CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE CRITICA REFORMAS NO PRÉDIO DA CÂMARA E PEDE QUE DINHEIRO SEJA INVESTIDO EM AMBULÂNCIAS

O presidente do Conselho Municipal de Saúde, José Célio Martini, emitiu “Nota de Repúdio”, aprovada pelos demais conselheiros, protestando contra a decisão dos vereadores jalesenses que pretendem utilizar R$ 263,6 mil na reforma do prédio da Câmara Municipal, enquanto, de outro lado, as ambulâncias do município continuam em estado crítico.

Eis a íntegra da Nota:

No dia 02 de janeiro de 2020, a população de Jales foi surpreendida com a notícia da destinação pelo Poder Público Municipal (Câmara de Vereadores e Prefeitura) de R$ 61.895,00 para entidades assistenciais do Município (notícia divulgada pelo Jornal de Jales). A mesma nota informou que a Câmara Municipal destinou o restante dos recursos de 2019 (por volta de R$ 267 mil reais) na reforma do seu prédio.

Segundo consta no portal do Legislativo, trata-se de obra destinada a construção de duas salas no interior da Câmara Municipal de Jales, reformas em banheiros, substituição de portão e outros (Convite nº 01/2019 – data da Sessão Pública 09/12/19).

O Conselho Municipal de Saúde de Jales, na condição de fiscal de ações e serviços de saúde, vem a público manifestar absoluto repúdio a referida destinação do dinheiro do povo. Com a situação precária de saúde no Município, com várias ambulâncias em estado crítico de conservação, quando pacientes do SUS não são transportados adequadamente, o Parlamento de Jales demonstra total insensibilidade com as necessidades da população, gastando excessivo valor em obra inoportuna aos anseios sociais.

Com essa Nota, espera-se que a Presidência da Câmara de Jales, com bom senso, repense a destinação do mencionado valor que é fruto do suor de todos os jalesenses, gastando o estritamente necessário a eventuais reparos emergenciais.

De igual modo, solicita-se aos demais VEREADORES que monitorem essa questão, a fim de que sejam resguardados o interesse público e a qualidade dos serviços essenciais.

Jales, 04 de janeiro de 2020.

José Célio Martini – Presidente do Conselho Municipal de Saúde de Jales.

20 SERVIDORES COM RENDA ACIMA DE R$ 5 MIL RECEBIAM BOLSA FAMÍLIA NO DISTRITO FEDERAL

Em uma das famílias que recebiam a ajuda do governo federal, a renda per capta mensal passa de R$ 27 mil. Não é incrível? Os caras ganham quase R$ 30 mil por mês e fraudam o Bolsa Família para receber R$ 200,00 a mais. A notícia é do G1:

Uma auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) aponta que, no ano passado, 248 famílias que têm servidores do Governo do Distrito Federal na composição foram beneficiárias do Bolsa Família, mesmo com renda per capita acima da máxima estabelecida pelo programa.

Em um dos casos, uma família beneficiária teve renda mensal de R$ 27,1 mil por pessoa. O valor é 54 vezes maior que o máximo de R$ 499 permitido para participação nos programas sociais do governo federal, por meio do Cadastro Único (CadÚnico).

No estudo, a CGU conclui que as “situações identificadas demonstram oportunidades de melhoria na gestão descentralizada por parte do GDF, naquilo que diz respeito à identificação, ao cadastramento, à atualização e à revisão dos dados” do programa.

Acionado pelo G1, o Ministério da Cidadania informou que “trabalha em parceria com a CGU para melhorar a gestão de programas sociais, como o Bolsa Família. Todos os casos citados no relatório serão verificados e, havendo indícios de recebimento indevido, serão tomadas as medidas de cobrança para ressarcimento dos recursos ao erário”.

