araçatuba (SP) podem perder seus empregos nas próximas semanas.
Isso porque foi anunciado pelo governo paulista a possibilidade de fechamento de unidades localizadas no noroeste do estado.
Os polos são desenvolvidos em parceria com municípios e oferecem aulas de música de graça para crianças de seis a 17 anos. Caso seja confirmado o fechamento das unidades, centenas de alunos devem ser prejudicados, além de profissionais demitidos.
De acordo com o portal Regional Press, os polos que devem ser fechados na região são os de Birigui, Piacatu, Sud Menucci, Alto Alegre, Clementina, Nova Canaã, Jales, Valparaíso, Lavínia, Luiziânia, Guaraçaí, Murutinga do Sul, Bento de Abreu, Santa Fé do Sul e Avanhandava.
De acordo com colaboradores, alguns funcionários já estão de aviso prévio em várias partes do estado.
A petição, que até às 19h50 de sexta-feira (29) tinha mais de 30 mil assinaturas, diz que o “Governador João Dória cortou verba da Cultura e que centenas de educadores musicais foram demitidos e milhares de alunos ficarão desatendidos”.
Por meio de nota, o governo de SP disse que está fazendo reuniões individuais com cada uma das 18 organizações sociais, incluindo as gestoras do Projeto Guri, para definir as prioridades e os ajustes necessários.
O secretário estadual de Cultura, Sérgio Sá Leitão, disse que o governo de SP não pretende encerrar o Projeto Guri.
“O que nós pretendemos fazer é melhorar e aprimorar um programa socio-cultural que já funciona muito bem. Estamos fazendo isso com todo cuidado, todo carinho”.
Em nome da economia de alguns caraminguás, o governo Bolsonaro está fechando a Agência Regional do Ministério do Trabalho em Jales. Assim que se confirmar o fechamento, os moradores de Jales e das cidades da região que necessitarem dos serviços do órgão deverão se dirigir até a agência de Votuporanga.
E o que é pior: só ficamos sabendo do fechamento em função de uma notícia divulgada por um jornal de Votuporanga. Segundo a notícia, o prefeito de Votuporanga, João Dado(PDT) está agradecendo ao senador Major Olímpio, que interferiu junto ao ministro da Fazenda, Paulo Guedes, e conseguiu a manutenção da agência local.
A notícia diz, ainda, que a agência de Votuporanga atendia 15 cidades e, a partir de agora, passará a atender 60 cidades, com a incorporação dos municípios que eram atendidos pela agências de Jales e Fernandópolis.
O prefeito Flá Prandi disse a este aprendiz de blogueiro que a agência de Jales, que já funcionou em uma casa alugada, agora funciona em uma sala cedida pela Prefeitura e conta com apenas uma funcionária. Como se pode deduzir, os transtornos que serão causados `quem utiliza o serviços da agência de Jales serão bem maiores que a economia que se fará com o fechamento da mesma.
A notícia é da Secretaria Municipal de Comunicação:
Todos os eleitores dos municípios de Jales, Dirce Reis e Pontalinda vão ter que realizar o recadastramento biométrico, ou seja, agora será obrigatória a coleta de dados digitais. O processo de atualização de dados dos aproximadamente 24 mil eleitores desta região começou no dia 04 de fevereiro e o Cartório Eleitoral da 152ª ZE estendeu o horário de atendimento das 8h às 19 horas (de segunda a sexta-feira) para o aumento da capacidade diária de recepção dos eleitores.
Quem não realizar a revisão biométrica obrigatória, além de ter o título cancelado e de ser impedido de votar, fica sujeito a uma série de restrições como a proibição de obter passaporte, renovar matrícula em instituições de ensino fiscalizadas pelo governo, inscrever-se em concurso público, tomar posse em cargo público, entre outras.
Para revisão do cadastro, o eleitor poderá ser atendido por agendamento ou sem. Se preferir agendar deverá entrar no site do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) em www.tre-sp.jus.br e comparecer ao cartório com o documento oficial de identificação com foto, título eleitoral, caso possua; e comprovante de residência em nome do eleitor (ou poderão ser utilizados pelo cônjuge, filhos, tutelados ou sob guarda e demais descendentes, desde que comprovem essa situação) expedido nos 3 meses anteriores. O cadastramento dura em torno de 15 minutos e serve para identificar o eleitor na hora de votar.
O comparecimento é obrigatório para todos os eleitores registrados nestes municípios que ainda não fizeram o recadastramento biométrico. Os que já coletaram a assinatura, foto e digitais não precisam fazer o cadastro novamente.
O prazo para conclusão da revisão biométrica é até 19 de dezembro deste ano. O cartório da 152ª ZE – Jales/SP é situado na Rua 06 nº 2856 – Centro.
O Ministério Público Federal expediu uma recomendação para que as obras na Unidade de Pronto Atendimento de Jales (SP), no Jardim Samambaia, sejam concluídas em até 90 dias. O estabelecimento, que funciona atualmente sem alvará do Corpo de Bombeiros e sem licença da Vigilância Sanitária, apresenta infiltrações, rachaduras e mesmo parte da estrutura comprometida, com escoras.
O MPF também recomenda que a Prefeitura da cidade e o Consórcio Público Intermunicipal de Saúde da Região, responsáveis pela unidade, contratem quantidade suficiente de médicos e outros profissionais de saúde para que não haja demora prolongada no atendimento.
Inspeção realizada no último dia 18 identificou que diversos espaços da UPA, como consultórios médicos, laboratórios e a enfermaria, possuem paredes com infiltração e mofo, portas danificadas e pisos sujos, além de não contarem com a ventilação necessária. Nos ambientes, é possível verificar ainda equipamentos empoeirados e sem proteção, suportes com ferrugens e falta de instrumentos para higienização.
“No local são utilizados cobertores como cortinas nos quartos para descanso dos médicos e funcionários. Além disso, os lençóis e toalhas utilizados por pacientes e profissionais estão manchados e em mau estado de conservação, sem condições de uso”, ressalta o MPF.
FALTA DE MÉDICOS. As vistorias promovidas pela Procuradoria também constataram que a prestação do serviço à população está comprometida. Motivo de constantes reclamações de usuários, o grande atraso nos atendimentos na unidade, que chega a ultrapassar três horas, foi comprovado pelo MPF durante inspeção na última sexta-feira, 22 de março.
Para contornar tais irregularidades, o procurador da República José Rubens Plates, autor da recomendação, deu 30 dias para que os responsáveis pela UPA contratem mais médicos e corrijam os problemas sanitários e de organização identificados no prédio.
Além de concluir as obras, garantindo a solidez e a segurança da edificação, a Prefeitura de Jales e o Consórcio Público Intermunicipal de Saúde da Região têm 90 dias para providenciar o alvará de funcionamento do Corpo de Bombeiros e a licença da Vigilância Sanitária. O cumprimento da recomendação deverá ser semanalmente demonstrado ao MPF, por meio de relatórios e registros fotográficos.