Os alunos/atores do Ponto de Cultura Escola Livre de Teatro convidam a todos da comunidade de Jales e região para momentos de afeto, alegria e encantamento, que começam nesta quinta-feira(08) e terão sequência nos dias 10 e 13, com a 23ª Mostra de Teatro promovida pela Escola.
Depois de um ano bastante intenso com as aulas regulares do curso de formação de atores, os alunos passaram por atividades de intercâmbio com profissionais de outros centros e vivenciaram o 8º Festival Nacional de Teatro de Jales, convivendo com artistas de todas regiões do Brasil e até de outros países.
Agora chegou a hora desses “ponteiros” (assim que são chamados por fazerem parte do ponto de cultura) mostrarem seus talentos. Serão 5 apresentações em três dias, como segue programação:
Dia 08/12
Às 19h15: “ O Pequeno Imperador”
Às 20h45: “Filme Triste”
Dia 10/12
Às 19h15: “Casa Fechada”
Às 20h45: “Quero a Lua”
Dia 13/12
Às 20h00: “ A Borralheira”
As apresentações da 23ª Mostra Escola Livre de Teatro são resultado dos estudos dos alunos/atores no decorrer do ano de 2016 e serão realizadas por crianças (Núcleo Pequenos Atores) e por adultos (Núcleo de Formação).
Todas as apresentações serão no Teatro Municipal de Jales.
Sobre esse assunto, a Dayane Selis Cavassani enviou e-mail, há alguns dias, esclarecendo que quem não tiver condições de doar um bezerro, poderá contribuir com prendas ou dinheiro, até o início do Leilão.
A Dayane enfatizou que as pessoas não devem se deixar influenciar pelos recentes acontecimentos envolvendo o Hospital de Câncer, pois o mesmo continua precisando muito da colaboração da comunidade.
As doações podem ser realizadas pelos telefones: 99704-2727 (Cavassani); 99704-0147 (Zé Wilson); 99621-4218 (Carlinho Doho); 99785-5028 (Roberto Masson); 99631-1011 (Odair); 99704-7560 (Zambon) e 99633-8521 (Alcides).
E agora, a notícia da assessoria de imprensa do Hospital de Câncer:
No próximo domingo, dia 11, será realizado no Comboio Municipal de Jales, o 9º Leilão Direito de Viver em prol do Hospital de Câncer de Barretos. Toda a renda será 100% revertida para o hospital que atende pacientes de mais de 1889 municípios de 27 estados brasileiros.
De acordo com o coordenador do leilão “Direito de Viver”, de Jales, Sergio Roberto Pereira Cavassani “O evento será a partir das 11 horas e irá contar com a venda de churrasquinho, cerveja e refrigerantes. O leilão será de gados e prendas arrecadadas no comércio de Jales.”, afirmou.
“A participação da população e as doações realizadas em prol do Hospital de Câncer é muito importante, pois a instituição depende desses eventos para suprir o déficit mensal, diariamente somente à Unidade de Jales existe mais de 1100 atendimentos ao dia.”, afirmou a Assistente de Captação Ariely Siqueira.
Durante o evento, será divulgado o resultado da rifa de uma berreza. O leilão está em sua 9ª edição, e sempre gera bons resultados, em 2015 foi arrecadado 160 mil reais. “Para os compradores, é importante lembrar que quem arrematar cabeças de gado poderá fazer o pagamento à vista ou com cheque para até 100 dias.”, finalizou Roberto.
A notícia é da assessoria de imprensa da Santa Casa:
Todos que passam em frente à Santa Casa de Jales logo veem algo bem diferente: o canteiro central, que está chamando a atenção das pessoas. Sempre florido e limpo, ele é cuidado pelos colaboradores integrantes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA.
O projeto “Saúde e Natureza” criado em janeiro tem como objetivo o cuidado com o meio ambiente. Para isso o canteiro, bem como todo o entorno da instituição e também a área interna do hospital, está sendo cuidado semanalmente pelos cipeiros.
