Trabalhar não pode, mas… A notícia é do portal da Rádio Assunção:
A Polícia Militar de Jales surpreendeu três adolescentes e um jovem maior de idade no final da tarde de ontem, quinta feira, oportunidade em que eles estavam fazendo o uso de maconha. O fato ocorreu na rua 8, esquina com a rua 7, próximo ao Teatro Municipal de Jales, por volta das 18 horas.
Segundo informações colhidas pela reportagem do Jornal do Povo, da Rádio Assunção, haviam dois garotos, de 15 e 17 anos, além de uma menina de 17 anos, e somente um era maior de idade, um jovem de 18 anos. Este assumiu a posse dos dois cigarros de maconha que foram encontrados com o grupo.
Além da droga, o maior de idade estava de posse ainda de uma moto Honda CG 150, entretanto, ele não tem carteira de habilitação e por isso o veículo foi apreendido.
Todos foram levados para a Central de Polícia Judiciária para prestarem esclarecimentos, e alegaram serem somente usuários.
Crianças de 17 anos? Com essa idade tem gente que já matou três ou quatro. A notícia é do G1:
A Justiça Federal de Jales (SP) obrigou a prefeitura a implementar medidas para prevenir e combater o trabalho infantil. Pela decisão, a prefeitura terá que custear programas de erradicação do trabalho infantil e também elaborar um projeto de lei para incentivar a contratação de aprendizes.
A decisão vale a partir do momento em que a prefeitura de Jales for notificada. A TV TEM entrou em contato com a prefeitura, mas ninguém retornou para falar sobre o assunto.
A ação foi proposta pelo Ministério Público do trabalho por causa do número de crianças de 10 a 17 anos que foram encontradas trabalhando irregularmente na cidade. Se a prefeitura não cumprir a decisão deve pagar multa diária de R$ 200 por item. O município também deve pagar indenização de R$ 50 mil por danos morais. O dinheiro deve ser usado para dar início a um programa de bolsa de estudos em Jales.
O jornal Folha Noroestedeste sábado destaca que, em entrevistas às emissoras locais, o prefeito eleito Flávio Prandi Franco(DEM) está prevendo dificuldades ao afirmar que irá assumir a Prefeitura com uma dívida – ou restos a pagar – no valor de R$ 11 milhões. Ele acha que será muito difícil administrar somente com a arrecadação municipal e diz que terá de ir em busca de recursos extras junto aos deputados com boa votação em Jales. Sobre a escolha de sua equipe, Flá disse que ainda não conversou sobre nomes e que fará isso mais à frente.
A Folha Noroeste está destacando, também, os resultados das eleições em Urânia. O jornal diz que “apesar das pesquisas divulgadas durante a campanha eleitoral apontarem um favoritismo do vereador Odair Bezerra Dias (Fião), do PPS, ao cargo de prefeito em Urânia, nas urnas quem levou a melhor foi tucano Marcio Arjol Domingues“. O jornal chamou a atenção, ainda, para o fato de o PT ter conseguido eleger apenas 04 vereadores nos dez municípios da Zona Eleitoral de Jales. Dois deles em Aspásia e os outros dois em Urânia e Paranapuã.
Na coluna FolhaGeral, o intrépido redator chefe Roberto Carvalho comenta que a boa votação (699 votos) que garantiu a sétima colocação e uma cadeira de vereador ao candidato Chico Cartorário (Adalberto Francisco de Oliveira Filho) teve a participação espontânea de dois importantes cabos eleitorais. Trata-se da professora Marynilda Cavenaghi e de seu esposo, o servidor municipal aposentado e ex-capitão do CAJ, Sérgio Nacca, o Serjão Torpedo, que, segundo o Roberto, “arregaçaram as mangas como cabos eleitorais do candidato“.
Faleceu nesta quinta-feira, aqui em Jales, o ex-locutor esportivo da Rádio Cultura de Jales, José Luiz Guzzo, aos 52 anos de idade, de parada cardíaca.
José Luiz vinha tendo problemas de saúde há cerca de cinco anos, quando sofreu um aneurisma e passou por uma cirurgia. Em novembro do ano passado, ele ficou internado na Santa Casa de Jales por cerca de uma semana.
