JORNAL DE JALES: EMPRESÁRIO DESMENTE BOATOS SOBRE FECHAMENTO DE INDÚSTRIA QUE GERA 30 EMPREGOS DIRETOS EM JALES
Eis a capa do Jornal de Jales deste domingo, cuja principal manchete destaca a desconfiança dos empresários do Distrito Industrial I sobre as chances de a Elektro resolver com rapidez o problema da insuficiência de energia elétrica em algumas empresas daquele setor da cidade. Alguns empresários se reuniram com representantes da Elektro um dia desses e, aparentemente, não gostaram do que ouviram. Segundo a matéria, dois empresários que participaram da reunião declararam que a Elektro, por ser a única concessionária de energia da região, impõe suas regras e deixa todos de mãos atadas. Eles disseram que Elektro não está entregando nem a energia contratada, o que estaria causando prejuízos às empresas.
Destaque, igualmente, para a nova diretoria da Associação dos Engenheiros da Região de Jales – AERJ, que toma posse no próximo dia 1º de janeiro. O presidente eleito é o engenheiro civil Fábio Andreo de Aro, de tradicional família de engenheiros, que está prometendo incentivar novas iniciativas com apoio do CREA-SP. Ao jornal, Fábio destacou o trabalho desenvolvido pela atual presidente, a engenheira agrônoma Sílvia Andreu Avelhaneda Pigari, que, segundo o futuro presidente, abriu caminho para as ações que começam a ser planejadas pela nova diretoria.
A vigésima participação do empresário Otaviano Brito Aguiar na tradicional corrida de São Silvestre, realizada anualmente em São Paulo; a aprovação do projeto de lei da deputada Analice Fernandes, que diminui a jornada de trabalho dos profissionais de enfermagem; a prisão de um salafrário que tentou extorquir um comerciante de Jales; e a iniciativa dos alunos da EM “Maria Olympia, que arrecadaram lacres de latinhas para o Hospital de Amor, são outros assuntos do JJ. O jornal traz, ainda, um caderno especial com a retrospectiva dos fatos que marcaram o ano de 2018 em Jales e região.
Na coluna Fique Sabendo, o jornalista Deonel Rosa Júnior classificou como fake news a boataria que andou circulando pela cidade, dando conta de que a Implalife – indústria que produz matéria prima para implantes dentários, com sede na Avenida “João Amadeu” – estaria transferindo suas operações para São José do Rio Preto. Segundo Deonel, o empresário Antônio Cavaglieri, sócio-gestor da Implalife, desmentiu categoricamente os rumores e, bem humorado, atribuiu o diz-que-diz a quem não tem o que fazer. O colunista destacou que a Implalife emprega 30 trabalhadores em Jales.
MUNICÍPIO VERDEAZUL: JALES É UMA DAS PIORES NO RANKING AMBIENTAL DO ESTADO
O município de São José do Rio Preto é o primeiro colocado no ranking ambiental do Estado de São Paulo em 2018, com 94,65 pontos no total. O anúncio foi feito em evento realizado na quinta-feira (20), no Palácio dos Bandeirantes, com a presença do governador Márcio França e do secretário de Estado do Meio Ambiente, Eduardo Trani.
A classificação faz parte do Programa Município VerdeAzul, iniciado pela Secretaria do Meio Ambiente em 2007 e que premia os municípios com melhor desempenho, levando em conta diversos quesitos ambientais, com o objetivo de medir e apoiar a eficiência da gestão ambiental.
Os outros 14 primeiros colocados, por ordem decrescente, são os municípios de: Botucatu (2º), Santa Adélia (3º), Fernandópolis (4º), Novo Horizonte (5º) – vencedor de 2017 – , São Pedro do Turvo (6º), Campinas (7º), Araçoiaba da Serra (8º), Itu (9º), Americana (10º), Cabreúva (11º), Sorocaba (12º), Águas de Prata (13º), Itatiba (14°) e Embaúba (15º). Ao todo, 69 municípios alcançaram mais de 80 pontos e foram certificados.
Esse prêmio VerdeAzul é uma enganação. Tanto que Jales já ocupou a 10ª posição no ranking, no tempo do estadista Humberto Parini. Para quem não se lembra, Parini tinha tanto apreço pelo meio ambiente que mandou cortar as árvores da avenida em plena Semana da Árvore e quase matou de fome o jacaré da praça, impondo ao pobre réptil um regime à base de repolho.
Depois da enganosa 10ª posição obtida em 2010, Jales vem despencando ano a ano e, em 2017, parecia ter chegado ao fundo do poço classificando-se na 439ª posição. Parecia! Neste ano estamos provando que sempre é possível piorar o que já está ruim: caímos mais um pouco e chegamos à 490ª posição, com míseros 6,9 pontos.