De acordo com o Técnico de Segurança do Trabalho, Devalci Trevisan, foram divididos grupos de quatro pessoas para cuidar dos canteiros toda segunda, quarta e sexta-feira. “Foram plantadas até o momento cerca de 375 mudas de flores e árvores em todos os lugares que estamos cuidando. O prometo continua no pátio dentro do hospital, onde já realizamos adequações como pintura do local, tudo a custo zero”, destacou.
A presidente da CIPA, Suely Aparecida Nunes Medeiros, relatou a dedicação de todos os colaboradores em contribuir com a natureza. “O meio ambiente precisa de uma atenção especial e percebo o quanto os cipeiros são dedicados e fazem com amor. Além de ficar mais bonito, o ambiente torna-se um pouco mais agradável. Agradeço a contribuição de todos nesse projeto”, explicou Suely.
Vista pelo ângulo da foto acima, parece que a Rua Leopoldo Oliveira Gonçalves – onde tivemos a ocorrência policial da notícia abaixo – não tem buracos, o que faria dela uma rara exceção.
Como se pode ver, no entanto, por este outro ângulo, o asfalto daquela rua – assim como outras do Jardim Monterey – também não apresenta boas condições. Mas, vamos à notícia do portal da Rádio Assunção:
Quatro bandidos armados invadiram a casa de um policial civil aposentado na Rua Leopoldo Alberto de Oliveira Gonçalves , no Jardim Monterey, na madrugada de ontem, segunda feira , em Jales.
Eles aproveitaram o momento em que uma funcionária estava chegando para trabalhar e renderam a mulher. O policial aposentado, sua esposa, e duas funcionárias foram feitos reféns por mais de 6 horas.
De acordo com informações colhidas pela reportagem do Jornal do Povo, da Rádio Assunção de Jales, os ladrões não foram violentos e fugiram no carro da família, um Ford Focus.
Durante a ação, dois ladrões continuaram a fazer as vitimas reféns, enquanto outros dois saíram do local para fazerem saques usando o cartão do aposentado. Por volta das 10 horas todos os meliantes fugiram.
Assim que recebeu a denuncia, a Polícia Militar de Jales começou um patrulhamento pela área central da cidade, e na Avenida Francisco Jalles localizou dois homens com características semelhantes as passadas pela vitima.
Um deles foi identificado como um rapaz de 26 anos, morador da Rua São José, no bairro Nossa Senhora Aparecida em Jales. Ele é natural da cidade de Guarulhos e está na região há oito meses.
Com este foi localizado o cartão de crédito do policial aposentado, um comprovante de compra no valor de R$360,00, um perfume e uma corrente de ouro que haviam sido recém compradas, além de R$2.064 em espécie.
Ele confessou então aos policiais que havia participado do roubo na casa do policial, e levou os PMs até sua casa, onde estavam escondidos os produtos do crime. Lá foram encontrados diversos eletrodomésticos, aparelhos eletrônicos e jóias.
O homem confessou ainda ter participado recentemente de um roubo na cidade de Palmeira D’Oeste. Na oportunidade ele, com a ajuda de comparsas, renderam um casal de idosos naquela cidade e fugiram com o carro da família, um Gol. No dia seguinte o veículo foi encontrado queimado em Jales.
O rapaz que estava junto com ele no centro da cidade, disse que não sabia do ocorrido e que somente tinha sido convidado pelo amigo para fazer algumas compras.
A Polícia Militar levou o homem envolvido no roubo até a Central de Polícia Judiciária, e lá o delegado de plantão decretou sua prisão em flagrante. Os outros três rapazes envolvidos no assalto ainda não foram encontrados.
A creche que está sendo construída no JACB já foi batizada pela Câmara Municipal com o nome de EMEI “Professora Diva Maciel Jorge”. O projeto, de autoria do vereador Gilberto Alexandre de Moraes(DEM), o Gilbertão, foi aprovado em outubro deste ano e transformou-se na Lei n° 4.557, de 16 de novembro de 2016.
