A notícia, em vídeo, pode ser vista no site do SBT Interior:
A história de Márcia Gomes Constatino, de 39 anos, que mora em Jales (SP) é uma verdadeira lição de vida.
A alagoana descobriu que tem câncer de mama após a gestação da terceira filha. Ela percebeu que havia um ‘caroço estranho’ nos seios e imediatamente procurou um especialista, que, a princípio, não diagnosticou a doença.
Ainda grávida, Márcia procurou alguns médicos para mostrar o caroço que havia aparecido no seio direito, mas foi informada que era normal.
“Durante a gravidez, eu notei que havia um caroço na minha mama direita, então eu conversei com a médica que fazia meu pré-natal e ela disse que era normal. Depois, eu fui em outro médico, e ele por mais incrível que pareça falou a mesma coisa, mas eu já havia ganhando a neném e não sumia”, conta.
Por meio de uma ultrassonografia, o médico que estava fazendo o procedimento notou que o caroço estava muito grande, e a encaminhou para o Hospital de Amor da cidade. Lá, o câncer foi diagnosticado e o tratamento começou.
Agora, para encarar o cansaço do tratamento com mais alegria, a cada 15 dias ela passa por sessões de quimioterapia de uma forma diferente. Márcia usa fantasias em cada dia do tratamento.
De Chapeuzinho Vermelho à Minnie Mouse ou Mulher Maravilha, Márcia busca forças para vencer a doença.
“Eu me fantasio por ser cansativo, né. Passar o dia no hospital, fazer exames antes da quimioterapia, depois tomar soro… Aí eu pedi para minha mãe fazer uma saia colorida, diferente, para que eu pudesse levar alegria ao hospital”, conta.
A notícia não informa a data do show, mas, segundo o calendário de eventos divulgado pela Santa Casa no início deste mês, o evento está programado para o dia 20 de setembro.
Da assessoria de imprensa da Santa Casa:
O setor de Captação de Recursos e o departamento de comunicação da Santa Casa de Jales convidaram a imprensa local e regional para uma coletiva de imprensa para que o provedor, Junior Ferreira, pudesse informar a todos a novidade do show para 2019.
“Cogitamos vários nomes da música sertaneja, mas Gian e Giovani foi a dupla de maior destaque para nós, eles possuem mais de 30 anos de carreira, deram uma pausa durante um período, mas recentemente retornaram aos palcos e estão fazendo sucesso por ondem passam” destacou Junior Ferreira.
Para Luciana Vicente, gerente do setor de Captação de Recursos, a instituição está lançando um novo formato de show com uma dupla de sucesso “Nós resolvemos mudar a pedido da população, dessa vez a Santa Casa vai apostar na venda de lounges, onde parte do público poderá ficar em pé no fundo do salão e quem preferir assistir ao show sentado poderá adquirir mesas mais a frente do palco.”
Um dos grandes e primeiros sucessos da dupla foi “Amante Anônimo” em seguida embalaram com “Espuma da Cerveja”, “Você em minha vida”, entre outras, que garantiram a presença da dupla nas paradas de sucesso do país. No ano de 2003 a dupla recebeu a indicação ao Grammy Latino ao prêmio de “Melhor Álbum de Música Sertaneja” o disco contava com grandes sucessos que lideraram as rádios naquela época, como “Taça de Pranto”, “Tatuagem” entre outros.
Toda equipe envolvida da Santa Casa de Jales está satisfeita com a escolha de 2019 e tem a certeza de que dupla melhor não há, eles esbanjam sucesso e são recorde de público por onde passam. Gian e Giovani possuem mais de 30 anos de carreira, 18 álbuns lançados, 2 DVDs e mais de 10 milhões de discos vendidos, além de inúmeros sucessos que permaneceram no ranking das mais tocadas por semanas. Eles estiveram entre as 5 maiores duplas sertanejas do país no fim dos anos 90.
Como já é um costume para o setor de Captação de Recursos, todos que participaram do último show em prol da instituição terão prioridade na compra de mesas, caso não tenha interesse a venda será disponibilizada ao público em geral. Para mais informações ligue (17)3622-5003 falar com Lucas ou Luciana.
Através dos advogados Marcelo Fernando Dácia e Vinicius Montanher esta sendo formado em Jales um grupo empresarial, que tem por objetivo praticar networking.
Trata-se do BNI (Business Networking Internacional), que é a maior e mais bem sucedida organização de networking do mundo. Está presente em 75 países, com cerca de 230 mil membros, já gerou 38 bilhões em negócios entre os seus membros em todo o mundo.
