Categoria: Cidade

JORNAL DE JALES: CLÓVIS VIOLA PODERÁ VOLTAR À POLÍTICA NO MDB, ONDE INICIOU CARREIRA

Eis a capa do Jornal de Jales deste domingo, cuja principal manchete diz que o prefeito Flá Prandi foi escolhido para falar em nome dos 645 prefeitos paulistas em painel técnico promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU), na quinta-feira, 26, em Brasília. O encontro teve o objetivo de debater a renovação antecipada do contrato de concessão da malha ferroviária paulista à empresa Rumo. Em sua fala, o prefeito de Jales – que também é o presidente da AMA, entidade que reúne 123 prefeituras – defendeu a prorrogação antecipada do contrato, que vai proporcionar R$ 4,5 bilhões em investimentos na malha ferroviária paulista. Entre as obras que poderão ser viabilizadas com esse dinheiro, estão dois viadutos em Jales.

O jornal está trazendo, também, uma matéria especial que foca o crescimento do número de brasileiros interessados em obter a cidadania italiana. Segundo o Consulado Geral da Itália em São Paulo, pelo menos 112 mil pedidos aguardavam aprovação no ano passado. Em nossa região, duas famílias não somente obtiveram a cidadania italiana como estão morando naquele país: os jalesenses Alexandre Rensi e Rozângela Viola Rensi e os uranienses Patrícia Pires da Silva e Welinton Menani Silva, que foram entrevistados pelo jornal. A Itália é o país que recebe mais brasileiros, seguida por Portugal e Espanha.

O sucesso do show promovido pela Santa Casa de Jales com a dupla Gian & Giovani, que cantou durante duas horas e levantou a plateia; a palestra da neuroeducadora Eugênia Maria Ramires sobre suicídio e as atitudes que poderão salvar muitas crianças; a reavaliação do MPF sobre as propostas da Prefeitura para revitalizar o Bosque Municipal; o resultado da CEI da “Farra no Tesouro 2”, que, segundo o vereador Tiago Abra, terminou em pizza; o vestibular da Unijales, que será realizado no próximo domingo; e a eleição do Conselho Tutelar, também programada para o próximo domingo, são outros assuntos do JJ.

Na coluna Fique Sabendo, o antenado jornalista Deonel Rosa Júnior está informando que não será surpresa para ele se o ex-vice-prefeito Clóvis Viola resolver voltar à militância partidária. Se isso acontecer, garante o colunista, Clóvis optará por um ninho que ele conhece bem: o MDB, onde iniciou sua trajetória política. Deonel está informando, também, que o vice-presidente do PSDB local, Carlos Roberto Cardoso da Silva, o Cardosão, tem se dedicado a fazer o meio campo entre a velha guarda tucana e o novo presidente do partido em Jales, Osvaldo Costa Júnior, o Bixiga. Cardosão tem aconselhado Bixiga a tratar os veteranos de guerra com a devida fidalguia.

A TRIBUNA: SEM OUVIR NINGUÉM, CEI DIZ QUE ÚNICO CULPADO POR CONTRATAÇÃO DE SEGUROS SEM LICITAÇÃO FOI SERVIDOR

No jornal A Tribuna deste final de semana, a principal manchete destaca o início da chamada Atividade Delegada em Jales, que está programado para a próxima terça-feira. A matéria diz que as ruas e avenidas de Jales passarão a contar com um reforço extra no policiamento, a partir do dia 1º de outubro. Naquele dia, começará a funcionar o convênio assinado entre a Prefeitura de Jales e a Secretaria Estadual de Segurança, que permite ao município contratar policiais militares para, em suas horas de folga, atuar na fiscalização do comércio ambulante e do trânsito, entre outras tarefas. Os policiais usarão fardamento, veículos e armas da própria Polícia Militar.

Destaque, igualmente, para o relatório final da CEI “Farra no Tesouro 2”, que, assim como já ocorrera com a outra CEI – aquela que buscava apurar responsabilidades pelos malfeitos da ex-tesoureira Érica – poupou os prefeitos e os secretários e atribuiu a culpa ao servidor N.G.Jr., que está afastado desde a deflagração da operação da Polícia Federal. A segunda CEI foi instalada para investigar o caso das contratações de seguros para a frota de veículos do município, mas, depois de seis meses, concluiu suas “investigações” sem ouvir um único depoimento. O vereador Tiago Abra, vice-presidente da CEI, não concordou com o relatório aprovado por seus colegas Deley e Zanetoni, e apresentou um voto em separado.

