Em Jales, segundo informações, houve uma pequena manifestação hoje pela manhã, na Praça do Jacaré. Ainda de acordo com informações obtidas pelo blog, em algumas escolas estaduais de Jales parte dos professores e dos funcionários estão trabalhando, mas não há frequência de alunos, ou seja, não há aulas. Em outras escolas, a paralisação é quase total. Mas, vamos à notícia do G1:
Há protestos em várias cidades do noroeste paulista por causa da reforma da previdência proposta pelo governo federal, nesta quarta-feira (15). Em Araçatuba (SP), os professores decidiram aderir ao Dia Nacional de Paralisação contra a terceirização da atividade-fim.
De acordo com o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), 95% das escolas estaduais aderiram à paralisação em todo o Estado.
O sindicato diz que dez escolas estaduais estão sem aula nesta quarta-feira (15) em Araçatuba, entre elas a maior da cidade, a Escola Estadual Manoel Bento da Cruz, que tem cerca de mil alunos.
Segundo informações de um funcionário do local, apesar de todos terem sido avisados sobre a paralisação, que deve permanecer ao longo do dia, alguns alunos foram à escola e tiveram de voltar para a casa.
Outras cidades De acordo com a diretora estadual da Apeoesp, Maria José Cunha Carreteiro, em São José do Rio Preto (SP) cerca de 80% das escolas estaduais estão fechadas. Há na cidade 41 escolas estaduais com cerca de 25 mil alunos. Segundo ela, os pais dos alunos foram avisados com antecedência. Os professores devem se encontrar para protestar, às 15h, na praça da Figueira, que fica atrás do Senac.
Em Votuporanga (SP), oito escolas estão sem atividades, o que totaliza mais de quatro mil alunos sem aulas nesta quarta-feira, segundo a Apeoesp. Apenas uma escola estadual da cidade funciona de forma parcial. Escolas das 22 cidades pertencentes a sub sede de Votuporanga também paralisaram as atividades, assim 30 escolas estão paralisadas e cerca de 10 mil alunos sem aulas.
Já em Fernandópolis e Jales, além das aulas paralisadas terá manifestações. Em Jales, os manifestantes se reuniram na praça do Jacaré, a partir das 8h. Em Fernandópolis, a manifestação acontece na praça da matriz desde as 9h.
Quem passar nas proximidades do Fórum de Jales, no próximo dia 29 de março, uma quinta-feira, vai notar ruas impedidas ao trânsito e uma movimentação incomum nas cercanias daquele local.
Decisão do juiz José Geraldo Nóbrega Curitiba, da 5ª Vara Judicial de Jales, marcou para aquele dia a audiência que pretende ouvir 27 réus – 02 mulheres e 25 homens – presos pela “Operação Canna-bis“, deflagrada em junho de 2016, além de pelo menos 16 testemunhas.
A interdição de ruas foi solicitada pelo juiz em virtude da significativa quantidade de réus que deverão ser escoltados até o prédio do Fórum, além do grande número de testemunhas e dos tantos advogados que participarão da audiência. É também uma medida de segurança, já que alguns dos presos possuem antecedentes criminais que demonstram certa periculosidade.
A “Operação Canna-bis” – uma ação conjunta das polícias Federal, Civil e Militar, que encontrou cerca de 230 quilos de drogas – desmantelou pelo menos cinco quadrilhas que atuavam no tráfico de entorpecentes em Jales e em outras cidades, como Ilha Solteira, Urânia, Bálsamo, Fernandópolis, Paranapuã, Três Lagoas, Santa Albertina e Macedônia.
Acusados de tráfico e de associação para o tráfico, os réus, se condenados, serão punidos com penas que podem chegar a até 25 anos de prisão. Entre os presos, estão dois universitários – um estudante de Direito, morador de Jales, e uma aluna de Odontologia, de Paranapuã.
Um violento acidente de trânsito vitimou a conhecida jalesense Bruna Priolli, 33 anos, e deixou um jovem ferido, na Rodovia Abrão Assed, em Serrana (SP), no início da tarde deste domingo (12). As vítimas estavam em dois carros que, segundo informações da Polícia Militar Rodoviária, bateram de frente.
Bruna é de Jales com vasto círculo de amigos e com parentes também em Fernandópolis. Há alguns anos, morava no município de Pouso Alegre. “Quando a gente chegou não tinha testemunha para falar ao certo o que aconteceu, mas tudo indica pela cinemática que foi uma colisão frontal entre os dois veículos”, disse o tenente do Corpo de Bombeiros Henrique Rissato.
