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DUPLA LUCAS E JOÃO MARCOS REALIZA LIVE SOLIDÁRIA EM PROL DA SANTA CASA E DA CAMPANHA ‘JALES SEM FOME’

A notícia é da assessoria de imprensa da Santa Casa:

A dupla Lucas & João Marcos promoverá uma live, em prol da Santa Casa de Jales e da campanha “Jales sem fome”, que ocorrerá no próximo sábado, dia 30 de maio, as 14h00 no canal do Youtube da dupla.

Vários artistas estão contribuindo com instituições que tiveram que cancelar ações e eventos que ajudavam a suprir o déficit devido a esse período de pandemia.

Além disso a Santa Casa de Jales ressaltou que está com custos acima do habitual, por conta das despesas extras para o combate do novo coronavírus (COVID-19), estão realizando campanhas de doação e outras formas de equilibrar as despesas e receitas.

Neste momento é importante a colaboração de todos, fique em casa para reduzir a transmissão e ajude a Santa Casa de Jales com doação de qualquer valor para agência do banco do Brasil número 0411-1, conta corrente 49.000-8 (CNPJ 50.565.936/0001-38). 

VEREADORES QUESTIONAM PREFEITURA SOBRE AFASTAMENTO DE SERVIDORES QUE ESTÃO NO GRUPO DE RISCO DA COVID-19

Da assessoria de imprensa da Câmara:

Os vereadores Claudecir dos Santos – Tupete e Luiz Henrique Viotto – Macetão, em Sessão Ordinária (26), apresentaram um requerimento questionando se a Prefeitura vai afastar das atividades os servidores que se enquadram no grupo de risco da covid-19.

Os vereadores justificaram que as pessoas idosas, hipertensas, com insuficiência renal e doença respiratória crônicas são as mais vulneráveis a contrair o vírus. Vários órgãos dispensaram os funcionários do grupo de risco para evitar que fiquem expostos e tenham complicações decorrentes da contaminação por coronavírus.

Macetão comentou o requerimento: “É para saber o que oficialmente está sendo feito com os funcionários, se foi feito o afastamento. No Ceo (Centro de Especialidades Odontológicas) também tem uma funcionária que foi diagnosticada e continua aberto. Qual protocolo que o prefeito está seguindo?”, disse.

O vereador Vanderley Vieira – Deley falou sobre a propositura: “As cidades que não fecharam os estabelecimentos antes estão com muitos casos. Vai morrer muita gente sem socorro. Não sei até quando o estado de São Paulo vai suportar”.

Os vereadores indagaram quantos servidores são do grupo de risco e quais medidas serão adotadas para evitar que os outros servidores se contaminem. Macetão e Tupete também solicitaram informações sobre a servidora do Centro de Especialidades Odontológicas que teria contraído a covid-19.

O requerimento foi aprovado por unanimidade e encaminhado ao Poder Executivo, que tem até 15 dias úteis para enviar resposta ao Legislativo. Todos os requerimentos e suas respostas ficam disponíveis ao público no site da Câmara Municipal (www.jales.sp.leg.br).

SARA WINTER PODE SER PRESA PREVENTIVAMENTE POR AMEAÇAS A MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES, DIZ ADVOGADO

O advogado criminalista André Perecmanis, professor universitário, afirmou que a militante bolsonarista Sara Winter deveria ser presa, depois de ameaçar o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. 

“Investigada por integrar quadrilha q dissemina fakenews, Sara Winter postou vídeo lamentando ñ estar em SP p/ ‘trocar socos’ com o Ministro Alexandre de Moraes e o ameaçando expressamente. Um investigado q ameaça o magistrado q cuida do caso deve ser preso preventivamente. Fim”, escreveu ele no Twitter.

A militante foi alvo da ação da Polícia Federal nesta quarta-feira, 27, determinada pelo ministro da Corte. “A gente vai descobrir os locais que você frequenta, quem são suas empregadas domésticas, a gente vai descobrir tudo da sua vida, até o senhor pedir para sair”, disse ela no Twitter.