A Secretaria de Desenvolvimento Social do DF (Sedes), por sua vez, informou que “já está em andamento a apuração de todos os fatos pela área responsável da pasta” 

Entre as 248 famílias com ganhos incompatíveis com o programa, 19 tiveram renda mensal por pessoa entre R$ 5 mil e R$ 8,5 mil. Outras 63 ganhavam entre R$ 2 mil e R$ 4,6 mil per capita. Por fim, 165 estavam na faixa entre R$ 506 e R$ 1,9 mil.

POLÍCIA CIVIL DIVULGA BALANÇO SOBRE APREENSÕES DE DROGAS E PRISÕES EM 2019

A notícia é do Jornal de Jales:

O delegado de Polícia,  Marcos Negrelli, divulgou um balanço do número de prisões e apreensões ocorridos em Jales durante o ano de 2019, envolvendo casos de tráfico de drogas. No cargo desde o último mês de setembro, Negrelli inicialmente fez considerações do expressivo número de pessoas presas ao longo de todo o ano, vez que ao assumir a Delegacia Especializada, também passou a ser o responsável pelos procedimentos em andamento.

Somente em Jales, mais de cento e cinquenta (150) pessoas foram presas ou apreendidas (quando menor de idade) durante o ano. Ao todo, quase trezentas (300) ocorrências foram registradas durante o período, vez que o Plantão também envolve os municípios do entorno jalesense, quando em horários fora do expediente, ou seja, durante as noites e durante o dia nos sábados, domingos e feriados. 

O Delegado ainda indicou que, somente em Jales, mais de cem quilos (100) de drogas foram apreendidas e centenas de bens confiscados de traficantes, dentre eles, veículos, dinheiro e objetos de uso pessoal. Os números fazem parte de todo o trabalho executado pelas polícias, tanto civil quanto militar e envolve todas as apreensões de drogas como maconha, crack, cocaína e anfetaminas como o ecstasy e o “md”.

Esta última, popularmente conhecida como “Michael Douglas”, não se tinha notícias de apreensões na região, sendo um dos casos que os policiais de sua equipe localizaram durante investigações. 

O Delegado apontou que os números são muito mais expressivos se a estatística envolver apreensões de drogas na região, ou flagrantes ocorridos na cidade e apresentados à Polícia Federal, pois em casos pontuais ocorridos em Jales e em Palmeira d`Oeste, mais de meia tonelada de maconha foi apreendida.

MINISTÉRIO PÚBLICO INVESTIGA EX-MULHER DE BOLSONARO POR FUNCIONÁRIOS FANTASMAS NO GABINETE DO CARLUXO

Não se perca: os parentes da ex-madame Bozo estão sendo investigados também no caso das “rachadinhas” do Flávio. Agora, encrenca diz respeito ao gabinete do Carluxo. Do Blog da Cidadania, com informações de O Globo:

O Ministério Público do Rio (MP-RJ) decidiu convocar para depor a segunda ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro, Ana Cristina Siqueira Valle, lotada como chefe de gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) entre 2001 e 2008.

Embora tenha gravado vídeo em dezembro dizendo que não era investigada, Ana Cristina é sim alvo de uma investigação por uso de funcionários fantasmas e eventual prática de “rachadinha”, como é conhecida a devolução de salários, no gabinete de Carlos.

Magnum Roberto Cardoso, advogado de Ana Cristina, reconheceu ao GLOBO que sua cliente foi convocada para depor na capital. Ele, no entanto, solicitou que o depoimento fosse prestado em Resende, no Sul do Estado, onde ela possui residência e trabalha como assessora de Renan Marassi, vereador daquele município.

A primeira convocação foi feita em novembro e a expectativa é de que ela seja ouvida ao longo do mês de janeiro. O caso tramita sob segredo de Justiça no MP-RJ.

Durante seus mandatos como vereador, Carlos Bolsonaro nomeou sete parentes de Ana Cristina. Parte deles, no período em que ela viveu em união estável com o presidente Jair Bolsonaro, entre 1998 e 2008.