A professora Diva nasceu em Palestina(SP), em 1929, e mudou-se para Jales com 32 anos de idade, em 1961. Lecionou em duas escolas de Jales, a EE “Elza Pirro Viana” e a EE “Euphly Jalles”, onde teve a honra de ser professora deste modesto blogueiro. Faleceu em janeiro de 1974, antes de completar 45 anos de idade. Ela era avó materna do vereador petista Luís Rosalino.
O novo prédio da EMEI do JACB começou a ser construído em agosto passado pela empresa GHM Construtora Ltda, de Meridiano, vencedora da licitação aberta em abril pela Prefeitura. As obras, que estavam orçadas em quase R$ 1,8 milhão, foram contratadas por R$ 1,5 milhão, ou quase R$ 300 mil abaixo do valor estimado. O recursos financeiros virão do governo estadual e, além da construção, incluem R$ 180 mil para aquisição de equipamentos.
Com 814m² de construção a nova creche segue o padrão FDE e contará com 06 salas de atividade, 01 sala de uso múltiplo, 02 berçários – um para repouso e o outro para atividades – vestiário, fraldário, lactário, lavanderia, refeitório, 02 sanitários para crianças, 01 sanitário destinado a crianças deficientes, etc. A conclusão da obra está prevista para agosto de 2017.
Avaliação atuarial preparada pelo técnico Marcos Bettega de Loyola, de julho de 2016, mostra que o futuro do Instituto Municipal de Previdência é preocupante. Atualmente, a diferença entre as receitas (cerca de R$ 800 mil) e as despesas com aposentadorias e pensões (R$ 1,2 milhão), gera um déficit mensal de mais ou menos R$ 400 mil.
Em sua avaliação, o técnico constatou que, no final de 2015, a Prefeitura de Jales tinha 816 servidores efetivos na ativa, dos quais, nada menos que 500 eram do sexo feminino. Segundo o técnico, “a concentração de massa do sexo feminino” é um fator desfavorável para a Previdência Municipal.
Certamente que ele chegou a essa conclusão porque, além de serem maioria, as mulheres ganham mais na nossa Prefeitura. Dados utilizados pelo técnico, de dezembro de 2015, mostram que, no serviço público municipal, o salário médio das mulheres (R$ 2.631,33) é superior ao salário médio dos homens (R$ 2.375,91).
Para quem conhece a nossa Prefeitura, isso não é nenhuma novidade. A constatação, no entanto, preocupou o técnico, uma vez que, de acordo com a legislação atual – essa que o presidente golpista quer mudar – as mulheres podem se aposentar com 30 anos de contribuição, ou cinco anos a menos que os homens.
Além disso, alertou o técnico, “parcela considerável dessas servidoras efetivas são professoras, que podem aposentar-se com 25 anos de contribuição”. Segundo apurou o blog, o déficit mensal do Instituto Municipal de Previdência tende a aumentar bastante em 2017, para quando estão previstas as aposentadorias de várias professoras. Se o Temer deixar, é claro.
Eis a capa do Jornal de Jalesdeste domingo, cuja principal manchete destaca o ato realizado no Fórum de Jales, em que juízes e promotores reagem à inclusão de emenda em projeto anticorrupção, na qual está prevista a punição contra o chamado abuso de autoridade. Segundo o jornal, a aprovação da medida “provocou imediata reação em todo o país”, além de desagradar juízes e promotores que a consideraram uma tentativa de intimidação.
Destaque, igualmente, para o repúdio aprovado pela Câmara de Vereadores de Jales contra o advogado Carlos Alberto Brito Neto, autor da representação à Procuradoria Geral de Justiça que pode resultar no fim do 14º salário dos servidores municipais, pago desde 1993. Ao jornal, o advogado disse que “infelizmente alguns vereadores demonstraram que desconhecem totalmente as legislações que tratam sobre o pagamento de gratificações e as decisões já consolidadas”.