Abaixo, o vídeo com as ameaças:

 

FRANÇA PROÍBE USO DE CLOROQUINA NO TRATAMENTO DA COVID-19

Há alguns dias, o porta voz do bolsonarismo, Alexandre Garcia, noticiou que o Reino Unido estava comprando não sei quantos milhões de comprimidos de cloroquina. A notícia é verdadeira, mas, ao contrário do que deu a entender o ex-urubólogo, a cloroquina não será utilizada no tratamento da covid-19.

Na verdade, será utilizada em testes de larga escala que serão realizados de junho a janeiro por hospitais em profissionais da saúde. A notícia do jornal The Guardian diz que “apesar dos testes, o Reino Unido não recomenda o uso do remédio, assim como as autoridades de saúde no mundo, já que não há uma comprovação científica de sua eficácia”.

PS.: O UOL está noticiando na tarde desta quarta-feira, que o governo do Reino Unido suspendeu os testes.

A notícia sobre a França é do Valor:

A França decidiu proibir o uso da hidroxicloroquina em pacientes com covid-19 por causa de estudos que mostraram que o medicamento tem pouca eficácia no combate ao novo coronavírus e pode gerar perigosos efeitos colaterais.

O decreto com as novas regras, que suspende uma decisão anunciada há dois meses para permitir que o remédio fosse usado sob supervisão médica, foi anunciado nesta quarta-feira pelo Ministério da Saúde.

Além disso, o governo francês também determinou a suspensão de novos testes clínicos com a cloroquina para o tratamento da covid-19.

O uso da cloroquina, normalmente em associação com antibióticos, era defendido por Didier Raoult, um polêmico virologista do país, e por lideranças mundiais, como Donald Trump e Jair Bolsonaro.

O remédio continuará sendo usado na França para o tratamento de doenças contra as quais sua eficácia é comprovada, como lúpus e outras doenças autoimunes.

SEM RESULTADOS POSITIVOS, HOSPITAIS DO PAÍS ABANDONAM A CLOROQUINA

Até o hospital de Floriano, no Piauí, onde a ministra Damares disse estar havendo o “milagre da cura” pela cloroquina, suspendeu o uso medicamento. A notícia do UOL:

A falta de bons resultados em estudos clínicos e a percepção de que a cloroquina e a hidroxicloroquina não trazem resultados positivos no tratamento contra a covid-19 — e ainda causa efeitos colaterais — levaram hospitais do país a descartar o medicamento de seus protocolos médicos sobre a doença causada pelo novo coronavírus.

A decisão desses hospitais contraria o novo protocolo do Ministério da Saúde, que na semana passada expandiu, sem nenhuma comprovação científica, o uso da medicação para pacientes na fase inicial da doença, como defende o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Dois dias depois da decisão do ministério, a maior pesquisa já publicada no mundo sobre a cloroquina apontou que a droga não oferece benefícios e traz riscos cardíacos aos pacientes com covid-19. Com base nesse estudo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou a suspensão dos testes com a cloroquina por conta dos riscos aos pacientes.

Antes mesmo da conclusão de estudos mais aprofundados, médicos e hospitais ouvidos pelo UOL apontaram a ineficácia do remédio e alertaram para os riscos. Algumas unidades de saúde chegaram a inserir a cloroquina no protocolo, mas ela foi retirada pouco tempo depois.

Segundo Frederico Jorge Ribeiro, coordenador de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do HSE (Hospital dos Servidores do Estado), no Recife, a medicação chegou a ser usada nos primeiros pacientes. Porém, como não se viu qualquer benefício, no dia 29 de março o remédio foi retirado do protocolo.

“Já naquela época não evidenciamos resultados que mostrassem a efetividade da cloroquina no tratamento de pacientes com covid-19. Usamos em alguns pacientes do HSE, com resultados frustrantes. Além disso, a cloroquina tem o potencial de provocar arritmias, que é agravado com o uso concomitante de azitromicina. Por isso, suspendemos o uso”, afirma.

FRASE

“O que está acontecendo é algo que qualquer um desconfie que seja proposital. Querem incentivar rachaduras diante de inquérito inconstitucional, político e ideológico sobre o pretexto de uma palavra politicamente correta? Você que ri disso não entende o quão em perigo está!”