Segundo notícia do Rafael Honorato, no Jornal de Jales, os vizinhos de José Luiz estranharam o fato de o rádio ter permanecido ligado durante toda a madrugada, na casa do ex-locutor. Ao amanhecer, os vizinhos foram ver o que estava acontecendo e encontraram José Luiz – que morava sozinho – sentado em uma cadeira, já sem vida.
O corpo de José Luiz está sendo velado no Velório Municipal de Jales e será sepultado amanhã, sexta-feira, às 08:00 horas da manhã.
Alunos e professores de pelo menos três escolas estaduais de Jales realizaram um protesto na Praça “João Mariano de Freitas”, hoje pela manhã, contra as reformas no Ensino Médio propostas pelo Ministério da Educação através da Medida Provisória (MP) 746/2016.
O protesto foi organizado por estudantes e professores e não ocorreu apenas em Jales. Segundo uma das professoras que liderou o movimento, ele deveria acontecer hoje em várias cidades do país, incluindo Brasília.
Ela explicou que, em Jales e – provavelmente – em outras cidades da região, o movimento ficou um pouco esvaziado por conta da nota distribuída pela Diretoria Regional de Ensino (a nota está publicada no post anterior). “Estava prevista a participação de outras escolas, mas elas acabaram não vindo”.
Durante o protesto, estudantes aplaudiram a informação de que, em Mesópolis, uma escola tinha aderido ao movimento. A Apeoesp não participou da organização do protesto, mas acompanhou de perto. Segundo a diretora da entidade, Maria Helena Porcina, a Apeoesp está preocupada com o possível fechamento de salas e a demissão de professores.
Em São Paulo, a presidente da Apeoesp, Maria Isabel Noronha, disse que a MP 746/16 prevê a implementação do ensino técnico nas escolas públicas e descarta a obrigatoriedade de disciplinas como artes, educação física, filosofia e sociologia. Além da redução do número de aulas de outras disciplinas, como história e geografia. A medida prepara o aluno para um “mero tecnicismo”, analisa Bebel.
Para a presidente da União Nacional dos Estudantes(UNE), Moara Correia Saboia, a proposta do governo aprofunda a desigualdade e discriminação educacional. Ela disse que a reforma do Ensino Médio é uma pauta que vem sendo debatida há anos por professores, alunos e pais, mas a demanda da comunidade escolar é bem diferente da proposta de Temer. “A gente tem um acordo de que é preciso mudar o Ensino Médio, mas com um diálogo entre todos os atores”.
Mudanças na educação
A primeira mudança importante determinada pela reforma é que o conteúdo obrigatório será diminuído para privilegiar cinco áreas de concentração: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional.
O segundo destaque da reforma será o aumento da carga horária. Ela deve ser ampliada progressivamente até atingir 1,4 mil horas anuais. Atualmente, o total é de 800, de acordo com o MEC.
No portal A Voz das Cidades, do Beto Mariano, mais detalhes sobre o caso e um vídeo registrado durante a ação da polícia. Agora, a notícia do Diário da Região:
Dois homens foram detidos pela Polícia Militar na manhã desta terça-feira, dia 4, após roubarem um escritório no centro de Jales.
Segundo informações da PM, os homens entraram no local armados com uma pistola 9 milímetros. Porém, a movimentação deles foi percebida por uma pessoa que passava perto, que ligou para polícia.
Quando tentavam sair do escritório, os ladrões foram cercados pela polícia. Um deles se entregou. O outro retornou para o interior do escritório e fez três pessoas que estavam no local como reféns.
Após negociação, o assaltante acabou se entregando à polícia.
Pelo menos oito ex-vereadores de Jales tentaram voltar à Câmara nas eleições deste ano, mas apenas um deles – Henrique Macetão(PP) – conseguiu se eleger para a legislatura 2017-2020. Macetão – recordista de votos na eleição de 2008, quando 2.388 eleitores digitaram seu número na urna – já foi vereador no período 2009-2012.