A suspeita é de que Bruna seguia em um dos veículos, com placas de Pouso Alegre (MG), no sentido Ribeirão Preto (SP) – Serrana quando bateu contra um automóvel na direção oposta.
Com fratura craniana, infelizmente, morreu no local, antes da chegada da equipe de resgate. No outro veículo, o jovem de 20 anos sobreviveu e foi levado consciente por uma ambulância de Altinópolis (SP) para a Santa Casa de Ribeirão Preto (SP). “O motorista do outro carro saiu respondendo estímulos”, confirmou Rissato.
Eis a capa do Jornal de Jalesdeste domingo, cuja principal manchete diz que a “Justiça começa ouvir testemunhas no caso de fraudes no Hospital de Câncer de Jales”. Segundo a matéria, o julgamento está sendo considerado um dos maiores da história da Comarca de Jales, em termos de depoimentos de acusação e defesa, que deverão passar de 80. Esse número ainda poderá aumentar, de acordo com o que disse ao jornal o juiz Adílson Vagner Ballotti, da 5ª Vara. O magistrado disse, também, que, em função do grande número de depoimentos, não se pode falar em prazo para o julgamento.
Outro destaque do JJ foi para a última novidade do rumoroso caso da chamada “Máfia do Asfalto”. A matéria diz que o ministro Celso de Mello, do STF, suspendeu cautelarmente a realização de interrogatórios dos quatro irmãos Scamatti, donos da Demop, de Votuporanga. O motivo? Segundo alegação da defesa – que, pelo jeito, sensibilizou o ministro – “as sucessivas prorrogações das interceptações telefônicas determinadas no caso ocorreram sem fundamentação juridicamente idônea”. As escutas telefônicas foram mantidas por mais de dois anos.
A palestra da professora e pesquisadora Eugênia Maria, “só para mulheres”; a repercussão, na TV, da performance do estudante Felipe Manoel Porto, aprovado nos vestibulares de seis universidades públicas; a fila na Caixa Federal para o saque do FGTS; uma entrevista com o sociólogo Roberto Gonçalves sobre a possibilidade de Jales vir a ter um Centro Nacional de Psicanálise; e o sucesso de vendas de um novo empreendimento imobiliário – o Jardim Tropical – que pretende construir casas populares em Jales, pelo programa “Minha Casa Minha Vida”, são outros destaques do JJ.
Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior está informando que a Associação Paulista de Magistrados (Apamagis), presidida pelo desembargador Oscild de Lima Júnior, assumiu a defesa do juiz Fernando Antônio de Lima, da Vara Especial de Jales. Fernando está sendo alvo de processo disciplinar aberto pela Corregedoria do TJ-SP, por conta de uma entrevista concedida ao Jornal de Jales em maio de 2015. A entrevista, como já foi informado, incomodou a Telefônica, que fez uma representação ao TJ-SP.
A principal manchete do jornal A Tribunadeste final de semana destaca o Termo de Confissão e Cooperação com a Justiça assinado por um dos acusados de fraudes no Hospital de Câncer. Leandro Sampaio de Souza confessou sua participação no esquema criminoso que desviou recursos do hospital através de serviços superfaturados. No documento entregue à Justiça, ele diz que foi o ex-diretor do hospital, R.M.D., quem sugeriu a abertura de uma empresa para a prestação de serviços superfaturados. Segundo a reportagem, Leandro confirmou que dividia os lucros com o ex-diretor, a quem entregava o dinheiro em mãos.
Matéria do Douglas Zílio destaca o início do recapeamento asfáltico em ruas e avenidas de Jales. Durante a semana, foram recapeados trechos da Avenida Francisco Jalles e da Avenida da Integração, também chamada de Avenida dos Exercícios. A próxima etapa inclui a recuperação de trechos das avenidas João Amadeu, Arapuã, Salustiano Pupim, Paulo Marcondes, Jânio Quadros, Nações Unidas e Alfonso Rossafa Molina. Várias ruas do Jardim América – um dos bairros mais esburacados da cidade – também serão recapeados. As obras deverão estar concluídas em 90 dias.