Dois familiares da ex-mulher do presidente admitiram para a revista Época nunca ter trabalhado para o vereador, embora estivessem nomeados. Ambos viviam em Minas Gerais. O MP ainda apura suspeitas de que, pelo menos, outros três profissionais nunca deram expediente na Câmara.

SEGUNDO DATAFOLHA, BRASILEIROS CONFIAM MAIS EM LULA DO QUE EM BOLSONARO

O nível de confiança dos brasileiros em Lula é extraordinário se for levado em conta o fato de que, nos últimos anos, dia sim e outro também, ele vem sendo demonizado e apresentado como bandido pela grande mídia.

Moro, de outro lado, foi endeusado por essa mesma mídia por anos a fio e apresentado como “paladino da moralidade”. Um paladino que, por sinal, faz vistas grossas para os malfeitos da família Bolsonaro.

Já o Bozo construiu sua fama momentânea em cima de mentiras e da facada desferida por um maluco estúpido. Mas, como se sabe, tudo que tem como base a mentira tende a ruir. Deu no Brasil 247:

O ex-presidente Lula e o ministro da Justiça, Sergio Moro, são os brasileiros mais confiáveis, segundo pesquisa Datafolha, divulgada neste domingo. O Datafolha pediu que os entrevistados dissessem, em uma escala de 0 a 10, qual o nível de confiança que tinham em cada um dos integrantes da lista. As notas até 5 são consideradas baixo índice de confiança, de 6 a 8, médio, e 9 e 10, alto. 

Um terço (33%) disse ter alta confiança em Moro, 23%, média confiança, e 42%, baixa confiança. Na lista dos mais confiáveis, Lula vem em seguida, com 30% de confiança alta (16% média e 53% baixa). Apesar de empatar dentro da margem de erro com o ex-juiz no quesito alta confiança, o petista aparece em segundo por ter índices piores de média e baixa confiabilidade.

Em seguida, estão empatados na margem de erro Bolsonaro, com 22% de alta (22% média e 55% baixa), e Luciano Huck, com 21% alta (22% média e 55% baixa). O apresentador de TV é considerado um possível candidato à Presidência em 2022, e tem apoiio de grandes bilionários, como Jorge Paulo Lemann, assim como do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

“O levantamento mostra ainda que a credibilidade de Lula, que estava em queda, voltou a subir. Os 20% de alta confiabilidade em fevereiro de 2016 se transformaram em 30% agora. No fim de 2009, no seu segundo mandato na Presidência da República, eram 52%”, diz a reportagem.

HOMEM INVADE ESCRITÓRIO, MATA EX-NAMORADA E SE SUICIDA

Virou rotina: todos os dias temos uma notícia parecida com essa. Deu no UOL:

Uma mulher de 29 anos foi morta a tiros pelo seu ex-namorado, dentro de um escritório de contabilidade, onde trabalhava em Campinas, no interior de São Paulo, no final da tarde de ontem. Após cometer o crime, o autor, Luiz Pereira da Silva, 40, também tirou a própria vida.

De acordo com a Polícia Militar, a equipe foi chamada para atender uma ocorrência de assalto, mas, ao chegar ao local, encontrou os dois corpos baleados. O homem ainda chegou a ser socorrido ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu. A mulher já foi encontrada morta.

Natural do Piauí, Camilla Rodrigues Barros era formada em administração de empresas e atualmente morava em Campinas. A irmã da vítima, Dayanne Barros, se manifestou por meio de uma rede social. “Venho através dessa mensagem dizer com muita dor no coração que a vida da minha irmã foi brutalmente tirada de nós. O ex-namorado dela tirou a vida dela no trabalho, estamos sofrendo com a perda”, lamentou.

De acordo com Eliane Silva, 29, prima da vítima, Camilla manteve um relacionamento amoroso com Silva por dois anos, mas havia terminado há três meses. Porém, desde então, ela vinha sofrendo diversas ameaças do ex, que não se conformava com o término.