Todos os demais sete ex-vereadores que participaram do pleito de 2016, vão continuar sendo ex-vereadores. Dos sete, o mais votado (564 votos) foi o peemedebista Jediel Zacarias, que foi vereador por três mandatos, entre os anos de 1997 e 2008.
Além de vereador, Jediel foi também prefeito por 40 dias, entre agosto e setembro de 2002, em uma licença do titular José Antônio Caparroz. Em 2012, Jediel chegou perto, com 718 votos, mas acabou ficando de fora.
O tucano Carlos Roberto Cardoso da Silva, o Cardosão, também foi vereador por três mandatos, entre 1983 e 1996, e presidente da Câmara entre fevereiro de 87 e dezembro de 88, quando era filiado ao PMDB do então prefeito Valentim Paulo Viola.
Ele já tentou voltar outras vezes, mas não conseguiu. Nestas eleições, Cardosão foi o segundo mais votado do PSDB, com 473 votos, e vai ficar na suplência.
Eleito em 2008 pelo DEM, o advogado Salatiel de Oliveira foi vereador na legislatura 2009-2012. Ele tentou a reeleição em 2012, mas não conseguiu os votos necessários.
Nestas eleições, ele fracassou na sua segunda tentativa de voltar à Câmara, desta vez pelo PSB. Salatiel foi o 4º mais votado do seu partido, com 395 votos, e será o segundo suplente. O atual vereador Júnior Rodrigues será o primeiro suplente do partido
Wilson de Souza Negrão, o Flumenal da Rádio(PMDB), atuou como vereador na legislatura 2001-2004 e foi relator do primeiro processo disciplinar instalado pelo Conselho de Ética da Câmara, que culminou na suspensão do vereador Gilbertão, por um mês. Nestas eleições, Flumenal conseguiu 371 votos e foi o terceiro mais votado do PMDB, ficando atrás de Jediel Zacarias e Chico Cartorário. Foi a terceira tentativa de Flumenal.
O advogado Daniel Garcia foi outro que tentou retornar à Câmara. O folclórico “Sassá Mutema” foi vereador na legislatura 1993-96, quando funcionou o tal “salário zero”, e exerceu a presidência do Legislativo entre fevereiro de 1994 e janeiro de 95.
Daniel Garcia disputou as eleições deste ano pelo DEM e obteve 344 votos, o que lhe deu a 4ª colocação dentro do partido. À frente dele, ficaram Tupete, Jesus e Jocélia Cabrini.
O radialista Osmar Pereira de Rezende é um recordista. Ele já foi vereador por cinco mandatos e presidente da Câmara em duas ocasiões. Os três primeiros mandatos foram seguidos, de 1989 a 2000. Depois de ficar de fora na legislatura 2001-2004, Osmar voltou em 2005 para mais dois mandatos.
A votação dele, que foi superior a 800 votos em 2008, caiu em 2012, para apenas 138 votos. Nestas eleições, houve uma leve recuperação e sua votação chegou a 325 votos.
Por fim, o ex-vereador Mauro Hélio Lopes, o Maurinho Enfermeiro, que foi eleito em 2004 para a legislatura 2005-2008, com mais de 800 votos, mas, depois disso, não repetiu a performance. Nas eleições de 2012, sua candidatura foi barrada pelo TSE, por dupla filiação em partidos diametralmente opostos (PT e PSDB). Em 2016, Maurinho escolheu o PSDB e tentou mais uma vez, mas os 196 votos que teve deram a ele apenas a 37ª posição na classificação geral.
Contrariando o que os pessimistas diziam – e esperavam – os candidatos únicos a prefeito e vice, Flá e Garça, obtiveram a aprovação de mais da metade do eleitorado jalesense. Os 19.287 votos dados a eles representam 51,2% dos 37.680 eleitores jalesenses. Mais do que isso, representam 67,6% dos 28.579 eleitores que compareceram às urnas.
A abstenção, que foi de 19,59% em 2012, quando tivemos dois candidatos, bateu em 24,15% em 2016, com 9.101 eleitores deixando de comparecer às urnas. Pode parecer muito, mas em Fernandópolis, por exemplo, onde a disputa tinha quatro concorrentes, a abstenção foi de 23,91%. Em Santa Fé do Sul, foi de 24,07% e em Votuporanga ficou em 23,48%.