(Eu não entendi nada! Se você entendeu, por favor me explique. A frase é do genial Carlos Bolsonaro, revoltado com a operação da PF contra a indústria de fake-news pró-Bolsonaro)

EM ENTREVISTA A PEDRO BIAL, BONNER FALA SOBRE ATAQUES E INTIMIDAÇÕES

Do portal Notícias ao Minuto:

O jornalista William Bonner disse na madrugada desta quarta-feira, 27, em entrevista ao programa Conversa com Bial, que a suspeita sobre a utilização indevida do CPF de seu filho Vinícius, 22 anos, para pedir o auxílio emergencial de R$ 600 ao governo federal teve o objetivo de “encurralar” ele e a ex-mulher, a apresentadora Fátima Bernardes, e dessa forma atingir a TV Globo.

O editor-chefe e apresentador do Jornal Nacional contou que o filho é vítima de estelionato há três anos, desde que sofreu um acidente de carro. Um bombeiro teria divulgado a carteira de habilitação do jovem na internet e desde então a família precisa contar com a atuação de advogados para desfazer golpes.

A fraude mais recente foi a tentativa de vincular o nome do filho de Bonner e Fátima Bernardes a um pedido de auxílio emergencial. O jornalista foi informado que um jornal do Rio preparava reportagem sobre o assunto e, por meio de advogados, mostrou ao veículo as provas de que era um golpe e alertou a Caixa Federal para não fazer o pagamento. A reportagem não foi publicada.

Mesmo sem nada ter sido divulgado, segundo ele, o filho começou a receber insultos pelas redes sociais. Bonner então fez um desabafo em público e, a partir disso, afirma que começaram a acontecer “coisas estranhas”.

“Circularam vídeos que o acusavam de ter feito o pedido e recebido. E cobravam isso do pai e da mãe. De William e de Fátima. E dele”, disse durante a entrevista a Pedro Bial.Para Bonner, o material estava pronto para ser divulgado nas redes sociais antes mesmo dele fazer o desabafo.

“Quem em meio a uma pandemia, com milhares de mortes, teria a ideia, do nada, de entrar no site do Ministério da Cidadania ou do Dataprev e verificar se o filho do William Bonner tentou se inscrever para receber os R$ 600?”, questionou. “Esse é o tempo que estamos vivendo hoje, mas vamos em frente”Para Bial, ficou evidente o caráter doloso do que aconteceu.

Ainda na entrevista, Bonner falou sobre a cobertura da pandemia do novo coronavírus como a mais dramática de sua carreira jornalística. Até mesmo o tom de sua narração mudou diante da tragédia.

“Estou me permitindo respirar. Estou respirando na minha necessidade de respirar”, disse.

Para o jornalista, a situação é avassaladora, o que inclui o perigo dos negacionistas que têm o poder da comunicação direta e divulgam fake news para enganar a população.

Sem citar nomes, Bonner definiu como “maldade humana” a atitude de uma pessoa que inventa informações como a de que um medicamento teria o poder de salvar pessoas. “O que é isso, senão maldade?”

COM FUNCIONÁRIOS APRESENTANDO SINTOMAS DA COVID, UNIDADE DE SAÚDE DO JARDIM SÃO JORGE É FECHADA TEMPORARIAMENTE

A Secretaria de Comunicação da Prefeitura enviou o comunicado abaixo:

A Prefeitura Municipal de Jales comunica que, desde as 13 horas desta terça-feira, dia 26 de maio, a ESF (Estratégia de Saúde da Família) Setuo Suetugo (São Jorge) está fechada por tempo indeterminado.

Na semana passada, dois usuários desta unidade foram testados como positivo para a Covid-19, o novo coronavírus, e tiveram contato com a equipe de funcionários da ESF, que também apresentaram sintomas da doença.

A secretária municipal de saúde, Maria Aparecida Moreira Martins, em ação rápida e eficiente, objetivando a prevenção, decidiu pelo fechamento temporário da unidade.

Os usuários da ESF do São Jorge serão atendidos nas unidades de saúde do Jardim Municipal (Ozil Joaquim Rezende) e Jardim Oiti (Leonísio Gambero).