O falecimento do narrador Deva Pacovicci – que possui vínculos com Jales, onde trabalhou – no acidente com o avião que levava o time da Chapecoense à Colômbia; a programação de Natal do comércio jalesense, que começa no dia 15 de dezembro; o otimismo dos consumidores jalesenses com relação a 2017, medido pela Fatec; o ato em defesa das Apaes, realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo; e o aumento do interesse na produção de alimentos orgânicos na região, são outros assuntos do JJ.
Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior informa que o PP de Jales, dirigido pelo empresário Luiz Henrique Moreira, deverá ter espaço no governo de Flávio Prandi. O colunista destacou, também, o convite que o diretor do Fórum Trabalhista de Jales, Norton Luís Bechtlufft, recebeu para voltar a trabalhar em Campinas. Deonel abordou, ainda, a nota distribuída pelo deputado federal Fausto Pinato(PP), na qual o parlamentar confirma sua posição favorável à punição de promotores e juízes por abuso de autoridade.
O juiz da 5ª Vara de Jales, Adílson Vagner Ballotti, homologou acordo que suspendeu o leilão da sede da Aderj, para pagamento de dívidas. A entidade, que encerrou suas atividades há algum tempo, tem dívidas trabalhistas com ex-funcionários e com honorários advocatícios devidos a um advogado.
Além disso, a Aderj tem uma dívida de cerca de R$ 900 mil com o município. A dívida refere-se a valores pagos pela Prefeitura à Aderj, a título de taxa administrativa dos vários termos de parceria firmados entre as partes durante o governo Parini.
A Aderj foi responsável – entre 2005 e 2011, pela administração e fornecimento de funcionários para os programas de Saúde da Família e de Combate a Vetores. Para tanto, ela cobrava uma taxa administrativa julgada irregular pelo Tribunal de Contas, que determinou a devolução do dinheiro aos cofres públicos.
No primeiro leilão, a sede da Aderj foi à praça pelo valor da avaliação, algo em torno de R$ 2,2 milhões, mas não apareceram interessados. No segundo leilão – esse que foi suspenso – o imóvel poderia ser vendido por, no mínimo, 60% do valor da avaliação, cerca de R$ 1,3 milhão.
O acordo, que envolveu a Prefeitura, a Aderj e o advogado credor, foi costurado pelo prefeito Pedro Callado e teve a participação do prefeito eleito, Flávio Prandi. Pelo acordo, um terreno anexo à sede será dividido em lotes e vendido. O valor arrecadado será utilizado para pagar as dívidas trabalhistas e os honorários do advogado.
Já o prédio da sede – esse da foto lá de cima – localizado no Jardim do Bosque, será transferido para o município, para pagamento dos R$ 900 mil devidos à Prefeitura. Segundo fontes do blog, o acordo foi bom para todo mundo.
O ex-presidente da Aderj (Associação dos Deficientes da Região de Jales), Anísio Martins Moreira Filho, o Anisinho, gostou do desfecho. Ele declarou ao blog que ficou feliz, pois, sendo transferida para a Prefeitura, ao invés de vendida a um particular, a sede da entidade poderá continuar sendo útil à comunidade.
No jornal A Tribunadeste final de semana, a principal manchete trata do caso do advogado Carlos Alberto Expedito de Brito Neto, o Betinho, que foi alvo de uma “Moção de Repúdio” aprovada por oito dos nove vereadores presentes à sessão de segunda-feira passada. Na Moção, os autores dizem que o 14º salário passou a integrar o orçamento familiar dos servidores desde 1993 e que a perda desse direito significará um duro golpe para as famílias atingidas. Procurado pelo jornal, Betinho não quis se manifestar sobre o repúdio dos vereadores, limitando-se a repetir o bordão do ex-ministro Armando Falcão: “Nada a declarar”.