O grupo é formado por empresários de vários ramos de atividade, que se reúnem com certa freqüência para gerar referência e negócios uns aos outros.
O objetivo principal do grupo empresarial não é vender produtos/serviços diretamente para os membros do grupo, mas sim buscar potenciais clientes na rede de contatos de cada membro do grupo.
A metodologia do grupo de networking é conhecida como marketing boca-a-boca, que é a forma mais eficaz para geração de negócios.
Marcelo Dácia, que é membro do BNI Start de São José do Rio Preto salienta que se não tivesse ampliado sua rede de contatos através do grupo de networking, não teria conseguido atingir alguns projetos que atua, envolvendo grandes empresários e marcas de renome do cenário nacional.
Em Jales já foram realizadas duas reuniões, ao qual já estiveram presentes cerca de 70 empresários e profissionais liberais. As reuniões do grupo empresarial BNI de Jales acontecem de quarta-feira de manhã no Sato Buffet.
A nota do ensino médio colocou a Diretoria de Ensino de Jales em segundo lugar no ranking das melhores do Estado de São Paulo, que leva em consideração o Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (IDESP) de 2018.
A nota conquistada pela Diretoria de Jales foi de 3,17 no ensino médio, atrás apenas da Diretoria de Catanduva, a primeira colocada com nota 3,18. Fernandópolis foi a terceira colocada, com nota 3,16, seguida por Itapeva (3,10), e Taquaritinga (3,04). O Estado de São Paulo tem – por enquanto – 91 diretorias. A última colocada, com nota 1,77, foi a diretoria do Leste Paulista.
Já com relação ao 9º ano do ensino fundamental, a Diretoria de Jales ficou em 5º lugar, com nota 4,02, a mesma nota de Taquaritinga, que ficou em 4º lugar. As três primeiras colocadas foram Itapeva (4,23), Fernandópolis (4,07) e Catanduva (4,06). A 91ª posição ficou com a Diretoria de Ensino de Itapevi (2,69). A segunda pior colocada foi a Diretoria de Lins (2,71).
Os dados divulgados recentemente levam em consideração o desempenho em português e matemática na rede estadual de ensino, além da taxa de aprovação, reprovação e abandono escolar.
Se o curso superior de tecnologia tem foco no mercado de trabalho, seguir as tendências tecnológicas é necessário. No dia 16 de fevereiro, alunos e professores da Faculdade de Tecnologia Prof. José Camargo – Fatec Jales foram contemplados com um treinamento em Desenvolvimento Ágil utilizando Scrum, ministrado por Afonso Henrique Barrenha, Scrum Master certificado pela Scrum.org. O treinamento contou também com a presença de empresários e profissionais da área de Tecnologia da Informação.
Scrum é uma metodologia concebida inicialmente para a gestão e planejamento de projetos de softwares. Atualmente seus conceitos têm sido frequentemente aplicados em diferentes segmentos para aumentar a eficiência do trabalho em equipe.
O treinamento foi organizado pelo Centro de Aprimoramento da Produtividade (CAP), uma iniciativa da Fatec Jales para oferecer aos alunos, comunidade e empresas, treinamentos e informações relacionadas à produtividade pessoal e trabalho em equipe.
Nossos vereadores – sempre atentos e sensíveis aos problemas que afligem a população – estão propondo nada menos que quatro projetos de lei que visam criar facilidades para os usuários da chamada Área Azul, ou, para os íntimos, Zona Azul.
Um desses projetos, como já noticiado pelo blog, propõe isentar veículos de idosos e portadores de deficiência do pagamento da tarifa, desde que estacionados nas chamadas “vagas especiais”.
Outro projeto planeja cria um tempo – 15 minutos – de tolerância, onde os motoristas poderão realizar paradas rápidas para comprar uma cibalena na farmácia ou pegar um jornal na banca ou, ainda, apanhar o pão de queijo na padaria, sem necessidade de pagar a tarifa da Zona Azul.
Dos quatro projetos, o mais estranho é de autoria do vereador Macetão. Ele propõe obrigar a empresa responsável pela Zona Azul a devolver aos usuários metade da tarifa de R$ 15,00 cobrada daqueles motoristas que deixam de pagar a tarifa normal no prazo de 15 minutos.
Estranhas ou não, todas essas alterações deveriam ter proposto lá atrás, em 2017, quando aprovaram – sem maiores estudos – o projeto que tratou das regras para a nova Zona Azul.
