Aproximadamente 130 policiais de todas as forças de segurança pública de Jales/SP e região (federais, civis e militares) participaram, na manhã desta quinta-feira (23), da deflagração da operação denominada “SINERGIA”, que tem como objetivo o combate à criminalidade na cidade. Vinte e um mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Estadual de Jales/SP, estão sendo cumpridos. O Ministério Público Estadual também participa da Operação.
As equipes policiais contam com apoio de helicóptero da Polícia Militar e de cães farejadores da Polícia Militar de São José do Rio Preto e da Polícia Federal de Três Lagoas/MS.
Após recente onda de roubos na cidade, ocorrida no final de 2016 e início de 2017, o fortalecimento da união entre as forças policiais veio à tona e se materializou através da troca de informações de inteligência. Mapeamento contínuo da criminalidade na cidade será realizado objetivando potencializar ações de prevenção.
Os órgãos de segurança da cidade pretendem realizar ações deste tipo com frequência, visando não só a apreensão de armas e drogas, mas a identificação, com antecedência, de pessoas envolvidas com o crime e pontos vulneráveis sujeitos à ação dos criminosos.
O nome da operação “SINERGIA” foi utilizado em alusão à ação e cooperação entre as forças de segurança (PF, PM e Civil) e Ministério Público. A sociedade também pode colaborar com denúncias, que podem resultar em ações como a de hoje, que objetiva o combate ao crime em busca da paz social.
Os suspeitos, caso sejam surpreendidos na posse de drogas, armas, munições ou outros objetos ilícitos, estarão sujeitos aos crimes elencados na legislação penal, e no caso de prisão serão recolhidos em unidades prisionais da região.
Com ligeiro atraso, estou publicando as novidades sobre o ex-prefeito de Dolcinópolis, José Luiz Reis Inácio de Azevedo. As peripécias do conhecido “Zé Paraguai” começaram logo no início de seu mandato, em 2013, quando ele contratou – sem licitação – uma empresa que, até dois meses antes da posse, pertencia a ele mesmo.
Ainda em 2013, o blog noticiou que o prefeito pagou a uma empresa por uma obra inacabada. Também em 2013, ele foi acusado de “comprar” milho para alimentar as galinhas da granja municipal. Dois detalhes: 1) a granja estava desativada e não tinha uma única galinha; 2) os pequenos agricultores que “venderam” o produto não plantavam um pé de milho há muito tempo.
E os amigos devem estar curiosos sobre a escolha do nome “Operação Catatau”, certo? Um jornal de Pernambuco explicou: é que o suposto “laranja” do ex-prefeito é conhecido pela alcunha de “Zé Colmeia”. Vamos, agora, à notícia é do G1:
A Polícia Federal de Jales e o Ministério Público Estadual de Estrela d’Oeste (SP) deflagraram na manhã desta terça-feira (21) a Operação Catatau, que investiga a suspeita de desvios de recursos públicos durante gestão do ex-prefeito de Dolcinópolis (SP). Milhões de reais em pagamentos suspeitos, feitos durante a gestão dele, são investigados.
A Justiça Estadual de Estrela d’Oeste (SP) expediu dois mandados de prisão temporária, 10 conduções coercitivas, quando a pessoa é levada a prestar depimento, e 11 mandados de busca e apreensão que estão sendo cumpridos em Porto Seguro (BA), Dolcinópolis (SP), distrito de Fátima Paulista em Turmalina (SP), Cardoso (SP), Pontalinda (SP) e Jales (SP).
O ex-prefeito abriu duas empresas naquela cidade, que também são alvos das buscas. A ex-tesoureira da prefeitura também é alvo de dois mandados de busca e apreensão em Fátima Paulista e Dolcinópolis (SP).
O delegado Cristiano Pádua da Silva diz que são investigados serviços, convênios, consultorias, compras e obras com pagamentos suspeitos. “São pagamentos com recursos provenientes da repatriação, recebidos do governo federal e usados nos últimos dias do ano de 2016. Em Dolcinópolis, estes valores foram pagos apenas a alguns servidores, ligados ao ex-prefeito, e fornecedores do município.”
Um sócio do ex-prefeito, que é apontado como ‘laranja’, também foi preso em Dolcinópolis. Após o fim do mandato do ex-prefeito, este sócio voltou a polir veículos e atualmente faz bicos na cidade, sem emprego fixo. Na gestão do ex-prefeito, ele figurou como sócio em construtoras e empresas de consultoria, com capital social acima de R$ 1 milhão, que prestavam serviços para o município de Dolcinópolis.