Enquanto isso, Fernandópolis – como já mencionado acima – ficou com a 4ª posição. Votuporanga foi a 29ª colocada, com 86,19 pontos, e Santa Fé do Sul – que já foi tricampeã do VerdeAzul – classificou-se em 62º lugar, com 80,45 pontos. Urânia conseguiu um desempenho pior do que o de Jales e, com 5,15 pontos, ficou com a 564ª posição.
ANAVITÓRIA E NANDO REIS – “N”
O duo Anavitória é uma das boas novidades da música brasileira dos últimos três anos. O nome do duo é a junção dos nomes de Ana Clara Caetano Costa, de 24 anos, e Vitória Fernandes Falcão, que fará 24 anos em maio de 2019.
Elas estudaram na mesma escola, em Araguaína, no Tocantins, mas só foram descobrir a afinidade musical mais tarde, quando já eram universitárias – Ana fazia Medicina e Vitória cursava Direito – e passaram a gravar vídeos interpretando canções de seus artistas favoritos. Um desses vídeos, de 2015, virou fenômeno da internet e as tornou conhecidas.
Em 2016, elas lançaram o primeiro CD – “Anavitória” – que levou o duo a ser indicado em duas categorias do Grammy Latino. Elas ganharam o prêmio na categoria “Melhor Canção em Língua Portuguesa”, com a música “Trevo”.
Sérgio Martins, crítico musical da revista Veja descreveu o estilo delas como “folk fofinho”, acrescentando que se trata de uma variante suave do rock rural que, nos anos 70, era representado pelo trio Sá, Rodrix e Guarabyra. Mas há quem diga que elas representam uma nova MPB, que mistura o estilo com funk, rock, folk, etc.
Em agosto deste ano, as meninas lançaram o segundo CD – “O Tempo é Agora”, gravado nos EUA – e ainda celebraram o lançamento do filme “Ana e Vitória”, uma comédia romântica inspirada nas músicas e em alguns aspectos reais das vidas de Ana Clara e Vitória.
Antes, em junho, o Anavitória se juntou ao ex-Titã Nando Reis para uma mini-turnê que passou por cinco cidades com um show comemorativo ao Dia dos Namorados. No vídeo abaixo, eles ensaiam para o show, cantando “N”, uma das mais belas canções de Nando.
A TRIBUNA: PROMOTORIA PEDE CONDENAÇÃO DE ACUSADOS DE TENTAR FRAUDAR CONCURSO DA PREFEITURA
No jornal A Tribuna deste final de semana, a principal manchete destaca a ação civil pública ajuizada pelo promotor público Horival Marques de Freitas Júnior contra três pessoas que estão sendo acusadas de tentar fraudar o concurso público realizado pela Prefeitura de Jales no final de 2017. Segundo a matéria, um funcionário do Consirj – E.H.T.S.M., de 35 anos – “vendeu” uma vaga de enfermeira para uma colega de trabalho e uma vaga de farmacêutica para uma vendedora, por R$ 23 mil, cada. As investigações foram conduzidas pela Polícia Civil de Jales, após denúncia anônima. A polícia descartou, por enquanto, a existência de fraude no concurso, que foi organizado e aplicado pelo Instituto Brasileiro de Administração Municipal – IBAM.
Matéria do repórter Alexandre Ribeiro destaca que os casos de violência contra mulheres cresceram em Jales no ano de 2018. A matéria traz uma retrospectiva dos casos que chocaram a cidade, como o do comerciante de Jales que sequestrou e agrediu uma professora de Santa Fé do Sul. Para a titular da Delegacia de Defesa da Mulher – DDM – a delegada Maria Letícia Camargo Negrelli, o crescimento no número de registros pode estar relacionado com o aumento dos casos, mas pode também ser um reflexo da maior conscientização das vítimas, que agora sabem que podem procurar a Delegacia e denunciar os agressores.
A condenação do ex-prefeito de Urânia, Francisco Airton Saracuza, que terá de devolver R$ 150 mil à Prefeitura da cidade; o caso de um ex-presidiário que achacou um comerciante local, escrevendo um bilhete anônimo com pedido de R$ 3 mil e ameaças caso não fosse atendido; as estatísticas da polícia que mostram evolução no combate ao tráfico de drogas em Jales e região; os valores cobrados pela Zona Azul em Fernandópolis, que são quase o dobro dos preços cobrados em Jales; e a aprovação do projeto de lei da deputada Analice Fernandes(PSDB), que estabelece jornada semanal de 30 horas para os profissionais de enfermagem, são outros assuntos de A Tribuna.