Qualquer alteração na cobrança da Zona Azul vai depender, no entanto, da boa vontade da empresa que ganhou a concorrência, uma vez que ela apresentou sua proposta com base nos critérios estabelecidos na lei aprovada pelos vereadores e nas receitas estimadas no edital da licitação aberta pela Prefeitura.
Ademais, tudo indica que as alterações propostas pela Câmara são inconstitucionais, por “vício de origem”. Julgados recentes das instâncias superiores, incluindo o STF, já deixaram claro que a iniciativa de projetos de lei relativos à Zona Azul são de competência exclusiva do Executivo. Ou seja, do prefeito.
Os vereadores sabem disso, mas estão jogando para a torcida.
A juíza Maria Paula Branquinho Pini, da 4ª Vara de Jales, prorrogou por mais cinco dias a prisão temporária do empresário e corretor de seguros A.B.R., preso na operação “Farra no Tesouro 2”, da Polícia Federal.
A prorrogação foi autorizada após representação da PF e concordância do Ministério Público Estadual. A Polícia Federal continua analisando equipamentos eletrônicos e documentos apreendidos na operação e ouvindo testemunhas e investigados sobre os fatos em apuração.
Segundo informações, a PF constatou incongruências entre os depoimentos do corretor de seguros e de N.G.J., o funcionário da Prefeitura que foi afastado de suas funções por tempo indeterminado. Não está descartada a realização de uma acareação.
Em sentença proferida na sexta-feira, 15, a segunda turma do Colégio Recursal de Jales, integrada pelos juízes Maurício Ferreira Fontes (Fernandópolis), Heitor Katsumi Miura (Fernandópolis) e Evandro Pelarin (São José do Rio Preto), sob a relatoria deste último, deu provimento ao recurso da Prefeitura contra o pagamento de férias e décimo-terceiro salário ao ex-vereador Luís Fernando Rosalino(PT).
Rosalino, como já noticiado por este modesto blog, pleiteia na Justiça o recebimento de R$ 53 mil a título de décimo-terceiro salário e de férias não gozadas. Sempre é bom lembrar que nossos vereadores contam com 45 dias de recesso por ano – algo que a maioria dos trabalhadores brasileiros não têm – e ainda dão um jeitinho de, em julho de cada ano, fugir ao batente por 15 ou até 20 dias para umas férias com a família.
Em primeira instância, Rosalino obteve êxito, mas… Mas os diligentes procuradores jurídicos da nossa Prefeitura recorreram e, na segunda instância, sobreveio a má notícia para o ex-vereador petista.
Para os juízes da segunda turma, embora o STF já tenha decidido que o pagamento de férias e décimo-terceiro a agentes políticos é constitucional, a efetivação desses direitos dependem da existência de lei municipal sobre a matéria.
Na sentença, os magistrados afirmam que não é automática “a aplicação da decisão do STF que se limitou, bem a verdade, a declarar constitucional o pagamento, mas não determinou o pagamento dessas vantagens”.
A necessidade de lei municipal é controversa. Ao julgar um recurso da nossa Prefeitura contra decisão que mandou pagar férias e décimo-terceiro à ex-prefeita Nice Mistilides, a ministra Rosa Weber, do STF, negou-lhe provimento sob o argumento de que “não é incompatível com a Constituição Federal o pagamento de terço de férias e décimo terceiro salário a agente público detentor de mandato eletivo remunerado por subsídio, independentemente de lei municipal”.
Eis a capa do Jornal de Jalesdeste domingo, que está destacando a entrega das 99 moradias populares do Conjunto Habitacional “Honório Amadeu”. Durante a entrega, o prefeito Flá Prandi anunciou que a Prefeitura retomou a luta para conseguir a construção de mais 300 casas em um terreno que já está com toda a documentação preparada, aguardando apenas o sinal verde da CDHU. Por enquanto, o sinal continua amarelo uma vez que o presidente da CDHU, Eduardo Velucci, disse que está analisando não só o pedido de Jales, mas também de outras cidades paulistas. Durante a entrega das 99 casas, o pastor Honório Amadeu Júnior agradeceu a homenagem a seu pai, que ele destacou como exemplo de homem público. Honório Amadeu foi prefeito de Jales em dois mandatos – 1965/1969 e 1973/1977.