Destaque, também, para matéria do Alexandre Ribeiro, o Carioca, sobre o seu amigo Deva Pascovicci, morto no acidente com o avião da Chapecoense. Carioca conta que Deva iniciou sua carreira na Rádio Difusora de Monte Aprazível, aos 12 anos de idade. Andou por emissoras de Rio Preto, Presidente Prudente, Rondonópolis e Cuiabá, até ser convidado pelo amigo Gil Carreira para ajudar na implantação da Rádio Antena Um, aqui em Jales. A matéria está acompanhada por um depoimento do Carioca.
O reinício das obras de construção das 99 casas populares nas proximidades da Facip, que estavam paralisadas desde agosto; o protesto dos juízes e promotores de Jales contra as mudanças feitas pela Câmara Federal no pacote anticorrupção; a decisão da Justiça Eleitoral que cassou o diploma do prefeito eleito de Populina, Adauto Severo; e a dívida da Prefeitura de Jales com o Instituto Municipal de Previdência, que, em sete anos, passou de R$ 11,3 milhões para R$ 27,3 milhões, são outros assuntos de A Tribuna.
Na coluna Enfoque, o prefeito Pedro Callado desmente que tivesse conhecimento antecipado da ação do advogado Carlos Alberto contra o 14º salário dos servidores. Na página de opinião, Poletto escreve sobre uma famosa petição do advogado paraibano Ronaldo Cunha Lima, enquanto o Victor Pereira escreve sobre a Chapecoense. No caderno social, a coluna do Douglas Zílio destaca o “Prêmio Destaque do Ano”, organizado pela Tribo Propaganda e a Revista Interativa.
Em Tempo: O jornal A Tribuna desta semana traz, encartado, um bonito pôster do campeão brasileiro de 2016, o Palmeiras.
A advogada Alzira Mara – a mesma que estendeu faixa pedindo a volta do regime militar – parece mesmo disposta a ir para a frente de batalha. Na sessão da Câmara de segunda-feira passada, ela utilizou a tribuna para falar “em nome dos que não tem voz, os animais” e, ao mesmo tempo, fazer uma declaração de guerra ao poder público.
Por poder público, entenda-se a Prefeitura de Jales. Conhecida por seu ativismo em defesa dos animais, Alzira denunciou a inércia da administração municipal na questão dos animais errantes – cachorros e gatos – que perambulam pelas nossas ruas, sem a devida atenção do poder público.
Alzira e um grupo de protetoras dos animais estiveram na Câmara Municipal para solicitar que a sobra de R$ 100 mil do Legislativo, devolvida ao Executivo para utilização, em princípio, no projeto de decoração natalina, seja destinada à castração maciça de cães errantes e pertencentes à população de baixa renda.
Alzira disse que já protocolou um pedido para que o Ministério Público e a Justiça determinem o imediato bloqueio dos R$ 100 mil. Ela está prometendo inclusive denunciar a administração por crime de improbidade administrativa, caso a Prefeitura insista em investir o dinheiro na decoração natalina.
Segundo o blog apurou, o grupo de protetoras do “SOS Animais” cuida de cerca de 400 cães e gatos, investindo dinheiro do próprio bolso para oferecer comida, remédios e melhores condições a esses animais. Tudo isso, sem qualquer ajuda do poder público.
Em muitos casos, as protetoras pagam até pela castração de animais, para evitar a procriação descontrolada. Em outros casos, elas pagam pelo tratamento de animais doentes.
A cachorrinha poodle da foto, por exemplo, já estava condenada à morte. Com leishmaniose, Nicole foi deixada pelo dono em uma clínica para ser eutanasiada e estava no corredor da morte, apenas aguardando a hora da injeção letal. Sheila, uma das protetoras, resgatou Nicole e deu a ela o tratamento adequado. Segundo Sheila, a cachorrinha se livrou da doença e tem uma vida normal.
Pode-se discordar de Alzira em muitas coisas – a questão da volta dos militares, por exemplo – mas a causa dos animais é, sem dúvida, nobre.