As atividades desenvolvidas pelo Detran de Jales no centro da cidade, visando a conscientização no trânsito; as investigações da Polícia Civil de Jales para descobrir a autoria do homicídio ocorrido no final de semana passado, no Jardim Pêgolo; as explicações do comandante do Corpo de Bombeiros sobre a decisão de não usar água para combater o incêndio do Bosque Municipal; o julgamento de um homem que ficou foragido durante 11 anos, acusado de matar um comparsa em 2004; e a ação movida pelo MP de Jales contra 22 pessoas acusadas de fraudar um concurso público da Prefeitura de Mesópolis, são outros assuntos de A Tribuna.

Na coluna Enfoque, escrita por este aprendiz de blogueiro, destaque para o bom desempenho de Jales – melhor da região – na geração de empregos formais em agosto, interrompendo uma sequência de resultados negativos que já durava três meses. Na página de opinião, os artigos – sempre com assuntos atuais – do doutor Valmor Bolan e do blogueiro Hélio Consolaro. E no caderno social, além do natural realce para a colorida coluna do Douglas Zílio, mais uma vez recheada de gente bonita, destaque também para as comemorações dos 10 anos da Clínica Corpelli.

TRIBUNAL DO JÚRI DE JALES CONDENA HOMEM A 17 ANOS DE PRISÃO POR HOMICÍDIO COMETIDO EM 2004

O Tribunal do Júri de Jales reuniu-se na quarta-feira, 25, sob a presidência da juíza da 3ª Vara da Comarca, Maria Paula Branquinho Pini, para julgar o caso de M.R.A., acusado de homicídio qualificado por um crime cometido no início de 2004.

O julgamento do acusado aconteceu somente agora, 15 anos depois do crime, porque ele estava foragido e só foi encontrado pela polícia – e preso – no ano passado. Outros três comparsas que participaram do crime já tinham sido julgados em 2008/2009 e condenados a penas que variaram de 08 anos e 08 meses a 14 anos de reclusão em regime inicial fechado.

No julgamento de quarta-feira, que começou às 09 horas e terminou por volta das 16:30 horas, os jurados decidiram condenar o réu pelos crimes de homicídio duplamente qualificado – cometido por motivo torpe e com a utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima – e de ocultação de cadáver.

De acordo com a sentença da juíza Maria Paula, ele deverá cumprir 17 anos e 04 meses de reclusão, em regime inicial fechado. Além das duas qualificadoras, pesou na fixação da pena a circunstância de que o réu permaneceu foragido por mais de 11 anos.

O homicídio foi cometido em data incerta, entre o final de janeiro e o início de fevereiro de 2004, quando o réu e outros três comparsas mataram a tiros um quinto elemento – H.L.S., o “Magrão” – que costumava praticar furtos junto com os quatro acusados.

O crime teria ocorrido por conta de desacertos na hora de dividir os lucros das atividades criminosas do quinteto. Além disso, o crime teve também ingredientes de vingança, uma vez que a vítima teria “mexido” com a mulher de um dos companheiros de delinquências.

Segundo a confissão de pelo menos dois dos acusados, o crime teria sido premeditado. A vítima foi convidada por eles para participar de um furto de carneiros em uma propriedade rural e, enquanto caminhavam pela linha férrea em direção ao local do furto, dois dos acusados sacaram suas armas e, de surpresa, atiraram contra H.L.S., que morreu no local.

Os outros dois comparsas teriam sido obrigados a também atirar na vítima e a participar da ocultação do cadáver, que foi enterrado em uma mata, nas proximidades do local do crime, no Córrego da Figueira.

Os dois – J.W.A.O. e J.C.M. – foram julgados em fevereiro de 2008 e condenados pelos jurados, que, no entanto, reconheceram como sendo de menor importância a participação deles no crime. Diante da decisão dos jurados, o então juiz criminal de Jales, Alex Ricardo dos Santos Tavares, condenou ambos a cumprir pena de oito anos e oito meses de reclusão, em regime fechado.

Posteriormente, em fevereiro de 2009, foi a vez de os jurados julgarem o terceiro acusado – V.D.V.G. – que, por ter participado do planejamento e da execução do crime, foi condenado pelo mesmo juiz à pena de 14 anos de reclusão. Ele recorreu à segunda instância, mas, em junho de 2013, os desembargadores da 8ª Câmara de Direito Criminal do TJ-SP confirmaram integralmente a pena imposta pelo juiz de Jales.