De acordo com a Polícia Militar, o autor do crime trabalhava como motorista de aplicativo. No escritório de contabilidade foi apreendido um revólver calibre 38.

O corpo de Camilla foi enterrado hoje à tarde sob comoção por familiares e amigos no Cemitério Parque de Hortolândia (SP). O corpo do ex-namorado será enterrado no Ceará.

ELIS REGINA – “O MESTRE-SALA DOS MARES”

Composto em 1975, por João Bosco e Aldir Blanc, o samba “O Mestre-Sala dos Mares” – imortalizado na voz da nossa “little pepper”, Elis Regina – homenageia um personagem que a história oficial tentou soterrar nos porões da memória nacional.

O homenageado é o almirante negro João Cândido, líder da chamada “Revolta da Chibata”, ocorrida em 1910. Filho de escravos, João nasceu em Encruzilhada, no Rio Grande do Sul, e, aos 15 anos, ingressou na Escola de Aprendizes Marinheiros de Porto Alegre.

A “Revolta da Chibata”, um movimento contra os maus tratos sofridos pelos marujos que trabalhavam em navios de guerra brasileiros, constantemente submetidos a castigos corporais, eclodiu no dia 22 de dezembro de 2010.

Mais de 2.300 homens – negros, na grande maioria – tomaram o comando dos navios e apontaram seus canhões para o Palácio do Catete, à época a sede do governo brasileiro. Além do fim das chibatadas, os revoltosos reivindicavam melhorias no soldo e diminuição da carga horária.

Com aquela quantidade de canhões apontados para sua residência oficial, o então presidente Hermes da Fonseca tratou de fechar um acordo que incluía uma anistia aos amotinados. Os marujos, confiantes de que o acordo seria cumprido, devolveram os navios aos seus comandantes, mas…

Mas, três dias depois, veio a traição: a anistia foi cancelada e muitos deles foram presos. Alguns teriam sido mortos e jogados ao mar. João Cândido e outros 17 líderes do movimento foram encarcerados na Ilha das Cobras, onde 16 deles morreram na noite de Natal, sufocados pela evaporação de uma mistura de cal e água.

Apenas João Cândido e outro marujo sobreviveram. Em depoimento, ele disse que os gritos de seus companheiros, naquela noite de Natal, jamais lhe saíram da cabeça. O capitão Marques da Rocha, o responsável pela prisão, foi absolvido. Melhor que isso: ele foi promovido e recebido em um jantar oferecido pelo presidente Hermes da Fonseca.

Em 1911, João Cândido foi internado como louco, no Hospital dos Alienados, e, em 1912, foi expulso da Marinha. Viveu uma vida pobre, porém digna, e, em 1969, já com 89 anos, faleceu vítima de câncer. Seu velório, ocorrido em pleno regime militar, foi vigiado por viaturas.

Seis anos depois de sua morte, João Cândido foi lembrado pelo samba de João Bosco e Aldir Blanc. E como ainda vivíamos o regime militar, a música foi censurada. Aldir teve que alterar alguns versos, mas, mesmo assim, a homenagem ao “Mestre-Sala dos Mares” permaneceu.

DELEGADO DA POLÍCIA FEDERAL DE JALES DIZ QUE ACUSAÇÕES DA UNIVERSIDADE BRASIL SÃO FANTASIOSAS

Assim como já ocorrera com a Folha de S.Paulo, o jornal Estado de S.Paulo preparou, através do Estadão Conteúdo, extensa matéria sobre o caso da Operação Vagatomia, envolvendo a venda de vagas no curso de medicina da Universidade Brasil, de Fernandópolis.

A matéria, ou partes dela, foi repercutida ontem, 03, em vários jornais do país, sites de notícias e no portal de pelo menos uma grande revista, a IstoÉ Dinheiro. A notícia completa – que, repita-se, é bem extensa e cheia de detalhes – pode ser lida aqui.