Na coluna Enfoque, detalhes sobre a atuação do Ministério Público Federal no caso da unidade de saúde de Dolcinópolis, que começou a ser construída em 2013 e ainda não foi concluída. Na página de opinião, o artigo do Valmor Bolan trata da tragédia ocorrida em Campinas, onde um maluco matou cinco pessoas dentro de uma igreja, enquanto a crônica do Hélio Consolaro traz uma reflexão sobre o Oiti, uma árvore que solta folhas o ano inteiro, mas nunca fica pelada. E no caderno social, destaque para a coluna do Douglas Zílio e para o sucesso da digital influencer jalesense Mariana Saad, que ganhou o Brasil e o mundo.
JALES PRODUZIU 32 EMPREGOS FORMAIS EM NOVEMBRO
Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – CAGED – do quase extinto Ministério do Trabalho, divulgados na quinta-feira, 20, mostram que, em Jales, tivemos 240 admissões e 208 demissões em novembro. Isso significa que, no mês passado, foram criados 32 novos empregos com carteira assinada em nossa pacata urbe. A maioria – 18 – foi produzida pelo setor de Comércio.
Com os 32 novos empregos de novembro, Jales chega a um total de 155 em onze meses de 2018, o que não é grande coisa. Santa Fé do Sul, que apresenta o melhor desempenho da região, gerou 80 novos empregos em novembro e, no total, já chega 831 postos de trabalho produzidos em 2018, ou cinco vezes mais que os empregos produzidos em Jales.
Fernandópolis gerou só 02 novos empregos em novembro, mas, no ano, já totaliza 744. E Votuporanga, que teve um dos melhores desempenhos do país, em 2017, não repete os bons resultados em 2018. Em novembro, a cidade das brisas suaves abriu 17 novos empregos, chegando a apenas 124 no ano.
Entre os 23 pequenos municípios da microrregião de Jales, o pior desempenho, em novembro, foi de Santa Albertina, que fechou 122 empregos. Em Pontalinda, a segunda pior performance da região, foram fechados 31 postos de trabalho. Urânia, que não vinha bem, abriu 31 novos empregos em novembro e chega a 75 no ano.
IMAGEM
Benedita da Silva, deputada e ex-governadora do Rio de Janeiro, ao deixar a sede da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde Lula é preso político há mais de oito meses. A foto de Ricardo Stuckert foi uma das imagens representativas da semana escolhida pela ARFOC- Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos no Estado de São Paulo.
FRANCESAS ADEREM AO MOVIMENTO “NO BRA” E COMEÇAM A DESCARTAR USO DE SUTIÃ
Parece que estamos vivendo uma segunda “revolução francesa”. Não bastassem os protestos dos tais coletes amarelos, agora temos esse movimento feminino em que as francesas prometem se livrar de seus porta-seios. Deu no DCM:
Nas redes sociais, as hashtags relacionadas aos movimentos ganham a cada dia mais popularidade desde que ícones pop, como a cantora Rihanna ou as atrizes Jennifer Lawrence e Emma Watson, tiveram a iniciativa de posar nos tapetes vermelhos sem sutiã. Da brincadeira #NoBraChallenge (desafio sem sutiã), descartar o acessório centenário por convicções feministas ou por uma questão de saúde conquistou as francesas.
Ironia do destino, foi na França que nasceu o soutien-gorge – como o acessório é chamado em francês, ganhando também o diminutivo soutif. A designer de espartilhos Herminie Cadolle propôs dividir suas criações em duas partes, com o objetivo de dar mais conforto às mulheres. A peça foi apresentada pela primeira vez na Exposição Universal de Paris, em 1889, sob o nome de Bien-Être (bem-estar).
Mas, longe de ser associada ao bem-estar, em 1904, a criação passou a ser comercializada com o nome de mantien-gorge, que ao pé da letra poderia ser traduzido como “retenção da garganta” em português. No entanto, de acordo com o Dicionário Histórico da Língua Francesa, de autoria de Alain Rey, a palavra gorge (garganta) seria um eufemismo para se referir aos seios.
Décadas se passaram e a peça se transformou conforme a moda de cada época, sem nunca se adaptar, de fato, ao conforto das mulheres. Ao contrário, o sutiã é frequentemente associado a uma forma de opressão do corpo feminino, sob a justificativa de evitar os efeitos da gravidade sobre os seios.
Não foi à toa que o sutiã foi utilizado como ferramenta de um célebre protesto de feministas, em 1968. Ao contrário da lenda, entretanto, as militantes da emblemática manifestação contra o concurso Miss America não queimaram sutiãs – um falso relato criado pelos jornalistas que cobriram o evento.