O caso da secretária de Saúde, Cida Moreira, que está dando expediente na pasta sem estar nomeada oficialmente; o reinício das obras de construção da creche “Antônio Di Bernardo Peres”, no jardim Maria Silveira, que estavam paralisadas há quatro anos; a audiência marcada para o dia 29 de março, quando a Justiça de Jales ouvirá os 27 réus presos pela “Operação Canna-bis”, acusados de tráfico de drogas; e o novo loteamento que está oferecendo 94 casas populares pelo programa “Minha Casa Minha Vida”, em Jales, são outros assuntos de A Tribuna.
Na coluna Enfoque, detalhes sobre a audiência que ouviu, na quinta-feira, 09, algumas testemunhas de acusação no caso das fraudes contra o Hospital de Câncer; na página de opinião, o ex-prefeito Pedro Callado escreve sobre o Dia Internacional da Mulher, enquanto a crônica da Taísa Selis diz que “seria irônico desejar feliz dia da mulher em uma data e prosseguir com a mesma rotina o resto do ano”. No caderno social, a coluna do Douglas Zílio traz os melhores flashes do carnaval de Votuporanga, um dos mais animados do interior de São Paulo.
O jornal Folha Noroestedeste sábado está destacando a ótima avaliação obtida pelo AME de Jales em pesquisa de satisfação junto a pacientes e usuários, realizada pela Secretaria Estadual de Saúde. Na média, as 55 unidades do AME no estado obtiveram o percentual de 96,7% de aprovação. O AME de Jales ficou bem acima da média, com percentual de 99,5% de aprovação. Em todo o estado, apenas 05 AMEs (Atibaia, São João da Boa Vista, Barretos, Ituverava e Tupã) obtiveram aprovação melhor que a atribuída ao AME de Jales. Os AMEs de nossas vizinhas – Fernandópolis e Santa Fé do Sul – estão entre as 33 unidades que obtiveram aprovação abaixo de 99%.
O jornal está informando, também, que – depois de muito blá, blá, blá – o Frigorífico JBS já teria obtido a autorização do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para retomar suas atividades em Santa Fé do Sul. Em fevereiro, uma determinação do CADE – baseada em filigranas burocráticas – levou o JBS a fechar as portas em Santa Fé do Sul, deixando cerca de 600 trabalhadores desempregados. Agora, com o novo posicionamento do CADE, a empresa terá 60 dias para reiniciar suas atividades.
Na coluna FolhaGeral, o intrépido redator-chefe Roberto Carvalho informa que até ontem, sexta-feira, ainda não havia um único candidato inscrito para as eleições do Conselho Consultivo e Fiscal do Instituto Municipal de Previdência. Roberto lembrou que os atuais vereadores aprovaram o fim da gratificação que era paga aos conselheiros do Instituto e agora caberia a eles – segundo o colunista – convencer os servidores a se candidatarem ao cargo. O prazo para inscrição dos candidatos, que começou no dia 24 de fevereiro, termina na próxima sexta-feira, 17 de março.
O Projeto “Corpo e Mente em Movimento”, mantido pela SACRA, entidade vinculada à Igreja Católica, promoveu, na quarta-feira, 08, um evento para mães e comunidade em geral, para comemorar o Dia Internacional da Mulher.
O evento teve um momento de reflexão com a palestrante Mariângela Rayel Manfrim (foto), que falou sobre “a origem do Dia Internacional da Mulher e o papel das mulheres na sociedade”.
Mas, nem só de reflexão vive a mulher. O evento contou, também, com a participação da diretora da Natura – Márcia Mistilides – para um momento de embelezamento do corpo e da alma. Afinal, como ressaltou a coordenadora do projeto, Elizangela Antunes, “uma autoestima elevada vale mais do que mil botões de rosas!!”.
A comemoração teve sorteios para as mulheres e, ao final, foram servidos deliciosos petiscos às participantes.
O diretor do Hospital de Câncer, Henrique Prata, foi uma das testemunhas ouvidas ontem pelo juiz da 5ª Vara, Adílson Vagner Ballotti, durante audiência sobre o caso dos três ex-funcionários processados por estelionato e formação de quadrilha, por conta de supostas fraudes praticadas contra o hospital.
O depoimento de Prata – que respondeu a questionamentos do juiz, do promotor e de cinco advogados que atuam na defesa dos réus – durou cerca de duas horas. O diretor do HC reiterou que não tinha conhecimento dos pagamentos, supostamente superfaturados, realizados pela unidade de Jales. Depois de Prata, o depoimento mais demorado foi o do delegado da PF, Cristiano Pádua da Silva.