Secretaria Municipal Comunicação 

“BOLSONARO ESTÁ LEVANDO O BRASIL PARA UM DESASTRE”, AVALIA IMPRENSA INTERNACIONAL

Como todo déspota, o Bozo se ama. A notícia é do UOL:

Entre domingo (24) e segunda-feira (25), diversos veículos de imprensa internacionais publicaram longos artigos e reportagens com duras críticas à resposta do presidente Jair Bolsonaro à crise gerada pelo novo coronavírus.

O brasileiro é descrito como um “líder vingativo”, com atuação “irresponsável e perigosa”, que investe seu tempo em brigas com juízes, parlamentares e “até os próprios ministros” enquanto governadores pedem ajuda.

“Quebrar o Brasil” e “levar o país ao desastre” são alguns dos prognósticos associados à atuação do presidente, descrito como um dos raros negacionistas da gravidade da pandemia e tem sua atuação apresentada como uma das piores em todo o planeta.

Diferente da narrativa governista, que costuma atribuir as críticas à “imprensa de esquerda”, as análises negativas também estampam as páginas de veículos tradicionalmente conservadores, como o jornal britânico The Telegraph.

O mesmo vale para ícones mundiais do liberalismo econômico, celebrado pelo ministro Paulo Guedes (Economia) e pelo filho do presidente, Eduardo Bolsonaro, como é o caso do jornal Financial Times.

Na manhã desta segunda-feira, em frente ao palácio do Alvorada, o presidente foi questionado por uma apoiadora sobre a imagem negativa de sua gestão no exterior.

“A imprensa mundial é de esquerda”, insistiu o líder brasileiro, citando mais uma vez o presidente norte-americano. “O Trump sofre muito nos Estados Unidos também”, disse Bolsonaro.

A publicação mais comentada nesta segunda-feira vem do jornal britânico Financial Times. Um artigo assinado por Gideon Rachman, colunista-chefe para assuntos internacionais do jornal, aponta no título que “o populismo de Jair Bolsonaro está levando o país para um desastre”.

O texto compara as respostas de Bolsonaro e de Trump à pandemia, classificando a do brasileiro como “ainda mais irresponsável e perigosa”.

APÓS SÉRIE DE HOSTILIDADES A JORNALISTAS, GLOBO E FOLHA SUSPENDEM COBERTURA NO ALVORADA

Globo e Folha não foram as únicas. O Correio Braziliense e o Metrópoles também tiraram seus jornalistas do cercadinho do Alvorada.

O governador do Maranhão, Flávio Dino, resumiu o caso: “Estimular desrespeitos e não garantir segurança ao trabalho jornalístico diante de um palácio presidencial é uma forma de agredir a liberdade de imprensa. Bolsonaro é o único responsável por mais essa página vergonhosa”, disse o governador.

Deu no Brasil 247:

O jornal Folha de S. Paulo e o Grupo Globo anunciaram nessa segunda-feira (25) a suspensão da cobertura jornalística do Palácio do Alvorada, por falta de segurança para seus profissionais. 

Ontem, segunda-feira (25), apoiadores de Jair Bolsonaro hostilizaram jornalistas, numa prática que tem sido recorrente diariamente na porta da residência oficial. Antes das agressões, o próprio Bolsonaro criticou a imprensa. “No dia que vocês tiverem compromisso com a verdade, eu falo com vocês de novo”, disse ele.

A Folha de S. Paulo disse que questionou sobre o episódio desta segunda o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), responsável pela segurança do Alvorada, e a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom). Não houve resposta até a divulgação da reportagem.

“O jornal pretende retomar a cobertura no local somente depois das garantias de segurança aos profissionais por parte do Palácio do Planalto”, diz o jornal. 

Já o Grupo Globo anunciou que os jornalistas encontrarão maneiras seguras de apurar e relatar o que se passa ali, sem prejuízo do público.

“Como a animosidade dos militantes tem sido crescente, e sem que haja providências por parte das autoridades para proteger os jornalistas, o vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo comunicou a decisão, por carta, ao ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno”, disse o Grupo Globo.

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