Dos 28.579 eleitores que compareceram às urnas em Jales, 3.885 (13,59%) votaram em branco, enquanto outros 5.407 (18,92%) preferiram anular o voto. Um crescimento razoável – mas natural – em relação a 2012, quando os brancos somaram 1.036 votos (3,46%) e os nulos chegaram a 1.578 (5,27%).
O que se pode extrair de tais números é que a maioria do eleitorado jalesense resolveu dar um voto de confiança na dupla Flá e Garça, para tristeza de alguns adversários que torciam para que eles tivessem menos que os 12.613 votos de 2012.
Eles – os eleitos – terão quatro anos para demonstrar que mereceram esse voto de confiança.
O Darci era casado com a professora Tânia Zequini, que foi diretora da EE “Euphly Jalles”. A notícia é do portal da Rádio Assunção:
O despachante Darci Pereira da Silva, 63 anos, popularmente conhecido como Darci do Despachante, se enforcou na manha de hoje, segunda feira, em um galpão de sua propriedade na rua 8, em frente a Biblioteca Municipal de Jales.
Segundo informações colhidas pela reportagem do Jornal do Povo, da Rádio Assunção de Jales, Darci saiu de casa por volta das 5:30h para comprar pão, como fazia costumeiramente, porém passado um bom tempo ele não retornou e sua esposa preocupada procurou as autoridades policiais.
Começaram então as buscas pelo despachante, e um amigo da família, que também trabalha no ramo de despachante, desconfiou que ele pudesse estar no galpão. Foi chamado então um chaveiro que abriu a porta do local. Ao adentrar o amigo encontrou Darci já morto. Dezenas de pessoas se aglomeraram de frente o galpão do ocorrido, e de acordo com amigos de Darci, ele enfrentava problemas com depressão.
Até o meio-dia, quando escrevíamos estas mal traçadas, as eleições em Jales eram as mais tranquilas da história. A foto acima, registrada às 6:30 horas, mostra os primeiros eleitores que chegaram à EM “Elza Pirro Viana”, onde estão as primeiras seções de votação de Jales e, em tese, os eleitores mais antigos. Jurandir (agachado) chegou por volta das 6:15 horas e disse que, para quem vota logo cedo, o dia fica mais comprido. Nas eleições de 2012, o primeiro eleitor chegou à “Elza Pirro” por volta das 5:30 horas.
Às 7:55 horas, poucos minutos antes de os portões se abrirem, a fila no “Elza Pirro Viana” já tinha aumentado um pouquinho e, como sempre acontece nessas ocasiões, um bêbado resolveu dar o ar de sua graça.
No colégio “Euphly Jalles”, que tem a maior quantidade de seções (15) e de eleitores (5.328), meia dúzia de pessoas formavam a fila por volta das 7:00 horas. Dona Vera, a primeira a chegar, não quis ser fotografada. Ela – que é funcionária de um clube social da cidade – explicou que chegou cedo porque ainda tinha que trabalhar neste domingo. No “Euphly”, podiam ser vistos pouquíssimos “santinhos” – de apenas dois candidatos – jogados na calçada e na rua.
Na EE. “Dom Arthur Horsthuis”, apenas quatro eleitores tinham chegado por volta das 7:15 horas. A primeira foi dona Teresa Lourenção. Idosa, ela explicou que nem precisa votar, mas fazia questão de comparecer. “Moro no JACB, mas não quis transferir meu título para lá. Gosto de votar aqui”, disse dona Teresa. Reparem que, na calçada da escola, não tinha um único “santinho”.
Na Cooperativa de Ensino, onde votam 3.492 eleitores, apenas um solitário eleitor aguardava do lado de fora, por volta das 7:20 horas. Ele não foi, porém, o primeiro a chegar. Reparem na senhora sentada, já do lado de dentro. Dona Ivone, que mora no São Judas Tadeu, chegou por volta das 7:00 horas.