Em Jales, a casa da irmã do ex-prefeito e de um médico (cunhado do ex-prefeito) foi vasculhada pelos federais em busca de provas de interesse das investigações. Eles também serão conduzidos coercitivamente para prestar esclarecimentos. Contadores, empresários e prestadores de serviços também estão entre os alvos da operação.
O ex-prefeito será conduzido por policiais federais em vôo de Porto Seguro até Rio Preto, onde deve chegar por volta das 19h e será escoltado em viatura até Jales para ser ouvido pelas autoridades responsáveis pelas investigações.
A principal manchete do Jornal de Jalesdeste domingo destaca a aplicação da Lei Maria da Penha nas relações homoafetivas. Segundo o jornal, a prisão, em Jales, de uma mulher que agredia a companheira levantou a discussão sobre a aplicação da lei em situações diferentes da violência de marido contra mulher. Sobre o assunto, a delegada Maria Letícia Camargo, da Delegacia de Defesa da Mulher, disse que vem aumentando muito os casos de violência de filho contra mãe e de irmão contra irmã. Ela confirmou, ainda, que a lei já foi aplicada em um caso de agressão entre dois homens que mantinham uma relação homoafetiva.
Destaque, também, para a volta de José Roberto Pietrobom, o Brigitão, à diretoria administrativa do Consirj. Ele tomou posse na segunda-feira, 13, prometendo reduzir despesas sem diminuir o número de funcionários e sem prejudicar a qualidade dos serviços prestados à população. Em entrevista ao JJ, ele disse que um dos seus desafios será resolver as pendências dos municípios que estão devendo ao consórcio.
Os cinco casos confirmados de meningite viral que estão deixando a população preocupada; as mudanças na previdência municipal, que foram aprovadas pela Câmara depois de muita discussão; as explicações do provedor da Santa Casa durante sessão da Câmara, onde ele afirmou que o hospital pode ir parar na UTI; a dívida da Prefeitura de Fernandópolis, que passa dos R$ 52 milhões; e a sugestão do vereador Tiago Abra para que a Prefeitura devolva o recinto de exposições da Facip à Unimed, são outros assuntos do JJ.
Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior está informando que o Cartório do Registro de Imóveis e Anexos – o CRIA – continua funcionando normalmente , mas perdeu um grande filão, que é o setor de protestos. A partir de agora, os protestos de títulos só poderão ser feitos nos cartórios do 1º Ofício (o Cartório do Adauto), e do 2º Ofício (o Cartório do Garça).
O jornal A Tribunadeste final de semana destaca o provável início do recape de algumas ruas e avenidas da cidade – num total de 138.510 metros quadrados – previsto para o mês de março. Depois de duas suspensões, a licitação – que começou em junho do ano passado – está sendo, finalmente, concluída. A empresa vencedora foi a Conpav, de Santa Fé do Sul, e o contrato, no valor de R$ 3,1 milhões, deverá ser assinado nos próximos dias. O prefeito Flá ficou satisfeito com o resultado e pretende utilizar os R$ 800 mil que sobraram do empréstimo de R$ 4 milhões para recapear outros 32 mil metros quadrados.
Destaque, também, para os cinco casos de meningite viral confirmados em Jales nos últimos quinze dias. Os casos envolvem crianças com faixa etária entre 07 e 09 anos e estão concentrados na região leste da cidade, onde se situam os bairros Jardim Paulista, Vila Nossa Senhora Aparecida, São Judas Tadeu, Roque Viola, entre outros. Das cinco crianças, quatro estudam na escola “Eljácia Moreira”, enquanto a outra estuda na escola “João Arnaldo”. A Secretaria de Saúde diz que não há motivos para pânico e que os pais devem continuar mandando os filhos à escola.
A posse do novo (nem tão novo assim!) diretor administrativo do Consirj; a aprovação do projeto que acabou com a gratificação que era paga aos conselheiros do Instituto Municipal de Previdência; a suspensão, pela Anac, da autorização de funcionamento da escola de aviação civil do comandante Messias; o pedido da população para que a Prefeitura fiscalize guias rebaixadas e estacionamentos irregulares no centro de Jales; e a morte de uma advogada de Estrela D’Oeste, em um acidente com dois ônibus, são outros assuntos de A Tribuna.