No caso julgado na quarta-feira, 25, o réu – M.R.A. – não poderá apelar em liberdade.

POLÍCIA CIVIL DE JALES ESCLARECE HOMICÍDIO

A notícia está pendurada na página do Jales Notícias, do Alexandre Ribeiro Carioca, no Facebook:

A Polícia Civil de Jales esclareceu na manhã deste sábado o crime de homicídio que vitimou Joaquim Moisés De Deus Pereira, 33 anos, fato ocorrido na madrugada de sábado para domingo (22/09/2019).

Logo após tomar conhecimento do crime, o Setor de Investigações da Central de Polícia Judiciária de Jales iniciou diligências visando sua elucidação. Foram colhidas várias imagens de câmeras de monitoramento instaladas em residências localizadas na região onde ocorreu a morte, sendo que em uma delas foi possível identificar um homem em atitude suspeita.

Solicitado mandado de busca domiciliar e prisão temporária do investigado, após cumprimento, na manhã de hoje (28/09/2019), foram apreendidos na residência do suspeito um boné, uma camiseta e um par de tênis que o mesmo usava na noite do crime.

Diante das provas encontradas, I.C.F.S., 20 anos, acabou confessando o homicídio, afirmando ainda que desferiu 6 golpes de canivete na vítima e logo em seguida se desfez da arma do crime, jogando-a em um bueiro da cidade. Questionado sobre a motivação que o teria levado a matar a vítima, o autor preferiu não revelar, porém as investigações prosseguirão para identificá-la.

Neste momento, ele está sendo interrogado pelo Dr. Sebastião Biazi, Delegado Titular da Delegacia de Investigações Gerais de Jales. Posteriormente, será encaminhado à Cadeia Pública de Santa Fé do Sul, onde permanecerá à disposição da Justiça.

DEU NA FOLHA NOROESTE DE HOJE

No jornal Folha Noroeste, edição digital deste sábado, a manchete principal destaca a preocupação do vereador Vanderley Vieira dos Santos, o Deley(PPS), com a falta de medidas de combate a insetos e escorpiões, por parte do poder público. Na sessão de segunda-feira, 23, o vereador encaminhou um requerimento ao prefeito Flá, perguntando se a Prefeitura planeja aplicar inseticidas nas redes de captação de água, para evitar a proliferação de insetos e animais peçonhentos. Segundo Deley, alguns moradores estão reclamando que escorpiões e insetos, como as famosas periplanetas americanas – conhecidas popularmente como baratas – estão saindo das “bocas de lobo” e invadindo residências. “O fato necessita de atenção da Prefeitura, pois é uma ameaça à saúde pública”, clamou o vereador.

Destaque, igualmente, para a pesquisa de opinião feita por alunos da disciplina de Agroturismo presente no curso de Tecnologia em Agronegócio da Fatec-Jales. Durante os dois dias da 14ª Feira do Agronegócio da Uva e do Mel – 13 e 14 de setembro – eles ouviram a opinião do público que compareceu ao evento. A notícia não diz quantas pessoas foram entrevistadas, mas garante que mais de 90% delas se declararam satisfeitas ou totalmente satisfeitas com a exposição de uvas, enquanto 79% aprovaram o local do evento, realizado na Praça “Euphly Jalles”. Da mesma forma, 73% dos entrevistados aprovaram os serviços de alimentação disponibilizados ao público da feira.

Na coluna FolhaGeral, o magnificente redator-chefe Roberto Carvalho, também conhecido por Neco, comenta o incêndio do Bosque Municipal e diz que agora, depois que a porta foi arrombada pelo fogo, começam as cobranças. O colunista destaca um requerimento do vereador Chico, que está questionando a Prefeitura sobre um suposto atraso no repasse dos recursos destinados ao Corpo de Bombeiros, o que estaria prejudicando a atuação dos soldados do fogo. Ainda sobre o mesmo assunto, Roberto destacou a fala do vereador Macetão, onde o nobre edil enfatizou que “no combate ao incêndio no Bosque Municipal só foi um caminhão-pipa dos bombeiros porque o outro estava quebrado”.