Outras oito ou nove testemunhas arroladas pelo Ministério Público também foram ouvidas, mas, quando o juiz resolveu suspender a audiência, por volta das 22:00 horas, ainda faltava ouvir algumas testemunhas de acusação e também as testemunhas de defesa, além dos réus.
Uma nova audiência foi marcada para o dia 31 de março, uma sexta-feira, quando – supõe-se – serão ouvidos os depoimentos restantes. As defesas de dois acusados aproveitaram a audiência para solicitar, mais uma vez, a liberdade provisória dos seus clientes, sob o argumento de que eles já não oferecem riscos ao andamento do processo. O pedido foi, no entanto, negado novamente pelo juiz Ballotti.
Começou por volta das 14h30 desta quinta-feira, dia 09 de março, a audiência de instrução, debates e depoimentos das testemunhas de defesa e acusação dos três ex-funcionários do Hospital de Câncer – Unidade de Jales, acusados pelo Ministério Público de estelionato e formação de quadrilha, por meio de uma investigação da Polícia Federal de Jales.
Dois dos acusados, R.M.D. e G.V.B. chegaram sob escolta armada às 14 horas no Fórum da Comarca de Jales que imediatamente foram conduzidos a sala de depoimentos, sendo inclusive recebidos por seus advogados.
Já o terceiro acusado, L.S.S. que estava em liberdade provisória, por meio da chamada “Delação Premiada”, já se encontrava nas dependências do Fórum sendo assistido por seu advogado, Dr. Juliano Mattos, que em entrevista a Rádio Assunção assegurou que os depoimentos devem durar de uma a duas semanas.
Nesta quinta-feira estão previstos os depoimentos de pelo menos trinta pessoas entre testemunhas que foram arroladas pelos advogados e pela Promotoria Pública de Jales.
Nesta primeira sessão de oitivas, estavam inscritos, o Diretor e Presidente da Fundação Pio XII de Barretos. Dr. Henrique Prata, o delegado da Polícia Federal de Jales, Dr. Cristiano de Pádua da Silva, vice-prefeito de Jales, José Devanir Rodrigues, o Garça, além de funcionários e ex-funcionários do Hospital.
Ao todo serão mais de 80 pessoas a serem ouvidas em Jales e Barretos, sede do Hospital de Câncer, bem como de doadores e fornecedores de cidades da região de Jales.
A operação “Corrente do Bem” foi iniciada no mês de Setembro de 2016, pela Policia Federal de Jales, o que culminou na prisão dos três envolvidos nos esquemas no dia 8 de Novembro do ano passado.
A polícia estima que tenha sido desviado mais de R$ 1 milhão, através de superfaturamento de serviços e com o pagamento de despesas suspeitas, além de várias doações de valores relativamente altos, que não foram repassadas ao Hospital.
Cerca de 15% das instituições de ensino superior tiveram índices de avaliação considerados insuficientes pelo Ministério da Educação (MEC). Os dados são do Índice Geral de Cursos (IGC) de 2015, divulgados hoje (8). O índice leva em consideração o desempenho dos estudantes, a infraestrutura, formação dos professores e ainda indicadores da pós-graduação.
Na avaliação da presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Maria Inês Fini, o IGC de 2015 “não indica uma melhoria significativa das instituições avaliadas. Temos um mesmo patamar de qualidade.”. O IGC vai de 1 a 5, sendo 1 e 2 considerados insuficientes.
Nesse ano, 0,4% das instituições obtiveram o índice 1; 14,4%, 2; 67%, 3; 16,6%, 4; e, 1,1%, o índice 5. Outras 0,4% ficaram sem conceito devido a mudança de metodologia ou problemas na aplicação do exame.
As instituições públicas obtiveram desempenho melhor que as privadas nos índices; 28% obtiveram conceito 4 e 4,9% conceito 5. Entre as particulares, essas porcentagens foram respectivamente 15% e 0,6%.
O conceito da Unijales? Nosso Centro Universitário teve 08 cursos avaliados e está entre as instituições (67%) que obtiveram o conceito 3, ou seja, alcançou o conceito médio. O problema é que, na comparação com 2014, o Índice Geral de Cursos (IGC) da Unijales baixou em 2015.
Em 2014, o índice foi de 2,135. Em 2015, caiu para 1,967. Para que os prezados leitores tenham uma ideia, o Centro Universitário Luterano de Manaus, por exemplo, obteve o índice 1,934 e ficou com o conceito 2, de “insuficiente”. Resumindo: a Unijales precisa melhorar.