Na coluna Enfoque, a “alfinetada” que o vereador Tiago Abra deu, durante entrevista radiofônica, no advogado Carlos Alberto Brito Neto. Na página de opinião, o blogueiro Hélio Consolaro escreve sobre “cidades que são uma cagadinha de mosquito”, enquanto o santista Victor Pereira escreve sobre a dura vida de técnico de futebol. No caderno social, destaque para o pré-carnaval do Almería Eventos e para a coluna do Douglas Zílio, que detalha a vinda do “rei” Roberto Carlos a Fernandópolis.
A principal manchete do jornal Folha Noroestedeste sábado destaca iniciativa do vereador Tiago Abra(PP), que está questionando o prefeito Flávio Prandi(DEM) sobre a possibilidade de rescindir o contrato através do qual a Unimed cedeu – por dez anos – o recinto de exposições “Juvenal Giraldelli” para uso da Prefeitura. Assinado pelo ex-prefeito Humberto Parini em 2008, o contrato vence em fevereiro de 2018, mas o vereador está sugerindo que a Prefeitura antecipe a devolução do recinto à sua proprietária, a Unimed, uma vez que o imóvel – cuja manutenção custa cerca de R$ 100 mil/ano – não está sendo utilizado pelo município.
Destaque, também, para a participação do provedor da Santa Casa de Jales, Sebastião Júnior Ferreira, o Júnior Violada, na sessão da Câmara de segunda-feira passada. Júnior utilizou o espaço da Tribuna Livre para falar sobre a situação financeira do hospital, apresentando os números relativos ao atendimento, ao custeio e às despesas da instituição nos últimos dois anos. O provedor esclareceu que os custos da Santa Casa ultrapassam R$ 2,4 milhões por mês e que o déficit mensal está em torno de R$ 150 mil.
Na coluna FolhaGeral, o combativo redator chefe Roberto Carvalho está informando que, segundo comentários ouvidos nos bastidores políticos, pelo menos três figuras conhecidíssimas da política local – entre elas, dois ex-vereadores que tentaram se eleger novamente no pleito do ano passado, mas não obtiveram êxito – estariam aguardando um chamado do prefeito Flávio Prandi para integrarem o time de assessores do alcaide. O colunista, pelo jeito, é favorável. Ele comenta que o prefeito precisa de técnicos eficientes ao seu lado, mas não pode abrir mão de gente que sabe fazer política.
Conheço a ex-secretária de Saúde, Nilva Gomes Rodrigues, e a considero uma pessoa corretíssima. Provavelmente no intuito de ajudar sua colega e amiga Nice Mistilides, ela embarcou em uma canoa furada e agora está vendo sua alvíssima ficha – com quase trinta anos de serviços prestados como servidora pública estadual – sendo enodoada por conta do curto período em que participou da administração municipal de Jales.
Nilva, como já noticiado em diversos veículos de comunicação, foi responsabilizada pelo Ministério Público Federal por conta da permanência do médico Emerson Algério de Toledo em um cargo da Secretaria Municipal de Saúde. Acusado de vários crimes – pelos quais foi condenado em primeira instância – Emerson estava proibido de prestar serviços ao SUS, mas, mesmo assim, continuou no cargo.
Agora, o problema de Nilva é com o Ministério Público Estadual. Há dois ou três dias, o Diário Oficial trouxe a notícia de que os promotores locais ajuizaram uma Ação Civil Pública contra ela, por ato de improbidade. A ação contra Nilva também é consequência do caso do médico e, além dela, tem outros dois envolvidos: Cleberson Luiz Pimenta e Rosângela Honorato Gatto, responsáveis, respectivamente, pelos setores de saúde em Dirce Reis e Pontalinda, onde Emerson também prestava serviços.
A notícia do Diário da Região trata de alguns hospitais da região, mas dedica um grande espaço ao que é feito em Jales com o objetivo de arrecadar dinheiro para o Hospital de Câncer e a Santa Casa:
Com caixa deficitário, e uma eterna crise agravada ainda mais pelo atual cenário econômico do País, hospitais da região que atendem pelo SUS apelam a sorteios, leilões, festas, jantares e o que mobilizar a comunidade para captar recursos e conseguir manter as portas abertas, ou melhorar o atendimento oferecido. É o caso, por exemplo, da Santa Casa de Votuporanga, que opera no vermelho e, sem as doações, teria que encerrar as atividades.