DETRAN REALIZA INTERVENÇÃO SOBRE CONSCIENTIZAÇÃO NO TRÂNSITO NA PRAÇA ‘JOÃO MARIANO DE FREITAS’

A notícia é da Secretaria Municipal de Comunicação:

Para marcar o encerramento da Semana Nacional do Trânsito, realizada entre os dias 18 e 25 de setembro, o Departamento de Trânsito de São Paulo (DETRAN-SP), em parceria com a Polícia Militar e a Prefeitura de Jales, por meio da Secretaria de Planejamento, Desenvolvimento Econômico e Mobilidade Urbana, promoveu ação educativa visando à conscientização sobre prevenção de acidentes. A atividade aconteceu na manhã de quarta-feira, 25, na Praça João Mariano de Freitas.

A superintendente regional do DETRAN, Gislaine Simples, esteve presente e ressaltou que “com essa intervenção na praça, estreitamos a relação com o cidadão, realizamos panfletagem distribuindo material educativo, dialogamos sobre acidentes envolvendo veículos, entre outras atividades”.

Gislaine destacou que, “durante a semana, 400 ações foram desempenhadas pelo DETRAN em diversos municípios, todas elas voltadas a informar a população, tanto de pedestres, ciclistas, motociclistas, ou seja, todos que utilizam o trânsito de maneira geral, porque cerca de 94% dos acidentes ocorridos são em decorrência de imprudência. Atitudes simples podem mudar essa realidade e salvar vidas”. Um veículo que se envolveu em acidente foi exposto na praça para representar o que pode acontecer na vida das pessoas quando forem imprudentes.

O secretário de Planejamento, Desenvolvimento Econômico e Mobilidade Urbana, Nilton Suetugo, disse que a Prefeitura promove diversas ações para conscientizar a população em relação às questões de segurança do trânsito. “Nós temos percebido que o grande problema no trânsito é a falta de respeito, de educação, principalmente dos usuários e, nesse sentido, sempre fazemos alerta. Essas campanhas são destinadas para isso”.

Nilton também comentou sobre o programa Respeito à Vida, vinculado ao governo do Estado de São Paulo. “Essas atitudes são fundamentais para assegurar uma questão de segurança, principalmente aos pedestres, usuários de trânsito, à questão de mobilidade urbana. Precisamos avançar e esse crescimento está vinculado á informação crescente, permanente e consciente da população”.

Para complementar a atividade, foi feito um pedágio no semáforo da Avenida Francisco Jalles com a Rua Oito, orientando os motoristas sobre a prevenção de acidentes.

“NÓS EXISTIMOS”, DIZ FUNDADORA DO MOVIMENTO DE EX-GAYS DO BRASIL

Dizem que ex-gay não existe. Aqui em Jales, um dos mais conhecidos travestis da cidade virou evangélico e, segundo ele, deu adeus à promiscuidade. Há uns quatro anos, quando o entrevistei, ele estava casado com uma morena – muito bonita, por sinal – e quem o via andando pela cidade não imaginava tratar-se de uma ex-boneca.

A notícia é do UOL:

Miriam Fróes (foto) viveu como homossexual dos 13 aos 33 anos, aproximadamente. A partir dos 30, começou a sentir uma mudança interna. “Eu trocava muito de parceira e aquilo foi causando crises existenciais em mim”, diz. Depois disso, passou a frequentar a igreja. Hoje, “muito evangélica”, diz ter encontrado um novo modo de viver sob os preceitos da Bíblia.

Além de ex-homossexual e pastora da igreja Manancial Palavra Viva, Miriam, 55, também é idealizadora do Movimento de Ex-Gays do Brasil (MEGB), fundado em agosto. Ficou conhecida após se reunir com a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, no dia 5 daquele mês, em busca de reconhecimento. “Nós existimos” diz.

Há 20 anos, ela acolhe pessoas que buscam a reorientação sexual. Para isso, a fundadora do movimento de ex-gays não acredita em nenhum tratamento, senão a palavra do evangelho. Ao ser questionada sobre como seriam os detalhes da reorientação sexual pela espiritualidade, a consultora de logística responde: “A única palavra que posso te dar como explicação é a fé”.

JALES ABRIU 42 NOVOS EMPREGOS EM AGOSTO

Depois de três meses acumulando resultados negativos no quesito geração de empregos, Jales voltou a apresentar saldo positivo em agosto, com a criação de 42 novos empregos formais. O saldo é resultado de 323 admissões e 281 demissões ocorridas no mês passado, segundo dados divulgados pelo CAGED ontem, quarta-feira, 25.