O jornal está destacando, também, que a operação “Farra no Tesouro 2” só está relacionada coma a primeira pelo fato de ter sido desencadeada a partir da análise de documentos apreendidos para apurar os desvios praticados pela ex-tesoureira da Prefeitura, Érica Carpi. Foi isso o que explicou o delegado da PF, Cristiano Pádua da Silva, durante entrevista coletiva sobre a operação realizada na quinta-feira, 14, que resultou na prisão temporária de duas pessoas, no cumprimento de seis mandados de busca e apreensão e no afastamento de um funcionário da Prefeitura.
A atividade de cuidador de idosos, que, segundo levantamento, é a ocupação que mais cresce no Brasil; a disposição do prefeito Flá, que estaria pronto para prestar contas de sua administração às lideranças comunitárias da cidade; a homenagem que a Câmara está prestando ao professor Augusto Campaneri; as sugestões do professor Marçal Rogério Rizzo ao prefeito Flá, visando melhorar a iluminação da cidade e preservar o meio ambiente; e a apreensão, pela Polícia Rodoviária Estadual de Jales, de meia tonelada de maconha, são outros assuntos do JJ.
Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior comenta a repercussão do artigo da jornalista Carol Guzzo sobre direitos humanos, publicado na edição de domingo passado. O colunista destaca que o agente da PF, Wladimilson Gouvêa, foi um dos que discordaram dos argumentos da Carolzinha. Para o policial federal, seria necessário um pouco mais de realidade prática e menos teoria para formar opiniões sobre profissionais da segurança pública que arriscam suas vidas. Wladi – como era conhecido nos tempos de funcionário do Banco do Brasil – está à vontade para falar de realidade prática: há alguns anos, em um confronto com traficantes, ele foi atingido por um tiro que lhe deixou uma cicatriz no pescoço.
No jornal A Tribuna deste final de semana, o principal destaque é a operação “Farra no Tesouro 2”, deflagrada pela Polícia Federal de Jales na quinta-feira, 14, quando foram presos dois sócios – A.B.R. e E.P. – de uma corretora de seguros, sob suspeita causarem prejuízos aos cofres públicos em contratos de seguros superfaturados. Um dos sócios – E.P. – teve sua prisão temporária revogada no mesmo dia. Um funcionário da Prefeitura – N.G.J. – foi afastado por tempo indeterminado. Os crimes investigados são organização criminosa, peculato, estelionato e fraude à licitação. Além disso, um dos corretores – A.B.R. – poderá responder pelo crime de posse ilegal de arma de fogo, uma vez que, durante as buscas da PF em sua residência, foram encontradas quatro armas.
O jornal está destacando, também, que o diretor do Hospital de Amor, Henrique Prata, descartou a criação de uma faculdade de medicina no Jales Clube. A proposta foi feita pelo presidente do clube, Clóvis Pereira, mas, depois de uma visita ao local na terça-feira, 12, Henrique Prata comunicou não ter interesse no negócio. A reportagem do Carioca informa, ainda, que o tradicional Jales Clube poderá fechar suas portas, diante da baixa frequência e do reduzido número de sócios. Atualmente, cerca de 500 sócios pagam mensalidade de R$ 110,00 e, para manter suas portas abertas, o clube precisaria ter pelo menos 1.500 sócios.
O cancelamento – uma semana antes da operação da Polícia Federal – do contrato firmado com uma Seguradora no final de 2018; o saco de bondades dos vereadores que estão apresentando quatro projetos para alterar a Zona Azul; o projeto aprovado pela Câmara de Pontalinda, que corta pela metade os salários dos agentes políticos do município; os acidentes que mataram duas pessoas em dois dias, na rodovia Elyeser Magalhães; e a investigação do Ministério Público Estadual a respeito das condições de segurança do viaduto “Antônio Amaro”, são outros assuntos da edição 1.552 de A Tribuna.
Na coluna Enfoque, informações sobre uma portaria do prefeito Flá Prandi que suspendeu, por 90 dias, uma professora da EMEI “Aparecido Tadeu Estanislau” (Jardim Municipal), acusada de praticar ofensas físicas contra crianças da creche. Na página de opinião, artigo do atleta de alcova Marco Antônio Poletto tem o título “A dieta da laranja”, mas não é sobre o laranjal do PSL. No caderno social, destaque para a coluna do Douglas Zílio e para a Gobbi Assessoria e Consultoria – dos irmãos Alessandro e Eder Gobbi – uma empresa aqui de Jales que se tornou uma das melhores e mais eficientes do país em serviços de assessoria para aqueles que pretendem obter dupla cidadania.