Na Campanha Saúde que dá Prêmio, por um valor de no mínimo R$ 5, pagos com a conta de água, o morador do município concorre todo mês a um notebook. Se sorteado, seus vizinhos mais próximos que também participem da campanha ganham uma bicicleta cada um. Todo ano um carro zero quilômetro é sorteado. Em 2016, já descontados os custos da ação, foram arrecadados R$ 369 mil.
“Pode parecer pouco esse dinheiro, mas quando somado faz a diferença, pois nos ajuda na compra de materiais de consumos e medicamentos”, afirma o provedor Luiz Fernando Góes Liévana. A Santa Casa de Misericórdia de Jales realiza em abril o 9º Leilão de Gado. Além disso, para minimizar a falta de recursos, criou também o Cofrinho e o Telemarketing Ativo.
A despesa mensal do hospital é de pelo menos R$ 2,4 milhões e o déficit fica em torno dos R$ 150 mil. “Realizamos pesquisas para buscar novas ferramentas de captação de dinheiro para a Santa Casa, que está passando por uma série de dificuldades. Foram meses para conseguir estabelecer uma estratégia de trabalho sem que houvesse investimento”, afirma Luciana Vicente, gerente da Captação de Recursos.
Estabelecimentos comerciais de Jales arrecadam notas fiscais em cofrinhos fornecidos pela Santa Casa. Já o telemarketing funciona com ligações de um colaborador do hospital para possíveis doadores.
Carnaval da solidariedade
Na unidade do Hospital do Câncer de Jales (ligado ao do Hospital do Câncer de Barretos), as doações permitiram aos pacientes e aos acompanhantes confeccionarem máscaras que serão utilizadas em um baile de Carnaval no próximo dia 22. Lantejoulas, palitinhos, lãs, papéis, purpurina e miçangas para máscaras, mais o necessário para a festa, como pipoca e som, foram arrecadados pelo Grupo de Trabalho e Humanização (GTH) do hospital. O projeto fez tanto sucesso que o material para 100 máscaras que a equipe tinha já acabou.
“O nosso hospital não consegue arrecadação para fazer esse tipo de evento. Tudo isso foi através de doação, para humanizar o tratamento do paciente. A ideia é ele se sentir mais em casa”, afirma Priscila Mourão, presidente do grupo. O Hospital do Câncer de Barretos tem, como um todo, um déficit mensal de R$ 20 milhões. O Hospital de Jales mais a unidade de Fernandópolis custam juntos R$ 5 milhões.
Para Silvana Souza Felix (foto acima), dona de casa de 34 anos, confeccionar as máscaras ajudou os pacientes e familiares. Só ela fez pelo menos 20. Moradora de Santa Helena (GO), ela acompanha a irmã Sirlei Souza Costa, dona de casa de 43 anos que faz tratamento contra um câncer de mama. “Tem muitos pacientes que estavam desanimados. Agora, está todo mundo animado com o carnaval”, conta.
A Secretaria Municipal de Saúde está convidando os meios de comunicação da cidade para uma coletiva de imprensa que será realizada às 17:00 horas desta terça-feira, na sede da Secretaria, na Avenida Jânio Quadros. O assunto é a meningite viral
A médica pediatra Marília Varella Malta, que atende nos postos do programa de Saúde da Família do Roque Viola, Jardim Paraíso, Uni-América e Municipal, estará fazendo esclarecimentos sobre casos da doença que estariam ocorrendo na cidade, em especial entre alunos de uma escola municipal.
O assunto começou a ganhar ares de polêmica nas redes sociais e causar preocupação entre os pais depois que a esposa de um vereador – que tem filhos estudando na E.M. “Eljácia Moreira” – postou em sua página no facebook que os casos de meningite viral naquela escola estariam sendo, digamos assim, “escondidos”.
Na verdade, a diretora da escola, Vilma Pinheiro Agostinho, já tinha emitido um comunicado aos pais, onde confirmava a existência de pelo menos um caso naquela unidade, mas, ao mesmo tempo, tranquilizava os pais e pedia para que eles não deixassem de mandar as crianças à escola.
Por outro lado, a assessoria de imprensa da Santa Casa de Jales esclareceu, hoje pela manhã, que exames laboratoriais confirmaram cinco casos de meningite viral em pacientes internados naquele hospital.