Os setores que mais colaboraram para o resultado positivo foram a Construção Civil e a Prestação de Serviços, que abriram, juntos, 40 novos empregos. A Agropecuária, de seu lado, continua fechando postos de trabalho.

Com resultado positivo de agosto, Jales diminuiu a perda de empregos em 2019 e agora contabiliza “apenas” 44 postos de trabalho a menos nos primeiros oito meses de ano.

O desempenho de Jales, em agosto, foi o melhor entre as principais cidades da região. Fernandópolis, por exemplo, fechou 35 empregos no mês passado, enquanto Votuporanga fechou outros 21. No acumulado do ano, Votuporanga já perdeu 146 empregos.

Por seu lado, Santa Fé do Sul apresentou saldo positivo, mas de apenas 03 empregos criados no mês passado. Apesar do resultado pífio de agosto, Santa Fé do Sul já abriu 117 novos empregos em oito meses de 2019.

TRIBUNAL DO JÚRI DE JALES SE REÚNE NESSA QUARTA-FEIRA PARA JULGAR HOMEM ACUSADO DE HOMICÍDIO OCORRIDO EM 2004

O Tribunal do Júri de Jales volta a se reunir amanhã, quarta-feira (25), para julgar o caso de M.R.A., acusado de homicídio qualificado. O crime ocorreu entre o final de janeiro e o início de fevereiro de 2004 e teve a participação de outras três pessoas, que já foram julgadas e condenadas.

O julgamento de M.R.A., o quarto elemento, ocorrerá agora porque ele estava foragido e só foi encontrado – e preso – no ano passado. Ele será defendido pelo advogado Edson Francisco da Silva.

Segundo a acusação, o crime foi premeditado. Os quatro comparsas convidaram a vítima para roubar alguns carneiros em uma propriedade rural e, enquanto caminhavam pela linha férrea, nas proximidades do Córrego da Figueira, dois dos acusados sacaram suas armas e efetuaram os disparos.

Apanhado de surpresa, a vítima – conhecida por Magrão – morreu no local e teve seu corpo enterrado em uma mata próxima. Dois dos criminosos confessaram o homicídio e a ocultação do cadáver. E a mulher de um deles deu seu testemunho à Justiça, afirmando que o marido havia lhe contado sobre como ocorreu o crime.

A sessão do Júri começará às 09 horas, sob a presidência da juíza Maria Paula Branquinho Pini.

DEPOIS DOS GATOS, PREFEITURA MIRA AS GALINHAS

Depois de conseguir uma ordem judicial para obrigar uma moradora do bairro São Judas Tadeu a dar um sumiço nas quase duas dezenas de gatos que ela criava em sua residência, a Prefeitura de Jales agora voltou suas baterias em direção às galinhas de uma moradora do Jardim Eldorado.

Na terça-feira passada, 17, os advogados do município conseguiram, na Justiça, a concessão de uma liminar contra a moradora, para obriga-la a retirar as galinhas que estão sendo criadas no quintal de sua residência, na rua “Arlindo Correa Júnior”. A criação de galinhas propicia a proliferação do mosquito palha, transmissor da leishmaniose.

A moradora terá o prazo de 15 dias para providenciar a retirada das galináceas do perímetro urbano, “sob pena de multa diária de R$ 300,00, até o limite de R$ 5 mil, sem prejuízo de outras medidas para assegurar o cumprimento da ordem judicial”. A decisão é do juiz da 3ª Vara, José Geraldo Nóbrega Curitiba.

A luta da Prefeitura para expulsar as penosas da área urbana começou há mais de um ano, em junho de 2018, quando a Vigilância Sanitária do município autuou a dona das galinhas. Mesmo diante da ameaça de punição, a moradora negou-se a atender aos apelos da Vigilância e transferir a criação para outro local, longe do perímetro urbano.

Esta não é a primeira vez que a Justiça, a pedido da Prefeitura, concede uma liminar envolvendo a criação de galinhas na zona urbana. Em julho de 2014, determinou que um morador da Cohab “José Antonio Caparroz Bogaz” (JACB), desse um fim na criação de galináceas que mantinha em sua propriedade.

Naquela ocasião, matéria do jornal A Tribuna registrou que a Secretaria Municipal de Saúde já tinha constatado alguns casos de leishmaniose em seres humanos e que pelo menos quatro pessoas já tinham morrido em Jales por conta da doença.

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