Abaixo, apenas um trecho da matéria, que trata da defesa do delegado da Polícia Federal em Jales, Cristiano Pádua da Silva. Como se sabe, a reitoria da Universidade Brasil protocolou uma representação na Corregedoria da Polícia Federal, acusando o delegado de algumas supostas arbitrariedades. Eis o trecho:

O delegado Cristiano Pádua da Silva, que preside o inquérito da Operação Vagatomia, classificou de ‘fantasiosas’ e ‘devaneios’ as acusações contra ele na representação feita à Corregedoria da Polícia Federal pela atual Reitoria da Universidade Brasil.

Por meio do ofício 1305/2019, de 22 de dezembro, ao qual o Estado teve acesso, Cristiano rechaçou ponto a ponto todas as colocações da Reitoria.

“Não obstante todo o absurdo e os devaneios contidos na representação, procurei responder a todas as falsas acusações do representante”, destacou o delegado, ao final de 42 páginas.

Cristiano é um delegado reconhecido em sua Instituição. Delegados, procuradores e advogados ouvidos pela reportagem destacam sua isenção no comando de diversas operações. “O doutor Cristiano está acima de qualquer suspeita”, afirma um colega dele.

No ofício à Corregedoria da PF, Cristiano assinalou que ‘lamentavelmente o representante (Reitoria) tem se referido a esta autoridade policial também por meio da imprensa, divulgando suas acusações improcedentes, sem fundamento e criminosas, de forma irresponsável e mentirosa com o intuito de macular a honra deste subscritor’.

Ele comunicou a Corregedoria que ‘no momento oportuno serão adotadas as providências cabíveis, tanto na esfera criminal quanto na cível’. No momento, anotou, ‘continuará sendo dada prioridade às investigações decorrentes da Operação Vagatomia de forma séria e profissional conforme tem sido feito desde o início’.

Sobre a acusação de ‘excesso’ no prazo das investigações, mesmo com ‘réu preso por mais de 60 dias’, o delegado diz. “Como é de conhecimento de operadores do Direito, ou pelo menos deveria ser, a manutenção da prisão dos réus cabe às autoridades judiciais e não ao Delegado de Polícia.”

A Reitoria considera ‘imprescindível a análise da pertinência do afastamento da referida autoridade da titularidade da delegacia da Polícia Federal de Jales’.

O delegado argumenta. “Os atos praticados e apontados pelo representante são derivados do exercício da presidência de inquéritos policiais como Delegado de Polícia Federal, mas aparentemente o representante também confunde essa situação.”

A Reitoria pede instauração de procedimento administrativo para fins penais, ‘haja vista o enquadramento, em tese de inúmeros crimes, em especial a infiltração ilegal na Universidade Brasil, intimidação a funcionários’.

“A verdade é que a investigação foi bem conduzida e ao que parece só restou ao representante, por meio de manobra reprovável e criminosa, atacar a honra de quem investiga”, conclui Cristiano Pádua da Silva.

DIÁRIO OFICIAL CONFIRMA TRÊS NOVOS CONVÊNIOS ASSINADOS POR FLÁ, NUM TOTAL DE QUASE R$ 1,7 MILHÃO

O prefeito Flá Prandi (DEM) começa 2020 – ano em que ele, provavelmente, tentará a reeleição – com novidades alvissareiras. O Diário Oficial da União (DOU) de ontem, 03, traz a publicação referente à assinatura de três convênios entre a Prefeitura de Jales e o governo federal.

Um deles foi firmado com o Ministério da Agricultura e prevê a liberação de R$ 248,1 mil para ampliação do “Centro de Comercialização de Produtos Agropecuários”. Não tenho certeza, mas acho que esse tal Centro deve ser o conhecido Comboio.

Os outros dois convênios foram firmados no âmbito do Ministério do Desenvolvimento Regional e tem como finalidade a execução de recapeamento asfáltico em algumas ruas de Jales. No total, os dois convênios preveem o repasse de R$ 1,4 milhão para a realização das obras.

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