Tanto a direção da escola, quanto a assessoria da Santa Casa disseram, no entanto, que não é o caso para a população entrar em pânico. Elas recomendam que os pais orientem seus filhos a manterem as mãos sempre limpas.
SOBRE A MENIGITE VIRAL:
A meningite viral pode atingir qualquer um, mas é mais frequente em crianças e adultos jovens. Embora pareça ser um pouco menos ameaçadora do que a meningite bacteriana, ainda assim é uma doença que é muito mais confortável evitar do que combater. A sua cabeça, de fato, pode agradecer por isso.
Propagada basicamente através do contato humano como resultado de falta de higiene, o rápido aparecimento de sintomas e possível duração de duas semanas vão levar qualquer criança a concluir que deveria ter ouvido a sua mãe com mais atenção, quando ela falava sobre a lavagem regular das mãos.
MEDIDAS PREVENTIVAS:
Lave as suas mãos extensivamente e com frequência;
Evite contato com a saliva ou muco de uma pessoa infectada;
Não compartilhe utensílios, xícaras e alimentos;
Desinfete as superfícies comuns em banheiros e cozinhas com sabão e água quente ou um limpador doméstico a base de alvejante;
Mantenha brinquedos separados e desinfetados regularmente;
Evite picadas de mosquitos usando repelentes, calças compridas e camisas de mangas compridas.
A Escola de Aviação CMM, do comandante Manoel Messias da Silva continua respirando por aparelhos, mas eles vão sendo desligados aos poucos. De acordo com os últimos boletins, o quadro da escola evoluiu para um coma induzido.
O prefeito Flávio Prandi(DEM) – com a concordância do Ministério Público Federal (MPF) – bem que tentou dar uma sobrevida à escola, prorrogando por mais sessenta dias, através de acordo homologado na Justiça, o prazo para que o comandante Messias deixasse o hangar que ocupa no Aeroporto Municipal. Mas…
Mas, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) resolveu abater a escola do comandante em pleno vôo. Através de uma portaria de 1º de fevereiro, assinada pelo gerente de Certificação da ANAC, Audir Mendes de Assunção Filho, o órgão suspendeu cautelarmente a autorização de funcionamento e a homologação dos cursos práticos da Escola CMM de Aviação Civil.
Ou seja, a escola até poderá continuar ocupando o hangar do aeroporto até o prazo final acordado com o prefeito Flá, mas está proibida de funcionar regularmente.
Eis a capa do Jornal de Jalesdesde domingo, cuja principal manchete destaca um artigo da deputada estadual Analice Fernandes(PSDB). No artigo, a deputada diz que o país já mostra sinais de que a crise já pode estar sendo vencida e explica que, em Jales, tivemos um prefeito – Pedro Callado(PSDB) – que optou por controlar as finanças. Ela diz, também, que “acusações sem fundamentos não nos fazem avançar, ao contrário empobrece o debate e dificulta o encontro de soluções”. E, arremata garantindo que “Jales pode contar comigo, como sempre contou!”.
O jornal está destacando, também, a reclamação do proprietário de um prédio em construção no Jardim Alvorada, contra a Elektro. Ele afirma ter encaminhado, há cerca de 60 dias, um pedido para retirada de uma rede que passa próximo à construção e que somente na semana passada a Elektro respondeu. A empresa está cobrando R$ 6,3 mil pelo serviço, mas o problema principal é que ela pode demorar até seis meses para realiza-lo. No prédio, o empresário pretende instalar uma padaria e um minimercado.
Uma entrevista com o presidente da Câmara, Vagner Sellis, o Pintinho, em que ele diz que “temos que estar ao lado do povo”; a reeleição do presidente do Sindicato dos Motoristas; as novas instalações do Cartório Eleitoral de Jales, agora na Rua Seis; as informações sobre o Campeonato Aberto de Futsal, encerrado na sexta-feira, 03; e a reunião que os assessores da deputada Analice Fernandes tiveram com o prefeito Flá, são outros assuntos do JJ.
Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior está informando que a administradora hospitalar Camila Venturini assumiu a gerência administrativa da unidade de Jales do Hospital de Câncer, substituindo o interino Gustavo Ruza, que, por sua vez, tinha substituído o ex-administrador Roger Dib. Camila tem família em Palmeira D’Oeste e estava vinculada profissionalmente ao Grupo São Camilo, trabalhando em um hospital de Jundiaí.